Enfim, a diretoria santista se resolveu com o staff de Fernando Diniz e o ex-treinador do São Paulo foi anunciado pelo clube praiano. 

Bem, já disse neste espaço, mas não custa repetir, que considero Diniz como o nome certo para o Peixe, mas na hora errada. 

Sim, pois a visão que ele tem de futebol combina demais com o DNA do Alvinegro da Baixada. 

Mas, neste momento tão difícil, em que o Santos flerta com o rebaixamento no Paulista e que, pelo visto, entrará no Brasileirão para lutar na parte de baixo da tabela, a equipe precisava de um técnico mais cascudo e prático. 

Alguém que pudesse fazer muito com pouco, com experiência em times que vivem situações complicadas. 

Mas, agora, com a escolha feita, nos resta torcer para que dê certo.

E, é claro, pode dar certo, sim!

E muito!

Mas o problema é que, se der errado, o estrago deve ser enorme. 

Ou seja, vejo que, no Santos, Diniz será oito ou oitenta. 

Ou será um sucesso incrível ou um fracasso retumbante. 

Não terá meio termo…

Tomara que a primeira suposição se confirme!

Mas, confesso, ando bem preocupado com o meu Peixe…

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Olhos no retrovisor: Outros acidentes de Ayrton Senna além da fatalidade na Tamburelllo

A carreira vitoriosa de Ayrton Senna, encerrada abruptamente no muro da curva Tamburello há exatos 27 anos, em 1º de maio de 1994 durante o GP de San Marino no circuito Enzo e Dino Ferrari, em Imola, contou com outros acidentes, incluindo um impressionante, antes de o brasileiro chegar à Fórmula 1.

Em 1983, no circuito inglês de Oulton Park, travando uma disputa com o britânico Martin Brundle, seu maior concorrente na Fórmula 3 Inglesa, os dois dividiram uma curva e o carro branco #1 de Ayrton subiu sobre o carro azul #2 de Brundle, quase atingindo a cabeça do britânico. Senna bateu sua roda dianteira esquerda na traseira direita do carro de Brundle.

O brasileiro deixou o cockpit de seu Ralt-Toyota preocupado, mas o britânico saiu ileso, o que não impediu que alguns anos depois fizesse uma avaliação sobre  o comportamento pouco amistoso do brasileiro nas pistas.

"Senna achava que o mundo conspirava contra ele e estava pronto para bater, se fosse para ganhar mais pontos. Se preciso, ele tirava alguém da pista para pontuar. Seus movimentos eram sempre bem calculados", disse Brundle ao site da BBC, em 2004.

SENNA X BRUNDE NA F3 INGLESA EM OULTON PARK, EM 1983

CAPOTAGEM NA PERALTADA

Pela Fórmula 1, em 1991, Senna capotou sozinho ao perder o controle de sua McLaren MP4/6-Honda de 12 cilindros na desafiadora curva Peraltada, durante os treinos para o GP do México, no circuito Hermanos Rodríguez.

Ao sair para a caixa de areia ondulada, uma solução péssima de segurança, por sinal, o carro ficou com as quatro rodas para o ar, e Senna precisou ser ajudado por fiscais para deixar seu carro. O acidente poderia ter sido grave justamente por conta das ondulações na areia, pois o santantonio, nesse caso, poderia não ter protegido sua cabeça.

Foi um final de semana para o brasileiro esquecer. Ele foi superado por seu companheiro na classificação (Berger largou na pole e ele partiu em terceiro). Na prova, vencida por Alain Prost (Ferrari), Senna terminou em 20º, com problema de pneus.

REVANCHE...

Em 1990, a exemplo do que havia acontecido com Brundle na F3 Inglesa, Senna não aliviou na primeira curva do GP do Japão, em Suzuka,  provocando o acidente que lhe rendeu o bicampeonato sobre o rival Alain Prost, na ocasião, piloto da Ferrari.

Para Ayrton, a manobra foi a desforra do que havia acontecido um ano antes, também em Suzuka, quando, segundo ele, Prost fora o culpado pelo acidente na penúltima etapa do campeonato.

Prost, por sua vez, considerou desleal a manobra de Senna naquela ocasião.

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O livro do Flavio Gomes

 

Não foram muitas vezes em que li um livro "numa tacada só".

O mais perto que cheguei disso foi com "Vinhas da Ira", meu favorito, diga-se, aquele que se fosse o único livro que eu pudesse levar para uma ilha deserta, teria em minhas mãos, tão essencial quanto um cantil com água.

Um robusto livro de 629 páginas e letras miúdas que devorei rapidamente em um fim de semana prolongado no sítio do meu então sogro, em Atibaia, interior de São Paulo.

A obra de John Steinbeck (1902 - 1968), de quem me tornei um leitor voraz, é de um lirismo que machuca.

O final, minha nossa, é a coisa mais linda que alguém pôde escrever, entendo.

Recomendo a leitura. Quem não conhece Steinbeck, dê uma pesquisada na vida do escritor norte-americano que nadou contra a maré em seu país, foi perseguido pelos conservadores mas coroou sua divina arte de escrever com o Pulitzer em 1940 e o Nobel de Literatura em 1962.

Há o filme da obra, brilhantemente dirigido por John Ford e com Henry Fonda no papel principal. Mas fiquem com o livro, sobretudo porque a forma de escrever de Steinbeck é ímpar e o final não é reproduzido na película.

Depois, por curiosidade, assistam o filme, vale a pena também.

E leiam os outros livros dele, se possível, todos!

Sugestões?

"Ratos e Homens" e "Boêmios Errantes" para quem não quiser debutar com o grandalhão "Vinhas da Ira".

Sou bastante emotivo, característica marcante dos cancerianos segundo os astrólogos, talvez isso explique o fato de, ao terminar de ler "Vinhas da Ira" em uma noite de inverno rigoroso, não tenha conseguido dormir até que o Sol rompesse atrás dos eucaliptos no leste e amainasse um pouco a geada, tamanho "soco no estômago" que levei.

"Vinhas da Ira" — e também a biografia de John Steinbeck —, excepcionalmente escrita por Jay Parini, ficam em lugar de destaque na minha sala, estão sempre ao alcance das minhas retinas, mãos e coração. 

O preâmbulo é para justificar minha mais recente leitura: "Imola 1994", de Flavio Gomes.

Conheço pessoalmente o Flavio desde 22 de fevereiro de 2005, noite de lançamento de seu primeiro livro, "O Boto do Reno", evento concorrido em uma pizzaria no bairro de Moema, zona sul da capital paulista.

Ele já me conhecia de nome.

Meu irmão mais novo havia trabalhado com ele na outrora confiável rádio "Jovem Pan", e uma vez o Flavio me respondeu com palavras elogiosas a um texto que eu havia escrito e lhe enviado por e-mail, publicado no Portal Terceiro Tempo antes mesmo de eu aportar no site de Milton Neves, uma crônica chamada "Montoya e a bicicleta", quase um divisor de águas na minha vida, não apenas pelo texto mas, principalmente, pelo estímulo que se fazia necessário a mim, mergulhado em um poço do qual eu achava que não sairia mais.

Flavio me deu isso, sem saber da escuridão pela qual eu passava, e eu sempre lhe serei grato. Até escrevi uma vez sobre o quanto isso foi importante para mim. Está aqui.

"Imola 1994" chegou em minhas mãos na última sexta-feira (30).

Contido em um grande envelope branco, meu nome escrito em caligrafia técnica, veio acompanhado de mimos valiosos para mim: o press-release da equipe Simtek após a morte de Roland Ratzenberger em Ímola, duas gravuras (a Ferrari de Gilles Villeneuve de 1981 e a Brabham de Nelson Piquet de 1980) e um delicado marcador de páginas confeccionado em impressora 3D com o traçado antigo do circuito Enzo e Dino Ferrari.

Estou em minha última semana de férias e concluí a leitura neste sábado, 1º de maio, coincidentemente o dia da fatalidade de Ayrton Senna no GP de San Marino de 1994.

Livro bom, entendo, permitam-me a comparação meio esdrúxula, é mais ou menos como aquele almoço de domingo cuidadosamente elaborado pela mãe, que leva horas em sua preparação e que os comensais, ávidos, salivando, devoram em poucos minutos...

E depois, refestelados no sofá da sala, cochilam enquanto aguardam o início do clássico futebolístico na tevê.

Fico até meio constrangido pela velocidade com a qual "consumi" o livro do Flavio, que levou meses para escrevê-lo e uma vida inteira para tê-lo em registros, e eu, no sofá azul da minha sala, "mastigando" compulsivamente...

Talvez eu devesse tê-lo saboreado com parcimônia e solenidade.

Imagino o exercício de memória do Flavio para buscar tudo aquilo que está nas 263 páginas.

E perfeccionista como é, na pesquisa de dados da época, para que tudo ficasse absolutamente encaixado na trama, ou tramas, uma vez que cada capítulo existe como se tivesse vida própria, independente, embora existam enlaces harmoniosos entre vários deles.

Especificamente sobre Ayrton Senna, Flavio o trata de maneira humana e honesta, como era o piloto, sem os desvarios habituais daqueles que o consideram um ser superior, à beira da beatificação.

Meus olhos marejaram com a justa lembrança que ele faz ao nosso professor em comum de astronomia na Escola Municipal de Astrofísica vinculada ao Planetário Municipal do Parque do Ibirapuera, o saudoso Acácio Riberi (1924 - 1998), que era cego, uma das figuras mais doces que conheci.

"Era cego. Mas me fez ver muito mais do que qualquer outro", escreveu Flavio, sobre nosso querido mestre.

Também mencionou outro professor meu, este do curso de Geografia na USP, o gigante baiano Milton Santos (1926 - 2001), do qual tenho lembranças saborosas de um semestre que passou voando no lindo prédio da FFLCH projetado pelo arquiteto Eduardo Corona (1921 - 2001), com suas rampas majestosas e iluminação natural. Corona, que era gaúcho, também projetou o Planetário Municipal do Parque do Ibirapuera, o mesmo em que o professor Acácio Riberi brindou ao Flavio e a mim, em anos diferentes, com aulas maravilhosas em cursos de Astronomia.

Como sugere o prefaciador de "Imola 1994", Mário Magalhães, a obra deveria ser incluída na bibliografia acadêmica dos bons cursos de jornalismo.

É, de fato, uma aula. Muitas aulas, um curso inteiro de comprometimento com o ofício.

Ainda no prefácio, Mário Magalhães atesta que "depois da largada, não dá para parar  a leitura, bem entendido. O pit stop que espere outra hora", diz.

Concordo integralmente.

Eu, pelo menos, a exemplo do que aconteceu com "Vinhas da Ira", não consegui parar até receber a bandeira quadriculada, tremulada na página 263...

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F1: Bottas vence duelo com Hamilton e larga na frente no GP de Portugal 

Valtteri Bottas conquistou a pole para o GP de Portugal de Fórmula 1 em Portimão, no classificatório realizado neste sábado, 1º de maio, para a terceira etapa do Mundial, que acontece a partir das 11h deste domingo (2). A Band transmite ao vivo.

O finlandês da Mercedes cravou 1min18s348, apenas 0s007 melhor que seu companheiro de equipe Lewis Hamilton, que não pôde comemorar a emblemática marca de 100 poles na Fórmula 1. Em contrapartida, Bottas chegou à sua 17ª pole na categoria, e será o terceiro piloto diferente em três etapas do atual campeonato a partir da posição de honra.

O holandês Max Verstappen (Red Bull-Honda) não conseguiu acompanhar o ritmo dos carros do time alemão e abre a segunda fila, em terceiro, 0s398 defasado em relação ao pole. Ao seu lado partirá seu companheiro de equipe, o mexicano Sergio Pérez.

A terceira fila será aberta com Carlos Sainz (Ferrari), em quinto, enquanto Esteban Ocon, com a Alpine, fecha a lista dos seis primeiros. Lando Norris, com a McLaren, parte em sétimo. Frustração para Charles Leclerc, com a outra Ferrari, em oitavo, três posições atrás de seu companheiro de equipe.

Dentro do top-10 lusitano, Pierre Gasly (AlphaTauri) e Sebastian Vettel (Aston Martin), que finalmente conseguiu superar o companheiro Lance Stroll, que sequer passou do Q1 e larga apenas em 17º.

Havia a possibilidade de chuva para a sessão que definiu o grid, mas o tempo esteve firme no Algarve, porém com bastante vento, a exemplo do que já havia acontecido no TL2 da sexta-feira.

Jornada positiva para o alemão Sebastian Vettel, que foi ao Q3 e parte em décimo, sete posições à frente de seu companheiro de Aston Martin, o canadense Lance Stroll. Foto: Aston Martin Cognizant F1 Team

A CLASSIFICAÇÃO

Nos primeiros 20 minutos, duas surpresas entre os eliminados, que não avançaram ao Q2: Ricciardo e Stroll. Além deles, os habituais Schumacher, Latifi e Mazepin.

No outro extremo da tabela, separados por 0s072, Bottas em primeiro e Norris em segundo, em um contraponto abissal com Ricciardo, que largará em 16º.

"Realmente eu não esperava isso, porque ontem (sexta-feira) foi um dia bom", disse Ricciardo à repórter Mariana Becker, durante a transmissão da Band, visivelmente desapontado.

Mostrando reação, Vettel fechou o Q1 em oitavo, primeira vez na temporada que partirá à frente de Stroll na Aston Martin.

Quem ficou próximo à "zona de degola" foi Russell, com o 15º tempo, mas vencendo a batalha interna com Latifi na Williams.

No Q2, apesar da grande volta, levando-se em consideração as limitações da Williams, Russel terminou em 11º e não avançou ao Q3. Giovinazzi, Alonso, Tsunoda e Raikkonen também não seguiram para a fase decisiva da classificação. 

Se Alonso havia empolgado no Q1, acabou superado em muito por Ocon no Q2. O francês terminou em quarto enquanto o espanhol foi o 13º.

Na hora da decisão, na primeira saída dos pilotos à pista, apenas Verstappen não marcou tempo, preferiu uma única tentativa, mas não suficiente para superar os carros da Mercedes, assim, largará em terceiro, abrindo a segunda fila.

A disputa ficou entre Hamilton e Bottas e o finlandês impediu a centésima pole do britânico. com 1min18s348. Verstappen, a 0s398 de Bottas, parte em terceiro.

EM 2020...

No ano passado o GP de Portugal foi realizado em 25 de outubro, com Hamilton conquistando a pole (1min16s652) e também vencendo a prova, seguido por Bottas e Verstappen.

PROGRAMAÇÃO PARA O GP DE PORTUGAL (PORTIMÃO):

Domingo (2)

Largada para o GP (66 voltas) - 11h (Band e F1TV)

CALENDÁRIO COMPLETO DA FÓRMULA 1 EM 2021*

ETAPAS JÁ REALIZADAS

1. GP do Bahrein (Sakhir) – 28 de março - Pole de Max Verstappen (1mi28s997) - Vitória de Lewis Hamilton
2. GP da Emilia-Romagna (Ímola) – 18 de Abril - Pole de Lewis Hamilton (1min14s411) - Vitória de Max Verstappen

PRÓXIMAS ETAPAS

3. GP de Portugal (Algarve/Portimão) – 2 de maio - Pole de Valtteri Bottas (1min18s348)
4. GP da Espanha (Barcelona) – 9 de maio
5. GP de Mônaco (Principado) – 23 de maio
6. GP do Azerbaijão (Baku) – 6 de junho
7. GP da Turquia (Istambul) – 13 de junho
8. GP da França (Paul Ricard) – 27 de junho
9. GP da Áustria (Red Bull Ring) – 4 de julho
10. GP da Grã-Bretanha (Silverstone) – 18 de julho
11. GP da Hungria (Hungaroring) – 01 de agosto
12. GP da Bélgica (Spa-Francorchamps) – 29 de agosto
13. GP da Holanda (Zandvoort) – 5 de setembro
14. GP da Itália – (Monza)  12 de setembro
15. GP da Rússia – (Sóchi) 26 de setembro
16. GP de Singapura (Marina Bay)  – 3 de outubro
17. GP do Japão – (Suzuka) 10 de outubro
18. GP dos Estados Unidos ( Austin) – 24 de outubro
19. GP do México (Hermanos Rodriguez) – 31 de outubro
20. GP do Brasil (Interlagos) – 7 de novembro
21. GP da Austrália (Melbourne) – 21 de novembro
22. Grande Prêmio da Arábia Saudita (Gidá) – 5 de dezembro
23. GP de Abu Dhabi (Yas Marina) – 12 de dezembro

* Sujeito a alterações por conta da pandemia do novo coronavírus


     

 

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Império Endurance Brasil: Fortes supera Queirolo no final para vencer as 4 Horas de Goiânia

Com um final eletrizante na disputa pela liderança, Fernando Fortes venceu neste sábado (1º de maio), as 4 Horas de Goiânia, etapa de abertura do Império Endurance Brasil, prova disputada no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO).

Diferente da classificação realizada na sexta-feira (30), que contou com chuva e asfalto bastante molhado, o tempo esteve firme durante as quatro horas da prova e, restando 26 minutos para o final, Fernando Fortes superou Pedro Queirolo após ambos ficarem lado a lado com modelos AJR Racing, os mais rápidos do certame.

Fortes, que dividiu o carro com o xará Fernando Ohashi e Henrique Assunção, teve um último stint impecável para começar o campeonato no topo do pódio, após ter largado da quinta posição com o carro de numeral 175.

Sem conseguir acompanhar o ritmo de Fortes, Queirolo, que formou a dupla com David Muffato no carro #113, recebeu a bandeira quadriculada na segunda colocação, 11s096 atrás do carro vitorioso.

Em terceiro na classificação geral, a dupla que largou na pole e perdeu muitas posições ao longo da prova, mas conseguiu grande recuperação, com o AJR Racing #65, formada por Beto Ribeiro e Nilson Ribeiro. Todos os três primeiros pela categoria P1.

CLASSE GT3

Em quinto lugar na classificação geral, primeiro pela GT3, o Porsche 55 de Ricardo Maurício e Marcel Visconde, da equipe Sttutgart Motorsport, após partirem da quinta fila, em nono lugar.

Ainda pela GT3, a dupla Cacá Bueno/Ricardo Baptista ficou em segundo lugar dispondo do Mercedes AMG de numeral 27 do Team RC. Allam Khodair, que dividiu a McLaren #16 do time Blau Motorsport/TMG Racing com Marcelo Hahn, completou o pódio da GT3.

O Porsche da dupla Ricardo Maurício/Marcel Visconde. Eles triunfaram na categoria GT3. Foto: Reprodução/Stuttgart Motorsport

 

Cacá Bueno concluiu a prova em segundo lugar pela classe GT3 após ter dividido a condução do Mercedes AMG com Ricardo Baptista. Foto: Bruno Terena/RF1

GT3L

A vitória na GT3L ficou em família, a dupla Sérgio Ribas e Guilherme Ribas, com Aston Martin.

CLASSE P2

Pela categoria P2 o triunfo foi do trio formado por Fernando Poeta/Marçal Muller e Cláudio Ricci (MCR V8).

CLASSE P3

Na P3, com MRX, vitória da dupla composta por Tiel de Andrade e João P. Maia.

GT4

Na categoria GT4, com Mercedes, topo do pódio para o tarimbado Átila Abreu, que dividiu o carro com Leonardo Sanches.

GT4L

Renan Guerra conduziu a Ginetta para a vitória na GT4L, compondo o quarteto ao lado de Monteiro, Alcaraz e Horta.

A etapa goiana do certame de longa duração teve transmissão ao vivo e na íntegra pelo BandSports e no YouTube da categoria, com locução de Tatá Muniz, comentários de Bruno Monteiro e reportagens de Juliana Marques.

PRÓXIMA ETAPA

O Império Endurance Brasil tem sua segunda etapa programada para o dia 5 de junho, em Curitiba (PR, também com quatro horas de duração.

CLASSIFICAÇÃO FINAL DAS 4 HORAS DE GOIÂNIA


     

 

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F1: Hamilton brilha em Portugal, vence pela 97ª vez e amplia a diferença no campeonato

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) venceu o GP de Portugal, disputado neste domingo (2) em Portimão, terceira etapa do Mundial de Fórmula 1, repetindo o feito de 2020, quando também triunfou no traçado lusitano.

Com 69 pontos, ele amplia a diferença no campeonato para Max Verstappen (Red Bull), que soma 61, graças ao segundo lugar na prova. A diferença, assim, que era de apenas um ponto do heptacampeão para o holandês, agora está em oito pontos.

Foi a 97ª vitória de Hamilton desde que estreou pela categoria, em 2007, então pela McLaren-Mercedes, formando uma dupla explosiva com Fernando Alonso, rivalidade que permitiu a Kimi Raikkonen (Ferrari) ficar com o título. Ainda assim, foi uma primeira temporada brilhante para o britânico, como vice-campeão, com quatro vitórias.

SAFETY-CAR LOGO NO COMEÇO...

Lewis teve um começo de prova relativamente adverso, ao perder o segundo lugar para Verstappen, mas recuperou sua posição de largada na volta 3 e superou Bottas no giro 20. A dinâmica da disputa aconteceu na relargada, pois a prova teve entrada do safety-car após toque entre as duas Alfa Romeo, Raikkonen em Giovinazzi, que tirou o finlandês da prova. Após os detritos terem sido removidos da pista, Bottas manteve-se à frente, com Verstappen conseguindo tomar o segundo posto de Hamilton.

No decorrer do GP de Portugal, Verstappen também conseguiu superar Bottas e terminou em segundo, com a Red Bull. O finlandês da Mercedes, mais uma vez sem conseguir acompanhar os dois melhores pilotos do grid, precisou se contentar com o terceiro lugar.

Sergio Pérez (Red Bull), terminou na posição em que largou, o quarto lugar, após uma estratégia diferente em relação aos três primeiros, retardando bastante sua parada para troca de pneus, apenas na volta 52, restando 14 para o final. Lando Norris (McLaren) foi o quinto e Charles Leclerc (Ferrari) completou a lista dos seis primeiros. O outro carro da Ferrari, com Sainz, foi apenas o 11º, apesar do espanhol ter largado em quinto, três posições à frente do monegasco.

Norris (McLaren) terminou em quinto e está em terceiro no campeonato. Foto: McLarenF1

 

As duas Ferrari na "montanha russa" de Portimão: Leclerc foi o sexto, enquanto Sainz ficou fora da zona de pontuação, em 11º. Foto: Scuderia Ferari

A Alpine teve um bom ritmo com sua dupla. Esteban Ocon foi o sétimo e Fernando Alonso finalizou em oitavo. Daniel Ricciardo (McLaren) se recuperou bem para terminar em novo, após partir em 16º, e Pierre Gasly (AlphaTauri) completou o top-10.

A Alpine teve seus dois pilotos entre os dez primeiros. Ocon (foto) foi o sétimo e Alonso recebeu a bandeira quadriculada em oitavo. Foto: Alpne F1 Team

DISPUTA PELO PONTO EXTRA...

Nas últimas voltas, duelo franco entre Bottas e Verstappen pelo ponto de bonificação da volta mais rápida. Ambos foram aos boxes para calçarem seus carros com pneus macios. Max até conseguiu ser melhor, mas sua volta foi cancelada por ter ultrapassado os limites em uma curva e coube a Bottas receber o ponto extra. Mesmo assim, ele é apenas o quarto colocado do campeonato, com 32 pontos, cinco atrás de Lando Norris, o terceiro.

Hamilton, segundo no grid, perdeu a posição para Verstappen no começo, recuperou, superou Bottas e venceu pela 97ª vez na F1. Foto: Mercedes-AMG Petronas F1

 CLASSIFICAÇÃO FINAL DO GP DE PORTUGAL DE FÓRMULA 1 (DEZ PRIMEIROS COLOCADOS)

 

A PROVA

Na largada, tudo normal com o pole Bottas que manteve-se à frente Raikkonen fora após toque no companheiro de equipe Giovinazzi. O incidente provocou a entrada do safety-car, para remoção dos detritos da asa dianteira da Alfa Romeo do finlandês. Na relargada, Verstappen foi mais agudo para ganhar o segundo lugar de Hamilton.

As posições mantiveram-se inalteradas até o terceiro giro, quando Hamilton conseguiu ultrapassar Verstappen e recuperar o segundo posto.

Na sequência, Hamilton começou a se distanciar de Verstappen e a se aproximar de Bottas, em busca da liderança.

Os dez primeiros na volta 15: Bottas, Hamilton, Verstappen, Pérez, Norris, Sainz, Leclerc, Ocon, Gasly e Vettel.

Boa recuperação de Ricciardo, que largou em 16º e já ocupava o 11º lugar. Na 18ª volta, com a asa aberta, Ricciardo passou com tranquilidade por Vettel e ingressou na zona de pontos.

HAMILTON NA LIDERANÇA

Absoluto, com a asa móvel aberta, por fora, Hamilton assumiu a ponta de Bottas na volta 20 e começou a abrir distância, deixando o problema para o finlandês, que tinha Verstappen nos retrovisores.

Hamilton (à direita), inicia a tangência para superar Bottas e assumir a liderança, na volta 20. Foto: Reprodução/Twitter/FIA

Sainz, que largou de pneus macios, foi o primeiro do pelotão da frente a fazer sua parada para troca, na volta 22.

Verstappen mantinha-se à caça em relação a Bottas, mas não o suficiente para tentar uma manobra para ganhar o segundo lugar.

A segunda Ferrari, com Leclerc, fez sua parada no giro 26.

Os seis primeiros na volta 30: Hamilton, Bottas, Verstappen, Pérez, Ricciardo e Alonso. Nenhum deles com parada para troca de pneus.

VERSTAPPEN SUPERA BOTTAS

Na volta 37, no mesmo ponto em que Hamilton havia superado o companheiro de equipe, foi a vez de Max superar o finlandês. Pérez, o único sem parada, era o líder neste instante.

A satisfação de liderar um GP pela primeira vez com um carro da Red Bull durou até a volta 51, quando, mesmo já tendo feito sua parada, Hamilton o superou para recuperar a ponta do GP de Portugal.

Pérez rumou ao pit-lane para finalmente mudar seus compostos na volta 52, para fazer os últimos 14 giros com pneus macios.

Os dez primeiros na volta 52: Hamilton Verstappen, Bottas, Pérez, Norris, Leclerc, Ocon, Sainz, Alonso e Ricciardo.

Na penútlima volta, Bottas e Verstappen foram aos boxes para troca de pneus, na intenção da melhor volta, em busca do ponto extra. Melhor sorte para o piloto da Mercedes, que conseguiu ganhar a bonificação. Max até fez um giro melhor, mas foi cancelado por ter ultrapassado os limites da curva 14.

Sem ser ameaçado, Hamilton venceu pela 97ª vez na Fórmula 1, com Verstappen e Bottas na sequência. Pérez foi o quarto, Norris o quinto e Leclerc completou o top-6.

PRÓXIMA ETAPA

Já no próximo domingo (9), acontece o GP da Espanha, em Montmeló. No ano passado a prova foi realizada em 16 de agosto e Hamilton fez a pole, com 1min15s584. Ele mesmo ganhou, Verstappen foi o segundo e Bottas completou o pódio.

O circuito de Montmeló recebe a Fórmula 1 no próximo domingo (9), dia em que acontece o GP da Espanha. Foto: Divulgação

 CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO APÓS TRÊS GPs (Imagem/F1/Twitter)

CALENDÁRIO COMPLETO DA FÓRMULA 1 EM 2021*

ETAPAS JÁ REALIZADAS

1. GP do Bahrein (Sakhir) – 28 de março - Pole de Max Verstappen (1mi28s997) - Vitória de Lewis Hamilton.
2. GP da Emilia-Romagna (Ímola) – 18 de Abril - Pole de Lewis Hamilton (1min14s411) - Vitória de Max Verstappen
3. GP de Portugal (Algarve/Portimão) – 2 de maio - Pole de Valtteri Bottas (1min18s348) - Vitória de Lewis Hamilton

PRÓXIMAS ETAPAS

4. GP da Espanha (Montmeló) – 9 de maio
5. GP de Mônaco (Principado) – 23 de maio
6. GP do Azerbaijão (Baku) – 6 de junho
7. GP da Turquia (Istambul) – 13 de junho
8. GP da França (Paul Ricard) – 27 de junho
9. GP da Áustria (Red Bull Ring) – 4 de julho
10. GP da Grã-Bretanha (Silverstone) – 18 de julho
11. GP da Hungria (Hungaroring) – 01 de agosto
12. GP da Bélgica (Spa-Francorchamps) – 29 de agosto
13. GP da Holanda (Zandvoort) – 5 de setembro
14. GP da Itália – (Monza)  12 de setembro
15. GP da Rússia – )Sóchi) 26 de setembro
16. GP de Singapura (Marina Bay)  – 3 de outubro
17. GP do Japão – (Suzuka) 10 de outubro
18. GP dos Estados Unidos ( Austin) – 24 de outubro
19. GP do México (Hermanos Rodriguez) – 31 de outubro
20. GP do Brasil (Interlagos) – 7 de novembro
21. GP da Austrália (Melbourne) – 21 de novembro
22. GP da Arábia Saudita (Gidá) – 5 de dezembro
23. GP de Abu Dhabi (Yas Marina) – 12 de dezembro

 

* Sujeito a alterações por conta da pandemia do novo coronavírus

 


     

 

 

 

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Live do Terceiro Tempo: O São Paulo treme em Itaquera?

A Live do Terceiro Tempo desta segunda-feira (3) abordou os principais temas e polêmicas da rodada do último final de semana, com muitos jogos decisivos pelos Estaduais. 

E, durante o bate-papo, os colunistas Lucas Reis e Thiago Tufano Silva responderam sobre o que leva o São Paulo a não vencer o Corinthians em Itaquera. 

A Live do Terceiro Tempo é transmitida pela página do portal no Facebook (clique aqui e curta)

 

 

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Gestor esportivo Darcio Ricca participa da live de Marcos Falopa nesta terça

Darcio Ricca, gestor esportivo de alto rendimento e de formação de base no esporte golfe brasileiro, é o convidado desta desta terça-feira (4) na live comandada por Marcos Falopa, coordenador técnico, profissional que acumula um currículo invejável como treinador de diversos clubes e seleções, incluindo trabalhos de instrutor pela Fifa.

Darcio é autor do livro "De Charles Miller à Gorduchinha - A Evolução Tática do Futebol em 150 anos de história (1863-2013)”.

Participe!

A live estará no Instagram de Marcos Falopa a partir das 16h (clique aqui para acessar).

 

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Kartódromo em Londrina recebe a Copa Brasil em julho; inscrições estão abertas

A Copa Brasil de Kart, em sua 22ª edição, será realizada entre os dias 21 e 30 de julho no Kartódromo Luigi Borghesi, em Londrina (PR), segundo informação divulgada nesta terça-feira (4) pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) por meio da CNK (Comissão Nacional de Kart), e as inscrições estão abertas.

INSCRIÇÕES

O mês de maio contemplará vantagens para as inscrições em seu primeiro lote, com desconto (R$ 1.030,00 para pilotos Mirim e Cadete e R$ 1.990,00 para as demais). Entre 1º de junho e 14 de julho, os custos serão de R$ 1.075,00 (Mirim e Cadete) e R$ 2.210,00 para as demais. A partir de 15 de julho, os valores sobem para R$.125,00 (Mirim e Cadete) e R$ 2.430,00 (demais categorias).

“Infelizmente, a edição de 2020 da Copa Brasil de Kart não pôde ser realizada, em virtude da pandemia. Mesmo assim, decidimos manter os mesmos valores das inscrições, mesmo com a mudança de data e alguns novos pontos que foram incluídos ao regulamento”, afirmou Rubens Carcasci, presidente da CNK.

CATEGORIAS

De acordo com a organização da Copa Brasil de Kart, serão 15 categorias na disputa do certame ao longo dos dez dias do evento, em dois grupos distintos.

PRIMEIRO GRUPO

Entre 21 e 25 de julho: Mirim, Cadete, F4 Júnior, F4 Graduado, F4 SS / SSM, OK e OK Júnior -, acontecerá entre os dias 21 e 25.

SEGUNDO GRUPO

Entre 26 e 30 de julho: Júnior Menor, Júnior, Graduados, Sênior B + Novatos (Sprinter), KZ, Sênior A, SS/SSM e F4 Sênior.

“Este ano, estendemos um pouco mais o campeonato, para proporcionar uma entrega a mais para os pilotos, atendendo a pedidos para mais treinos e tempo de pista. Teremos corridas mais longas também. Tudo para que o espetáculo seja ainda melhor e mais proveitoso para os pilotos”, finalizou Binho Carcasci.

Binho Carcasci, presidente da CNK, destacou a ampliação de treinos e as corridas mais longas no certame deste ano. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

SOBRE A PISTA

O traçado de médias e baixas velocidades do Kartódromo Luigi Borghesi, em Londrina, tem 1.154 metros de extensão, e já foi palco de diversas competições de abrangência nacional, como o Campeonato Brasileiro em 1999, o Sul-Brasileiro em 2006, 2013, 2018 e 2019, além de várias edições dos Campeonatos Paranaense e Paranaense Light. 

CATEGORIAS, PRAZOS DE INSCRIÇÕES E VALORES:

Mirim e Cadete
01/05 até 31/05 - R$ 1.030,00
01/06 até 14/07 - R$ 1.075,00
A partir de 15/07 - R$ 1.125,00

Motor - R$ 550,00

Quantidade de pneus permitida - (OBRIGATÓRIO) 2 Jogos SC MINI + (OPCIONAL) 1 Jogo SCW - CHUVA
1 Jogo TREINO + 1 Jogo CORRIDA

F4 - TODAS
01/05 até 31/05 - R$ 1.990,00
01/06 até 14/07 - R$ 2.210,00
A partir de 15/07 - R$ 2.430,00

Motor - R$ 780,00

Quantidade de pneus permitida - (OBRIGATÓRIO) 2 Jogos SH + (OPCIONAL) 1 Jogo SW - CHUVA
1 Jogo TREINO + 1 Jogo CORRIDA

JÚNIOR MENOR - JÚNIOR - SPRINTER - SÊNIOR - SUPER SÊNIOR - SUPER SÊNIOR MASTER
01/05 até 31/05 - R$ 1.990,00
01/06 até 14/07 - R$ 2.210,00
A partir de 15/07 - R$ 2.430,00

Quantidade de pneus permitida - (OBRIGATÓRIO) 3 Jogos SH + (OPCIONAL) 1 Jogo SH + (OPCIONAL) 1 Jogo SW - CHUVA
1 Jogo + 1 Jogo OPICIONAL TREINO + 2 Jogos CORRIDA

GRADUADOS + OK FIA + OK JÚNIOR FIA + KZ
01/05 até 31/05 - R$ 1.990,00
01/06 até 14/07 - R$ 2.210,00
A partir de 15/07 - R$ 2.430,00

Quantidade de pneus permitida - (OBRIGATÓRIO) 4 Jogos SM + (OPCIONAL) 1 Jogo SW - CHUVA
2 Jogos TREINO + 2 Jogos CORRIDA

PARA ACESSAR A ÁREA DE INSCRIÇÕES NO SITE DA CBA, CLIQUE AQUI

Com informações da fgcom


     

 

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Olhos no retrovisor: Vitória espetacular de Hinchcliffe na última edição da São Paulo Indy 300, há oito anos

Há exatamente oito anos, na última vez em que os carros da Fórmula Indy disputaram uma prova no Brasil, o canadense James Hinchcliffe (Andretti Autosport) venceu aquela que foi a 4ª edição da São Paulo Indy 300, disputada no traçado montado no Anhembi, zona norte de São Paulo, quebrando o domínio do australiano Will Power (Penske) que havia vencido as três provas anteriores realizadas na capital paulista. 

Power, aliás, não completou a São Paulo Indy 300 disputada em 5 de maio de 2013 por conta de um problema no motor Chevrolet de seu Dallara, que pegou fogo na 17ª volta.

FINAL SENSACIONAL

Foi um final de prova eletrizante. Hinchcliffe (quinto no grid) ultrapassou o japonês Takuma Sato (A.J. Foyt), então líder, na última curva, na última das 75 voltas.

Sato retardou a freada e acabou perdendo ligeiramente a traseira de seu carro, movimento suficiente para que Hinchcliffe, por dentro, fizesse a manobra que lhe garantiu o triunfo na prova paulistana, segunda em sua carreira an Indy. O norte-americano Marco Andretti (Andretti Autosport) completou o pódio, em terceiro.

OS BRASILEIROS

Dos brasileiros, Helio Castroneves (Penske) recebeu a bandeira quadriculada, em 13º.

Tony Kanaan (KV Racing), que fazia uma excelente corrida após largar em quarto e liderar por algumas voltas, ficou sem combustível, segundo ele por uma falha na telemetria, que indicava que ainda havia etanol no tanque. Seu carro parou exatamente na Reta do Sambódromo, na linha de chegada, e foi rebocado até os boxes. Ele retornou à pista, mas com três voltas de atraso, e acabou fazendo a melhor volta da corrida, para fechar em 21º lugar.

Bia Figueiredo (Dale Coyne) abandonou na sexta volta, com problema de câmbio e ficou em 25º na classificação geral.

James Hinchcliffe, atualmente com 34 anos, segue na IndyCar como piloto da Andretti-Honda. No último fim de semana, na rodada dupla disputada no oval do Texas, ele não completou nenhuma das duas provas, vencidas por Scott Dixon (Ganassi-Honda) no sábado (1) e Pato O´Ward (McLaren-Chevrolet) no domingo (2).

ABAIXO, PELA BAND, COM NARRAÇÃO DE LUCIANO DO VALLE E COMENTÁRIOS DE FELIPE GIAFFONE, A VOLTA FINAL DA SÃO PAULO INDY 300 NO ANHEMBI, EM 5 DE MAIO DE 2013

     

 

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F3: "Estamos bem preparados", diz Collet sobre etapa de abertura em Barcelona

Caio Collet, com uma trajetória robusta nos monopostos, campeão da Fórmula 4 Francesa em 2018, da Fórmula Renault Eurocup entre os estreantes em 2019 e vice na tabela geral da mesma em 2020, disputa neste final de semana a etapa de abertura da F3, rodada tripla que acontecerá no traçado de 4.655 metros de Montmeló, em Barcelona.

Aos 19 anos, vinculado à Alpine Academy, Collet começará suas atividades de pista na sexta-feira (7), dia em que acontece o treino livre e a classificação para a corrida 3.

No sábado (8), as corridas 1 e 2 terão seus grids definidos da seguinte forma: na primeira valerá o resultado do classificatório com os 12 primeiros invertidos. Na segunda, o resultado da corrida 1, invertendo novamente os 12 primeiros. As provas de sábado terão suas largadas às 5h05 e 8h35 (de Brasília). Todas as três provas terão a duração de 40 minutos.

“Estou bem animado para a primeira corrida, até um pouco ansioso para iniciarmos logo o campeonato. Acho que mostramos uma boa competitividade, tanto eu quanto a equipe, então acredito que estamos bem preparados. Lógico, que corrida é diferente de teste, mas vamos trabalhar muito para termos um fim de semana positivo”, ressaltou Collet, de 19 anos, da equipe holandesa MP Motorsport.

O tempo exíguo, com apenas um treino livre antes da primeira classificação, foi destacado pelo piloto, que competirá em situação distinta daquelas em que esteve habituado até então, com duas corridas de grids invertidos.

“Teremos só um treino livre e vamos direto para a classificação. Depois são três corridas, duas com grids invertidos. É um formato totalmente novo para mim. Então, também preciso estar bem preparado mentalmente, para lidar com todas essas situações novas”, ávaliou Collet, que também mencionou o fato da F3 ser prova preliminar da etapa da Fórmula 1 no mesmo traçado de Barcelona, quando acontece a quarta etapa do Mundial, liderado pelo britânico Lewis Hamilton (Mercedes).

“Já tive algumas experiências, correndo junto com a Fórmula 1 e, sem dúvida, é muito especial”, ressaltou. “Agora também teremos a transmissão das corridas ai no Brasil e vai ser muito legal ter a torcida de todos”, encerrou o brasileiro, um dos 30 integrantes do grid da F3 nesta temporada. Na Europa, Enzo tem no currículo o título da Fórmula 4 italiana, conquistado em 2018, então pela equipe Prema.

PRÉ-TEMPORADA

Caio Collet, que compete pela equipe holandesa MP Motorsport ao lado do campeão da temporada passada da Fórmula Renault Eurocup, o francês Victor Martins, participou das três baterias de testes da pré-temporada da F3, liderando na Áustria, no Red Bull Ring, em Spielbeg. Em Barcelona, Victor Martins foi mais rápido nos dois dias de testes, com Collet em oitavo e 12º, respectivamente.

No início de abril, na Áustria, na primeira bateria de testes da pré-temporada, no Red Bull Ring, em Spielberg. Foto: Dutch Photo Agency

OUTRO BRASILEIRO

Às vésperas da abertura do campeonato, outro brasileiro, Enzo Fittipaldi, foi anunciado na última terça-feira (4) pela equipe Charouz para a temporada da F3, formando o trio do time tcheco ao lado do norte-americano Logan Sargeant e do francês Rashad de Gerus.

Será o segundo ano consecutivo de Enzo na F3. Em 2020, pela HWA Racelab ele disputou integralmente a temporada e terminou em 15º lugar, tendo um quarto lugar na segunda corrida de Mugello (Itália) como melhor resultado. 

Enzo Fittipaldi participou das duas primeiras corridas da temporada de 2021 da Indy Pro 2000 em Barber (Alabama), no mês passado, mas seu desejo em seguir buscando uma vaga futura na Fórmula 1 alterou os planos do piloto de 19 anos, que não continuará na categoria norte-americana.

NA TV

O BandSports, canal por assinatura do Grupo Bandeirantes, transmitirá todas as atividades do final de semana em Barcelona, ao vivo para todo o Brasil, inclusive o treino livre a partir das 5h05 e o classificatório às 8h35 de sexta-feira (7).

PROGRAMAÇÃO PARA A 1ª ETAPA DA FIA F3 (HORÁRIOS DE BRASÍLIA):

Sexta-feira (7)
5h05 às 5h50 – Treino Livre
8h35 às 9h05 – Classificatório

Sábado (8)
5h35 – Largada Corrida 1
11h45 – Largada Corrida 2

Domingo (9)
7h05 – Largada Corrida 3

CALENDÁRIO COMPLETO DA F3 EM 2021 (TODAS ETAPAS EM RODADAS TRIPLAS)

1ª ETAPA – 07 a 09/05/2021 – GP da Espanha (Barcelona)
2ª ETAPA – 25 a 27/06/2021 – GP da França (Paul Ricard)
3ª ETAPA – 02 a 04/07/2021 – GP da Áustria (Red Bull Ring)
4ª ETAPA – 30/07 a 01/08/2021 – GP da Hungria (Hungaroring)
5ª ETAPA – 27 a 29/08/2021 – GP da Bélgica (Spa-Francorchamps)
6ª ETAPA – 03 a 05/09/2021 – GP da Holanda (Zandvoort)
7ª ETAPA – 22 a 24/10/2021 – GP dos EUA (Austin)

ABAIXO, DETALHES SOBRE O CARRO E AS CORRIDAS DA FIA F3:

Formato do Final de Semana
- Na sexta-feira, os pilotos participam de um treino livre e o classificatório, que definirá o grid de largada da corrida 3 (no domingo)
- No sábado, acontecerão as corridas 1 e 2
- O grid da corrida 1 será definido pelo resultado do classificatório de sexta-feira, mas com os 12 primeiros invertidos
- Já para o grid da corrida 2 valerá o resultado final da corrida 1, também com os 12 primeiros invertidos
- As três corridas terão a duração de 40 minutos cada

Pontuação
- O piloto que marcar a pole position na sexta-feira receberá quatro pontos
- Nas corridas 1 e 2, os 10 primeiros colocados marcam pontos (15, 12, 10, 8, 6, 5, 4, 3, 2, 1)
- Na corrida 3, a pontuação será maior, já que não haverá grid reverso e valerá a classificação de sexta-feira (25, 18, 15, 12, 10, 8, 6, 4, 2, 1)
- Em cada corrida, o piloto que fizer a melhor volta receberá dois pontos, desde que esteja entre os 10 primeiros ao final da disputa. Se ele estiver da 11ª posição em diante, não ganhará os pontos
- Nesta temporada, o máximo de pontos no final de semana para um piloto subiu de 48 para 65

Sobre o carro
- 30 carros idênticos no grid

- Chassis: Dallara Automobili
Monocoque de carbono, em conformidade com os padrões de segurança FIA F3 2019
Asas dianteiras e traseiras feitas de material composto de carbono

- Motor: Mecachrome 6 cilindros 3,4 litros aspirado com 380 cavalos de potência a 8000 rpm

- Caixa de Câmbio: seis marchas longitudinal, desenhada pela Hewland
Comando eletro-hidráulico da Magneti Marelli por meio de paddle shift no volante

- Pneus: Pirelli (três compostos: duro, médio e macio). Os pilotos possuem cinco jogos de pneus para seco e dois para molhado por evento

- Performance: 300 km/h de velocidade máxima

- DRS
Os pilotos podem usar o Sistema de Redução de Arrasto (DRS) como desejarem dentro das zonas DRS designadas durante os treinos livres e classificação.
Durante as corridas, no entanto, os pilotos só poderão ativar o DRS dentro das zonas designadas quando estiverem a menos de um segundo do carro da frente no ponto de detecção.
Além disso, durante a disputa, o DRS estará disponível para uso após duas voltas, a menos que seja decidido de outra forma pelo diretor de prova, devido às más condições climáticas ou bandeiras amarelas nas zonas DRS designadas.
As zonas DRS serão as mesmas usadas na Fórmula 1, em todos os circuitos do calendário.
As mesmas regras de segurança se aplicam: o DRS é desativado no final das zonas designadas e se o piloto usar os freios ou liberar o acelerador após a ativação.

Com informações da fgcom


     

 

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Por desejo de chegar à F1, Enzo Fittipaldi troca Estados Unidos por Europa

Às vésperas da abertura do campeonato da F3, o brasileiro Enzo Fittipaldi foi anunciado na última terça-feira (4) pela equipe Charouz para toda a temporada de 2021, formando o trio do time tcheco ao lado do norte-americano Logan Sargeant e do francês Rashad de Gerus. A etapa de abertura acontece neste final de semana no circuito de Montmeló, em Barcelona, em rodada tripla.

Enzo Fittipaldi participou das duas primeiras corridas da temporada de 2021 da Indy Pro 2000 em Barber (Alabama), no mês passado, mas seu desejo em seguir buscando uma vaga futura na Fórmula 1 alterou os planos do piloto de 19 anos, que não continuará na categoria norte-americana, retornando à Europa para seguir em busca de um caminho à Fórmula 1, segundo ele mesmo afirmou.

“Nunca escondi de ninguém que meu desejo é chegar na F1 e um dia ser campeão mundial, mesmo com as dificuldades que tivemos no final do ano passado para conseguir o orçamento necessário para seguir nas categorias preliminares da F1. Sempre tivemos uma ótima relação com todos da equipe Charouz Racing System e quando surgiu o convite para fazermos a temporada completa em 2021, não pensamos duas vezes: uma oportunidade como esta é realmente única nesta fase da carreira e agradeço demais a todos do time, em especial Antonin Charouz (CEO do time) e Bob Vavrik (chefe de equipe”, ponderou Enzo Fittipaldi.

Será o segundo ano consecutivo de Enzo na F3. Em 2020, pela HWA Racelab, ele disputou integralmente a temporada e terminou em 15º lugar, com 27 pontos, tendo um quarto lugar na segunda corrida de Mugello (Itália) como melhor resultado. O campeão da F3 em 2020 foi australiano Oscar Piastri (Prema), que conquistou o título com 164 pontos. Piastri, aliás, já deu mais um salto e agora está na F2, seguindo na equipe Prema. Na etapa de aberrtura, o GP do Bahrein (Sakhir), venceu a segunda corrida da rodada tripla e ocupa o quarto lugar no campeonato.

A Charouz, ova equipe de Enzo Fittipaldi, passou a temporada de 2020 em branco, fechando em penúltimo lugar entre os dez times, sem marcar nenhum ponto.

As atividades de pista no traçado catalão de 4.655 metros começam na sexta-feira (7), dia em que acontece o treino livre e a classificação para a corrida 3.

No sábado (8), as corridas 1 e 2 terão seus grids definidos da seguinte forma: na primeira valerá o resultado do classificatório com os 12 primeiros invertidos. Na segunda, o resultado da corrida 1, invertendo novamente os 12 primeiros. As provas de sábado terão suas largadas às 5h05 e 8h35 (de Brasília). Todas as três provas terão a duração de 40 minutos. O BandSports transmite a classificação e as três corridas no mesmo palco da quarta etapa do Mundial de Fórmula 1, esta no domingo (9), às 10h, esta com transmissão ao vivo pela Band e SporTV.

A temporada da F3 neste ano terá sete etapas, sempre em rodadas triplas. Abaixo, o calendário completo.

1ª ETAPA – 07 a 09/05/2021 – GP da Espanha (Barcelona)
2ª ETAPA – 25 a 27/06/2021 – GP da França (Paul Ricard)
3ª ETAPA – 02 a 04/07/2021 – GP da Áustria (Red Bull Ring)
4ª ETAPA – 30/07 a 01/08/2021 – GP da Hungria (Hungaroring)
5ª ETAPA – 27 a 29/08/2021 – GP da Bélgica (Spa-Francorchamps)
6ª ETAPA – 03 a 05/09/2021 – GP da Holanda (Zandvoort)
7ª ETAPA – 22 a 24/10/2021 – GP dos EUA (Austin)


     

 

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Achados & Perdidos: Casa das Rosas recebia equipe da Rádio Bandeirantes há seis anos

Há exatamente seis anos, a Casa das Rosas, na avenida Paulista, recebia a equipe da Rádio Bandeirantes, que montou um estúdio no local para transmitir sua programação ao vivo. A emissora completava 78 anos de existência naquele frio 6 de maio de 2015. 

Ou seja, hoje, 6 de maio de 2021, a Rádio Bandeirantes completa 84 anos de existênia.

RELEMBRANDO...

O Portal Terceiro Tempo acompanhou a participação de Milton Neves no "Esporte Notícia" e no "Esporte em Debate", apresentado por Ricardo Capriotti, ao lado de Claudio Zaidan, Estevan Ciccone e Guilherme Pallesi na Casa das Rosas há seis anos.

O quinteto entrou após o programa conduzido por Marcelo Duarte, Thays Freitas e Salomão Esper.

"Eu não conhecia esse verdadeiro oásis que é a Casa das Rosas, com pés de jabuticaba, laranja e manacá em plena avenida Paulista. A ideia de fazer o programa ao vivo desse lugar maravilhoso foi genial", disse Milton Neves, que aproveitou a ocasião para visitar o local em sua parte interna, totalmente preservada, com banheiros, cozinha e demais cômodos do século passado", disse Milton na ocasião.

A Casa das Rosas é um centro cultural desde 1991, ano em que foi desapropriada pelo Governo do Estado de São Paulo. O casarão foi projetado pelo escritório do arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo e sua construção foi finalizada em 1935, e serviu de residência da família até 1986.

Ricardo Capriotti, Milton Neves, Estevan Ciccone, Salomão Esper e Claudio Zaidan. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Milton Neves, Estevan Ciccone e Salomão Esper. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Milton e Claudio Zaidan durante o Esporte em Debate da Rádio Bandeirantes. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Ouvintes passaram pela Casa das Rosas para registrar a gravação da Rádio Bandeirantes. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

A apresentação ficou a cargo de Ricardo Capriotti. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

A experiência o carisma de Salomão Esper. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Milton, Zaidan e Capriotti. Libertadores da América e convocação da seleção brasileira para a Copa América estiveram entre os temas debatidos naquele 06 de maio de 2015. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Estevan Ciccone durante o Esporte em Debate. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Marcelo Duarte e Thays Freitas, que também estiveram ao vivo na Casa das Rosas. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Milton Neves assinou o livro de visitas da Casa das Rosas. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Milton, em direção ao pavimento superior. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Mármore e louças do século passado. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Milton e Claudio Zaidan na sala principal da Casa das Rosas. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Laranjeira ao fundo, em plena avenida Paulista. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Contraste entre a centenária Casa das Rosas e, em seu "quintal", um moderno "arranha céu". Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

A simpática Briana recebeu os ouvintes da Rádio Bandeirantes na Casa das Rosas. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT



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Taison voltou "tomando conta" do time do Inter. Por @marcosjuniormicheletti

Se tem algo que reiteradas vezes acontece no Sport Club Internacional é o reconhecimento aos seus ídolos.

São muitos os casos de amor epidérmico dos colorados por jogadores como Andrés D´Alessandro e Fernandão — e outros mais antigos —, casos de Falcão, Valdomiro e Figueroa, ou fuçando ainda mais em gavetas empoeiradas, por Carlitos, Larry e Tesourinha.

A lista é grande.

Taison, que havia disputado apenas três temporadas pelo Inter, entre 2008 e 2010, para depois fincar raízes no futebol ucraniano, está de volta.

Para quem não conhece os meandros de Porto Alegre, sobretudo aqueles nas proximidades do Beira-Rio, talvez tenham parecido exageradas as manifestações de apreço ao atacante pelotense.

Olhando seus números pelo Inter, há justificativas pertinentes.

No curto tempo em que defendera as cores do clube gaúcho, cinco títulos: dois gaúchos, uma Sul-Americana, uma Libertadores e a Copa Suruga.

Artilheiro do Campeonato Gaúcho e da Sul-Americana em 2009.

Não é pouca coisa. 

Ontem, pela Libertadores, em sua reestreia, bastaram 15 minutos de observação minimamente atenta ao jogo que terminou em goleada colorada por 6 a 1 diante dos paraguaios do Olimpia para que ficasse claro o quanto Taison é um jogador muito diferenciado, ainda veloz, no auge da experiência, aos 33 anos.

Comandou as ações ofensivas do time de Miguel Ángel Ramírez, distribuindo o jogo com uma precisão de passes não muito habitual em nosso futebol, tão carente em matéria de fundamentos.

A impressão que deu é que seus pares estavam ainda mais motivados tendo um atleta tão festejado no elenco, a ponto do treinador ter lhe entregue a braçadeira de capitão, antes de posse do volante Rodrigo Dourado.

Taison participu de jogadas dos gols mas não fez nenhum dos seis, de autoria de Victor Cuesta, Thiago Galhardo (2), Edenilson (de pênalti), Yuri Alberto e Caio Vidal, este um golaço, de bicicleta.

Taison nem precisou marcar.

Parece que a intuição dos torcedores colorados de bons dias com seu ídolo tem fundamento.

O eixo Rio-São Paulo não engoliu sua convocação para a Copa da Rússia de 2018. Tite, na ocasião, foi bastante criticado, e o atleta não foi devidamente aproveitado.

A torcida encarnada nunca questionou seu fiel atacante, que sempre se mostrou disposto a voltar ao clube de coração.

É verdade que o adversário do Inter, o Olimpia, não foi páreo duro na capital gaúcha.

Sergio Orteman, seu treinador (não sei se por muito tempo...), armou uma retranca à moda de Milton Buzzeto, mas que desmoronou com o futebol rápido, absolutamente vertical e sem rodeios do time de camisas escarlates.

Miguel Ángel Ramírez tem um bom grupo, como já era, e que foi turbinado com um jogador que pode fazer a diferença e liderar o time, a exemplo do que fez recentemente o argentino D´Alessandro.

Taison, ao que tudo indica, ao contrário de velhos ídolos de muitos clubes, não retornou para "bater cartão".

No bom sentido, pelo "couvert-artístico" apresentado na partida contra o Olimpia, "tomou conta" do time.

A galera do Beira-Rio agradece.

@marcosjuniormicheletti

 

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O são-paulino precisa entender que a expectativa é a mãe da frustração. Por @TufanoSilva

O São Paulo Futebol Clube vive um período que não é inédito, mas que é pelo menos muito raro em sua história. Afinal, desde que começou a se firmar entre os grandes e empilhar troféus, com o Paulista de 1943, o Tricolor passou apenas por um jejum como o vivido agora, que foi entre 1957 e 1970, tempos em que precisou montar times mais modestos para dar conta de pagar a construção do Morumbi.

E isso, obviamente, incomoda o torcedor, que quer ver o seu time campeão o mais rápido possível depois de nove anos (ou 13, já que alguns não consideram a Copa Sul-Americana como um grande título). Mas essa busca pelo fim do jejum não pode se tornar uma obsessão, mesmo em um clube tão acostumado com as glórias.

Entendo que o São Paulo só voltará ao caminho dos títulos com um trabalho bem construído por um treinador que tenha tempo para dar sua cara ao time. E esse tempo poderia ter sido dado a Fernando Diniz, mas a expectativa causada com a inesperada liderança durante várias rodadas do Brasileirão de 2020 abalaram emocionalmente a sua relação com o grupo de jogadores. Sua saída do clube acabou sendo inevitável.

E eu vejo agora, neste ótimo início de trabalho de Hernan Crespo no São Paulo, uma expectativa semelhante sendo criada por parte dos tricolores. Muitos já estão dando o Campeonato Paulista como praticamente garantindo e têm certeza de que a equipe do Morumbi irá longe na Libertadores e no Brasileirão.

Ou seja, Crespo, que mal começou o seu trabalho no Clube da Fé, já não tem muita escolha. É vencer ou vencer, sob o enorme risco de não conseguir continuidade no comando do São Paulo caso algum compreensível acidente de percurso aconteça.

Por isso, vamos devagar com o andor que o santo é de barro. Pode até ser, sim, que o time do Morumbi consiga ainda neste primeiro ano conquistar algum título com Crespo. Mas, com rivais de elencos tão poderosos no caminho, é mais provável que o sucesso não seja tão rápido quanto a torcida deseja.

E, se as taças não vierem, estará tudo bem, tudo dentro do esperado para uma equipe que busca a sua reestruturação.

A frase é extremamente batida, mas o são-paulino precisa entender que a expectativa é a mãe da frustração.

 

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Olhos no retrovisor: Mansell venceu primeiro GP disputado em Barcelona e adiou tri de Senna

O circuito de Barcelona recebe a Fórmula 1 desde 1991, ano em que o inglês Nigel Mansell (Williams-Renault) foi o vencedor, resultado que evitou que Ayrton Senna conquistasse seu tricampeonato com antecedência.

O traçado vem sendo utilizado nos últimos anos para os testes da pré-temporada da F1, e será o palco da quarta etapa do Mundial deste ano, prova marcada para começar às 10h (de Brasília), com transmissão ao vivo pela Band.

Antes de Barcelona, a Espanha teve outros quatro circuitos recebendo a Fórmula 1: Jerez, Jarama, Montjuic e Pedralbes.

Na prova de 1991, o francês Alain Prost (Ferrari) foi o segundo colocado e Ricardo Patrese (Williams-Renault) completou o pódio, em terceiro.

Ayrton Senna (McLaren-Honda), que acabou vencendo seu terceiro título mundial na Fórmula 1 naquele ano, terminou em quinto lugar.

O pole no GP da Espanha, disputado em 29 de setembro de 1991 foi o austríaco Gerhard Berger, companheiro de Senna na McLaren, que percorreu os 4.655 metros do traçado de Montmeló em 1min18s751. Mansel largou ao seu lado na primeira fila e Senna partiu da terceira colocação. Na prova, o iitaliano Riccardo Patrese fez a volta mais rápida, em 1min22s837.

Vale lembrar que 1991 foi o ano de estreia do heptacampeão Michael Schumacher na F1, e o GP da Espanha era o quarto de sua carreira. Ele terminou em sexto lugar. O alemão, aliás, é o maior vencedor da F1 na Espanha, com seis triunfos.


O austríaco Gerhard Berger, com a McLaren-Honda MP4/6. Ele foi o pole do GP da Espanha de 1991. Foto: Divulgação

ESTRATÉGIA DA MCLAREN PARA SENNA VENCER O TÍTULO NA ESPANHA

Dois pilotos disputavam o título da temporada de 1991: Senna e Mansell.

A McLaren adotou uma estratégia singular para aquela prova, priorizando que Berger disparasse na frente e Senna tentasse segurar Mansell, para evitar que o inglês pudesse adiar o tricampeonato de Ayrton.

Porém, apesar da parte inicial da prova dar indícios de que isso fosse possível, Mansell conseguiu superar Senna após ficar lado a lado com o brasileiro na reta dos boxes. Senna ainda conseguiu voltar a ficar à frente do inglês, após uma parada para troca de pneus, mas acabou rodando e caiu para o sexto lugar. Mansell, então, conseguiu ganhar a liderança de Berger e venceu a prova. Berger, que poderia ajudar o intento de Senna, acabou abandonando com problemas elétricos em sua McLaren.

O título, terceiro e último de Ayrton Senna na F1, acabou sendo confirmado na etapa seguinte, em Suzuka, no Japão. Senna, virtual vencedor, abriu para Berger e a dupla da McLaren fez 1-2, com o austríaco em primeiro e o brasileiro em segundo.

Com o resultado, Senna chegou aos 91 pontos, enquanto Mansell, que rodou na nona volta, ficou com os mesmos 69 pontos e não conseguiria alcançá-lo restando apenas uma corrida, o GP da Austrália, prova que teve Senna como vencedor e Mansell o segundo colocado.

OUTROS BRASILEIROS NO GP DA ESPANHA DE 1991

Além de Ayrton Senna, outros dois pilotos brasileiros disputaram aquela corrida em Barcelona: Mauricio Gugelmin (Leyton-House-Ilmor) e Nelson Piquet (Benetton-Ford), sétimo e décimo primeiro colocados, respectivamente. 

Faíscas da Williams de Mansell e da McLaren de Senna no instante em que o inglês ultrapassou o brasileiro no GP da Espanha de 1991. Foto: Divulgação

ESTREIA DE ZANARDI NA F1

O italiano Alessandro Zanardi fez sua estreia pela Fórmula 1 exatamente no GP da Espanha de 1991, pela Jordan-Hart. Ele largou em 20º (três posições atrás de seu companheiro de equipe, o compatriota Andrea de Cesaris) e terminou em um bom nono lugar. Na época, apenas os seis primeiros pontuavam. De Cesaris abandonou com um problema elétrico.

Zanardi disputou 41 GPs de F1 e sofreu um gravíssimo acidente pela CART (depois Indy) em 15 de setembro de 2001, no circuito alemão de Lausitzring,  quando perdeu as duas pernas após seu carro ser atingido pelo do  canadense Alex Tagliani.

Alessandro Zanardi estreou na F1 no GP da Espanha de 1991, com a Jordan-Hart. Italiano terminou a prova em nono lugar. Foto: Divulgação 

 
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F1: Hamilton melhora no TL2 para fechar na frente o primeiro dia de treinos em Barcelona
 

 

Coube à MercedeS, com folga, liderar a sexta-feira (7) de treinos livres no circuito de Montmeló, onde será disputado o GP da Espanha no próximo domingo (9), quarta etapa do Mundial de Fórmula 1, prova macada para começar às 10h (de Brasília).

Depois de Valtteri Bottas comandar a sessão inicial com 1min18s504, foi a vez de Lewis Hamilton fechar o dia com o melhor giro, em 1min18s170, seguido exatamente pelo finlandês, que ficou defasado em 0s139.

Charles Leclerc, com a Ferrari, foi o terceiro colocado, sacramentando a boa recuperação da Ferrari após uma desastrosa temporada em 2020.

A Renault, a exemplo da boa jornada em Portugal, colocou seus dois carros na sequência, com Esteban Ocon em quarto e Fernando Alonso em quinto. Pierre Gasly (AlphaTauri) fechou a lista dos seis primeiros.

O holandês Max Verstappen, com a Red Bull, segundo melhor no TL1, foi apenas o nono no TL2 catalão, uma posição à frente de seu companheiro de equipe, o mexicano Sergio Pérez. Vale destacar, entretanto, que no caso de Verstappen a marca pode ser entendidda pelo fato de ele ter errado no contorno da curva 10 justamente quando buscava sua volta rápida com pneus macios.

Pela manhã, no TL1, Verstappen cravou o segundo melhor tempo, 0s033 atrás do líder Bottas.

A Aston Martin mostrou-se mais competitiva, a exemplo do que fez na etapa passada, em Portimão. No TL1, Vettel foi o oitavo e Stroll ficou em décimo. No TL2, Vettel ficou em décimo e Stroll em 14º. 

Os trabalhos de pista seguem nesta sexta-feira (8) para o último treino livre e a classificação, às 7h e 10h, respectivamente.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA PARA O GP DA ESPANHA (MONTMELÓ) - HORÁRIOS DE BRASÍIA

Sexta-feira (7) 

Treino livre 1 - 6h30 às 7h30 (BandSports e F1TV)

Treino livre 2 - 10h às 11h (BandSports e F1TV)

Sábado (8)

Treino livre 3 - 7h às 8h (BandSports e F1TV)

Classificação - 10h às 11h (Band e F1TV)

Domingo (9)

Largada para o GP (66 voltas) - 10h (Band e F1TV)

NO ANO PASSADO

Em 2020 a prova em Montmeló foi realizada em 16 de agosto e Hamilton fez a pole, com a marca de 1min15s584. Ele mesmo ganhou, com Verstappen em segundo e Bottas em terceiro.

O circuito de Montmeló, com seus 4.655 metros, recebe a Fórmula 1 no próximo domingo (9), dia em que acontece o GP da Espanha. Foto: Divulgação

 CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO APÓS TRÊS ETAPAS (Imagem/F1/Twitter)

CALENDÁRIO COMPLETO DA FÓRMULA 1 EM 2021*

ETAPAS JÁ REALIZADAS

1. GP do Bahrein (Sakhir) – 28 de março - Pole de Max Verstappen (1mi28s997) - Vitória de Lewis Hamilton.
2. GP da Emilia-Romagna (Ímola) – 18 de Abril - Pole de Lewis Hamilton (1min14s411) - Vitória de Max Verstappen
3. GP de Portugal (Algarve/Portimão) – 2 de maio - Pole de Valtteri Bottas (1min18s348) - Vitória de Lewis Hamilton

PRÓXIMAS ETAPAS

4. GP da Espanha (Montmeló) – 9 de maio
5. GP de Mônaco (Principado) – 23 de maio
6. GP do Azerbaijão (Baku) – 6 de junho
7. GP da Turquia (Istambul) – 13 de junho
8. GP da França (Paul Ricard) – 27 de junho
9. GP da Áustria (Red Bull Ring) – 4 de julho
10. GP da Grã-Bretanha (Silverstone) – 18 de julho
11. GP da Hungria (Hungaroring) – 01 de agosto
12. GP da Bélgica (Spa-Francorchamps) – 29 de agosto
13. GP da Holanda (Zandvoort) – 5 de setembro
14. GP da Itália – (Monza)  12 de setembro
15. GP da Rússia – )Sóchi) 26 de setembro
16. GP de Singapura (Marina Bay)  – 3 de outubro
17. GP do Japão – (Suzuka) 10 de outubro
18. GP dos Estados Unidos ( Austin) – 24 de outubro
19. GP do México (Hermanos Rodriguez) – 31 de outubro
20. GP do Brasil (Interlagos) – 7 de novembro
21. GP da Austrália (Melbourne) – 21 de novembro
22. GP da Arábia Saudita (Gidá) – 5 de dezembro
23. GP de Abu Dhabi (Yas Marina) – 12 de dezembro

* Sujeito a alterações por conta da pandemia do novo coronavírus


      

  

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Cavalo arreado, mês das noivas, Mônaco e Indianápolis. Por @marcosjuniormicheletti

Duas frases, entre muitas que ouvi na infância: "Cavalo arreado só passa uma vez", e que "Maio é o mês das noivas".

A primeira é um alerta, de que não se deve perder uma chance de ouro na vida.

Pode ser uma oferta de trabalho (mesmo estando empregado), e até o "sim" a um pedido de casamento, (mesmo estando casado)...

Sobre maio ser tradicionalmente o "mês das noivas", fui pesquisar...

Não há um total consenso, mas o mais plausível é o fato de que no hemisfério norte, onde surgiu a tradição com maior peso, maio coincida com o início da primavera.

Depois de muito frio, com dias mais ensolarados e o desabrochar das flores, os banhos ficavam mais convidativos e perfumados.

Além disso, era possível celebrar em reuniões públicas, facilitando a logística dos casamentos...

Deixando a seara matrimonial de lado, maio é para mim o mês mais importante do ano em termos de automobilismo.

A explicação é fácil, pelas duas corridas que mais gosto, uma na Fórmula 1 e outra na IndyCar: o GP de Mônaco e as 500 Milhas de Indianápolis.

Ambas, em muitas edições, tiveram resultados surpreendentes e emocionantes.

Para não me alongar, citarei uma de cada.

Em 1996, o francês Olivier Panis triunfou com a também francesa Ligier, que amargava um jejum de vitórias desde o GP do Canadá de 1981, com o igualmente francês Jacques Laffite.

A Ligier sempre foi, até hoje é, a minha equipe favorita na Fórmula 1, mesmo que extinta.

Não é pelo fato de algo não existir mais que não possamos mais amar...

Amo os chocolates da Sönksen até hoje, especialmente o "Urso Branco*", assim como o desodorante Italian Pine, marcas que não mais existem...

Tenho algumas miniaturas da Ligier. A maior, escala 1/12, da JS 11 do Jacques Laffite que montei, um kit da Revell, uma outra, a JS37 do Thierry Boutsen, que ganhei da minha saudosa Márcia e a JS21 do Raul Boesel, que comprei em uma banca de jornal mais recentemente.

Eu e meu querido amigo Claudio Carsughi com a Ligier JS11, meu kit da Revell em escala 1/12. Foto: arquivo pessoal/Marcos Micheletti

O GP de Mônaco de 1996, vencido por Olivier Panis com sua Ligier Mugen-Honda, foi caótico e emocionante.

Choveu, muita gente graúda ficou pelo caminho, escorregando e batendo nos guard-rails do traçado do Principado, como Michael Schumacher e Mika Hakkinen. E Damon Hill foi lamentavelmente traído pelo forte motor Renault. Justamente ele, que buscava vencer no circuito onde seu pai, Graham Hill, com cinco conquistas, somente foi superado por Ayrton Senna.

A dramaticidade da corrida pode ser constatada pelo número de carros que recebeu a bandeira quadriculada: apenas três...

Panis, que largou em 14º, David Couthard (McLaren) e Johnny Herbert (Sauber). O quarto colocado, Heinz-Harald Frentzen (Sauber) terminou com uma volta a menos, sequer cruzando a linha de chegada, finalizando a prova no pit-lane...

Festa francesa no sul da França para Panis e minha querida Ligier em 19 de maio de 1996. 

A única de Panis na Fórmula 1 e a última das nove da Ligier...

Sobre as 500 Milhas de Indianápolis, corrida mais que centenária, não consigo esquecer a edição de 2011.

O norte-americano JR Hildebrand, assim como Olivier Panis em Mônaco/96, pintava como zebra das maiores, liderando a corrida na última volta, após largar em 12º.

Adotara uma estratégia arriscada ao extremo, conduzindo um dos carros da modesta equipe Panther, retardando ao máximo suas paradas para reabastecimento, único meio que encontrou para derrotar cobras criadas das estirpes de Helio Castroneves, Scott Dixon, Dario Franchitti e Tony Kanaan, entre outros.

Hildebrand tomou a liderança quando restavam sete voltas para a 200ª, última. Assumiu a ponta assim que outra zebra robusta, Bertrand Baguette rumou ao pit para um rápido reabastecimento, pois já estava andando apenas no "cheirinho" do etanol.

Porém, na última curva da última volta, ansioso, escolheu a parte suja da pista para ultrapassar o retardatário Charlie Kimball e bateu no muro com a lateral de seu carro, ainda tendo velocidade para cruzar a linha de chegada, mas em segundo lugar...

Dan Wheldon, que viria a morrer cinco meses depois na etapa disputada no oval de Las Vegas, acabou vencendo, liderando apenas os metros finais das 500 Milhas de Indianápolis.

JR Hildebrand, em sua estreia nas 500 Milhas de Indianápolis, amargou o segundo lugar mais doloroso de todos os tempos na tradicional prova...

Chorou ao deixar o carro, à beira da pista.

Olivier Panis, por sua vez, 15 anos antes, aproveitou sua mais clara chance de vitória na Fórmula 1, a única, conseguindo vencer o GP de Mônaco de 1996.

Hildebrand desperdiçou o "cavalo arreado" que passou por ele...

Há, porém, uma esperança, pois Hildebrand segue na ativa e vai disputar as 500 Milhas de Indianápolis deste ano, no próximo dia 30 de maio.

Minha torcida sempre será por ele, para que pulverize o dito popular de que "cavalo arreado só passa uma vez"...

Quem sabe, neste mês de maio, Hildebrand consiga se casar com a bela Indianápolis, após deixá-la no altar...

 

* "Urso Branco" era o chocolate mais vendido da Sönksen, extinta fábrica de chocolates que rivalizava com a Kopenhagen nos anos 70. A Sönksen ficava no bairro do Paraíso, zona sul de São Paulo, próxima de onde hoje está o Centro Cultural São Paulo. A título de curiosidade, há um chocolate que "lembra" razoavelmente o "Urso Branco": é o "Opereta", da Garoto, hoje disponível como bombom e também em tabletes.

Embalagem do chocolate "Urso Branco", da Sönksen. Imagem/Reprodução

 

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O cheiro da Fórmula 1

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A música que Raikkonen sempre cantou para a F1

Bernie, pilotos e equipes. Os bastidores de Interlagos

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O Estadual, que "não vale nada", pode render o maior vexame da história do Santos. Por @TufanoSilva

Há tempos acompanho, sempre muito desconfiado, a campanha feita pela mídia e até mesmo por alguns torcedores que tentam minimizar a importância dos Estaduais. Sim, desconfiado, porque até mesmo quem dissemina esse discurso não parece acreditar no que diz. É mais ou menos como quando a pessoa leva um fora da (o) pretendente, fala para os amigos que está pouco se importando mas, quando chega em casa, chora no banho por saudades da (o) amada (o). 

Definitivamente, não dá para encarar o Estadual como se fosse um torneio de pré-temporada, como uma Flórida Cup da vida. E isso porque você não enfrenta nesses torneios regionaissimplesmente ilustres desconhecidos do futebol de Trindade e Tobago ou os sub-20 das seleções da Oceânia, e sim os seus maiores rivais. E o torcedor quer que seu time se dê bem em clássicos quase que o mesmo tanto que quer conquistar grandes torneios. 

Um exercício simples para a reflexão é o seguinte: pergunte a alguns palmeirenses, se eles tivessem que apagar um dos títulos da temporada passada, se eles escolheriam o Paulista diante do Corinthians ou a Copa do Brasil com a final contra o Grêmio. Eu aposto uma tubaína que a imensa maioria escolheria “excluir" a Copa do Brasil. 

E agora, no próximo domingo, teremos mais uma grande prova da importância dos Estaduais, com Palmeiras e Santos vivendo situações dramáticas. O Verdão, se não passar para a próxima fase do Paulista mesmo contando com o melhor elenco do estado, pagará inegavelmente um grande mico e será fortemente cobrado pela sua sempre exigente torcida. 

Já a situação do Peixe é ainda pior. O clube praiano pode simplesmente viver o maior vexame de sua riquíssima história se perder para o São Bento e chegar ao primeiro rebaixamento em seus 109 anos. 

Com esses exemplos que viveremos no próximo final de seman, quem a pessoa que diz que o Estadual “não vale nada” pensa que engana? 

 

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