No vídeo abaixo, confira três hilários "Causos do Miltão"

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Família nobre: ouça Edu e Júnior Coimbra no "Domingo Bandeirantes"

Duas participações para lá de especiais no “Domingo Bandeirantes” deste 17 de maio de 2020. Edu Coimbra e seu sobrinho, Júnior Coimbra, conversaram por aproximadamente uma hora com o apresentador Milton Neves.

Durante a entrevista, eles relembraram grandes momentos da família Antunes Coimbra, de riquíssima história no futebol brasileiro. OUÇA NO PLAYER ABAIXO:

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A CARREIRA DE EDU COIMBRA NA SEÇÃO “QUE FIM LEVOU?”

 

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Aniversariantes Biro-Biro e Zé Maria marcaram gols importantes na história corintiana

Aniversariantes desta segunda-feira (18), Biro-Biro (que completa 61 anos) e Zé Maria (que chega aos 71), protagonizaram momentos marcantes com a camisa corintiana, com gols que entraram para a história do Alvinegro.

O pernambucano Antonio José da Silva Filho, o Biro-Biro, que até foi chamado de `Lero-Lero´pelo presidente Vicente Matheus (1908-1997), fez de canela o gol contra o Palmeiras na semifinal do Paulistão de 79 (disputada em 30 de janeiro de 1980), na vitória por 1 a 0 que levou a equipe à decisão contra a Ponte, que deu o título ao Corinhians. A primeira partida terminou 1 a 1, gols de Jorge Mendonça para o Palmeiras e Palhinha para o Corinhtians.

Biro-Biro, que chegou ao Corinthians em 1978, um dos mais versáteis jogadores da história do clube, também foi protagonista na decisão sobre o São Paulo no Campeonato Paulista de 1982, marcando dois gols, o primeiro e o segundo, este por entre as pernas do saudoso goleiro Waldir Peres (1951-2017). O jogo terminou 3 a 1 para o Corinthians (Casagrande marcou o outro alvinegro e Dario Pereyra descontou para o Tricolor).

O botucatuense José Maria Rodrigues Alves, o Zé Maria, ou "Super Zé", como sempre foi carinhosamente chamado pela torcida alvinegra, também fez um gol muito importante com a camisa corintiana, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976 contra o Fluminense, na última cobrança da decisão por pênaltis, após 1 a 1 no tempo normal (gols de Carlos Alberto Pintinho para o Flu  e Russo para o Timão).

Embora o Corinthians tenha perdido a decisão daquele campeonato para a forte equipe do Internacional em Porto Alegre (2 a 0, gols de Dario e Valdomiro), o "Super Zé" também protagonizou um outro momento histórico para o clube de Parque São Jorge, talvez o mais importante de sua história, ao cobrar a falta que culminou no gol de Basílio da decisão do Campeonato Paulista de 1977, contra a Ponte Preta.

Zé Maria e Biro-Biro foram contemporâneos no Corinthians entre 1978 e 1983. Nesta foto, de 1978, no Pacaembu, em pé, da esquerda para a direita: Jairo (1946-2019), Zé Maria, Taborda, Amaral, Zé Eduardo (1954-2017) e Romeu. Agachados: Piter, Palhinha, Sócrates (1954 - 2011), Biro-Biro e Wladimir. Interessante observar que Romeu e Wladimir posaram em posições pouco habituais, pois normalmente o ponta-esquerda (Romeu) ficava agachado e Wladimir em pé.

ABAIXO, OS VÍDEOS DOS GOLS DE BIRO-BIRO CONTRA O PALMEIRAS, EM JOGO VÁLIDO PELO CAMPEONATO PAULISTA DE 1979, E OS GOLS (NO TEMPO NORMAL) E A  DECISÃO POR PÊNALTIS NA SEMIFINAL DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1976, EM QUE EZÉ MARIA MARCOU O ÚLTIMO GOL CORINTIANO CONTRA O FLUMINENSE

GOL DE CANELA DE BIRO-BIRO CONTRA O PALMEIRAS (CAMPEONATO PAULISTA DE 1979), PARTIDA DISPUTADA EM 30 DE JANEIRO DE 1980. NARRAÇÃO DE JOSÉ CARLOS CICARELLI

GOLS E DECISÃO POR PÊNALTIS NA SEMIFINAL DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1976 ENTRE CORINTHIANS E FLUMINENSE, DISPUTADA EM 5 DE DEZEMBRO DAQUELE ANO. ZÉ MARIA MARCOU O ÚLTIMO GOL CORINTIANO NOS PÊNALTIS. NARRAÇÃO DE WALTER ABRAHÃO (1931-2011)

 

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Morre Laudo Natel, ex-presidente do São Paulo

Laudo Natel, um dos mais importantes nomes da história do São Paulo Futebol Clube, morreu nesta segunda-feira (18) aos 99 anos de idade. A causa de morte não foi revelada.

Paulista da cidade de São Manuel, onde nasceu em 14 de setembro de 1920, Laudo Natel associou-se ao Tricolor em 1946 e foi presidente do clube entre 1958 e 1971.

Ligado ao mercado financeiro, como diretor do Bradesco, Natel também foi governador de São Paulo e teve participação decisiva na construção do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi.

 
O São Paulo Futebol Clube divulgou nota sobre a morte de Laudo Natel, que segue abaixo, na íntegra:
 
O São Paulo FC informa e lamenta, com imenso pesar, a morte de seu Patrono e ex-Presidente Laudo Natel, aos 99 anos. Nosso eterno agradecimento a uma das figuras mais importantes da história de nosso Clube pelas décadas de amor incondicional às nossas cores.
 

Jerônimo Gomes (dono do restaurante Alfama dos Marinheiros), Carlos Aymard, Jordão Bruno Saccomani (ex-presidente do Palmeiras) Laudo Natel e Vicente Matheus (ex-presidente do Corinthians). Foto arquivo Aceesp

 
 

Laudo Natel e Milton Neves em 24 de janeiro de 2014, na extinta livraria Fnac da Avenida Paulista. Foto: Portal TT

 
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Olhos no retrovisor: Barrichello, há um ano, vencia pela quarta vez em Goiânia
 

Com o recesso geral por conta da pandemia do novo coronavírus, a Stock Car, a exemplo da Fórmula 1, não realizou nenhuma competição em 2020.

Assim, neste 19 de maio, relembramos aquela que foi a quarta vitória de Rubens Barrichello pela Stock em Goiânia, sua 11ª na categoria, na corrida 2 da etapa disputada no centro-oeste brasileiro. 

Competindo pela Full Time Sports, sua atual equipe, Barrichello adotou uma estratégia perfeita naquela jornada, após ter fechado a corrida 1 em sétimo.

A PROVA

Na largada, Julio Campos (que largou na ponta por conta do grid invertido, tendo sido o décimo na corrida 1), manteve-se em primeiro, com Cacá Bueno em segundo e Galid Osman perdendo o terceiro lugar para Rubens Barrichello. 

Na volta 3, utilizando o botão de ultrapassagem, Barrichello ultrapassou Cacá, o mesmo fez Galid, mas apenas na volta 10, quando os botões de ultrapassagem do pentacampeão haviam terminado. O duelo entre Cacá e Galid permitiu que Barrichello mantivesse uma performance tranquila em segundo lugar, buscando não deixar que Julio Campos aumentasse sua vantagem.

A liderança de Julio Campos se manteve até o seu pit-stop, enquanto Barrichello retardou sua parada ao máximo, fazendo voltas muito rápidas para assumir a liderança e não mais perdê-la, sendo o primeiro a receber a bandeira quadriculada, pela quarta vez em Goiânia, após triunfos em 2014 (Corrida do Milhão), 2016 (etapa normal) e 2018 (Corrida do Milhão).

Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) foi o segundo e Daniel Serra (Eurofarma RC) voltou a subir ao pódio também na corrida 2, novamente em terceiro lugar. Max Wilsom (RCM Motorsport) foi o quarto, Gabriel Casagrande (Crown Racing) terminou em quinto e Ricardo Mauricio (Eurofarma RC) fechou o top-6 goiano.

AINDA NA TEMPORADA DE 2019...

Depois da vitória em Goiânia, Barrichello venceu mais duas corridas pela Stock em 2019, em Campo Grande (MS) e no Velopark (RS), na cidade de Nova Santa Rita, ambas na bateria 2. Ele também havia vencido a corrida 2 no Velo Città (Mogi Guaçu-SP), e fechou o campeonato na quarta colocação. O título, pelo terceiro ano consecutivo, ficou com Daniel Serra (Eurofarma RC). 

Clique aqui e veja a página de Rubens Barrichello na seção "Que Fim Levou?", com muitos detalhes e fotos de sua carreira.

Barrichello venceu quatro corridas em 2019. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

CORRIDA 2 - STOCK CAR - GOIÂNIA (19 DE MAIO DE 2019)

 


 

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Documentário sobre Alex chega às plataformas digitais 

Após ter sido apresentado para a torcida do Coritiba em outubro do ano passado, em exibição que aconteceu no Estádio Couto Pereira, o documentário "Alex Câmera 10" chega agora às plataformas digitais VOD (Vídeo on Demand), retratando a carreira do ex-meia Alex, que além do Coxa também defendeu o Palmeiras, Cruzeiro, Fenerbahce (Turquia) e seleção brasileira.

O filme já está disponível nas plataformas Amazon, Google Play, Now, iTunes, Vivo Play e em breve Looke com distribuição digital da O2 Play.

“Quem esteve na Turquia já se deparou com cenas curiosas quando diz que é do Brasil. Não tem um turco que não cite o nome de Alex, como a maior referência do país. Então, quando ele resolveu retornar, sentimos que era o momento de filmá-lo para que os turcos pudessem ver como seria o canto do cisne do ídolo, mas também para documentar com imagens e depoimentos a carreira de um dos maiores camisas 10 de todos os tempos”, explica o roteirista e diretor executivo do filme, Adriano Rattmann.

“O filme é um presente ao Alex e ao futebol brasileiro reunindo grandes personagens e com uma forma diferente de contar uma boa história”, disse Cauê Serur, diretor.

PREÇOS NAS PLATAFORMAS:

Vivo - R$ 9,90 aluguel 
iTunes - R$ 14,90 compra | R$ 7,90 aluguel
Google Play - R$ 14,90 compra | R$ 6,90 aluguel
NOW - R$ 14,90 aluguel
Amazon - apenas para assinantes
Classificação livre

Com informações da O2 Play

CLIQUE AQUI E VEJA A PÁGINA DE ALEX NA SEÇÃO "QUE FIM LEVOU?"

Mais de 1500 pessoas acompanharam a exibição do documentário sobre Alex no Estádio Couto Pereira em outubro do ano passado. Foto: Divulgação

 







Sobre a Distribuidora
A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes, e faz parte do grupo O2, que tem como sócios também o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro. Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand), como uma distribuidora digital. Possui contratos com plataformas como o iTunes, Google Play, Netflix, NOW, Claro Vídeos, Vimeo, ofertando além de conteúdos longa-metragem e seriados também serviços de delivery (Encoding).

A O2 PLAY realiza a distribuição digital e encoding para dezenas de títulos e séries, além de vendas para TV e mercado internacional. Tivemos oito longas escolhidos pela Apple dentre "Os Melhores Filmes do Ano" entre 2014 e 2016.

 

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Morre Oriel, ex-atacante do Santos e do XV de Piracicaba

Morreu no último domingo (17), na cidade de Piracicaba-SP, Oriel José Bernardes Marcolino, ex-atacante que se destacou no XV de Piracicaba e que teve uma rápida passagem pelo Santos Futebol Clube. Oriel tinha 60 anos e foi vítima de cirrose. Além de ter enfrentado o alcoolismo, o ex-atleta era portador do vírus da hepatite C.

Nascido no dia 23 de fevereiro de 1960, Oriel começou a carreira de jogador no Valério Doce de Itabira (MG), em 1977, e um ano depois teve rápida passagem pelo Santos FC.

De 1979 a 1982, ele defendeu as cores do XV de Piracicaba. No dia 25 de maio de 1980, o centroavante e seus companheiros de XV derrotaram o Corinthians por 2 a 1, em partida válida pelo primeiro turno do Paulistão daquele ano. O jogo ficou marcado para Oriel pois naquela manhã de domingo no estádio do Pacaembu, em São Paulo, foi dele o gol da vitória sobre o Corinthians de Zé Maria, Biro-Biro, Sócrates e companhia.

Como técnico, Oriel conseguiu o título invicto da Copa Metropolita pela categoria de base do XV de Piracicaba, além de levar a categoria infantil do alvinegro da terceira para a primeira divisão do campeonato estadul.

Oriel era casado e teve dois filhos (Douglas e Mayara).

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A CARREIRA DE ORIEL NA SEÇÃO “QUE FIM LEVOU?”

 

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Saudade: Há seis anos a F1 perdia um de seus melhores pilotos, Jack Brabham

Há exatos seis anos, de causas naturais, morria o australiano Jack Brabham, piloto tricampeão mundial de F1 (em 1959 e 1960 pela Cooper e em 1966 pela Brabham, equipe que fundou). Ele viveu até os 88 anos e morava em Gold Cost, no leste da Austrália.

Nascido em Hurtsville, Áustralia, em 2 de abril de 1926, seu envolvimento com os carros começou aos 15 anos, quando começou a trabalhar em uma oficina mecânica. Sua estreia na Fórmula 1 aconteceu tardiamente, aos 29 anos, no GP da Grã Bretanha, em 1955.

Sua primeira vitória foi no GP de Mônaco de 1959 com um Cooper-Climax, exatamente no ano em que venceu seu primeiro título mundial na principal categoria do automobilis

A partir de 1962, até 1965, já por sua própria equipe, a Brabham, teve anos difíceis, amargando posições intermediárias, sem ter conseguido nenhuma vitória.
 
Mas, em 1966, aos 40 anos, teve outra temporada impecável, com quatro vitórias consecutivas (França, Inglaterra, Holanda e Alemanha), chegando a seu terceiro título mundial na Fórmula 1. Ele terminou o campeonato com uma ampla vantagem, totalizando 42 pontos contra 28 de John Surtees, o vice-campeão.
 
Em sua brilhante passagem pela Fórmula 1, Jack Brabham participou de 126 GPs, com 14 vitórias, 13 poles e 12 voltas mais rápidas.
 
Foi pela equipe Brabham (já sob o comando de Bernie Ecclestone, desde 1972), que o também tricampeão mundial de F1 Nelson Piquet venceu seus dois primeiros campeonatos: em 1981 e 1983, impulsionado por motores Ford e BMW, respectivamente. Wilsinho Fittipaldi e José Carlos Pace também guiaram carros da Brabham. Wilsinho em 1972 e 1973 e Pace entre 1974 e 1977.
 
Jack Brabham era casado com Lady Margaret, com quem teve três filhos: Geoff, Gary e David, todos com passagens pelo automobilismo.
 
Geoff venceu uma edição das 24 Horas de Le Mans, Gary disputou duas provas na F1 pela extinta equipe Life, mas não completou as corridas (GPs dos EUA e Brasil) além de ter disputado a Cart/Indy em 1993 e 1994.
 
Entre os filhos, David foi o que mais competiu na F1, participando de 24 GPs pelas equipes Brabham e Simtek, mas não marcou pontos.
 
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História em quadrinhos celebrará os 90 anos do São Paulo Futebol Clube
 

O São Paulo Futebol Clube completa 90 anos em 2020, e uma das formas para celebrar a data foi ilustrar a trajetória tricolor em forma de história em quadrinhos, tendo como ponto de partida o mascote do clube, na trama escrita e dirigida por Rafael Spaca e com desenhos de Renato Dalmaso.

“É uma honra ilustrar essa HQ, contando toda a história do meu time de coração. Cresci na década de 80 e 90 vendo o São Paulo ser multi campeão e poder colocar a minha visão artística nestes e em muitos outros momentos maravilhosos do Tricolor é algo que me deixa muito feliz”, comentou o ilustrador Renato Dalmaso.

"Esse livro irá se tornar um item obrigatório de colecionador, é pra ostentar na estante de toda a família são-paulina!”, pondera o escritor da história, Rafael Spaca.

Produzida e editada pela Avec Editora, a HQ dentre os Grandes, és o primeiro será publicada em uma edição de luxo, com capa dura e papel couché, com lançamento em outubro.

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Collet retorna à Europa na próxima semana para seguir com o planejamento da Fórmula Renault Eurocup

O brasileiro Caio Collet viaja para a Europa na próxima segunda-feira (25) para retomar o planejamento visando a temporada de 2020 da Fórmula Renault Eurocup, campeonato de monopostos em que ele competiu no ano passado e que ainda não foi iniciado por conta da pandemia do novo coronavírus. No certame de 2019 ele foi o melhor entre os estreantes e ficou na quinta colocação geral, com seis pódios.

“Estou muito animado para voltar às corridas. Desde o teste coletivo em Valência, no mês de março, não guio o carro, mas vai ser igual para todo mundo. Do novo calendário só não conheço os circuitos de Ímola e Zandvoort, mas já dei algumas voltas nas pistas no simulador. Volto para a Europa dia 25. Temos testes previstos para os dias 2 e 3 de julho em Magny-Cours, mas já vou reforçar meus treinos físico e mental e também devo passar uma semana com o pessoal lá na sede da equipe. Vamos focar 100% para estarmos bem preparados para o nosso retorno”, disse Collet, que participou de competições virtuais em São Paulo, na casa dos seus pais, durante este período de reclusão.

Caio Collet participou de provas virtuais durante o período em que ficou em São Paulo. Foto: Divulgação/Reprodução Iracing

 

O novo calendário, obviamente sujeito a alterações, prevê Monza (Itália) como etapa de abertura, entre os dias 9 e 11 de julho, e encerramento no final de novembro, no traçado urbano de Yas Marina, em Abu Dhabi. As etapas sempre são disputadas em rodadas duplas.

O continente europeu não teve nenhuma competição automobilística em 2020, mas alguns países começaram a flexibilizar as atividades, incluindo as esportivas, caso da Alemanha, que teve rodada de seu campeonato no último fim de semana, sem a presença de público nas arquibancadas. Nos Estados Unidos, a Nascar também retomou suas atividades, no domingo (17), com prova em sua classe principal, a Cup Series, no oval de Darlington, na Carolina do Sul. O norte-americano Kervin Harvick foi o vencedor.

NOVO CALENDÁRIO PROVISÓRIO DA FÓRMULA RENAULT EUROCUP*

9-11 de Julho: Autódromo de Monza (Ita)
24-26 de Julho: Autódromo Enzo e Dino Ferrari / Ímola (Ita)
4-6 de Setembro: Nürburgring (Ale)
11-13 de Setembro: Circuito de Nevers Magny-Cours (Fra)
25-27 de Setembro: Circuito de Zandvoort (Hol)
9-11 de Outubro: Circuito de Barcelona-Catalunha (Esp)
22-24 de Outubro: Circuito de Spa-Francorchamps (Bel)
6-8 de Novembro: Hockenheim (Ale)
13-15 de Novembro: Circuito de Paul Ricard (Fra)
26-28 de Novembro: Yas Marina (Abu Dhabi)
* sujeito à mudança em razão da evolução da pandemia da covid- 19

Com informações da fgcom


 

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Com Iarley, Rádio Colorada estreou o programa "Velhas Súmulas"

O último sábado (16) marcou a estreia do programa "VelhaS Súmulas", pela Rádio Colorada, que a partir de agora, sempre às 14h dos sábados, trará conteúdos especiais, iniciando com uma entreivista de Pedro Iarley, um dos principais ídolos do Internacional, que teve papel decisivo na final do Mundial Interclubes vencida pelo Colorado em 2006.

Pedro Iarley falou, entre outras coisas, a respeito de sua chegada ao Beira-Rio e, obviamente, do momento mais brilhante de sua vitoriosa carreira, com a conquista do Mundial.

“Precisavam de um atacante com minhas características, liderança, experiência. Disseram que eu cairia como luva. Queriam ganhar Libertadores e Brasileiro. Foi uma passagem de muitas conquistas, muitas alegrias. Não me lembro de coisas tristes. Foi muito intenso. O ápice da carreira, a conquista do mundo", avaliou Iarley, que comandou a jogada e deu o passe para o gol de Adriano Gabiru contra o Barcelona, na final do Mundial Interclubes, em 2006.

ABAIXO, NA ÍNTEGRA, O "VELHAS SÚMULAS", COM IARLEY



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Morreu o jornalista Luiz Carlos Correa

Vítima de câncer, morreu na última terça-feira (18), em São Paulo, o brilhante jornalista Luiz Carlos Correa, com passagens pelas rádios Jovem Pan e Imprensa FM. Ele sofria com um câncer, causa de seu óbito, na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde estava internado há 22 dias.

CLIQUE AQUI E VEJA A PÁGINA DE LUIZ CARLOS CORREA NA SEÇÃO "QUE FIM LEVOU?"

 

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Há um ano morria Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1

Há exatamente um ano, aos 70 anos de idade, morria o tricampeão mundial de Fórmula 1 Niki Lauda.
 
Ele estava internado em um clínica na Suíça com problemas renais, causa de seu óbito.
 
A saúde do ex-piloto, um dos mais talentosos de todos os tempos, estava debilitada desde agosto de 2018, quando passou por um transplante de pulmão.
 
Ele se recuperou do procedimento, mas em janeiro de 2019 voltou a ser hospitalizado por conta de uma forte gripe, não retomando suas atividades profissionais na Mercedes na F1, onde ocupava o cargo de diretor. Nas semana que antecederam sua morte ele fazia sessões de diálise para tratar da deficiência renal.
 
OPINIÃO DE CLAUDIO CARSUGHI SOBRE NIKI LAUDA

Para o jornalista Claudio Carsughi, o ponto diferencial de Lauda em relação aos seus oponentes foi a `tática de corrida, que lhe valeu o apelido de computador´, sabendo o que era necessário para que somasse pontos para vencer um campeonato.

"A característica que mais marcou sua carreira e lhe valeu o apelido de “computador” foi a tática de corrida, o saber em todo momento o que era melhor fazer, se atacar no limite do carro ou resguardá-lo para chegar até a bandeirada. Sempre tendo em mente a disputa do Mundial, e os pontos necessários para vencê-lo", pondera Carsughi, que exemplificou esta virtude do austríaco na conquista de seu terceiro título na F1, em 1984, derrotando seu companheiro de equipe na McLaren, o francês Alain Prost.

Niki Lauda com a McLaren-Porsche em 1984, ano em que conquistou seu terceiro título mundial na F1. Foto: Divulgação

 

UM POUCO SOBRE NIKI LAUDA 
 
Natural da cidade de Viena, nascido no dia 22 de fevereiro de 1949, Andreas Nikolaus Lauda teve sua carreira do piloto quase encerrada após o gravíssimo acidente sofrido no Grande Prêmio da Alemanha de 1976, em Nurburgring. Clique aqui e veja a págia de Niki Lauda na seção "Que Fim Levou?".
 
A Ferrari de Lauda incendiou-se e ele ficou preso às ferragens por vários minutos. Com queimaduras de primeiro grau, chegou a receber a extrema-unção de um padre no hospital. Segundo o próprio Lauda, ele ouvia tudo o que falavam ao seu redor durante os primeiros dias de internação, quando todos pensavam que ele estivesse inconsciente.
 
As sequelas foram profundas em seu rosto, que ficou desfigurado, mesmo após diversas cirurgias plásticas. Sua orelha direita foi praticamente toda consumida pelo fogo e parcialmente reconstituída. 
 
A história daquela corrida, da temporada de 1976 e detalhes da vida de Niki Lauda e James Hunt (que acabou sendo o campeão naquele ano), acabou eternizada em película, com o filme "Rush, no Limite da Emoção", dirigido por Ron Howard, em 2013.
 
ABAIXO, TRAILER OFICIAL DE "RUSH, NO LIMITE DA EMOÇÃO", DE 2013

 
Lauda já havia conquistado o título de campeão mundial de pilotos de F1 pela mesma Ferrari em 1975, e voltou a ganhar pelo time italiano em 1977.
 
Em seguida, transferiu-se para a Brabham, onde competiu nas temporadas de 1978 e 1979, tendo como companheiro de equipe o brasileiro Nelson Piquet, de quem se tornou um grande amigo. Abandonou o automobilismo para cuidar exclusivamente de sua empresa aérea, a Lauda Air, não competindo nas temporadas de 1980 e 1981.
 

Nelson Piquet e Niki Lauda, grandes amigos. Na imagem, de 2002, em Interlagos, um dos muitos reencontros dos dois, que foram companheiros de equipe na Brabham em 1978 e 1979. Foto: Divulgação

 
Como os negócios não trouxeram o retorno esperado, Lauda regressou à F1 em 1982, pela McLaren, e após duas discretas temporadas, voltou a ser campeão, em 1984, com a McLaren-Porsche.
 
Abandonou definitivamente as pistas em 1985, ano em que conquistou sua última vitória na F1, no GP da Holanda, disputado em Zandvoort, com McLaren Porsche. Ao seu lado, no pódio, Alain Prost (McLaren-Porsche) e Ayrton Senna (Lotus-Renault), segundo e terceiro colocados, respectivamente
 
No total, venceu 25 GPs, sendo 15 pela Ferrari, dois pela Brabham e oito pela McLaren. O austríaco largou na pole em 24 corridas.
 
Niki Lauda foi casado com Marlene Krus entre 1976 e 1991, com quem teve dois filhos: Mathias e Lukas. Também teve um outro filho, Cristoph, fruto de uma relacão extraconuugal.
 
Em 2008 casou-se com Birgit Wetzinger, uma comissária de bordo que trabalhava em sua empresa aérea. Com Birgit, 30 anos mais nova que ele, teve mais dois filhos, o casal de gêmeos Max e Mia.
 
Birgit, aliás, doou um rim para Niki Lauda, em um transplante feito pelo austríaco em 2005.

 

 

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Achados & Perdidos: Tarde de boas memórias na visita de Jorge Júnior e Marolla a Milton Neves

Foi um agradável encontro na redação do Portal Terceiro Tempo há quase cinco anos, em 25 de agosto de 2011, quando o jornalista e ex-jogador Jorge Júnior, acompanhado do ex-goleiro Marolla, encontraram-se com Milton Neves para uma boa conversa em que relembraram grandes momentos do futebol.

Jorge Júnior trabalhou com Milton na Band em 2001, na época do SuperTécnico, ocasião em que era repórter. Antes de se formar em jornalismo, Jorge Júnior jogou profissionalmente pelo Grêmio Maringá e Pinheiros, mas encerrou precocemente sua carreira aos 23 anos, por conta de uma lesão.

Marolla, por sua vez, defendeu a meta do Santos Futebol Clube, Atlético-PR e XV de Jaú, entre outros, e cheou a atuar pela seleção brasileira em dois jogos. 

ABAIXO, FOTOS DO MEMORÁVEL ENCONTRO NA REDAÇÃO DO PORTAL TERCEIRO TEMPO, EM 25 DE AGOSTO DE 2011

Jorge Júnior, Milton Neves e Marolla em 27 de agosto de 2015, durante visita do ex-goleiro à redação do Portal Terceiro Tempo. Foto: Marcos JúniorMicheletti/Portal TT

 

 

Jorge Júnior, Milton Neves e Marolla em 27 de agosto de 2015, durante visita do ex-goleiro à redação do Portal Terceiro Tempo. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

 

Jorge Júnior e Milton Neves em 27 de agosto de 2015, durante visita à redação do Portal Terceiro Tempo.

 

Jorge Júnior e Milton Neves em 27 de agosto de 2015, durante visita à redação do Portal Terceiro Tempo

 

Jorge Júnior, Milton Neves e Marolla em 27 de agosto de 2015, durante visita do ex-goleiro à redação do Portal Terceiro Tempo. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

 

Jorge Júnior em 27 de agosto de 2015, durante visita à redação do Portal Terceiro Tempo. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

 


Jorge Júnior, Milton Neves e Marolla em 27 de agosto de 2015, durante visita do ex-goleiro à redação do Portal    Terceiro Tempo. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT



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Programa "Aqui tem Conteúdo" aborda relações trabalhistas em período de pandemia

O jornalista Sylvio Micelli, comandando o programa "Aqui tem Conteúdo", teve como convidado na tarde da última terça-feira (19), o Dr. Márcio Inada, Juiz do Trabalho em Campo Grande (MS).

A conversa trouxe esclarecimentos acerca das relações trabalhistas antes e depois da pandemia do novo coronavírus.

Diversos aspectos foram abordados, incluindo as pessoas que hoje trabalham com aplicativos, por exemplo.

ABAIXO, NA ÍNTEGRA, O "AQUI TEM CONTEÚDO" APRESENTADO POR SYLVIO MICELLI COM O DR. MÁRCIO INADA, JUIZ DO TRABALHO DE CAMPO GRANDE (MS) 


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 Monsieur Binotto

Exceto se você gostar muito de MPB, independente da idade, precisou ter nascido em meados dos anos 60, começo dos 70 no máximo, para ter compreendido o título da crônica: Monsieur Binotto.

É um trocadilho.

Assistindo um programa de boa (ótima) música pela tevê na semana passada, me deparei com um espetáculo (não foi uma live, não aguento mais lives...) da Joyce, que depois passou a assinar Joyce Moreno.

Tentando não bancar o abelhudo, acho que ela nem precisava ter acrescentado o seu sobrenome. Joyce já era forte o suficiente.

O inverso daquilo que aconteceu com o Chico Buarque de Hollanda, por exemplo.

Chico já basta.

Lembro da Joyce nos bons (não ótimos) festivais de música da Globo, os chamados "MPB" e "MPB Shell", este a partir de 1981, que catapultaram muita gente boa (e ótima, como a Joyce) ao cenário da MPB, um período musical descontaminado da pandemia de letras com lamúrios dirigidos a corneados e corneadas.

"Clareana" foi a canção que a Joyce levou para um deles, o de 1980, uma declaração de amor às suas filhas Clara e Ana "e a quem mais chegar", como ela mesma escreveu na letra que compôs. Anos depois chegou mesmo, a Mariana, sua terceira filha.

Sua apresentação no festival foi terna, de uma mãe plena (como deveriam ser todas as mães), com seu dedilhar suave nas cordas do violão.

A melodia é linda e a letra é de uma doçura de passar a língua pelos lábios e raspar o pote com os dedos, até se fartar.

A música nem foi a campeã daquele festival (venceu a agonizante "Agonia", de Oswaldo Montenegro), mas a cantora ficou conhecida desde o calor do Oiapoque até o friozinho do Chuí.

Joyce é uma espécie de bossanovista pós bossa nova.

Eu disse bossanovista. Não confundir com palavra de sonoridade semelhante, que remete ao demônio encarnado.

A bossa nova deveria entrar para o time dos patrimônios imateriais da humanidade, lugar onde hoje estão cinco elementos artísticos brasileiros: roda de capoeira, frevo, círio de nazaré, samba de roda e arte kusiwa (dos índios Wajãpi, do Amapá).

Falei da canção "Clareana", mas foi outra que me serviu de inspiração ao texto: "Monsieur Binot", também de autoria da Joyce.

Foi essa música que ouvi quando estaquei no canal que exibia seu show naquela noite.

"Monsieur Binot" fala de um sujeito naturalista, Vitor Binot, uma espécie de guru para Joyce, alguém que influenciou toda uma geração, incluindo artistas antenados com uma vida mais saudável, como Gilberto Gil e a própria Joyce.

Binot morreu jovem, antes dos 30 anos, de leucemia.

Joyce descreveu alguns conselhos propostos por Binot, e em um dos versos mais inspirados, derrama:

"Bom é não fumar, beber só pelo paladar, comer de tudo que for bem natural e só fazer muito amor, que amor não faz mal..."

Eu não poderia deixar de escrever algo sobre isso, por mais que isso aparentemente nada tivesse a ver com automobilismo, meu assunto habitual por aqui.

Mas Binot se aproxima de Binotto, o chefe da Ferrari na Fórmula 1.

O cara é italiano e monsieur é uma palavra francesa...

Misturei tudo e saiu "Monsieur Binotto"...

Não me julguem pelo trocadilho, mas eu cheguei a ver de perto o Mattia Binotto logo depois do GP do Brasil de F1 do ano passado, atrás dos boxes da Ferrari.

Foi no exato momento em que o flagrei para a foto que ilustra este texto.

Ele estava bem puto, pois seus dois pilotos haviam batido e ficado fora da corrida em Interlagos.

Certamente ele estava muito diferente daquilo que pregava o Monsieur Binot da Joyce.

Em outra parte da música, a cantora e compositora diz:

"Respirar bem fundo e devagar, que a energia tá no ar..."

Isso parecia ser tudo o que o chefe ferrarista precisava naquele momento...

Creio que cuspiu marimbondos pra cima de Vettel e Leclerc.

"O resto é outra encarnação".

É com esta frase que termina a música da Joyce...

ABAIXO, DOIS VÍDEOS COM JOYCE, "MONSIEUR BINOT" E "CLAREANA"

   

 

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"Vestir a camisa", o mais importante conselho que Milton Neves dá para o sucesso profissional

Milton Neves, em vídeo, dá alguns conselhos para se chegar a um objetivo profissional utilizando-se da mentalização.

Ele descreve, que em sua trajetória, não utilizou de táticas para que conseguisse seus intentos, mas que foi importante "vestir a camisa das empresas em que trabalhou.

ABAIXO, O VÍDEO COMPLETO COM MILTON NEVES

 

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Mario Andretti, aos 80 anos, estreia em corrida virtual, na edição online das 500 Milhas de Indianápolis

Um dos maiores ícones do automobilismo, o norte-americano Mario Andretti, de 80 anos, aceitou o desafio para uma corrida virtual, que acontece no próximo sábado (23) de forma online, com a realização de uma edição das 500 Milhas de Indianápolis, prova vencida por ele "no mundo real" em duas ocasiões: 1966 e 1967.

Haverá um total de 12 pilotos que venceram no oval mais famoso do mundo, entre eles Dario Franchitti, Emerson Fitipaldi, Gil de Ferran e Juan Pablo Montoya. Além deles, outros ex-pilotos de Fórmula 1, casos de Mika Salo e Jenson Button, este campeão da categoria em 2009.

Campeão da F1 em 1979 pela Lotus e da Fórmula Indy em 1984 pela Newmann-Haas, Mario Andretti hoje é um empresário de sucesso, sendo proprietário de uma vinícola em Napa Valley, no Colorado (EUA), onde são produzidas anualmente cerca de 30 mil caixas de garrafas de vinho com o nome de sua família.

CLIQUE AQUI E VEJA A PÁGINA DE MARIO ANDRETTI NA SEÇÃO "QUE FIM LEVOU?"

 

Esta foto demonstra bem o que foi a temporada da F1 em 1978, com o amplo domínio da Lotus. Mario Andretti à frente de Ronnie Peterson (1944 - 1978), no GP da Holanda, em Zandvoort, na dobradinha da equipe inglesa chefiada por Colin Chapmann. Foto: Divulgação

 

Em 1984 foram seis vitórias e oito poles que levaram Andretti ao título da Indy, pela Newman Haas. Foto: Divulgação

 

   

 

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Morre Eli Carlos, ex-meia do Guarani, Coritiba e Cruzeiro, irmão de Silas

 

Morreu na manhã desta sexta-feira (22), em Campinas, o ex-meia Eli Carlos, com passagens por Guarani (seu primeiro clube), Cruzeiro Coritiba e Flamengo, entre outros. Ele estava com 66 anos e estava internado desde agosto de 2018, quando passou por uma endoscopia e sofreu uma parada cardíaca, entrando em estado de coma desde então. Eli Carlos era irmão de Silas, ex-São Paulo e seleção brasileira.

Seu corpo será sepultado em Campinas, no Cemitério Flamboyant, às 16h30. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a cerimônia terá restrições.

Depois de encerrar sua carreira como jogador, Eli Carlos tornou-se dirigente esportivo, tendo trabalhado no Guarani, Paulista de Jundiaí e Bragantino. Também foi comentarista esportivo na Rádio Bandeirantes de Campinas.

 

Guarani antes de partida contra o Juventus, na Rua Javari. Em pé, da esquerda para a direita: Berto, João Marcos, Edé, Roberto Diogo (filho do ex-corintiano Diogo), Ednaldo e Ricardo. Agachados: Toninho, Washington, Eli Carlos, Wlademir e João Paulo. O técnico deste time era Zé Duarte



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Aniversariante, Barrichello curtia na infância os carros da Stock, sua atual categoria

Rubens Barrichello, que completa 48 anos neste sábado (23), passou sua infância e adolescência morando ao lado do Autódromo de Interlagos, no bairro onde seu pai possuía uma loja de materiais para construções. E vale registrar uma coincidência: Rubão Barrichello nasceu no mesmo dia e mês de seu filho, 23 de maio (de 1950).

Da proximidade com o autódromo, Barrichello apaixonou-se desde cedo pela Stock, categoria criada em 1979, pois costumava assistir os treinos e corridas da laje da casa de sua avó, vendo os Opalas contornarem "de lado" as curvas do antigo e longo traçado de 7.873 metros pelas mãos de grendes nomes do automobilismo brasileiro, entre eles Paulo GomesChico Serra e Ingo Hoffmann

Ingo Hoffmann, aliás, usava um galpão vizinho à loja de Rubão Barrichello, pai de Rubinho, para guardar seu Opala da Stock, e utilizava o telefone da loja para poder resolver as questões profissionais no campeonato da categoria que acabou vencendo por 12 vezes, tornando-se o maior ganhador até hoje. A ligação dos dois começou naquela época, e Ingo até presenteou Rubinho com um capacete laranja, cor que acabou sendo uma daquelas adotadas pelo piloto em seu casco definitivo.

PARCERIA NA CORRIDA DE DUPLAS DA STOCK EM 2015

Rubinho, inclusive, foi responsável pelo retorno de Ingo Hoffmann à Stock para a disputa de uma prova oficial, a Corrida de Duplas, disputada em Goiânia, em 22 de março de 2015. Na ocasião, a dupla largou em 27º lugar e fez uma belíssima prova, escalando o pelotão para cruzar a linha de chegada em nono. Porém, por conta de uma punição (excesso de velocidade no pit-lane), foram acrescidos 20 segundos ao tempo final e eles caíram para a 14ª colocação. A vitória foi de Ricardo Mauricio, que formou dupla com o argentino Nestor Girolami.

Opala de Ingo Hoffmann na temporada de 1979 da Stock, primeira da categoria. Ingo guardava seu carro em um galpão vizinho à loja de materiais de construção de Rubão Barrichello, pai de Rubinho. Foto: Divulgação

 

Ingo e Barrichello uniram forças para a Corrida de Duplas da Stock em 2015. Na imagem, durante evento para a divulgação da parceria, no restaurante Cantaloup, em 09 de março de 2015, em São Paulo. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

 

Ingo Hoffmann afivela o capacete em 21 de março de 2015, para treino livre da Stock em Goiânia, etapa em que dividiu o carro com Rubens Barrichello na Corrida de Duplas. Ao fundo, Barrichello. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

 

AS VITÓRIAS: 11 NA F1 E 13 NA STOCK

Das 11 vitórias que Rubens Barrichello conquistou na Fórmula 1, nove foram pela Ferrari, entre 2000 e 2004, e duas pela Brawn-GP-Mercedes, em 2009.

Competindo na Stock desde 2012, quando participou das três últimas etapas daquele ano, e a partir de 2013 de forma integral, Rubens venceu suas 13 corridas pela mesma equipe, a Full Time Sports, comandada por Mauricio Ferreira. 

A Full Time, aliás, segue sendo sua equipe até hoje, e tão logo a normalidade volte, após a pandemia do novo coronavírus, ele estará mais uma vez a bordo do #111, agora um Toyota, para mais um ano na Stock. Ele também estreará pela Super TC2000 da Argentina, também com equipamento da Toyota.

A 1ª VITÓRIA NA F1 E A 1ª NA STOCK, AMBAS MARCANTES

Rubens Barrichello estreou na Fórmula 1 em 1993, pela Jordan-Hart, mas a primeira vitória aconteceu sete anos mais tarde, pela Ferrari, no GP da Alemanha de 2000, em Hockenheim. Rubens largou em 18º e se manteve na pista molhada com pneus para piso seco, ainda no traçado antigo, que contemplava a floresta, no sudoeste alemão.

Na F1, a única pista em que Barrichello venceu por mais de uma vez foi a de Monza, justamente um dos palcos mais icônicos do calendário. Rubens foi ao degrau mais alto do pódio nos GPs da Itália de 2002 e 2004 pela Ferrari e no de 2009 com a Brawn-GP impulsionada pelo motor Mercedes. O GP da Itália de 2009, por sinal, foi o último vencido por Barrichello na F1, também o último triunfo de um brasileiro na categoria. Falando em Monza, Barrichello detém o recorde de volta mais rápida do circuito, que aconteceu na edição de 2004 do GP da Itália, pela Ferrari, com 1min21s046.

Barrichello em 30 de julho de 2000, comemorando sua primeira vitória na F1, no GP da Alemanha, em Hockenheim. Foto: Divulgação

Na Stock, o primeiro triunfo também foi maiúsculo, na prova mais emblemática da categoria, a Corrida do Milhão, em 2014, ano em que acabou sendo o campeão, aos 42 anos.

Na prova, disputada em Goiânia, ele partiu da pole e dominou amplamente, mas o final foi emocionante, com Rubens resistindo à pressão imposta por Thiago Camilo, que cruzou a linha de chegada defasado em apenas 0s186. Foi a primeira vez que o piloto que largou na pole conquistou a vitória na Corrida do Milhão.

Pelo rádio, Mauricio Ferreira, chefe de equipe, reverenciou seu piloto logo após a bandeira quadriculada.

"Cara, você é especial, você é especial, você é diferente", disse Mauricio, o "Mau Mau". 

O circuito de Goiânia, aliás, é aquele em que Barrichello mais venceu pela Stock Car, quatro no total. Além da primeira vitória, na Corrida do Milhão de 2014, voltou a vencer na corrida 2 de 2016, novamente na Corrida do Milhão de 2018 e em 2019 na corrida 2.

Em 03 de agosto de 2014, a primeira vitória pela Stock Car, na Corrida do Milhão em Goiânia, com o filho Dudu ao seu lado. Thiago Camilo (à esquerda) e Galid Osman aplaudem o vitorioso. Foto: Duda Bairros/Stock Car

 

Dois momentos distintos do aniversariante Rubens Barrichello. Fotos: arquivo da família Barrichello e Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

VIÓRIAS DE RUBENS BARRICHELLO NA F1

1ª GP da Alemanha/2000 - Hockenheim (Ferrari)
2ª GP da Europa/2002 - Nurburgring-ALE (Ferrari)
3ª GP da Hungria/2002 - Hungaroring (Ferrari)
4ª GP da Itália/2002 - Monza (Ferrari)
5ª GP dos Estados Unidos /2002 - Indianápolis (Ferrari)
6ª GP da Grã-Bretanha/2003 - Silverstone (Ferrari)
7ª GP do Japão/2003 - Suzuka (Ferrari)
8ª GP da Itália/2004 - Monza (Ferrari)
9ª GP da China/2004 - Xangai (Ferrari)
10ª GP da Europa/2009 - Valência-ESP (Brawn GP-Mercedes)
11ª GP da Itália/2009 - Monza (Brawn GP-Mercedes)

VITÓRIAS DE RUBENS BARRICHELLO NA STOCK CAR*

1ª Goiânia/2014 (Corrida do Milhão, traçado misto)
2ª Cascavel/2014 (Corrida 2)
3ª Cascavel/2016 (Corrida 2)
4ª Londrina/2016 (Corrida 2)
5ª Goiânia/2016 (Corrida 1)
6ª Santa Cruz do Sul/2017 (Corrida 1)
7ª Buenos Aires - Argentina/2017 (Corrida 2)
8ª Goiânia/2018 (Corrida do Milhão, anel externo)
9ª Londrina/2018 (Corrida 1)
10ª Mogi Guaçu - Velo Città/2019 (Corrida 2)
11ª Goiânia/2019 (Corrida 2)
12ª Campo Grande/2019 (Corrida 2)
13ª Velopark/2019 (Corrida 2)

* Todas pela Full Time Sports

ABAIXO, INSTANTES FINAIS DA 1ª VITÓRIA DE RUBENS BARRICHELLO NA F1, PELA FERRARI, NO GP DA ALEMANHA DE 2000, EM HOCKENHEIM. NARRAÇÃO DE GALVÃO BUENO E COMENTÁRIOS DE REGINALDO LEME E LUCIANO BURTI

ABAIXO, AS DUAS ÚLTIMAS VOLTAS DA 1ª VITÓRIA DE RUBENS BARRICHELLO NA STOCK CAR, A CORRIDA DO MILHÃO DE 2014, DISPUTADA EM GOIÂNIA. NARRAÇÃO DE SÉRGIO MAURICIO E C0MENTÁRIOS DE REGINALDO LEME E FELIPE MASSA


 

 

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Dino Sani, campeão na Copa da Suécia, completa 88 anos

Um dos 22 jogadores campeões na Copa de 1958, na Suécia, Dino Sani, refinado volante com passagens por Palmeiras, São Paulo, Boca Juniors, Milan e Corinthians, está completando 88 anos de idade neste sábado (23).

Entre os troféus que conquistou como jogador, destaque para sua passagem pelo Milan, onde foi bicampeão italiano (1961/62) e campeão da Taça dos Campeões Europeus (atual Liga dos Campeões da UEFA), em 1962/63)

Como treinador, Dino Sani trabalhou em mais de uma dezena de clubes, entre eles Corinthians, Palmeiras, Fluminense, Grêmio, Flamengo, Fluminense, Boca Juniors, Peñarol (onde foi bicampeão uruguaio em 1978/79) e Internacional, onde conquistou o tricampeonato gaúcho (1971/72/73). 

Aliás, no Internacional, onde permaneceu até 1974, ele foi grande responsável pela estruturação da equipe que depois foi comandada por Rubens Minelli, que venceu os campeonatos brasileiros de 1975 e 1976.

Dino é um dos seis ex-jogadores vivos do triunfo brasileiro na Copa de 58. Além dele, ainda estão entre nós: Pelé, Zagallo, Moacir, Mazzola e Pepe.

Atualmente aposentado, Dino Sani mora em São Paulo.

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Mazzola e Dino Sani atacam o Lanerossi de Vicenza na neve, em jogo do Campeonato Italiano de 1962. O duelo terminou 6 a 0 para o Milan com três gols de Dino. Observando o desfecho do lance, atrás do jogador do Lanerossi, vemos Rivera

 

 

 

Zagallo e Dino Sani brincam em Poços de Caldas (MG), em 1958. Era a seleção brasileira se preparando para a Copa da Suécia

 

 

 

Milton saudando o amigo Dino Sani, em sua sala, na redação do Portal Terceiro Tempo, no dia 30 de setembro de 2011. Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

 

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