Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, durante jogo contra o Corinthians pelo Paulistão

O competente André Rizek, do Grupo Globo, informou na última quinta-feira (3) em seu programa “Seleção SporTV” que, no momento, a CBF tem quatro nomes preferidos para a vaga deixada por Dorival Júnior na semana passada.

São eles: Jorge Jesus (aparentemente o favorito), Carlo Ancelotti (antigo sonho, hoje mais ou menos com status de “impossível), José Mourinho (que já não goza do prestígio de outrora, enfrentando crise no Fenerbahçe) e Abel Ferreira.

Logo de cara, digo que a relação me preocupa um pouco.

Sim, pois são técnicos com trabalhos muito, mas muito diferentes.

E isso significa que a CBF, como acontece há tempos, não tem em mente um projeto a longo prazo para a nossa seleção.

Está, na verdade, buscando no mercado simplesmente um “salvador da pátria” para o Mundial do ano que vem.

Bem, e se a desesperada ideia realmente for essa, eu não teria dúvida alguma dentre os quatro atuais favoritos.

Iria com toda a certeza em Abel Ferreira!

Por quê?

Primeiro que Abel, estudioso como poucos, conhece muito bem os jogadores que atuam no Brasil.

Sim, é verdade que os atletas de nossos clubes há tempos não têm muitas chances com a camisa amarelinha.

Mas, principalmente no meio-campo, parece ser preciso olhar bem para soluções “caseiras”, já que os armadores que jogam em times médios da Europa demonstraram que não dão conta de abastecer com qualidade o nosso bom ataque.

Segundo ponto que o português já provou no Palmeiras ser muito competente para montar sólidos sistemas defensivos.

E o fato de termos no momento a defesa mais vazada dentre as seis primeiras colocadas das Eliminatórias (16 gols sofridos em 14 jogos) prova que este aspecto precisa ser, sim, levado em consideração.

Por fim, como será um trabalho de tiro curto, de aproximadamente um ano até a Copa, é melhor escolher um treinador que já esteja totalmente adaptado ao nosso futebol.

Afinal de contas, quanto tempo será que Ancelotti ou Mourinho pediriam para se adaptar às características de nossos jogadores?

Ah, e tirar Abel do Palmeiras hoje sequer causaria atrito entre a CBF e o Verdão (e seus torcedores).

Pois, pelo que sentimos, parece haver no clube o entendimento de que o fim do vitorioso ciclo do português no Palestra já esteja mesmo no fim.

No frigir dos ovos, seria a junção da fome com a vontade de comer.

Teríamos, com ele, chances de vencer o Mundial?

Aí acho pouco provável...

Mas, com um técnico pragmático e correto como ele, pelo menos o escrete canarinho teria a possibilidade de fazer uma Copa “aceitável” em 2026.

É triste, mas foi o que sobrou no momento para a seleção mais vitoriosa da história do futebol.

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Olhos no retrovisor: A primeira vez dos carros da Fórmula 1 em Interlagos, há 53 anos

A história o Autódromo de Interlagos com a Fórmula 1 começou há exatos 53 anos, em 30 de março de 1972, ocasião em que o circuito paulistano recebeu pela primeira vez o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, em uma prova que não contou pontos para o campeonato, exatamente no ano em que Emerson Fittipaldi venceu o primeiro de seus dois títulos na categoria.

Os elevados custos de transporte e a não obrigatoriedade em participar da prova, fizeram com que algumas equipes não embarcassem para o Brasil após a etapa disputada na Argentina uma semana antes, entre elas a Ferrari de Clay Regazzoni e a Tyrrell de Jackie Stewart.

CLASSIFICAÇÃO PARA  PROVA

Nos treinos que definiram o grid, uma supremacia impressionante de Emerson Fittipaldi com a Lotus-Ford 72D, que cravou 2min32s383, 2s004 de vantagem sobre o argentino Carlos Reutemann (Brabham), que largou a seu lado, na primeira fila. Vale lembrar que, na ocasião, o traçado paulistano, hoje batizado de Autódromo José Carlos Pace, tinha uma extensão bem maior, com 7,960 metros contra os atuais 4.309 metros.

A segunda fila teve o sueco Ronnie Peterson (March) e o brasileiro Wilson Fittipladi Júnior (Brabham), terceiro e quarto colocados, respectivamente.

O GP

Na largada, os mais de 60 mil espectadores viram Wilsinho sair da quarta para a primeira colocação, com Emerson em segundo e Peterson em terceiro.

Os irmãos Fittipaldi mantiveram-se nessa ordem até Emerson superar Wilsinho na Reta Oposta, tomando a liderança da prova na terceira volta.

Tranquilo na ponta, Emerson parecia caminhar para a vitória até sofrer com um problema no braço inferior da suspensão traseira de sua Lotus na volta 32, que provocou sua rodada na subida dos boxes. Ele ainda levou seu carro ao pit-lane mas não conseguiu retornar.

Reutemann, que também havia ultrapassado Wilsinho, acabou vencendo a prova, com Ronnie Peterson em segundo e Wilsinho em terceiro, completando o pódio.

Outros dois brasileiros participaram da prova: Luis Pereira Bueno, que competiu com um March alugado, teve um ótimo desempenho e concluiu a prova em sexto, enquanto José Carlos Pace, a bordo de um March da equipe Williams, teve problemas e não terminou a corrida.

A primeira prova disputada em Interlagos que valeu por um Mundial da Fórmula 1 aconteceu em 11 de fevereiro de 1973, ocasião em que Emerson Fittipaldi, com Lotus-Ford foi o vencedor. Jackie Stewart (Tyrrell-Ford) cruzou a linha de chegada em segundo e Denny Hulme (McLaren-Ford) completou o pódio.

  

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Saudade: Há sete anos morria Geraldino, ex-lateral multicampeão pelo Santos

Lateral-esquerdo que marcou época defendendo o Santos Futebol Clube entre 1963 e 1968, Geraldino morreu há exatos sete anos, em 30 de março de 2018.

A causa de sua morte não foi revelada na ocasião, e ele estava com 78 anos de idade, residindo em Santos.

Geraldo Antonio Martins, cujo apelido era Geraldino, chegou à Vila Belmiro vindo do Cruzeiro, clube pelo qual havia conquistado o Campeonato Mineiro de 1961.

Pelo Peixe, colecionou títulos, mais precisamente 11: Libertadores de 1963, Mundial de 1963, Brasileiro (1963, 1964 e 1965), Paulista (1964, 1965, 1967 e 1968) e o Rio-São Paulo em 1964 e 1966.

Chegou a defender a Seleção Brasileira em sete jogos, emtre 1963 e 1965.

Depois do Santos ele atuou por apenas mais um clube, a Portuguesa de Desportos, entre 1968 e 1970, ano em que encerrou sua vitoriosa carreira.

 

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Parabéns, Zenon! Meia que brilhou no Guarani e no Corinthians completa 71 anos

Um meia clássico, exímio cobrador de faltas, Zenon, que brilhou no fortissimo time do Guarani, onde foi campeão brasileiro em 1978 ao lado de Careca e Renato, entre outros, e no Corinthians, no badalado elenco comandado por Sócrates, bicampeão paulista em 1982 e 1983, está completando 71 anos nesta segunda-feira (31).

Atualmente comentarista de futebol, Zenon de Souza Farias, natural de Tubarão-SC, onde nasceu em 31 de março de 1954, começou sua trajetória nos gramados de seu estado, pelo Avaí, para chegar ao Brinco de Ouro da Princesa em 1976, permanecendo no Bugre até 1980.

Depois, uma breve passagem pelo futebol árabe, no Al-Ahli, para em seguida ser contratado pelo Corinthians, onde brilhou entre 1981 e 1986, vivendo grandes momentos no clube de Parque São Jorge.

Ainda teve uma belíssima trajetória pelo Atlético Mineiro (foi bicameão estadual (em 1985 e 1986), jogou também pela Portuguesa de Desportos, retornou ao Guarani, passou pelo Grêmio Maringá e encerrou sua carreira no inteiror de São Paulo, pelo São Bento de Sorocaba, em 1992.

Convivendo com alguns meio-campistas de igual talento, acabou tendo poucas chances pela Seleção Brasileira, atuando em apenas seis partidas. 

 

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Saudade: Há quatro anos morria Dufrayer, revelado pela base do Fluminense

Há exatos quatro anos, vítima de câncer ósseo, morria um dos bons volantes de sua geração, Dufrayerrevelado pelas categorias de base do Fluminense. Ele estava com 64 anos, residindo na zona oeste carioca, no bairro de Jacarepaguá.

Nascido em 3 de fevereiro de 1957, no Rio de Janeiro, Dufrayer começou a carreira no Fluminense aos 13 anos. Quase sempre capitão das equipes, passou por todas as categorias de base do Flu e ganhou muitos títulos, entre os quais a Taça São Paulo de 1977, na final contra a Ponte Preta, e o Torneio Internacional de Nice, na França, também em 77.

Dufrayer jogou também na extinta A.D.N de Niterói-RJ e participou do jogo em que o Flamengo goleou a "equipe do outro lado da ponte" por 7 a 1. Nessa partida, Zico marcou aquele gol que foi comparado ao que Pelé não fez na Copa de 70, o do corta-luz.

Atuou também no Serrano F.C de Petrópolis-RJ, com Renê Simões e Ademar Braga, que estavam em inicio de carreira, no Botafogo da Bahia e no Yuracam F.C de Itajubá-MG, onde encerrou a carreira devido a uma cardiopatia.

 

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Achados & Perdidos: O dia em que Chico Anysio recebeu uma linda homenagem do Palmeiras

Declaradamente torcedor do Palmeiras, o saudoso humorista Chico Anysio (1931-2012), que também era vascaíno, recebeu uma bela homenagem da Sociedade Esportiva Palmeiras em 21 de setembro de 1973, na sede do clube.

Na ocasião, além de dirigentes esmeraldinos, diversos jogadores compareceram para abraçar o artista que vivia um momento espetacular no cenário televisivo, com o programa que protagonizava, o "Chico City", interpretando com enorme talento dezenas de personagens.

A ligação de Chico Anysio com o futebol remontava da década de 50, a ponto de ele ter sido comentarista na Copa do Mundo disputada no Brasil em 1950, pela Rádio Guanabara.

Voltou a comentar futebol em outro Mundial, o de 1990, disputado na Itália.

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, o Chico Anysio, morreu em 23 de março de 2012, vítima de falência múltipla de órgaos, após enfrentar problemas cardíacos e infecções recorrentes (do trato digestivo e urinário). Ele estava com 80 anos.

COALHADA

Ainda no âmbito futebolístico, um de seus personagens mais marcantes foi o "Coalhada", um veterano jogador de futebol que havia passado por vários clubes.

A mãe de Coalhada" o chamava pelo nome de batismo, Otávio Arlindo Antunes do Nascimento. Aliás, Antunes do Nascimento eram referências claras a Zico (cujo sobrenome é Anunes) e Pelé (1940-2022), cujo sobrenome é Arantes do Nascimento.

Coalhada se achava um craque, mas a realidade era bem diferente. E para complicar a situação, Chico Anysio ainda fazia a interpretação de forma a ficar claro que o jogador era estrábico...

 

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Olhos no retrovisor: Pane na Ferrari impediu primeira vitória de Leclerc na F1, há seis anos

Parecia que o monegasco Charles Leclerc, já em seu segundo GP pela Ferrari, conseguiria subir ao alto do pódio, há exatamente seis anos, na etapa realizada em Sakhir, o Bahrein, mas uma pane elétrica anulou o funcionamento de um dos seis cilindros do motor, impedindo o primeiro triunfo do piloto.

A vitória "caiu no colo" de Lewis Hamilton, seguido por Valtteri Bottas, formando a dobradinha da Mercedes. Leclerc, beneficiado com a entrada de um safety-car a duas voltas do final, conseguiu garantir o terceiro posto.

A CORRIDA

Depois de fazer a primeira pole de sua carreira, Leclerc foi superado por Vettel na largada e em seguida caiu para terceiro, ultapassado por Bottas, que havia subido de quarto para terceiro. Mas, com um ritmo muito mais forte, logo emaprelhou em Bottas para subir ao segundo posto e em seguida, na volta 6, assumiu a ponta.

Hamilton também superou Bottas e depois da segunda parada para troca de pneus ganhou o segundo lugar de Vettel, que teve enorme prejuízo quando sua asa dianteira se soltou, aparentemente sem que tivesse tido nenhum toque, o que o obrigou a uma parada nos boxes para fazer o reparo.

Tudo caminhava para uma vitória de Leclerc, com Hamilton em segundo, quando ocorreu o problema no carro de Maranello, que perdeu cerca de 150 cavalos de potência, causada por uma falha no sistem de injeção em um dos cilindros, de origem elétrica.

Assim, restando cinco voltas, Bottas se aproximou e conseguiu superar Charles para garantir mais uma dobradinha da Mercedes, a exemplo do que aconteceu em Melbourne, na Austrália, mas de maneira inversa. Foi a 74ª vitória de Hamilton na Fórmula 1.

Leclerc teve ao menos um momento de sorte, quando o carro de segurança entrou na pista restando duas voltas, para a remoção dos dois carros da Renault, que tiveram problemas. Assim, ainda conseguiu terminar em terceiro lugar.

Max Verstappen, com a Red Bull, terminou em quarto e Sebastian Vettel conseguiu recuperar-se após a troca da asa e terminou em quinto lugar. Lando Norris fez uma bela prova com a McLaren para fechar a lista dos seis primeiros. O ponto de bonificação, pela volta mais rápida, foi para Leclerc, em 1min33s411.

PRIMEIRA VITÓRIA, EM GRANDE ESTILO

Se Charles Leclerc ficou frustrado no Bahrein, pela vitória ter escapado por pouco, seis meses depois ele conseguiu seu ganhar em grande estilo, em um dos mais icônicos circuitos do calendário, Spa-Francorchamps, na Bélgica, na prova disputada em 1º de setembro.

Ainda seguindo na Ferrari, agora tendo o heptacampeão Lewis Hamilton como companheiro de equipe, Leclerc ampliou bastante seus números na Fórmula 1, com oito vitórias e 26 poles.

Seu próximo compromisso será no GP do Japão, no fim de semana, entre os dias 4 e 6 de abril, no Autódromo de Suzuka.

Leclerc esteve próximo de vencer pela primeira vez na F1 no GP do Bahrein de 2019. Foto: Scuderia Ferrari

FINAL DO GP DO BAHREIN - SAKHIR (31 MARÇO DE 2019)

Melhor volta: Charles Leclerc (Ferrari), em 1min33s411 (volta 38)

 


     

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O ex-árbitro Emídio Marques de Mesquita é o convidado de Marcos Falopa na live desta terça-feira

O ex-árbitro Emídio Marques de Mesquita é o convidado desta terça-feira (1º de abril), a partir das 16h, da live comandada por Marcos Falopa, coordenador técnico, profissional que acumula um currículo invejável como treinador de diversos clubes e seleções, incluindo trabalhos de instrutor pela Fifa. 

Hoje aos 81 anos, Emídio atuou como árbitro de futebol entre 1968 e 1993, começando profissionalmente pela Federação Paulista de Futebol e encerrando suas atividades pela Federação Goiana.

Em sua longa trajetória, que inclui Instrutor de Arbitragem da FIFA e Inspetor de arbitros da CONMEBOL, atuou em Jogos Olimpicos, Campeonatos Mundiais (nasculino, feminino e universitario), além de Jogos Panamericanos.

Também foi professor universitário e engenheiro civil.

Em meio a muitas histórias que certamente serão lembradas, a live destacará o chamado fair play.

A live estará no Instagram de Marcos Falopa a partir das 16h (clique aqui para acessar).

 

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"Suzuka é um circuito em que eu sempre quis correr", diz Gabriel Bortoleto

Palco de disputas que ficaram registradas para a história da Fórmula 1, o GP do Japão é visto como um dos mais especiais para o brasileiro Gabriel Bortoleto, piloto da Sauber que estará em ação no próximo final de semana, em Suzuka. Bortoleto cita o circuito nipônico como um daqueles em que sempre quis correr.

"Os fins de semana de corrida anteriores (Austrália e China) até agora foram grandes experiências de aprendizado para mim, e espero que Suzuka não seja diferente. É um circuito em que sempre quis correr — exigente —, mas emocionante, com muita história, em especial para os brasileiros. Fiz muita preparação no simulador e estou ansioso para vivenciar isso na vida real. As duas últimas rodadas me mostraram o que é preciso para administrar uma corrida completa e me adaptar a diferentes condições, e sinto que estou progredindo a cada sessão. Meu foco é continuar aprendendo, melhorar meu ritmo e estar pronto para aproveitar qualquer oportunidade que surgir em nosso caminho. Uma rodada tripla é intensa, mas estou ansioso pelo desafio e para ver o quanto posso me desenvolver nas próximas corridas," ponderou o piloto brasileiro de 20 anos que disputará uma prova pela primeira vez no traçado nipônico de 5.807 metros.

JAPÃO, CENÁRIO DE GRANDES DISPUTAS

O Autódromo de Suzuka foi o local que definiu os três títulos conquistados por Ayrton Senna (1960-1994), mas antes, no traçado de Monte Fuji, um outro momento foi icônico para a principal categoria do automobilismo, quando James Hunt (McLaren) foi o terceiro colocado no GP do Japão de 1976 e conquistou seu único título na Fórmula 1, na prova em que Niki Lauda (Ferrari), que se recuperar do grave acidente no GP da Alemanha (Nurburgring), acabou abandonando a prova por conta da péssima condição meteorológica para uma corrida, com chuva intensa.

Habitualmente colocado no final do calendário da Fórmula 1, a etapa japonesa já definiu 13 campeões da categoria. A última vez que a etapa nipônica foi responsável por um título foi em 2022, com Max Verstappen.

COMO FOI O GP DO JAPÃO DE 2024...

A pole para o GP do Japão no ano passado foi de Verstappen, em 1min28s197. Ele mesmo venceu a prova, comandando a dobradinha da Red Bull, com Pérez em segundo lugar. Sainz, então piloto da Ferrari, foi o terceiro. Clique aqui e veja como foi o GP do Japão de 2024.  

PROGRAMAÇÃO COMPLETA PARA O GP DO JAPÃO - SUZUKA (HORÁRIOS DE BRASÍLIA)

Quinta-feira (3)

Treino livre 1 - 23h30 às 00h30

Sexta-feira (4)

Treino livre 2 - 03h00 às 04h00

Sábado (5)

Treino livre 3 - 23h30 a 00h30

Classificação - 03h00 às 04h00

Domingo (6)

Largada para o GP - 02h00 (53 voltas pelos 5.807 metros do traçado nipônico).

CALENDÁRIO COMPLETO DA TEMPORADA DE 2025 DA FÓRMULA 1

1. GP da Austrália  - Circuito de Melbourne - 14 a 16/03/2025 - Pole de Norris, em 1min15s096 - Vitória de Norris, seguido por Verrtappen e Russell
2. GP da China - Circuito Internacional de Xangai - 21 a 23/03/2025 - Vitória de Hamilton na Sprint - Pole de Piastri, com 1min31s591 - Vitória de Piastri, seguido por Norris e Russell.
3. GP do Japão - Circuito de Suzuka - 4 a 6/04/2025
4. GP do Bahrein -  Circuito Internacional do Bahrein - 11 a 13/04/2025
5. GP da Arábia Saudita - Circuito de Jeddah-Corniche -  18 a 20/04/2025
6. GP de Miami - Circuito Internacional de Miami - 2 a 4/05/2025
7. GP da Emilia-Romagna -  Autódromo Enzo e Dino Ferrari - 16 a 18/05/2025
8. GP de Mônaco - Circuito de Monte Carlo - 23 a 25/05/2025
9. GP da Espanha - Circuito de Barcelona-Catalunha - 30/05 a 1º/06/2025
10. GP do Canadá - Circuito Gilles-Villeneuve - 13 a 15/06/2025
11. GP da Áustria - Circuito de Spielberg -  27 a 29/06/2025
12. GP da Inglaterra Circuito de Silverstone 4 a 6/07/2025
13. GP da Bélgica - Circuito de Spa-Francorchamps -  25 a 27/07/2025
14. GP da Hungria - Circuito de Hungaroring -  1º a 3/08/2025
15. GP da Holanda -  Circuito de Zandvoort - 29 a 31/08/2025
16. GP da Itália - Autódromo de Monza -  5 a 7/09/2025
17. GP do Azerbaijão -  Circuito de Baku - 19 a 21/09/2025
18. GP de Singapura - Circuito de Marina Bay - 3 a 5/10/2025
19. GP dos Estados Unidos -  Circuito das Américas (COTA) - 17 a 19/10/2025
20. GP do México - Autódromo Hermanos Rodríguez - 24 a 26/10/2025
21. GP de São Paulo - Autódromo José Carlos Pace (Interlagos) -  7 a 9/11/2025
22. GP de Las Vegas - Circuito de Las Vegas Strip - 20 a 22/11/2025*
23. GP do Catar -  Circuito Internacional de Lusail - 28 a 30/11/2025
24. GP de Abu Dhabi - Circuito Yas Marina - 5 a 7/12/2025

  

 

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O dia em que Milton Neves recebeu o Título de Cidadão Carapicuibano

Foi há pouco mais de 17 anos, mais precisamente no dia 26 de novembro de 2007, que o jornalista e publicitário Milton Neves recebeu o Título de Cidadão Carapicuibano.

Milton esteve presente na cerimônia realizada na Câmara Municipal de Carapicuíba, município da Grande São Paulo, onde foi homenageado pelas autoridades presentes, diante dos munícipes presentes, e fez seus agradecimento público pela outorga que lhe foi concedida naquela ocasião.

"Lembro muito bem daquele dia, já no final do ano de 2007, em que estive na vizinha Carapicuíba. Digo vizinha pois este importante município fica próximo à minha casa, também na Grande São Paulo. Fiquei muito feliz com esta homenagem e por todo carinho que recebi daqueles que reservaram um tempo de seu dia para me ver de pertinho. Quanta alegria! Obrigado, Carapicuíba!", comentou Milton Neves em recente entrevista ao Portal Terceiro Tempo.

Clique aqui e veja a matéria especial com todos os Títulos de Cidadão outorgados a Milton Neves.

EM ORDEM ALFABÉTICA, TODOS OS TÍTULOS DE CIDADÃO OUTORGADOS A MILTON NEVES

Agudos (SP), Alegrete (RS), Alfenas (MG), Araraquara (SP), Araras (SP), Areado (SP), Ariranha (SP), Barra Bonita (SP), Belém (PA), Botelhos (MG), Cabo Frio (RJ), Caieiras (SP), Cambuquira (MG), Campinas (SP), Carapicuiba (SP), Carolina (PI), Cotia (SP), Curitiba (PR), Erechim (RS), Fama (MG), Ferraz de Vasconcelos (SP), Fortaleza (CE), GoiásGuaranésia (MG), Guaratinguetá (SP), Guarujá (SP), Guarulhos (SP), Guaxupé (MG), Igaraçu do Tietê (SP), Itanhaém (SP), Itobi (SP), Ituverava (SP), Jaú (SP), Lavras (MG), Lins (SP), Machado (MG), Mato GrossoMauá (SP), Monte Belo (MG), Natal (RN), Peruíbe (SP), Pindamonhangaba (SP), Piratininga (SP), Porto Feliz (SP), Presidente Prudente (SP), Quadra (SP), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Santo André (SP), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), São José dos Campos (SP), São José do Rio Pardo, São Paulo (SP), São Vicente (SP), Sorocaba (SP), Taboão da Serra (SP), Tatuí (SP), Teresina (PI), Três Corações (MG), Três Pontas (MG), Uberaba (MG), Uberlândia (MG) e Varginha (MG).

 

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Em vídeo, "Antes e Depois" de jogadores que brilharam pela Portuguesa de Desportos

Selecionamos nsta semana uma homenagem do nosso "Antes & Depois" da seção "Que Fim Levou?" para futebolistas que marcaram época com a gloriosa camisa da Portuguesa de Desportos.

Uma vez por semana traremos uma seleção de imagens, em edição especial, com jogadores, treinadores, dirigentes, jornalistas esportivos, atletas de outras modalidades (automobilismo, esportes olímpicos, etc).

É uma forma de manter viva a memória do esporte, mostrando dois momentos de cada um dos retratados, um em seu início de carreira, e outro quando esta já estava consolidada.

Veja, no vídeo abaixo, com seleção de Marcos Micheletti e edição de Kennedy Andrés, do Portal Terceiro Tempo.   

 

 

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Saudade: Dener completaria 54 anos. Relembre golaços do craque da Lusa

Dener Augusto de Souza completaria 54 anos nesta quarta-feira, 2 de abril de 2025.

Sua morte trágica aos 23 anos, em um acidente automobilístico, no dia 19 de abril de 1994, pôs fim a uma carreira que tinha ingredientes dignos das grandes estrelas do futebol.

Revelado pela Portuguesa de Desportos, onde conquistou a Copa São Paulo de 1991, no belo time treinado por Écio Pasca, Dener rapidamente passou à equipe profissional do Canindé, onde chamou atenção de diversos clubes.

Foi emprestado ao Grêmio (1993) e ao Vasco (1994) e estava alinhavando sua transferência para o futebol alemão, o Sttutgart, após sua passagem por São Januário.

Os detalhes de sua carreira e do acidente que o vitimou, você pode conferir clicando aqui, e acessando sua página na seção "Que Fim Levou?" do Portal Terceiro Tempo.

Sua presença na Copa de 1994 era dada como certa, inclusive pelo técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira.

Para esta data, em homenagem a Dener, um vídeo com vários gols do craque revelado no Canindé.

ABAIXO, VÍDEO COM VÁRIOS GOLS DE DENER EXIBIDOS NO "GOL, O GRANDE MOMENTO" DA BAND, COM APRESENTAÇÃO DE ALEXANDRE SANTOS

 

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Olhos no retrovisor: O saudoso Jack Brabham, campeão com sua própria equipe na Fórmula 1, nascia há 99 anos

O australiano Jack Brabham, piloto tricampeão mundial de F1 (em 1959 e 1960 pela Cooper) e em 1966 pela equipe que fundou, a Brabham, nascia há exatos 99 anos.

Brabham morreu aos 88 anos, de causas naturais, em 19 de maio de 2014. Ele estava em sua casa,  em Gold Cost, no leste da Austrália.

Nascido em Hurtsville, em 2 de abril de 1926, se apaixonou pelos carros aos 15 anos, quando começou a trabalhar em uma oficina mecânica. Sua estreia na Fórmula 1 aconteceu tardiamente, aos 29 anos, no GP da Grã Bretanha, em 1955, disputado em Aintree. Ele abandonou a prova na 30ª das 90 voltas, com um problema de motor

Sua primeira vitória foi no GP de Mônaco de 1959 com um Cooper-Climax, exatamente no ano em que venceu seu primeiro título mundial na principal categoria do automobilismo.

A partir de 1962, até 1965, já por sua própria equipe, a Brabham, teve anos difíceis, amargando posições intermediárias, sem ter conseguido nenhuma vitória.
 
Mas em 1966, aos 40 anos, teve outra temporada impecável, com quatro vitórias consecutivas (França, Inglaterra, Holanda e Alemanha), chegando a seu terceiro título mundial na Fórmula 1. Ele terminou o campeonato com uma ampla vantagem, totalizando 42 pontos contra 28 de John Surtees, o vice-campeão.
 
Em sua brilhante passagem pela Fórmula 1, Jack Brabham participou de 126 GPs, com 14 vitórias, 13 poles e 12 voltas mais rápidas.
 
Foi pela equipe Brabham (já sob o comando de Bernie Ecclestone, desde 1972), que o também tricampeão mundial de F1 Nelson Piquet venceu seus dois primeiros campeonatos: em 1981 e 1983, impulsionado por motores Ford e BMW, respectivamente. Wilsinho Fittipaldi e José Carlos Pace também guiaram carros da Brabham. Wilsinho em 1972 e 1973 e Pace entre 1974 e 1977.
 
Jack Brabham era casado com Lady Margaret, com quem teve três filhos: Geoff, Gary e David, todos com passagens pelo automobilismo.
 
Geoff venceu uma edição das 24 Horas de Le Mans e Gary disputou duas provas na Fórmula 1 pela extinta equipe Life, mas não completou as corridas (GPs dos EUA e Brasil), além de ter disputado a Cart/Indy em 1993 e 1994.
 
Entre os filhos, David foi o que mais competiu na F1, participando de 24 GPs, pelas equipes Brabham e Simtek, mas não marcou pontos. 
 
 
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Relembre jogadas e gols de Ademir da Guia, aniversariante nesta quinta-feira
 

Maior ídolo da história do Palmeiras, Ademir da Guia, que completa 83 anos nesta quinta-feira (3), protagonizou jogadas e marcou gols antológicos, que fazem parte da história do clube esmeraldino que exatamente hoje disputa a final do Campeonato Paulista contra o São Paulo, precisando tirar a desvantagem de 3 a 1 que o Tricolor impôs na primeira partida da decisão.

Com a camisa palmeirense, Ademir da Guia disputou 901 jogos, vencendo 509, empatando 234 e perdendo 158. Ao todo, marcou 153 gols..

ABAIXO, ALGUMAS BELAS JOGADAS E ALGUNS DESTES BELOS GOLS QUE O DIVINO MARCOU COM A CAMISA ALVIVERDE

 

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F1: Com a novidade Tsunoda na Red Bull, Japão recebe a terceira etapa do Mundial; a programação

O Mundial de Fórmula 1 chega a Suzuka neste final de semana para a terceira etapa, o GP do Japão, que terá como grande novidade a presença de Yuki Tsunoda na Red Bull, formando a dupla da equipe austríaca após o remanejamento de Liam Lawson para sua equipe anterior, a Racing Bulls, onde Tsunoda estava.

Será a primeira oportunidade para o piloto japonês, em seu país, buscar o primeiro pódio de sua carreira, mas curiosamente em sua estreia pela Red Bull, a equipe austríaca decidiu homenagear a Honda e terá uma pintura predominantemente branca, a exemplo do carro da equipe Honda na temporada de 1965, o modelo RA272.

Porém, salvo alguma melhora significativa, dificilmente a Red Bull conseguirá se impor frente às duas equipes mais fortes até o momento: a McLaren e a Mercedes, respectivamente líder e vice-líder entre os construtores.

Red Bull utilizará pintura predominantemente branca, em homenagem à Honda. Foto: Oracle Red Bull Racing  

Além de McLaren e Mercedes, espera-se por um progresso da Ferrari, que por razões distintas teve seus dois carros desclassificados na etapa anterior, o GP da China. Porém, Lewis Hamilton conseguiu a vitória na Sprint em Xangai. Na abertura do campeonato, o GP da Austrália, a Ferrari teve uma jornada discreta, com Leclerc terminando em sétimo e Hamilton em oitavo.

A etapa japonesa é a primeira da tríade de provas em sequência. Depois de Suzuka, o circo estará montado no Bahrein e na Arábia Saudita, com as provas nos dias 13 e 20 de abril, respectivamente.

Lewis Hamilton venceu a Sprint em Xangai, mas os dois carros do time italiano foram desclassificados no GP da China. Foto: Scuderia Ferrari HP

CAMPEONATO

Lando Norris comanda a tabela do Mundial de Pilotos, com 44 pontos. A disputa pelo segundo lugar está apertada, com Verstappen (36), Russell (36) e Piastri (34). Antonelli, em quinto, está mais distante, com 26 pontos. Albon fecha a lista dos seis primeiros, com 16 pontos.

Entre as equipes, a McLaren tem boa margem na liderança, com 78 pontos. A Mercedes, em segundo lugar, soma 57, enquanto a Red Bull, que pontuou apenas com Verstappen, está em terceiro, com 36.

O RECORDISTA

O alemão Michael Schumacher é o recordista de vitórias no GP do Japão, com seis triunfos (1995, 1997, 2000, 2001, 2002, 2004). Lewis Hamilton venceu cinco vezes, em 2007, 2014, 2015, 2017e 2018. O alemão Sebastian Vettel aparece em terceiro lugar neste raniking, com quatro vitórias (2009, 2010, 2012 e 2013). As três últimas edições, 2022, 2023 e 2024, foram vencidas por Max Verstappen.

COMO FOI O GP DO JAPÃO DE 2024...

A pole para o GP do Japão no ano passado foi de Verstappen, em 1min28s197. Ele mesmo venceu a prova, comandando a dobradinha da Red Bull, com Pérez em segundo lugar. Sainz, então piloto da Ferrari, foi o terceiro. Clique aqui e veja como foi o GP do Japão de 2024.  

PROGRAMAÇÃO COMPLETA PARA O GP DO JAPÃO - SUZUKA (HORÁRIOS DE BRASÍLIA)

Quinta-feira (3)

Treino livre 1 - 23h30 às 00h30

Sexta-feira (4)

Treino livre 2 - 03h00 às 04h00

Sábado (5)

Treino livre 3 - 23h30 a 00h30

Classificação - 03h00 às 04h00

Domingo (6)

Largada para o GP - 02h00 (53 voltas pelos 5.807 metros do traçado nipônico).

CALENDÁRIO COMPLETO DA TEMPORADA DE 2025 DA FÓRMULA 1

1. GP da Austrália  - Circuito de Melbourne - 14 a 16/03/2025 - Pole de Norris, em 1min15s096 - Vitória de Norris, seguido por Verrtappen e Russell
2. GP da China - Circuito Internacional de Xangai - 21 a 23/03/2025 - Vitória de Hamilton na Sprint - Pole de Piastri, com 1min31s591 - Vitória de Piastri, seguido por Norris e Russell.
3. GP do Japão - Circuito de Suzuka - 4 a 6/04/2025
4. GP do Bahrein -  Circuito Internacional do Bahrein - 11 a 13/04/2025
5. GP da Arábia Saudita - Circuito de Jeddah-Corniche -  18 a 20/04/2025
6. GP de Miami - Circuito Internacional de Miami - 2 a 4/05/2025
7. GP da Emilia-Romagna -  Autódromo Enzo e Dino Ferrari - 16 a 18/05/2025
8. GP de Mônaco - Circuito de Monte Carlo - 23 a 25/05/2025
9. GP da Espanha - Circuito de Barcelona-Catalunha - 30/05 a 1º/06/2025
10. GP do Canadá - Circuito Gilles-Villeneuve - 13 a 15/06/2025
11. GP da Áustria - Circuito de Spielberg -  27 a 29/06/2025
12. GP da Inglaterra Circuito de Silverstone 4 a 6/07/2025
13. GP da Bélgica - Circuito de Spa-Francorchamps -  25 a 27/07/2025
14. GP da Hungria - Circuito de Hungaroring -  1º a 3/08/2025
15. GP da Holanda -  Circuito de Zandvoort - 29 a 31/08/2025
16. GP da Itália - Autódromo de Monza -  5 a 7/09/2025
17. GP do Azerbaijão -  Circuito de Baku - 19 a 21/09/2025
18. GP de Singapura - Circuito de Marina Bay - 3 a 5/10/2025
19. GP dos Estados Unidos -  Circuito das Américas (COTA) - 17 a 19/10/2025
20. GP do México - Autódromo Hermanos Rodríguez - 24 a 26/10/2025
21. GP de São Paulo - Autódromo José Carlos Pace (Interlagos) -  7 a 9/11/2025
22. GP de Las Vegas - Circuito de Las Vegas Strip - 20 a 22/11/2025*
23. GP do Catar -  Circuito Internacional de Lusail - 28 a 30/11/2025
24. GP de Abu Dhabi - Circuito Yas Marina - 5 a 7/12/2025

  

 

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Achados & Perdidos: Corinthians empatou em seu primeiro jogo disputando uma Libertadores

Há exatamente 48 anos, diante do Internacional, o Corinthians fazia sua estreia na Taça Libertadores da América, torneio que à época tinha uma relevância bem menor do que tem hoje, sobretudo para o Alvinegro, que entrava em seu 23º ano sem títulos e buscava, antes de mais nada, ganhar o Campeonato Paulista.

Apenas três clubes brasileiros se classificaram para disputa do certame em 1977, o Internacional e o Corinthians, campeão e vice do Brasileirão do ano anterior, respectivamente, e o Cruzeiro, que havia conquistado a Libertadores em 1976.

EMPATE NO MORUMBI

E a estreia corintiana na Libertadores aconteceu justamente diante do Inter, seu adversário na final do Brasileirão, em partida realizada no Morumbi em 3 de abril de 1977, um domingo à tarde.

Zé Maria foi o autor do primeiro gol da partida, primeiro da história corintiana na Libertadores, aos 15 minutos do primeiro tempo. O lateral-direito, jogando com a camisa 4, tabelou com Palhinha e entrou na grande área como um atacante, surpreendendo a defesa colorada, driblando o goleiro Manga.

Na etapa final, aos 11 minutos, o saudoso lateral-esquerdo Vacaria (1949-2016) acertou um chute espetacular no ângulo esquerdo da meta do também falecido Jairo (1946-2019), que fazia sua estreia pelo Timão, vindo do Coritiba. A negociação envolveu o meia-atacante Adilson Miranda (1950-1980), que deixou o Alvinegro e foi para o Coxa.

CAMPANHA RUIM DO TIMÃO...

A primeira participação corintiana na Libertadores foi ruim. Depois do bom empate diante do campeão brasileiro, três derrotas fora de casa, para duas equipes equatorianas,  o Nacional e Deportivo Cuenca, ambas por 2 a 1 e para o Inter, esta por 1 a 0.

Depois, nas duas partidas restantes, no Pacaembu, vitórias corintianas: 3 a 0 contra o Nacional (gols de Cláudio Mineiro, Palhinha e contra de Perez) e 4 a 0 sobre o Deportivo Cuenca, gols de Vaguinho, Palhinha, Romeu e Givanildo.

O Corinthians terminou a primeira fase em terceiro lugar, atrás do Inter e do Nacional.

O Boca Juniors foi o campeão da Libertadores de 1977, na disputa final diante do Cruzeiro.

REDENÇÃO NO CAMPEONATO PAULISTA...

Se a Libertadores de 1977 teve um gosto amargo para o Corinthians, finalmente o grito de campeão pôde ser extravasado da garganta da torcida, com o título conquistado diante da Ponte Preta, em 13 de outubro.

ABAIXO, CORINTHIANS 1X 1 INTER EM 3 DE ABRIL DE 1977, NO MORUMBI, COM NARRAÇÃO DE JOSÉ CARLOS CICARELLI (TV CULTURA-SP)

FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

CORINTHIANS 1 X 1 INTERNACIONAL

Data: 3 DE ABRIL DE 1977

Gols: Zé Mária (Corinthians) e Vacaria (Internacional)

Estádio: Morumbi

Público: 88.974

Renda: Cr$ 5.492.270,00

Árbitro: Ramón Barreto (Uruguai)

Corinthians: Jairo, Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir. Givanildo (Russo), Basílio (Lance) e Palhinha. Vaguinho, Geraldão e Edu. Técnico: Oswaldo Brandão.

Internacional: Manga, Cláudio Duarte, Marião, Hermínio e Vacaria. Caçapava, Batista e Falcão. Valdomiro, Dario e Pedrinho Gaúcho. Técnico: Carlos Castilho.

Fonte da ficha técnica: Almanaque do Timão, de Celso Unzelte

 

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Ademir da Guia, que completa 83 anos, foi tema de poema de João Cabral de Melo Neto

Ademir da Guia, o Divino, completa 83 anos nesta quinta-feira (3).

Recordista de atuações com a camisa do Palmeiras, com 901 jogos, é o terceiro maior artilheiro da história alviverde, com 153 gols, atrás apenas de Heitor (284) e César Maluco (180).

Os números de Ademir da Guia ainda são mais expressivos quando levamos em consideração o fato de que era um meia-esquerda, enquanto Heitor e César eram autênticos centroavantes.

Filho de outro grande nome do futebol brasileiro, o zagueiro Domingos da Guia (1912-2000), o carioca Ademir da Guia começou no Bangu, onde atuou entre 1961 e 1962, e desembarcou no Palestra Itália em 1962, onde manteve-se até o final de sua carreira, em 1977.

Para muitos, Ademir foi o maior nome da história do Palmeiras, superando inclusive o goleiro Marcos, ídolo maior das gerações palestrinas mais recentes.

Milton Neves costuma dizer que o jeito calado do "Divino" dificultou voos mais altos no futebol. 

"Ele foi melhor que Cruyff (1947-2016), mas esqueceu de avisar", avalia Milton.

Falando em Cruyff, Ademir da Guia poderia ter enfrentado o holandês na derrota brasileira na Copa de 74 por 2 a 0, resultado que levou a "Laranja Mecânica" à final contra a anfitriã Alemanha, que ficou com o título.

O Brasil disputou o terceiro lugar, e Ademir da Guia finalmente teve sua chance naquele Mundial, começando a partida contra a Polônia na disputa pelo terceiro lugar. Lato fez o único gol do jogo na vitória polonesa. Ademir acabou sendo substituído por Mirandinha

A genialidade de Ademir da Guia rendeu até um poema, escrito por um dos principais nomes da literatura brasileira, João Cabral de Melo Neto (1920 - 1999), autor, entre outros livros, de "Morte e Vida Severina", que segue abaixo:

Ademir da Guia

Ademir impõe com seu jogo
o ritmo do chumbo (e o peso),
da lesma, da câmara lenta,
do homem dentro do pesadelo.

Ritmo líquido se infiltrando
no adversário, grosso, de dentro,
impondo-lhe o que ele deseja,
mandando nele, apodrecendo-o

Ritmo morno, de andar na areia,
de água doente de alagados,
entorpecendo e então atando
o mais irrequieto adversário

 

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Achados & Perdidos: O fundamental gol do aniversariante Branco na Copa de 1994, nos EUA

O ex-lateral-esquerdo Branco completa 60 anos nesta sexta-feira (4).

Branco foi decisivo na partida diante da Holanda na Copa de 1994, disputada nos Estados Unidos, marcando o terceiro gol brasileiro na vitória por 3 a 2, de falta, e anulando um dos principais jogadores do time laranja, Marc Overmars.

Romário e Bebeto abriram frente de 2 a 0, mas os holandeses reagiram e empataram, com Bergkamp e Winter, no jogo que valia pelas quartas de final, disputada no Cotton Bowl, em Dallas (Texas).

Aí, com uma cobrança de falta espetacular, Branco fez o terceiro gol brasileiro, que classificou a equipe para a semifinal diante da Suécia, quando vencemos por 1 a 0 (gol de Romário), e chegamos à final contra a Itália para Dunga levantar o caneco após o empate em 0 a 0 e a vitória canarinho nos pênaltis.

Branco, atual coordenador de futebol das categorias de base masculinas da Seleção Brasileira, também marcou o seu gol na decisão por pênaltis.

Para relembrar este momento brilhante do aniversariante Branco, o vídeo com seu gol na duríssima partida frente à Holanda na Copa de 1994, com narração de Osmar Santos, então pela Rádio Globo.

 

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O dia em que Milton Neves visitou a sede da Anjo Tintas, em Criciúma

Foi há pouco mais de 12 anos, mais precisamente no dia 5 de outubro de 2012, que o jornalista e publicitário Milton Neves esteve no município catarinense de Criciúma para conhecer a sede da Anjo Tintas, empresa que por vários anos foi sua parceira em diversas ações publicitárias.
 
Na ocasião, Milton aproveitou para assistir a partida entre Criciúma x Ceará no Estádio Heriberto Hülse, válida pelo Campeonato Brasileiro da Série B. O Criciúma venceu o confronto por 2 a 1.
 
Milton foi recepcionado e ciceroneado nas amplas dependências da Anjo Tintas por BetoColombo (presidente da empresa) e Filipe Colombo, diretor de marketing da mesma.
 
Na esteira da visita à Criciúma, Milton também participou do programa "Debate Aberto", da Rádio Som Maior.
 
"Puxa, parece que foi ontem! Tive uma recepção calorosa do povo de Criciúma, e fiquei impressionado com a estrutura industrial da Anjo Tintas, um espetáculo! Ainda fui `pé quente´com a cidade, pois na ocasião compareci ao Heriberto Hülse para assistir a vitória do Criciúma contra o Ceará", relembrou Milton Neves em recente entrevista ao Portal Terceiro Tempo.
 
 
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Uma foto, uma história! Zito e Pelé passeando em Estocolmo durante a Copa de 58
 

A campanha brasileira foi espetacular na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, resultando no primeiro título mundial do Brasil.

É de amplo conhecimento que Zito (1932-2015), parceiro do jovem Pelé (1940-2022) no Santos Futebol Clube, foi uma espécie de tutor do futuro Rei do Futebol, não apenas no clube da Vila Belmiro como também na seleção brasileira.

Então com 25 anos, José Ely de Miranda, o Zito, foi o bom conselheiro que o menino Edson Arantes do Nascimento, de 17, precisava para fazer aquilo de melhor dentro de campo.

E, para nossa seção "Uma foto, uma história!" de hoje, selecionamos uma imagem dos saudosos bons amigos ainda desconhecidos do grande público em um momento de folga pelas ruas de Estocolmo, durante a Copa da Suécia.

É uma rua de comércio e, pela luminosidade e sombras no chão, é possível deduzir que era um dia ensolarado, porém frio, com os dois brasileiros de blusas de lã. Zito, com uma jaqueta de botões, e Pelé com um pulôver de gola em "V".

Sobre os impressionantes números de Pelé naquele seu Mundial de estreia com a seleção brasileira, ele tornou-se o mais jovem a marcar gol em uma Copa do Mundo, totalizando seis em quatro jogos disputados.

Os seis gols renderam a vice-arilharia da Copa do Mundo de 1958 para Pelé. O francês Just Fontaine foi o artilheiro, com uma marca que até hoje não foi superada: 13 gols.

Pelé, mesmo tão jovem, marcou três gols na semifinal contra a França e dois na decisão contra os suecos, dois jogos que tiveram o mesmo placar: 5 a 2 para o Brasil.

Zito também fez um belíssimo Mundial, marcando quatro gols na competição.

 

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Saudade: Ex-volante da Lusa, Brandãozinho nos deixava há 25 anos

Revelado pelo extinto Campinas, com passagem marcante pela Portuguesa de Desportos, o ex-volante Brandãozinho nos deixava há exatos 25 anos.

Antenor Lucas, o Brandãozinho, que disputou a Copa do Mundo de 1954 na Suíça, nasceu em Campinas no dia 9 de junho de 1925, e antes de chegar ao clube do Canindé atuou pela homônima Portuguesa Santista. 

Pela Portuguesa de Desportos ele conquistou o Torneio Rio-São Paulo em duas edições, 1952 e 1956. 

Outra faixa de campeão importante de Brandãozinho foi a do Campeonato Pan-Americano pela Seleção Brasileira, em 1952.

Brandãozinho encerrou sua carreira em 1955 pela Lusa, após seis anos atuando pelo clube.

 

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Saudade: Há dois anos morria Rinaldo Amorim, ídolo do Palmeiras e do Náutico

Há exatamente dois anos, após dois meses de internação por conta de uma anemia, morria Rinaldo Amorim, ídolo do Palmeiras e do Náutico. Ele estava com 82 anos e residia em Carpine-PE.

Ponta-esquerda da Academia do Palmeiras (de 64 a 68), ele morava em Carpina (PE), a 55km de Recife, onde trabalhava como operador de raio-X e técnico na aplicação de gesso do hospital da cidade. Antes havia atuado como treinador por um breve período. Comandou o Treze de Campina Grande em 1997.

Em sua passagem pelo Palmeiras, foram 166 jogos (96 vitórias, 35 empates, 35 derrotas) e 61 gols marcados (fonte: Almanaque do Palmeiras - Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti).

Jogou também pela Seleção Brasileira na Copa das Nações de 1964, na Seleção Paulista, Náutico, Auto Esporte, Treze, Coritiba, Fluminense do Rio e no União Agrícola Barbarense, na cidade de Santa Bárbara D`Oeste. Parou em 1972.

Em Curitiba, Rinaldo foi companheiro de Tião Abatiá. No Palestra Itália, o sucesso de Rinaldo foi imediato. Chegou do Náutico, foi para a seleção e estreou, com Pelé e tudo, fazendo dois gols na goleada sobre a Inglaterra, no Maracanã, pela Copa das Nações de 1964. Já em 1965, Rinaldo Luís Amorim foi campeão do Rio-São Paulo.

Com a camisa canarinho, Rinaldo atuou em 11 partidas (7 vitórias, 3 empates,e uma derrota). Marcou cinco gols (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).

 

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Achados & Perdidos: Mifflin, que marcou um dos gols do Cosmos em despedida de Pelé, faz 78 anos

O ex-atacante peruano Ramón Mifflin Páez, que chegou a jogar ao lado de Pelé (1940-2022) no Santos entre 1974 e 1976, e fez um dos gols do Cosmos contra o Peixe no jogo de despedida do Rei do Futebol, então pela equipe americana, completa 78 anos neste sábado (5).

Atualmente aposentado, Mifflin marcou época pelo Sporting Cristal (Peru), com duas passagens, além de ter sido um dos principais nomes da seleção peruana entre 1966 e 1973, incluindo sua participação na Copa do Mundo de 1970, no México.

Na ocasião, o time peruano era comandado pelo treinador brasileiro Didi (1928-2001) e acabou eliminado justamente pelo Brasil, nas quartas de final, na derrota por 4 a 2.

Mifflin, que deixou os gramados em 1981, justamente pelo Sporting Cristal, curiosamente jogou nos dois clubes defendidos por Pelé, o Santos e Cosmos, e neste último, como já citado, atuou no jogo em que o Rei definitivamente deu adeus ao futebol, na partida disputada em 1º de outubro de 1977.

Abaixo, vídeo do jogo de despedida de Pelé pelo Cosmos. Na ocasião, em 1º de outubro de 1977, Mifflin marcou um dos gols do time norte-americano contra o Santos (vitória por 2 a 1).  Reinaldo abriu o placar para o Peixe. Pelé, de falta, empatou para o Cosmos, e Mifflin fez o segundo do time de Nova Iorque. Veja o gol de Mifflin.

 

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