César Maluco

Ex-atacante do Flamengo e Palmeiras

por Rogério Micheletti e Gustavo Grohmann

César Augusto da Silva Lemos, o César Lemos, mora na zona oeste de São Paulo, acompanha sempre as partidas do Palmeiras e trabalhou em revendedora de veículos. César hoje é também apresentador esportivo de TV.

Ele apresenta o "César na Área" na TV fechada, em São Paulo, no "Canal de São Paulo", sintonizado nos canais 18 e 36 da TVA. César passou por momento delicado em 2006.

Ele já sofreu três cirurgias no estômago, uma no quadril (ainda passará por outra) e caminha com auxílio de andador. A cirurgia no quadril foi necessária por causa de um acidente de carro, em 2006, que ocorreu na avenida Heitor Penteado, na zona oeste de São Paulo. Na ocasião, o ex-atacante também fraturou a perna.

No dia 16 de maio de 2011, a esposa do ex-artilheiro do Verdão e do Rubro-Negro carioca, Tereza faleceu devido a complicações de um câncer.

Viúvo, pai de três filhas e avô de dois netos, César nasceu no dia 17 de maio de 1945. Ele, que ganhou o apelido de Maluco, começou a carreira nas categorias de base do Flamengo, clube que defendeu de 1965 a 67. Foram 58 jogos com a camisa do Fla (32 vitórias, 18 empates, 18 derrotas) e marcou 38 gols (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf).

No dia 16 de maio de 2011, a esposa do ex-artilheiro do Verdão e do Rubro-Negro carioca, Tereza faleceu devido a complicações de câncer.

Mas César marcou definitivamente seu nome na história do Palmeiras, clube que defendeu entre 1967 e 1974. Segundo maior artilheiro da história do Verdão com 180 gols, fez 324 jogos pelo aliverde (ganhou 170, empatou 91 e perdeu 63 / fonte: Almanaque do Palmeiras - Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti).

De jeito irreverente, César Lemos foi um dos maiores ídolos da torcida palmeirense. Ele integrou os times da Academia e ajudou nas conquistas dos brasileiros de 1972 e 1973, da taça Roberto Gomes Pedrosa, em 1967 e 1969, da Taça Brasil de 1967 e do Paulistão de 1972 e 1974.

Depois do Palmeiras, César chegou a defender o Corinthians. Sua passagem no Parque São Jorge foi curta e sem brilho. Sem o mesmo arranque, o centroavante esteve muito longe de ser o mesmo jogador dos tempos de Palestra Itália. Pelo alvinegro o centroavante fez 37 jogos (21 vitórias, 10 empates, 6 derrotas) e apenas 8 gols (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).

Logo em sua estréia, no dia dois de março de 1975, perdeu um pênalti no último minuto do jogo contra o XV de Novembro de Piracicaba, pelo Campeonato Paulista.

Deixou o Corinthians em 1976 e jogou no Santos (1977), Fluminense de Feira Santana, Botafogo de Ribeirão, Rio Negro (AM), Uinversidad Catolica, do Chile, e Salonica, da Grécia.
Com sua boas atuações, principalmente no Palmeiras, César conseguiu também um lugar na Seleção Brasileira e foi um dos convocados para a Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.
Mas pela seleção, também não conseguiu repetir o sucesso dos tempos de Verdão. Atuou com a amarelinha em 11 partidas (seis vitórias, três empates e duas derrotas) e fez apenas 1 gol (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).

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