Bibe

Ex-meia do São Paulo, Ponte Preta e Ypiranga-SP
Nascido no dia 7 de novemvro de 1925 em São Paulo, Olimpio Gabriel, o Bibe, foi um meia que teve passagens pelo Ypiranga de São Paulo, São Paulo e Ponte Preta. No entanto, foi no tricolor paulista que teve participação mais marcante dentro do futebol.

A primeira entre 1951 e 1953. A segunda nos anos 1959 e 1960. Contudo, na Macaca, também teve duas ótimas e inesquecíveis passagens, de 1953 a 1959 e de 1961 a 1963.

Falecido em 17 de janeiro de 2012, aos 86 anos, Bibe deixou saudades nos tricolores de mais idade, que tiveram o prazer de acompanhar toda sua elegância em campo. Passando os últimos anos de sua vida residindo no bairro do Ipiranga, em São Paulo.

Segundo o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa, vestiu a camisa do clube em 152 jogos, com 79 vitórias, 33 empates, 40 derrotas e 38 gols marcados.

Já pela Macaca, em 348 partidas, anotou 88 gols, o que lhe rendeu o apelido de "Maestro" e consecutivamente, obtendo um recorde pela equipe campineira, o quinto maior artilheiro da história do clube.

Segundo a assessoria de imprensa da Ponte Preta, Bibe sofria de Mal Alzheimer. Além dessa informação, um dado curioso: nunca foi advertido por qualquer árbitro, prova disso, um documento adquirido pelo próprio através da FPF (Federação Paulista de Futebol). Por seu ótimo comportamento, ele era liberado de todas as concentrações que a Ponte realizava, devido residir em Ipiranga-SP, sempre viajando de ônibus.
 
Confira abaixo o texto publicado no jornal Folha de S. Paulo em 24 de fevereiro de 2012

Olímpio Gabriel

Bibe, um Zidane da Ponte Preta

Estêvão Bertoni
De São Paulo

"Outro dia, estava vendo pela TV esse Zidane em ação. É um craque. Quem ele me lembra - Bibe", escreveu em 1998, o jornalista Alberto Helena Júnior. Bibe é o apelido que o meia-esquerda Olímpio Gabriel, quinto maior artilheiro da história da Ponte Preta de Campinas (SP), carregava. "Como jogava" Assim, do jeitinho desse Zidane: calmo, inteligente, discreto, um tanto lentamente, como quem não espera muita coisa da vida, a não ser um cantinho na memória do torcedor", continuou o jornalista. Nascido em São Paulo, Bibe começou a carreira no Clube Atlético Ypiranga. Saiu de lá para jogar, nos anos 50, no São Paulo. Em 1953, foi para a Ponte Preta, mas não para Campinas. Do Ipiranga, seu bairro, não queria sair. Viajava todos os dias para treinar. Camisa dez e capitão, gostava de dizer que nunca havia sido advertido por um árbitro. Em 348 jogos pela Ponte Preta, anotou 88 gols. Em 2008, passou a sofrer de Alzheimer. Morreu na sexta-feira (17), aos 86 anos.

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Pelo São Paulo:

Atuou em 152 jogos sendo 79 vitórias, 33 empates e 40 derrotas. Marcou 38 gols. Fonte: Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa.

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