Marcão

Ex-centroavante da Ferroviária e do São Paulo
por Rogério Micheletti
 
Ex-centroavante do São Paulo e da Ferroviária e do América Mineiro, Marco Benedito Marcelo, o Marcão, morreu no início da madrugada do dia 14 de junho de 2019, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Ele estava com 65 anos e morava em Araraquara. Marcão tinha sido diagnosticado há alguns anos com Alzheimer. Até então, trabalhava em escolinhas do projeto da prefeitura de São Paulo e chegou a ser treinador. Marcão era casado com Ingrid Sievert e tinha uma enteada, Flávia Sievert Rigolim, Além de um casal de filhos, de relacionamento anterior, que reside em Guaxupé-MG.

Nascido em Americana (SP), no dia 10 de maio de 1954, Marcão começou a carreira nos juvenis da Ponte Preta, que na época tinha o técnico Cilinho (campeão paulista pelo São Paulo em 85 e 87). Chegou a jogar por empréstimo no Figueirense, em 73, e na Sociedade Esportiva Guaxupé (MG), em 75, antes de ser negociado em definitivo com o América Mineiro, também em 75.

Marcão, que tinha mais de dois metros de altura, transferiu-se para o XV de Jaú (SP), em 80. Depois atuou pelo Noroeste, em 81, Inter de Limeira, em 82, Vitória, em 82, e Ferroviária, antes de ser contratado pelo São Paulo.

"O time da Ferroviária foi muito bem e o seu José Poy, que na época dirigia o São Paulo, indicou a minha contratação", relembrou. Pelo Tricolor do Morumbi, Marcão fez um gol que pouco adiantou na final do Campeonato Paulista de 83 contra o Corinthians. A partida terminou 1 a 1 e o alvinegro ficou com o título.

Após jogar pelo São Paulo, Marcão continuou sua vida de "nômade" no futebol brasileiro. Ele atuou pelo América do Rio, em 84, no Araçatuba, em 85, antes de retornar para a Ferroviária, ainda em 85. "A Ferroviária chegou à semifinal do Paulista. Foi um bom momento", disse Marcão, que chegou a vestir a camisa da Ferroviária ainda em outros anos: 1986, 88 e 92.

Marcão ainda jogou, novamente, pelo Guaxupé, em 89, no União Suzano, em 90, e no São Caetano, em 92. "Atuei no Azulão com o Serginho Chulapa e Paulinho Kobayashi", contou.

Como técnico, o ex-centroavante trabalhou na Ferroviária, Rio Branco (SP), Anapólis (GO) e Guaxupé (MG).
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Pelo São Paulo:

Atou em 39 jogos, sendo 15 vitórias, 16 empates e 8 derrotas. Marcou 12 gols.
Fonte: Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa.

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