Pinga

Ex-ponta-de-lança da Lusa, Juventus e Vasco
por Marcelo Rozenberg
 
José Lázaro Robles, o atacante Pinga, nasceu no bairro da Mooca, em São Paulo, em 11 de fevereiro de 1924 e morreu em 8 de maio de 1996, em Campinas. Viveu grandes momentos com as camisas da Portuguesa, Vasco e Seleção Brasileira.

Em São Januário, por sinal, marcou 250 gols, tornando-se um dos maiores artilheiros da história cruzmaltina (o maior é Roberto Dinamite, que marcou 698 gols em 1110 partidas). Na Lusa, carimbou as redes adversárias 284 vezes.

A carreira começou nos anos 40 no Juventus, de onde se transferiu para Portuguesa de Desportos. No time rubro-verde, atuou juntamente com seu irmão mais velho Arnaldo, que também era conhecido como Pinga, mas tempos depois foi rebatizado como Pinga II. Lázaro virou o Pinga I, que tinha no chute com o pé esquerdo uma de suas principais armas.

Em 1949, foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira. Não foi lembrado para a Copa do Mundo de 1950, mas dois anos depois viveu grandes momentos na Lusa durante a conquista do Rio São-Paulo (foi artilheiro da competição).

Também em 1952, fez parte da Seleção Brasileira que conquistou seu primeiro título no exterior: o Pan-americano do Chile. Em 1954, já no Vasco, viajou para a Suíça a fim de disputar a Copa do Mundo, mas como todo o time brasileiro, não teve atuação destacada. Por sinal, foi neste mundial que a nossa seleção passou a usar a tradicional camisa amarela. Em 1964, no retorno às origens, encerrou a carreira no Clube Atlético Juventus.

Pinga é pai de Ziza, ex-ponta-esquerda que passou com destaque por Juventus-SP, Guarani de Campinas (SP), Botafogo e Atlético Mineiro, e mora desde 1990 no Oriente Médio, onde trabalha como treinador.
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