Por João Antonio de Carvalho
Giberto Cirilo de Campos, o Beto Campos, nasceu em São Borja, no Rio Grande do Sul, no dia 6 de julho de 1964 e além de ter sido jogador, foi também um técnico de destaque em várias equipes, ganhando o campeonato gaúcho com o Novo Hamburgo, em 2017.
Beto Campos faleceu no dia 23 de julho de 2018, aos 54 anos, após sofrer um infarto fulminante, na cidade de Santa Cruz do Sul, onde tinha fixado residência.
Quanto tinha 16 anos ele foi convidado para jogar na Sociedade Esportiva São Borja, após marcar quatro gols em um jogo amistoso que participou. Ele aceitou o convite e largou a oficina autoelétrica onde trabalhava, junto com seu cunhado.
Ele jogou durante vinte anos em times do interior gaúcho, inclusive no Novo Hamburgo, onde teve duas passagens, em 1991 e 1999. Em 2001 disputou o Gauchão pelo São Luiz, de Ijuí, e foi jogar a terceira divisão pelo Juventus, de Santa Rosa, onde decidiu encerrar a carreira.
Já no ano seguinte começou como treinador no próprio Juventus, mas como não teve resultados positivos acabou deixando o clube. Decidiu então fazer alguns estágios e só depois retomou a carreira, primeiro em categorias de base, e em 2008 voltou de vez, agora no Pelotas.
Trabalhou também no Avenida, São Paulo de Rio Grande, Cruzeiro, Santo Ângelo, Passo Fundo, São José, Caxias, Novo Hamburgo, Náutico e Criciúma. Seu último clube foi o Novo Hamburgo, no primeiro semestre desse ano, exatamente o time onde ele conseguiu seu maior feito.
Beto Campos deixou dois filhos, Gilvana e William, que seguiu os passos do pai e também virou jogador de futebol.
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