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Garrincha

Ex-ponta direita do Botafogo-RJ e Seleção Brasileira
Manoel dos Santos, o Garrincha, o melhor ponta-direita que o mundo já viu, nasceu em Pau Grande, Distrito de Magé, no Rio de Janeiro, no dia 28 de outubro de 1933 e morreu pobre, também no Rio de Janeiro, em 20 de janeiro de 1983.

Genial com a bola nos pés, o anjo de pernas tortas, como era chamado, foi castigado pela vida boêmia que teve após deixar os gramados. O apelido era o nome de um passarinho, que quando garoto o ponta gostava de caçar.

Começou a carreira no Botafogo em 1953, equipe que defendeu até 1965. O time da estrela solitária conquistou vários títulos: campeão carioca (1957, 1961 e 62), do Rio-São Paulo (1962, 64 e 66). Foi peça essencial nas seleções brasileiras de 1958 e 1962, que conquistaram, respectivamente, as Copas da Suécia e do Chile.

Aliás, em 1962 Garrincha foi o grande astro do time brasileiro. Sem Pelé, que se contundiu ainda na primeira fase da competição, o ponta-direita do Botafogo chamou a responsabilidade para si e desequilibrou.

Os 47 jogadores convocados, devido a forte pressão dos dirigentes dos clubes, para o período de treinamento em Serra Negra-SP e Caxambu-MG como preparação para a Copa de 66, na Inglaterra, foram: Fábio – São Paulo, Gylmar – Santos, Manga – Botafogo, Ubirajara Mota – Bangu e Valdir – Palmeiras (goleiros); Carlos Alberto Torres – Santos, Djalma Santos – Palmeiras, Fidélis – Bangu, Murilo – Flamengo, Édson Cegonha – Corinthians, Paulo Henrique – Flamengo e Rildo – Botafogo (laterais); Altair – Fluminense, Bellini – São Paulo, Brito – Vasco, Ditão – Flamengo, Djalma Dias – Palmeiras, Fontana – Vasco, Leônidas – América/RJ, Orlando Peçanha – Santos e Roberto Dias – São Paulo (zagueiros); Denílson – Fluminense, Dino Sani – Corinthians, Dudu – Palmeiras, Edu – Santos, Fefeu – São Paulo, Gérson – Botafogo, Lima – Santos, Oldair – Vasco e Zito – Santos (apoiadores); Alcindo – Grêmio, Amarildo – Milan, Célio – Vasco, Flávio – Corinthians, Garrincha – Corinthians, Ivair – Portuguesa de Desportos, Jair da Costa – Inter de Milão, Jairzinho – Botafogo, Nado-Náutico, Parada – Botafogo, Paraná – São Paulo, Paulo Borges – Bangu, Pelé – Santos, Servílio – Palmeiras, Rinaldo – Palmeiras, Silva – Flamengo e Tostão – Cruzeiro (atacantes).

Dos 47 convocados por Vicente Feola, para esse infeliz período de treinamentos, acabaram viajando para a Inglaterra os seguintes 22 "sobreviventes": Gylmar e Manga (goleiros); Djalma Santos, Fidélis, Paulo Henrique e Rildo (laterais); Bellini, Altair, Brito e Orlando Peçanha (zagueiros); Denílson, Lima, Gérson e Zito (apoiadores); Garrincha, Edu, Alcindo, Pelé, Jairzinho, Silva, Tostão e Paraná (atacantes).

Depois do Botafogo, já com sérios problemas no joelho, Garrincha ainda defendeu o Corinthians (1966), a Portuguesa Carioca (1967), o Atlético Júnior, da Colômbia (1968), o Flamengo (1968), o Olaria (1972) e no time do Milionários, entre 1974 e 1982.

O Milionários era um time de jogadores veteranos que se apresentava em todos os cantos do Brasil levando o encanto e o talento que verdadeiros gênios tiveram para que vários rincões distantes pudessem também ver de perto quem forjou a grandeza do futebol do Brasil. O idealizador do Milionários, com sede em São Paulo, foi o saudoso Toledo, falecido no dia 13 de abril de 1999.
Foram 13 partidas com a camisa do Timão (5 vitórias, 2 empates, 6 derrotas) e apenas dois gols marcados (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).

Em sua curta passagem pelo Flamengo, foram 20 jogos (12 vitórias, 4 empates, 4 derrotas) e quatro gols marcados (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf).

Já com a camisa da seleção brasileira, foram 60 jogos (52 vitórias, 7 empates, 1 derrota) e 16 gols marcados (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).
 
ABAIXO, VÍDE ESPETACULAR COM IMAGENS DE GARRINCHA COM AS FILHAS E SUA PRIMEIRA ESPOSA (1962 OU 1963) EM SUA CASA, EM PAU GRANDE, SUBDISTRITO DE MAGÉ-RJ


QUANDO GARRINCHA CHOROU

O site Terceiro Tempo recebeu no dia 24 de janeiro de 2006, do internauta Maciel de Aguiar, o seguinte e-mail:

São coisas que só acontecem ao Botafogo e ao Estado do Espírito Santo. Menino ainda... torcia para não virar botafoguense diante daquele extraordinário elenco: Didi, Nilton Santos, Garrincha... e olha que o Vasco era o "Expresso da Vitória? ? foi duro.
Não, não tinha aparelhos de TV nos idos de 50, era tudo romanticamente ouvido no rádio, na distante Conceição da Barra. Imaginava os dribles intangíveis do gênio das pernas tortas e indagava: Como pode alguém com as pernas feito um bambolê e a bacia deslocada fazer coisas mirabolantes. Pior... ao vê-lo ? no Maracanã, já em fim de carreira ? observei que as mágicas pernas eram vergadas para um lado, aí tive que refazer os dribles na memória. Reconstituir Coronel, Bigode, Orlando e Bellini, batendo cabeça. E suas pernas bailavam desafiando a anatomia, a ortopedia e a lei da gravidade pela linha imaginária dos gramados dos meus sonhos de menino.

Se tivesse uma religião seria a das pernas do Garrincha. Iria adorá-las e reverenciá-las pelos santos e abençoados dribles nos "joões?. Os argentinos não criaram uma religião para o Maradona? Por que não criamos outra para as pernas do Garrincha? Tadinho de Maradona com aqueles driblezinhos previsíveis, aquelas perninhas certinhas e bem torneadas... Estou falando de coisas imprevisíveis, sagradas, míticas, que fizeram a realeza Sueca, em 1958, curvar-se às suas chuteiras; depois no Chile, em 62, a sagração.

Em São Mateus, no norte capixaba, em 1980, a Prefeitura Municipal contratou a "Seleção? da AGAP-RJ para enfrentar o escrete local. A principal atração, lógico: Mané Garrincha. Gritei feito louco e até esqueci as vicissitudes da província...

No dia do jogo, o nosso Garrincha chegou com a perna fraturada e foi gessado pelo médico Ericson Peçanha, no Hospital Maternidade. Humano e gentil, fez questão de cumprimentar todos os doentes, mas estava fora do "clássico?.

? Como assim? Indagou o prefeito... e tomou uma decisão surpreendente: ? Arranjem umas muletas para ele entrar em campo, caso contrário não pago...?.
E assim foi feito ? providenciaram duas muletas e o gênio das pernas tortas, o deus dos dribles sublimes, a alegria do povo ?, entrou no gramado apoiando-se num só pé, sob aplausos dos torcedores.

Aproximei-me e vi que Garrincha chorava... paralisado, assisti àquela cena insólita.
Olhei-o com um misto de dor e desespero.
Quando Garrincha chorou... meus olhos se encheram d´água.

Maciel de Aguiar é escritor e reside no Porto de São Mateus. memorialeditora@terra.com.br

A LENDA GARRINCHA:

"Um lenço era um latifúndio para o talento de Garrincha" (Armando Nogueira)
"Ele parado já era um drible" (Jô Soares brinca ao falar sobre Garrincha, que tinha problemas na coluna e as pernas tortas)
"Ele era extraordinário. Encantava o torcedor" (Jô Soares, novamente, sobre Garrincha)
"O Pelé era um atleta e Garrincha um artista" (Armando Nogueira)
LEIA MAIS: Lembrança - O dia em que Garrincha, Nena e mais 20 jogadores foram expulsos de campo.
Um gênio chamado Garrincha. Por José Roberto de Oliveira
Neste ano que lembramos, tristemente, os 25 anos de ausência do nosso querido Mané Garrincha, não poderia deixar de dar o meu depoimento pessoal sobre esta genialidade de jogador de futebol que, indiscutivelmente, não teve, até o momento, alguém que seja comparado a ele, não obstante o carisma de Pelé e de Maradona.

Ano de 1982, se não me falha a memória, em Indaiatuba, SP. A APAE da cidade, com pouco tempo de fundação, buscava de todo modo, recursos financeiros para dar continuidade em seus trabalhos de atendimento aos excepcionais, ou melhor, portadores de Síndrome de Dawn e solidificação de suas dependências.

Como um dos seus fundadores e pertencente ao quadro de sua diretoria de então, decidimos contratar os conhecidos Milionários, para uma partida contra o Esporte Clube Primavera local. Um evento com o caráter beneficente.

Mais do que nunca, os Milionários se prontificaram a estar na cidade, marcando data, hora e local. O Estádio Ítalo Mário Limongi foi pequeno para receber tanta gente. É que no contrato rezava a presença indispensável de um jogador: Mané Garrincha. Sem este, o contrato jamais sairia.

Entre os jogadores da equipe de veteranos, estava Paulo Borges, Tupãzinho e Dudu. Uma partida que ficaria marcado para sempre em minha retina. Explico:

O jogo dos veteranos do Milionários contra a equipe de profissionais do Esporte Clube Primavera se iniciou sem a presença de Mané Garrincha. É que ele havia chegado atrasado e não estava bem. Tive a oportunidade de vê-lo no carro, estendido no banco de trás e sem possibilidade alguma de entrar em campo. Mané Garrincha realmente não teria qualquer oportunidade de iniciar a sua carreira: tinha as pernas visivelmente tortas. Sei que o Luís Pereira (Luís Chevrolet), que iniciou sua carreira no São Bento de Sorocaba, passando pela Europa e Palmeiras, tem as pernas tortas. Contudo, estas pernas nem chegam no que eram as de Mané Garrincha, razão pela qual o denominam, também, de "o gênio das pernas tortas?.
 
Recolhido nos vestiários, demos, a ele, café quente, sem açúcar e tudo o mais fizemos para reanimá-lo. Foi difícil. O célebre jogador não dava sinal que poderia ficar em pé, tal o seu lastimável estado.

Lá, nas arquibancadas do estádio, a gritaria era ensurdecedor:
- "Garrincha! Garrincha! Garrincha! Queremos Garrincha!

O jogo parou e fomos falar com Dudu, que era o interlocutor do Milionários e expomos que não dava para continuar. E, possivelmente, teríamos que devolver o dinheiro, porque os que estavam ali queriam, a tudo o custo, ver Mané Garrincha em campo. Só vê-lo em campo, estariam satisfeitos.

Depois de um vai-e-vem, conseguiu-se deixar o Garrincha em pé. E lá foi o jogador para o campo. A sua entrada triunfal, foi um delírio total. Nunca imaginei que uma pessoa fosse tão idolatrada como o Mané Garrincha.

Reiniciou-se o jogo e o fantástico ponta ficava indo de um lado a outro, mas sem ninguém lhe passasse a bola. Havia o medo de uma queda ou qualquer coisa que pudesse lhe acontecer.

O delírio foi geral: "Bola pro Garrincha! Bola pro Garrincha!
E novamente o jogo pára. Chamamos o Dudu e expomos a situação. O ex-palmeirense foi claro, dizendo que Mané Garrincha não tinha condições de apanhar a bola e sair jogando. Mas nada disso adiantou. Propomos que ele mesmo, Dudu, jogasse para o ponta uma bola, só para constar. O pouco que ele estivesse com a mesma, seria o suficiente para os que pagaram o ingresso e lotaram o estádio.

Pois bem. Num determinado tempo do jogo, Dudu lhe faz um cruzamento. A bola chega pelo alto, até o peito de Mané Garrincha. Desliza sobre o seu corpo, chegando até os seus pés. Pisa e faz um gesto de vitória. Depois escorrega e cai. Não levanta mais e é retirado de maca.
 
Estes meus olhos, que a Terra há de comer, jamais presenciaram uma situação de jogo de futebol onde a bola, como que por um encanto, chega ao peio do jogador e só desce, vagarosamente até aos seus pés, com a serenidade de possuir um imã dentro dela e, creio eu, existir um outro dentro do fantástico jogador. Foram segundos de pura luz, tal a beleza de um gênio do futebol e uma esfera apaixonada por todos.

Mané Garrincha, ao que pese o aparecimento de jogadores extraordinários, principalmente aqui no Brasil, jamais será superado pela sua formosura em campo e, também, pelas suas célebres tiradas, próprias de sua simplicidade, cantadas em versos, em livros biográficos, em maestrias de vídeos que nos enchem de alegria, "alegria do povo? - assim como o chamavam.

*José Roberto Guedes de Oliveira,
ensaísta, biógrafo e historiador.
E-mail: guedes.idt@terra.com.br

O site Terceiro Tempo recebeu no dia 05 de fevereiro de 2006, do internauta Mário Lopomo (mlopomo@uol.com.br) o seguinte e-mail:
 
LEMBRANÇA - O Dia em que Garrincha, Nena e mais 20 jogadores foram expulsos de campo.
No torneio Roberto Pedrosa de 1954, no mesmo dia em que o selecionado brasileiro ia jogar contra a Hungria, Portuguesa de Desportos, estava jogando com o Botafogo do Rio de janeiro. Por causa do jogo da copa do mundo este jogo foi colocado para a parte da manhã no Pacaembu. Os times estavam desfalcados com alguns jogadores servindo a seleção brasileira. Principalmente a Portuguesa que estava sem Djalma Santos, Brandãozinho e Julinho. O Botafogo sem, Nilton Santos. Tudo ia indo as mil maravilhas com a Portuguesa ganhando pelo escore de 2x1. Mas quando Edmur marcou o terceiro tento da Portuguesa, O beque central do Botafogo deu-lhe uma tremenda porrada pela cara. Houve a reação do jogador da Portuguesa, e todos os demais jogadores em campo, mais reservas, técnico, medico e massagistas também entraram no rolo. Foi uma pancadaria das grossas. Lindolfo goleiro da Portuguesa que não era grande mas atarracado, deu uma porrada na cara do goleiro reserva do Botafogo que jogou ele a três metros de distancia. Foi muito difícil acabar com aquela confusão. Os dirigentes. Delegado e policiais (poucos) a muito custo acalmaram a confusão. Xingamentos daqui e dali faziam esquentar novamente, mas já dava para não deixar a coisa esquentar. Quando o pequeno público que rendeu 44.050 cruzeiros, pensou que o jogo iria continuar, eis que o arbitro Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo) expulsou todos os 22 jogadores e mais reservas e técnicos de campo. Não tenho noticia de que houve outro jogo com esse acontecimento de expulsões.

PORTUGUESA: Lindolfo; Nena e Valter, Herminio, Clovis e Ceci. Dido, (Nelsinho) Renato, Osvaldinho, Edmur e Ortega. BOTAFOGO: Pianowski; Arati, Ruarinho e Tomé. Bob, Juvenal e Floriano. Garrincha, Dino, Carlyle, Jaime e Vinicius. Arbitro: Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo) Renda: 44.050,00 Estádio: Pacaembu - 22/06/1954.

No dia 11 de dezembro, o jornalista Severino Filho mandou um e-mail com alguns dados da carreira de Garrincha:
"-----Mensagem original-----
De: severinofilho@acessepiaui.com.br
[mailto:severinofilho@acessepiaui.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 09:04
Para: redacao@terceirotempo.com.br
Cc: severinofilho@acessepiaui.com.br
Assunto: GARRINCHA
Caro,
Embora entenda que os textos do QUE FIM LEVOU não são frios registros de datas e números, sugiro que, na história do saudoso GARRINCHA, sejam incluídas informações como....

Depois que deixou o Olaria, equipe pela qual jogou sua última competição oficial - o Campeonato Carioca de 1972 -, Mané fez dezenas de jogos-exibições pelo país, como fonte de receita diante das dificuldades financeiras.

O problema tornou-se quase uma comoção nacional e para ele foi realizado um jogo-beneficente - 0 Jogo da Gratidão -, em 19 de dezembro de 1973, quando uma seleção de jogadores brasileiros enfrentou outra de atletas estrangeiros no Maracanã.
 
CLIQUE AQUI E VEJA MATÉRIA ESPECIAL SOBRE O JOGO DE DESPEDIDA DE GARRINCHA DA SELEÇÃO BRASILEIRA, PUBLICADA NO PORTAL TERCEIRO TEMPO.

Garrincha foi homenageado e fez uma despedida oficial do futebol. Deu a volta olímpica e jogou camisa, meiões e chuteiras para a torcida. Na volta de despedida, ao passar diante da tribuna onde encontrava-se o presidente Médici, fez uma saudação ao presidente da República. A propósito, o nome dos dois está ligado a um episódio interessante.

Quando foi instalado um museu do futebol no Estádio Maracanã, autoridades da época resolveram batizá-lo de Museu Presidente Médici. Alguns anos depois, logo que o jornalista Sandro Moreyra faleceu, diretores do museu procuraram a filha do jornalista - Sandra Moreyra, da Rede Globo -, solicitando a doação do uniforme completo que Garrincha usou na Copa de 62 e que, até então, era guardado por Sandro.

Sandra não colocou dificuldades, mas fez uma exigência: "Eu faço a doação do uniforme do Mané ao Museu, mas desde que mudem o nome para Museu Mané Garrincha". E assim foi feito.

O museu do Maracanã leva o nome de Garrincha e ostenta, como peça de inestimável valor, o uniforme completo que Garrincha usou quando ganhou sua segunda Copa do Mundo.
É isso,
Abs,
Severino Filho
(jornalista e historiador)"
 
No dia 9 de fevereiro de 2014, a redação do Portal Terceiro Tempo, recebeu de Roberto Ponzo, o seguinte e-mail sobre Diogo Ponzo e Garrincha:

Olá Miltão, boa tarde! 

Segue abaixo a sumula do dia em que meu pai Diogo marcou o mito Garricha, preciso resgatar o Diário do Povo de Curitiba que no dia seguinte colocou a seguinte manchete: Torcida foi ver Garricha jogar e acabou vendo .....DIOGO, isto foi como um troféu para meu pai, mas que niguém
fala , ou por medo pois ninguém conseguia marcar o Mané garrincha, pode até ser que de dez jogos meu pai conseguiria somente em um jogo
marcar bem o Garrincha e ser valorizado por isto! Entendo que somente você pode divulgar isto!!! Meu pai esta completando este ano 34 anos de
Guarani FC, 9 como atleta na lateral esquerda, vestindo a camissa por 352 vezes e 25 anos de funcionário...ano que vem completara 35 anos de GFC!!! Abração do Roberto Diogo 

Local: Durival Britto e Silva - Curitiba/PR
Data: 15/11/1960 (terça-feira)
Árbitro: Vítor Marcassa (PR)
Assistentes: José Ferreira dos Santos (PR)
Carlos Silvano Schoering (PR)
Renda: Cr$ 990.770,00
Público: 13.634 (11.894 pagantes e 1.740 não pagantes)

Gol: Cabrita aos 17 min. do 1º tempo.

BOTAFOGO: Manga; Cacá, Zé Maria e Chicão (Ademar); Jorge e Pampolini; Garrincha, China, Quarentinha, Didi e Amarildo.

GUARANI: Nicanor; Ferrari, Ditinho e Diogo; Ílton e Eraldo; Dorival, Milton, Cabrita (Marin), Benê I e Osvaldo. Técnico: Armando Renganeschi.
 
No dia 5 de outubro de 2014, quando do primeiro turno da eleição presidencial brasileira, Milton Neves publicou em seu blog o seguinte texto
 
 Mais um domingo sem futebol.

E tem que ser assim mesmo.

Afinal, o futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes e neste domingo o voto no gol da urna goleia de novo a bola na rede.

E em minha eleição para os presidentes e craques do mágico mês de outubro eu voto no candidato Garrincha.

Afinal, Pelé não vale e já ganhou todas as eleições até o fim do mundo.

E nesses 43 anos de São Paulo, em que venho votando em todas as urnas de rádio, televisão, jornal, internet, revistas, ponto de venda, eventos, palestras e publicidade, só consegui ver de perto o meu candidato Garrincha uma única vez na vida.

Vi, conheci, senti, entrevistei, cumprimentei, observei mais em silêncio do que falando e me emocionei como os milhares de ouvintes da Rádio Jovem Pan naquele domingo de 1º de agosto de 1982.

Para emplacar o "bebezinho? Terceiro Tempo a emissora levava aos domingos sempre um nome top para emoldurar e fortalecer o principal dia do futebol.

Vieram do Rio até os então badalados árbitros Arnaldo Cezar Coelho e José Roberto Wright.

É que a Jovem Pan estava naturalmente assustada com a saída, em meio à Copa da Espanha, de Estevan Sangirardi e de seu então imbatível "Show de Rádio".

Ele levou o programa e todo o seu time para a Rádio Bandeirantes.

O "cano" profissional do saudoso "Sanja" foi desastroso para sua carreira, sua autoestima, e para seus colegas de microfone.

É que, ao contrário da Pan, na Bandeirantes ele não entrava coladinho no final do jogo e o "Show de Rádio" definhou e Sangirardi morreu profissional e fisicamente tempos depois.

Foi um passo em falso.

É que a Rádio Bandeirantes, já à época, sacou que o jornalismo pós-jogo, já se consagrando sob o manto da marca "Terceiro Tempo", era muito mais importante do que o "rádio esportivo humorístico".

Mas, e aí, eu consegui ver Garrincha.

Vi, abracei, ri, quase chorei, mas a entrevista saiu.

E você pode ouví-la no player abaixo:

Garrincha ganhou um cachê, em cheque, de cerca de 1000 reais em dinheiro de hoje.

Mas o cheque, entregue pelo diretor José Carlos Pereira da Silva, era de R$ 897,27, mais ou menos.

É que havia descontos de imposto de renda, ISS, INSS, PIS e etc, sei lá.

Mané reclamou, queria os 1000.

José Carlos completou com uma nota de 100 e pediu o RG e o CPF dele para a documentação.

"Mas o que é isso? Nem sei o que você tá pedindo e o que tenho tá aqui", falou Mané, esvaziando seus bolsos e jogando o conteúdo na mesa.

Eram algumas moedas, poucas notas amassadas, uns papéis e uma carteira de identidade de séculos atrás toda sem plástico nas beiradas.

Foi emocionante.

Fotos, aos milhares, imagens tão repetidas à exaustão na TV e falas tão curtinhas de Mané, todo mundo tem e já viu e ouviu.

Mas, aqui, no player acima, você ouve Mané Garrincha por quase 30 minutos.

Clique, ouça, acenda uma vela, olhe para o céu, reze ou ore, abra a janela e berre: obrigaaaaadooooo, Manéeeeeeeee...

Ouça abaixo a homenagem prestada pelo jornalista Milton Neves ao craque Garrincha, no dia 1º de outubro de 2016, na Rádio Bandeirantes

O vídeo abaixo mostra Garrincha em seu íntimo, confira: 

Garrincha disputou uma única partida pelo Vasco da Gama, um amistoso diante do selecionado da cidade carioca de Cordeiro. CLIQUE AQUI e veja uma matéria especial publicada no Portal Terceiro Tempo sobre esta única exibição de Mané com a camisa cruzmaltina.

Paulo Dias, Garrincha e Almir em 20 de julho de 1967, antes da única partida que Garrincha disputou pelo Vasco da Gama. Foto: NetVasco

EM 31 DE MAIO DE 2017, DURANTE O JORNAL BANDNEWS FM, MILTON NEVES COMENTOU COM O APRESENTADOR RICARDO BOECHAT SOBRE O DESAPARECIMENTO DOS RESTOS MORTAIS DE GARRINCHA NO CEMITÉRIO DE MAGÉ, NO RIO DE JANEIRO. OUÇA NO PLAYER ABAIXO

 

Abaixo, ouça a entrevista de Ruy Castro, biógrafo de Garrincha, no "Domingo Esportivo" do dia 15 de abril de 2018:

 

Artigo publicado por Ruy Castro na Folha de S.Paulo no dia 20 de janeiro de 2013

Trinta anos após sua morte, certos mitos sobre Garrincha continuam mais difíceis de matar do que Rasputin. O de que ele chamava seus marcadores de "João", por exemplo --significando que não queria nem saber quem eram, porque iria driblá-los do mesmo jeito. Garrincha nunca disse isso.

A história foi inventada por seu amigo, o jornalista Sandro Moreyra, em 1957, para mostrá-lo como um gênio ingênuo e intuitivo. Garrincha a detestava, porque os adversários, que não queriam ser chamados de "João", redobravam a violência contra ele.

Que Garrincha era um gênio intuitivo do futebol, não há dúvida. Mas não tinha nada do ingênuo, quase débil, com que algumas histórias o pintavam. Ao contrário, era até muito esperto a respeito do que o interessava --mulheres e birita, a princípio nesta ordem--, e não havia concentração que o prendesse. Nos seus primeiros dez anos de carreira, 1953-1962, Garrincha conseguiu conciliar tudo isso com o futebol. Dali em diante, a vida lhe apresentou a conta.

Outro mito é o de que, às vésperas do Brasil x URSS na Copa-1958, na Suécia, os três jogadores mais influentes da seleção --Bellini, Didi e Nilton Santos-- foram ao técnico Vicente Feola e exigiram sua escalação na ponta direita, com a consequente barração de Joel, do Flamengo, então titular. Em 1995, isso me foi desmentido pelos quatro jogadores (Bellini, Didi, Nilton Santos e Joel), pelo preparador físico daquela seleção, Paulo Amaral, e por outros membros da delegação.

Perguntei a Nilton Santos por que, durante tantos anos, ele confirmara uma história que sabia não ser verdadeira. Ele admitiu: "Era o que as pessoas queriam ouvir". No futuro, em entrevistas, contaria a versão correta: a de que Joel se contundira ante a Inglaterra, e a entrada de Garrincha aconteceria de qualquer maneira. Note-se que, até o jogo com a URSS, Garrincha ainda não era o Garrincha da lenda, e Joel, também grande atleta, era uma escolha normal para a ponta.

Outro mito, este agora bastante atenuado, mas ferocíssimo na época, refere-se à participação de Elza Soares na vida de Garrincha. Para os desinformados, ela ajudou a destruí-lo. A verdade é o contrário: sem Elza, Garrincha teria ido muito mais cedo para o buraco. Quando ela o conheceu (em fins de 1961, e não em meados de 1962, durante a Copa do Chile, como até hoje se escreve), Elza estava em seu apogeu como estrela do samba, do rádio e do disco. E ninguém imaginava que Garrincha, logo depois de vencer aquela Copa praticamente sozinho, logo deixaria de ser Garrincha.

Elza Soares morreu em 20 de janeiro de 2022, exatos 39 anos depois de Garrincha, de causas naturais, aos 91 anos de idade.

Ninguém, em termos. Os médicos e preparadores do Botafogo sabiam que Garrincha, com o joelho cronicamente em pandarecos (e agravado pela bebida), estava no limite. Mas ele não se permitia ser operado --só confiava nas rezadeiras de sua cidade, Pau Grande. O que Garrincha fez na Copa foi um milagre. Mas, assim que voltou do Chile, os problemas se agravaram.

Mesmo jogando pouquíssimas partidas, levou o Botafogo ao título de bicampeão carioca --e, assim que o torneio acabou, com sua exibição arrasadora nos 3x0 ante o Flamengo, ele nunca mais foi o mesmo. Marque o dia: 15 de dezembro de 1962 --ali terminou o verdadeiro Garrincha.

Um outro Garrincha --gordo, inchado, bebendo às claras ou às escondidas, incapaz de repetir seus dribles e arranques pela direita-- continuou se arrastando pelos campos, vestindo camisas ilustres (do próprio Botafogo, do Corinthians, do Flamengo, do Olaria e da seleção) por mais inacreditáveis dez anos --até o famoso Jogo da Gratidão, organizado por Elza Soares. Foi sua despedida oficial, a 19 de dezembro de 1973, com um Maracanã inundado de amor.

Naquela noite, um time formado por Felix, Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo, Rivellino e Paulo César; Garrincha, Jairzinho e Pelé --praticamente a seleção de 1970 com Garrincha-- entrou em campo para enfrentar uma seleção de estrangeiros que atuavam no Brasil, estrelada por Pedro Rocha, Forlan, Reyes e outros.

Isto é Garrincha

Numa das várias preliminares, cantores e artistas, como Chico Buarque, Jorge Ben, Wilson Simonal, Paulinho da Viola, Miele, Sergio Chapelin, Francisco Cuoco e outras celebridades também se enfrentaram. Pelas borboletas do estádio, passaram 131.555 pessoas e, com exceção de uma pessoa --o ditador Garrastazu Medici--, todos pagaram para entrar, inclusive os jornalistas. Era o dinheiro que garantiria o futuro de Garrincha.

Da renda de quase 1 milhão e 400 mil cruzeiros (US$ 230 mil de 1973, uma nota), cerca de 500 mil cruzeiros saíram do cofre do Maracanã direto para cadernetas de poupança em nome de suas oito filhas oficiais e um apartamento ou casinha para cada uma. Este era um dos objetivos do jogo. Com os descontos da Receita e outros, sobraram-lhe mais de 700 mil cruzeiros para fazer o que quisesse --e que ele, naturalmente, torrou logo, sem saber como.

Daí o último e maior mito a ser derrubado sobre Garrincha: o de que ninguém o ajudou --o que, no fim da vida, ele declarou em entrevistas para a televisão, que ainda hoje são reprisadas. Mas a verdade é que Garrincha foi muito ajudado, e em várias etapas de sua vida.

Entre seus maiores benfeitores, estavam o banqueiro José Luiz Magalhães Lins, do então poderosíssimo Banco Nacional; o empresário Alfredo Monteverde, dono do Ponto Frio; o Instituto Brasileiro do Café (IBC) e a Legião Brasileira de Assistência (LBA), que lhe deram empregos generosos, aos quais ele não correspondeu; e seus ex-colegas do futebol, agrupados na Agap (Associação de Garantia ao Atleta Profissional), que não se cansaram de recolhê-lo em coma alcoólico na rua e interná-lo em clínicas de "desintoxicação" --das quais era criminosamente liberado dois ou três dias depois de dar entrada.

O alcoolismo matou Garrincha há 30 anos --e continua a matá-lo até hoje, a cada uma de suas vítimas que o Brasil deixa de assistir.



No player abaixo, ouça a narração de Fiori Gigliotti do pênalti perdido por Garrincha no clássico entre Corinthians e Palmeiras em 1966. Valdir Joaquim de Moraes praticou a defesa e José Paulo de Andrade era o repórter:

Seleção Brasileira em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa de 1958 no Maracanã. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nilton Santos, Gylmar e Roberto Belangero. Agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Evaristo de Macedo, Índio, Didi, Joel e Mário Américo (massagista). Foto: UOL

Seleção Brasileira em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa de 1958 no Maracanã. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nilton Santos, Gylmar e Roberto Belangero. Agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Evaristo de Macedo, Índio, Didi, Joel e Mário Américo (massagista). Foto: UOL


Momento de rara seriedade de Garrincha, antes de mais uma partida pela seleção. Foto: Reprodução/In My Ear

Momento de rara seriedade de Garrincha, antes de mais uma partida pela seleção. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha ainda menino e em durante entrevista à TV Cultura em 1978. Foto de Bernardino Novo, reproduzida do site da TV Cultura

Garrincha ainda menino e em durante entrevista à TV Cultura em 1978. Foto de Bernardino Novo, reproduzida do site da TV Cultura


Confira a matéria da Revista Placar de setembro de 2013, sobre filmes estrangeiros, que têm o futebol como pano de fundo e craques em ação nas telas. Abaixo, o ator Rodrigo Santoro representando Heleno de Freitas. Ao lado, os grandes atores Mazzaropi e Marco Ricca. À direita, vemos Garrincha abraçado com um monte de crianças. Imagem: Placar

Confira a matéria da Revista Placar de setembro de 2013, sobre filmes estrangeiros, que têm o futebol como pano de fundo e craques em ação nas telas. Abaixo, o ator Rodrigo Santoro representando Heleno de Freitas. Ao lado, os grandes atores Mazzaropi e Marco Ricca. À direita, vemos Garrincha abraçado com um monte de crianças. Imagem: Placar


Veja reportagem da Revista Placar sobre Garrincha, o rei dos reis e, sobre a Copa do Mundo de 1962. Imagem: Placar

Veja reportagem da Revista Placar sobre Garrincha, o rei dos reis e, sobre a Copa do Mundo de 1962. Imagem: Placar


Da esquerda para a direita, Vavá, Garrincha e Amarildo, sendo abraçado por um jogador da Seleção Brasileira. Imagem: Placar

Da esquerda para a direita, Vavá, Garrincha e Amarildo, sendo abraçado por um jogador da Seleção Brasileira. Imagem: Placar


A taça é nossa outra vez! Reparem no carinho do

A taça é nossa outra vez! Reparem no carinho do "anjo das pernas tortas" com o troféu. Imagem: Placar


O craque Garrincha, em 1982, visitou a cidade de Planaltina com o Milionários FC para enfrentar um combinado da cidade goiana. No centro da foto, de camisa branca, o ex-botafoguense foi cercado por fãs no hotel

O craque Garrincha, em 1982, visitou a cidade de Planaltina com o Milionários FC para enfrentar um combinado da cidade goiana. No centro da foto, de camisa branca, o ex-botafoguense foi cercado por fãs no hotel "O Casarão", então gerenciado por Dona Geralda. Foto enviada por Ruann Carlos


Foto rara, Garrincha driblando

Foto rara, Garrincha driblando "seu pai" Nilton Santos. Foto enviada Roberto Saponari


 Estes jogadores encheram de orgulho os botafoguenses, da esquerda à direita, Garrincha, Edison, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Foto Revista do Esporte enviado por Roberto Saponari.

Estes jogadores encheram de orgulho os botafoguenses, da esquerda à direita, Garrincha, Edison, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Foto Revista do Esporte enviado por Roberto Saponari.


Assis escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Diego Cavalieri; zagueiros: Ricardo Gomes e Oscar; laterais: Branco e Carlos Alberto Torres; volante: Clodoaldo; meias: Didi e Zico; atacantes: Garrincha, Pelé e Ronaldo. Imagem: Placar

Assis escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Diego Cavalieri; zagueiros: Ricardo Gomes e Oscar; laterais: Branco e Carlos Alberto Torres; volante: Clodoaldo; meias: Didi e Zico; atacantes: Garrincha, Pelé e Ronaldo. Imagem: Placar


O grande Mané Garrincha e o cantor Luiz Américo

O grande Mané Garrincha e o cantor Luiz Américo


Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Pelé e Garrincha. Foto: UOL

Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Pelé e Garrincha. Foto: UOL


Na partida entre Botafogo e Vasco, no Maracanã, o camisa sete do Glorioso foi até a linha de fundo e bateu direto para o gol do ótimo arqueiro Ita, do Cruzmaltino. Foto enviada por Roberto Saponari

Na partida entre Botafogo e Vasco, no Maracanã, o camisa sete do Glorioso foi até a linha de fundo e bateu direto para o gol do ótimo arqueiro Ita, do Cruzmaltino. Foto enviada por Roberto Saponari


No jornal O Globo, destaque para a partida entre Botafogo e Vasco. Na imagem, Quarentinha, Garrincha, Ita e Coronel foram marcados. Foto enviada por Roberto Saponari

No jornal O Globo, destaque para a partida entre Botafogo e Vasco. Na imagem, Quarentinha, Garrincha, Ita e Coronel foram marcados. Foto enviada por Roberto Saponari


O Pelé de 1958, menino-rei de joelhos, agradece a primeira grande conquista de sua vida: a Copa do Mundo da Suécia. Ao seu lado, o inesquecível Garrincha, um dos mestres de luxo de Pelé. Foto: Revista

O Pelé de 1958, menino-rei de joelhos, agradece a primeira grande conquista de sua vida: a Copa do Mundo da Suécia. Ao seu lado, o inesquecível Garrincha, um dos mestres de luxo de Pelé. Foto: Revista "Era Pelé"


Da esquerda para a direita, em pé: Antonino é o terceiro. Agachado: Garrincha é o primeiro. Foto enviada por Jean Savigny

Da esquerda para a direita, em pé: Antonino é o terceiro. Agachado: Garrincha é o primeiro. Foto enviada por Jean Savigny


Edmilson Antônio (advogado e jornalista), na época repórter, entevista o craque Garrincha. Foto enviada por Jean Savigny

Edmilson Antônio (advogado e jornalista), na época repórter, entevista o craque Garrincha. Foto enviada por Jean Savigny


Com a camisa do Treze Futebol Clube, de Campina Grande-PB, em 1968. Foto enviada por Jean Savigny

Com a camisa do Treze Futebol Clube, de Campina Grande-PB, em 1968. Foto enviada por Jean Savigny


Considerado o mais habilidoso jogador que já existiu, Garrincha jogou 60 partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966. Imagem: Hall da Fama, Troféu Telê Santana

Considerado o mais habilidoso jogador que já existiu, Garrincha jogou 60 partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966. Imagem: Hall da Fama, Troféu Telê Santana


Na inauguração do Estádio Municipal de Machado-MG. Da esquerda para a direita, o segundo é o Dr. Lucio Dias Vieira, então prefeito da cidade, seguido por Zagallo e Garrincha, com suas impressionantes pernas tortas, a direita então... Foto enviada por Roberto Vieira, filho do Dr. Lucio Dias Vieira

Na inauguração do Estádio Municipal de Machado-MG. Da esquerda para a direita, o segundo é o Dr. Lucio Dias Vieira, então prefeito da cidade, seguido por Zagallo e Garrincha, com suas impressionantes pernas tortas, a direita então... Foto enviada por Roberto Vieira, filho do Dr. Lucio Dias Vieira


A edição de janeiro de 2013 da Revista Placar (1374), com grande destaque, a coluna

A edição de janeiro de 2013 da Revista Placar (1374), com grande destaque, a coluna "Causos do Miltão", que conta a histórica goleada do Brasil sobre a França, por 5 a 2, levando a Seleção Brasileira a final da Copa de 58 e com isto, a liberação do elenco até as 23h em Estocolmo, três horas além do normal. Bom, alguns atletas nem saíram do hotel, já outros, que saíram, voltaram no horário, menos um. Leia a coluna e descubra qual é este grande jogador brasileiro, além da alegria de ter vencido o Mundial daquele ano. Imagem: Revista Placar


O botafoguense Manoel de Menezes desfila no seu Buik vermelho e conversível nos anos de 50 no centro da cidade com Garrincha (o primeiro do banco de trás) e mais alguns craques do Botafogo, que veio jogar em Florianópolis com todas as suas estrelas da época e da Seleção.

O botafoguense Manoel de Menezes desfila no seu Buik vermelho e conversível nos anos de 50 no centro da cidade com Garrincha (o primeiro do banco de trás) e mais alguns craques do Botafogo, que veio jogar em Florianópolis com todas as suas estrelas da época e da Seleção.


Garrincha, com a camisa do Botafogo, e Canário, com o manto do América-RJ. Foto enviada por Roberto Saponari

Garrincha, com a camisa do Botafogo, e Canário, com o manto do América-RJ. Foto enviada por Roberto Saponari


Garrincha aparece na capa da edição especial que comemora o 3º aniversário da revista, em novembro de 2012. Foto: Divulgação

Garrincha aparece na capa da edição especial que comemora o 3º aniversário da revista, em novembro de 2012. Foto: Divulgação


Na imagem, Garrincha vibra após mais uma vitória da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1962. Foto: In My Ear

Na imagem, Garrincha vibra após mais uma vitória da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1962. Foto: In My Ear


No centro da imagem, está o ainda garoto Pelé, tendo Nilton Santos (de boné) e Gylmar ao seu lado. Atrás do Rei (apoiando a cabeça com a mão), está Pepe, tendo Garrincha aparecendo atrás. Mais para a esquerda, de touca, aparece o preparador físico Paulo Amaral. Foto: In My Ear

No centro da imagem, está o ainda garoto Pelé, tendo Nilton Santos (de boné) e Gylmar ao seu lado. Atrás do Rei (apoiando a cabeça com a mão), está Pepe, tendo Garrincha aparecendo atrás. Mais para a esquerda, de touca, aparece o preparador físico Paulo Amaral. Foto: In My Ear


Garrincha e Pelé nunca perderam uma partida na Seleção Brasileira quando atuaram juntos. Crédito da foto: My Ear

Garrincha e Pelé nunca perderam uma partida na Seleção Brasileira quando atuaram juntos. Crédito da foto: My Ear


Confira notas sobre a Seleção de basquete se apresentar em São Paulo e sobre Garrincha ser um grande jogador. Imagem reprodução do jornal

Confira notas sobre a Seleção de basquete se apresentar em São Paulo e sobre Garrincha ser um grande jogador. Imagem reprodução do jornal "O Globo"


Confira notas sobre o jogo entre Botafogo e Campo Grande pelo returno do certame carioca e sobre o goleiro alemão do Manchester City, Bert Trautmann perder a cabeça. Imagem reprodução do jornal

Confira notas sobre o jogo entre Botafogo e Campo Grande pelo returno do certame carioca e sobre o goleiro alemão do Manchester City, Bert Trautmann perder a cabeça. Imagem reprodução do jornal "O Globo"


João Leite escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Ortiz; laterais: Nelinho e Jorge Valença; zagueiros: Oscar e Luizinho; meias: Toninho Cerezo, Falcão, Zico e Pelé; atacantes: Garrincha e Reinaldo; técnico: Telê Santana. Imagem: Revista Placar

João Leite escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Ortiz; laterais: Nelinho e Jorge Valença; zagueiros: Oscar e Luizinho; meias: Toninho Cerezo, Falcão, Zico e Pelé; atacantes: Garrincha e Reinaldo; técnico: Telê Santana. Imagem: Revista Placar


Garrincha, Zagallo, Pelé (ao fundo) e Jurandir, no Chile, em 1962. Foto: Reprodução/ In My Ear

Garrincha, Zagallo, Pelé (ao fundo) e Jurandir, no Chile, em 1962. Foto: Reprodução/ In My Ear


Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo posam após um treinamento no Chile, em 1962. Foto: Reprodução/ In My Ear

Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo posam após um treinamento no Chile, em 1962. Foto: Reprodução/ In My Ear



Garrincha, Manga, Djalma Santos, Valdir e repórter que acompanhava a delegação brasileira. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Garrincha, Manga, Djalma Santos, Valdir e repórter que acompanhava a delegação brasileira. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes


Ademir da Guia, Valdir Joaquim de Moraes e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Ademir da Guia, Valdir Joaquim de Moraes e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes


Concentração da Seleção Brasileira em Teresópolis-RJ, em 1966. Garrincha mostra a língua, vestindo o abrigo da seleção. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Concentração da Seleção Brasileira em Teresópolis-RJ, em 1966. Garrincha mostra a língua, vestindo o abrigo da seleção. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes


Garrincha e Valdir próximos ao bar do aeroporto de Estocolmo, na Suécia. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes

Garrincha e Valdir próximos ao bar do aeroporto de Estocolmo, na Suécia. Foto: arquivo pessoal de Valdir Joaquim de Moraes


Pela ordem, de cima para baixo: Antoninho, Fernando, Jorge, Machado, Félix, Pelé, Garrincha, Ary e Pompéia, Silva e China e Nilson. Reprodução, enviada por Marcus Rouanet Machado de Carvalho

Pela ordem, de cima para baixo: Antoninho, Fernando, Jorge, Machado, Félix, Pelé, Garrincha, Ary e Pompéia, Silva e China e Nilson. Reprodução, enviada por Marcus Rouanet Machado de Carvalho


Garrincha observa a faixa do amigo Pelé

Garrincha observa a faixa do amigo Pelé


Ex-ponta do Botafogo e Seleção Brasileira

Ex-ponta do Botafogo e Seleção Brasileira


Na única vitória da Seleção Brasileira no mundial de 1966, uma foto linda maravilhosa com a velha e a geração que se consagraria em 1970. Na imagem da esquerda para a direita, apenas com as pernas aparecendo é o fantástico Djalma Santos, seguido pelo excelente volante do Flu, Denilson, o veterano Garrincha, o mais alto é o eterno capitão Bellini, Pelé, o camisa número 14, Lima, abraçado por Jairzinho (encoberto) e Paulo Henrique, o camisa oito.  Foto: Reprodução/In My Ear

Na única vitória da Seleção Brasileira no mundial de 1966, uma foto linda maravilhosa com a velha e a geração que se consagraria em 1970. Na imagem da esquerda para a direita, apenas com as pernas aparecendo é o fantástico Djalma Santos, seguido pelo excelente volante do Flu, Denilson, o veterano Garrincha, o mais alto é o eterno capitão Bellini, Pelé, o camisa número 14, Lima, abraçado por Jairzinho (encoberto) e Paulo Henrique, o camisa oito. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, em pé: Vicente Feola, Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando Peçanha e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Paulo Amaral. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, em pé: Vicente Feola, Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando Peçanha e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Paulo Amaral. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Zito, Gylmar dos Santos Neves, Zózimo, Nilton Santos e Mauro Ramos de Oliveira. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Didi, Vavá, Amarildo e Zagallo. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Zito, Gylmar dos Santos Neves, Zózimo, Nilton Santos e Mauro Ramos de Oliveira. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Didi, Vavá, Amarildo e Zagallo. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Didi é o segundo, Garrincha e Pelé. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Didi é o segundo, Garrincha e Pelé. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha observa a chuteira de Pelé. Contudo, não era uma simples chuteira, ela era com cravos de ferro. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha observa a chuteira de Pelé. Contudo, não era uma simples chuteira, ela era com cravos de ferro. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Didi, Mário Américo e Garrincha. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Didi, Mário Américo e Garrincha. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, De Sordi, Didi, Pelé, Zagallo, Garrincha, Zito, Vavá, Orlando Peçanha, Nilton Santos, Gylmar dos Santos Neves e Bellini. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, De Sordi, Didi, Pelé, Zagallo, Garrincha, Zito, Vavá, Orlando Peçanha, Nilton Santos, Gylmar dos Santos Neves e Bellini. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, em pé: Garrincha (aparecendo parcialmente na foto), Didi, Zito e Altair. Agachados: Pelé e Vavá. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, em pé: Garrincha (aparecendo parcialmente na foto), Didi, Zito e Altair. Agachados: Pelé e Vavá. Foto: Reprodução/In My Ear


Na escada do avião da esquerda para a direita e de cima para baixo: Didi, Vavá e Nilton Santos. Bellini e Djalma Santos. Gylmar dos Santos Neves e Pelé. Garrincha, pessoa não identificado, Orlando Peçanha, Zagallo à frente e Pedro Luiz Paoliello (fora da escada). No canto esquerdo da foto, Moacir. Foto: Reprodução/In My Ear

Na escada do avião da esquerda para a direita e de cima para baixo: Didi, Vavá e Nilton Santos. Bellini e Djalma Santos. Gylmar dos Santos Neves e Pelé. Garrincha, pessoa não identificado, Orlando Peçanha, Zagallo à frente e Pedro Luiz Paoliello (fora da escada). No canto esquerdo da foto, Moacir. Foto: Reprodução/In My Ear


Dino Sani,  Garrincha e Alcindo, em viagem com a Seleção Brasileira. Foto: Reprodução/In My Ear

Dino Sani, Garrincha e Alcindo, em viagem com a Seleção Brasileira. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha e Brito. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha e Brito. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Zagallo o segundo, Orlando Peçanha, Pelé (encoberto), Garrincha e o engravatado é Joel Martins. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Zagallo o segundo, Orlando Peçanha, Pelé (encoberto), Garrincha e o engravatado é Joel Martins. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo.No fundo à direita, Mauro Ramos de Oliveira. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo.No fundo à direita, Mauro Ramos de Oliveira. Foto: Reprodução/In My Ear


O médico Hilton Gosling medindo a pressão do craque brasileiro Garrincha. Foto: Reprodução/In My Ear

O médico Hilton Gosling medindo a pressão do craque brasileiro Garrincha. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Pelé (ao fundo), Henrique Frade (o camisa 9) e Garrincha (ao centro). Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Pelé (ao fundo), Henrique Frade (o camisa 9) e Garrincha (ao centro). Reprodução/In My Ear


Garrincha fazendo graça e festejando após vitória com Seleção Brasileira. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha fazendo graça e festejando após vitória com Seleção Brasileira. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha vestindo a camisa do País de Gales, em 1966. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha vestindo a camisa do País de Gales, em 1966. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Pelé, Garrincha, Zagallo, Dorval, Paulinho Valentim e Didi. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Pelé, Garrincha, Zagallo, Dorval, Paulinho Valentim e Didi. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha ajuda Pelé que está caído no chão devido a câimbras e, enquanto isso, zagueiro sueco observa o atendimento do rival brasileiro. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha ajuda Pelé que está caído no chão devido a câimbras e, enquanto isso, zagueiro sueco observa o atendimento do rival brasileiro. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Garrincha, Djalma Santos (ao fundo), Zagallo (sendo levantado por Garrincha e Pelé) e Pelé. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, Garrincha, Djalma Santos (ao fundo), Zagallo (sendo levantado por Garrincha e Pelé) e Pelé. Foto: Reprodução/In My Ear


Pelé abraça o amigo Garrincha, antes do pontapé inicial. Foto: Reprodução/In My Ear

Pelé abraça o amigo Garrincha, antes do pontapé inicial. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha beijando uma de suas filhas em 1965. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha beijando uma de suas filhas em 1965. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha ao centro, segura a bola sob a cabeça. Repare nos detalhes da bola daquela época. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha ao centro, segura a bola sob a cabeça. Repare nos detalhes da bola daquela época. Foto: Reprodução/In My Ear


Garrincha se preparando para um partida. Foto: Reprodução/In My Ear

Garrincha se preparando para um partida. Foto: Reprodução/In My Ear


Veja que foto fantástica em um clássico Santos x Botafogo, provavelmente fim da década de 50 e início de 60, dois gênios do futebol: Pelé e Garrincha, respectivamente defendendo Santos e Botafogo e veja, os grandes repórteres, à esquerda Tom Barbosa da Rádio Record e Luis Aguiar, da Rádio Bandeirantes. Notem seus equipamentos radiofônicos, que diferença dos celulares de hoje, tão frequente nas transmissões esportivas. Foto In my Ear

Veja que foto fantástica em um clássico Santos x Botafogo, provavelmente fim da década de 50 e início de 60, dois gênios do futebol: Pelé e Garrincha, respectivamente defendendo Santos e Botafogo e veja, os grandes repórteres, à esquerda Tom Barbosa da Rádio Record e Luis Aguiar, da Rádio Bandeirantes. Notem seus equipamentos radiofônicos, que diferença dos celulares de hoje, tão frequente nas transmissões esportivas. Foto In my Ear


Da esquerda para a direita, em pé: Vicente Feola, Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando Peçanha e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Paulo Amaral. Foto: Reprodução/In My Ear

Da esquerda para a direita, em pé: Vicente Feola, Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando Peçanha e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Paulo Amaral. Foto: Reprodução/In My Ear


Da esquerda para a direita, Garrincha e o ex-técnico Feola. Foto enviada por Renato Meneses Fernandes

Da esquerda para a direita, Garrincha e o ex-técnico Feola. Foto enviada por Renato Meneses Fernandes


Essa foi a segunda partida de Garrincha com a camisa do Botafogo. Da esquerda para a direita, em pé: Tomé, jogador não identificado, Florindo, Gilson, Horlando Maia e jogador não identificado. Agachados: Braguinha, Geninho, Vinícius, Dino da Costa e Garrincha. Foto enviada por Renato Menezes Fernandes

Essa foi a segunda partida de Garrincha com a camisa do Botafogo. Da esquerda para a direita, em pé: Tomé, jogador não identificado, Florindo, Gilson, Horlando Maia e jogador não identificado. Agachados: Braguinha, Geninho, Vinícius, Dino da Costa e Garrincha. Foto enviada por Renato Menezes Fernandes


Elza Soares e Garrincha, um caso de longa data. Foto enviada por Fernando Menezes Fernandes

Elza Soares e Garrincha, um caso de longa data. Foto enviada por Fernando Menezes Fernandes


O genial Garrincha entra em campo rodeado por vários garotos torcedores do Botafogo. Foto: Placar

O genial Garrincha entra em campo rodeado por vários garotos torcedores do Botafogo. Foto: Placar


Veja que, em 20 de março de 1962, Benê estava na seleção de 41 jogadores que poderiam vestir a camisa brasileira no Mundial do Chile - Publicação no Jornal O Globo de 21/03/2012.

Veja que, em 20 de março de 1962, Benê estava na seleção de 41 jogadores que poderiam vestir a camisa brasileira no Mundial do Chile - Publicação no Jornal O Globo de 21/03/2012.


À frente, Garrincha aparece abraçado com um torcedor, enquanto o volante Zito está mais atrás, concedendo entrevista ao jornalista Milton Peruzzi. Foto: Reprodução/Revista Nossas Copas

À frente, Garrincha aparece abraçado com um torcedor, enquanto o volante Zito está mais atrás, concedendo entrevista ao jornalista Milton Peruzzi. Foto: Reprodução/Revista Nossas Copas


Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Gylmar, Bellini, Décio Esteves, Formiga, Coronel e Mário Américo. Agachados: Garrincha, Didi, Paulinho Valentim, Pelé e Chinesinho. Foto enviada por José Alves

Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Gylmar, Bellini, Décio Esteves, Formiga, Coronel e Mário Américo. Agachados: Garrincha, Didi, Paulinho Valentim, Pelé e Chinesinho. Foto enviada por José Alves


Da esquerda para a direita, em pé; Gérson dos Santos, Gilson, Nilton Santos, Arati, Bob e Juvenal. Agachados: Garrincha, Geninho, Dino da Costa, Carlyle e Vinícius. Foto enviada por José Alves

Da esquerda para a direita, em pé; Gérson dos Santos, Gilson, Nilton Santos, Arati, Bob e Juvenal. Agachados: Garrincha, Geninho, Dino da Costa, Carlyle e Vinícius. Foto enviada por José Alves


Da esquerda para a direita, em pé: Beto, Adalberto, Tomé, Nilton Santos, Pampolini e jogador não identificado. Agachados: Garrincha, Paulinho Valentim, Osvaldo Rossi, Édson e Quarentinha. Foto enviada por José Alves

Da esquerda para a direita, em pé: Beto, Adalberto, Tomé, Nilton Santos, Pampolini e jogador não identificado. Agachados: Garrincha, Paulinho Valentim, Osvaldo Rossi, Édson e Quarentinha. Foto enviada por José Alves


Da esquerda para a direita, Garrincha, Valter Marciano, Evaristo, Didi e Escurinho. Foto enviada por José Alves

Da esquerda para a direita, Garrincha, Valter Marciano, Evaristo, Didi e Escurinho. Foto enviada por José Alves


Conversa descontraída entre Garrincha e Nilton Santos. Foto: Reprodução/Revista FootBall

Conversa descontraída entre Garrincha e Nilton Santos. Foto: Reprodução/Revista FootBall


Em pé, da esquerda para a direita, Cacá, Manga, Nílton Santos, Pampolini, Zé Maria e Chicão. Agachados, da esquerda para a direita, Garrincha, Didi, China, Quarentinha e Amarildo. Foto: Reprodução

Em pé, da esquerda para a direita, Cacá, Manga, Nílton Santos, Pampolini, Zé Maria e Chicão. Agachados, da esquerda para a direita, Garrincha, Didi, China, Quarentinha e Amarildo. Foto: Reprodução


Da esquerda para a direita, Zagallo, Nílton Santos, Garrincha e Didi. Foto: Reprodução

Da esquerda para a direita, Zagallo, Nílton Santos, Garrincha e Didi. Foto: Reprodução


Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nilton Santos, Gylmar e Roberto Belangero. Agachados: Garrincha, Evaristo, Índio, Didi, Joel e Mário Américo

Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Bellini, Zózimo, Nilton Santos, Gylmar e Roberto Belangero. Agachados: Garrincha, Evaristo, Índio, Didi, Joel e Mário Américo


Antes da partida diante da Argentina. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Manga, Bellini, Rildo, Dudú e Orlando. Agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Ademir da Guia, Flávio, Pelé e Rinaldo. Enviou: Roberto Saponari

Antes da partida diante da Argentina. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Manga, Bellini, Rildo, Dudú e Orlando. Agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Ademir da Guia, Flávio, Pelé e Rinaldo. Enviou: Roberto Saponari


Apenas os jogadores agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Tião Macalé, Paulinho Valentim, Quarentinha e Amarildo. Enviou: Roberto Saponari

Apenas os jogadores agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Tião Macalé, Paulinho Valentim, Quarentinha e Amarildo. Enviou: Roberto Saponari


Da esquerda para a direita, em pé: Joel, Manga, Nilton Santos, Zé Maria, Airton e Rildo. Agachados: Garrincha, Arlindo, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Foto enviada por José Alves

Da esquerda para a direita, em pé: Joel, Manga, Nilton Santos, Zé Maria, Airton e Rildo. Agachados: Garrincha, Arlindo, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Foto enviada por José Alves


Zagallo e Garrincha marcaram época no Botafogo e na Seleção Brasileira. Foto: Revista do Esporte

Zagallo e Garrincha marcaram época no Botafogo e na Seleção Brasileira. Foto: Revista do Esporte


Garrincha e Amarildo. Foto: Revista do Esporte

Garrincha e Amarildo. Foto: Revista do Esporte


O anjo das pernas tortas. Foto: Revista do Esporte

O anjo das pernas tortas. Foto: Revista do Esporte


Em pé, da esquerda para a direita: Jair Marinho, Zequinha, Nílton Santos, Zózimo, Gylmar e Mauro Ramos. Agachados: Garrincha, Mengálvio, Coutinho, Pelé, Pepe e o massagista Mário Américo. Foto: Revista do Esporte

Em pé, da esquerda para a direita: Jair Marinho, Zequinha, Nílton Santos, Zózimo, Gylmar e Mauro Ramos. Agachados: Garrincha, Mengálvio, Coutinho, Pelé, Pepe e o massagista Mário Américo. Foto: Revista do Esporte


Foi um genial ponta-direita do Botafogo e Seleção Brasileira. Foto: Revista do Esporte

Foi um genial ponta-direita do Botafogo e Seleção Brasileira. Foto: Revista do Esporte


Antes de mais um clássico, Almir e Garrincha posam para a foto. Foto: Revista do Esporte

Antes de mais um clássico, Almir e Garrincha posam para a foto. Foto: Revista do Esporte


Garrincha e Didi em bela imagem da Revista do Esporte

Garrincha e Didi em bela imagem da Revista do Esporte


Esse foi o mito do Botafogo e da Seleção Brasileira chamado Garrincha. Foto: Revista do Esporte

Esse foi o mito do Botafogo e da Seleção Brasileira chamado Garrincha. Foto: Revista do Esporte


Garrincha, maior ídolo da história do Botafogo, posa com a camisa do Alvinegro. Foto: Reprodução/Revista do Esporte

Garrincha, maior ídolo da história do Botafogo, posa com a camisa do Alvinegro. Foto: Reprodução/Revista do Esporte


Manhã ensolarada na Gávea. Em pé, da esquerda para a direita: Jayme Valente, Marco Aurélio, Onça, Rodrigues Neto, Paulo Henrique e Elba de Pádua Lima, o Tim. Agachados: Edu Coimbra, o massagista, Garrincha, Liminha, João Daniel, Dionísio

Manhã ensolarada na Gávea. Em pé, da esquerda para a direita: Jayme Valente, Marco Aurélio, Onça, Rodrigues Neto, Paulo Henrique e Elba de Pádua Lima, o Tim. Agachados: Edu Coimbra, o massagista, Garrincha, Liminha, João Daniel, Dionísio "Bode Atômico" e Arílson. Foto: arquivo pessoal de Marco Aurélio


Foto: Reprodução

Foto: Reprodução


Em pé, da esquerda para a direita: Murilo, Manga, Brito, Fontana, Oldair e Roberto Dias. Agachados: Garrincha, Alcindo, Silva Batuta, Fefeu e Rinaldo. Foto enviada por Walter Roberto Peres

Em pé, da esquerda para a direita: Murilo, Manga, Brito, Fontana, Oldair e Roberto Dias. Agachados: Garrincha, Alcindo, Silva Batuta, Fefeu e Rinaldo. Foto enviada por Walter Roberto Peres


Craques reunidos em Ribeirão Preto, em 1957. Da esquerda para a direita: Bauer, pessoa não identificada, Nilton Santos, Garrincha e o massagista Jorge Coutinho. Foto enviada por Francisco Martins Neto, que pertencia a seu amigo Odair

Craques reunidos em Ribeirão Preto, em 1957. Da esquerda para a direita: Bauer, pessoa não identificada, Nilton Santos, Garrincha e o massagista Jorge Coutinho. Foto enviada por Francisco Martins Neto, que pertencia a seu amigo Odair


Da esquerda para a direita, massagista, Mario Américo, Tite, Garrincha, Pagão, Del Vecchio, Zito, Jadir, Paulinho, Nilton Santos, Paulo e Didi. Foto enviada por Walter Roberto Peres

Da esquerda para a direita, massagista, Mario Américo, Tite, Garrincha, Pagão, Del Vecchio, Zito, Jadir, Paulinho, Nilton Santos, Paulo e Didi. Foto enviada por Walter Roberto Peres



Os torcedores do Botafogo têm saudade desse grande time da década de 60. Da esquerda para direita: Gentil Cardoso, Gilson, Gerson dos Santos, Nilton Santos, Arati e Bob. Na fileira debaixo: Juvenal, Garrincha, Ruarinho, Carlyle, Zezinho e Vinicius

Os torcedores do Botafogo têm saudade desse grande time da década de 60. Da esquerda para direita: Gentil Cardoso, Gilson, Gerson dos Santos, Nilton Santos, Arati e Bob. Na fileira debaixo: Juvenal, Garrincha, Ruarinho, Carlyle, Zezinho e Vinicius


Pouco antes da morte, Garrincha foi jogar pelo Milionários, time de veteranos, na cidade de Sumaré no interior de São Paulo . Da esquerda para a direita Amarildo, Garrincha e Osvaldo. Crédito da foto: Osvaldo Nascimento

Pouco antes da morte, Garrincha foi jogar pelo Milionários, time de veteranos, na cidade de Sumaré no interior de São Paulo . Da esquerda para a direita Amarildo, Garrincha e Osvaldo. Crédito da foto: Osvaldo Nascimento


Vavá e Garrincha. Foto enviada por Roberto Saporani

Vavá e Garrincha. Foto enviada por Roberto Saporani


Em pé: Ernani, Tomé, Nílton Santos, Cacá, Pampolini e Paulistinha. Agachados: Garrincha, Paulinho, Valentim, Quarentinha, Didi e Zagalo

Em pé: Ernani, Tomé, Nílton Santos, Cacá, Pampolini e Paulistinha. Agachados: Garrincha, Paulinho, Valentim, Quarentinha, Didi e Zagalo


Em pé: Carlos Alberto Cavalheiro, Djalma Santos, Bellini, Nilton Santos, Zito e Formiga. Agachados: Garrincha, Didi, Vavá, Dida e Zagalo

Em pé: Carlos Alberto Cavalheiro, Djalma Santos, Bellini, Nilton Santos, Zito e Formiga. Agachados: Garrincha, Didi, Vavá, Dida e Zagalo


Em pé, da esquerda para a direita: Paulo Leão, Beraldo, Djalma Dias, Tarciso, Zé Carlos, Bellini, Paulo Borges, Zé Carlos II, Zé Roberto, Orlando e pessoa não identificada. Agachados: Nivaldo, Garrincha, Dirceu Kruger, Tião Abatiá, Lance, Ivair, Toninho, Zé Luis, massagista Ditinho e Paraná. Foto enviada por Moisés Bueno

Em pé, da esquerda para a direita: Paulo Leão, Beraldo, Djalma Dias, Tarciso, Zé Carlos, Bellini, Paulo Borges, Zé Carlos II, Zé Roberto, Orlando e pessoa não identificada. Agachados: Nivaldo, Garrincha, Dirceu Kruger, Tião Abatiá, Lance, Ivair, Toninho, Zé Luis, massagista Ditinho e Paraná. Foto enviada por Moisés Bueno


Em pé: Oreco, Zé Carlos, Djalma Dias, Lima, Negreiros e Orlando. Agachados: Garrincha, Paulo Borges, Ivair, Gilberto e Paraná. Foto enviada por Moisés Bueno

Em pé: Oreco, Zé Carlos, Djalma Dias, Lima, Negreiros e Orlando. Agachados: Garrincha, Paulo Borges, Ivair, Gilberto e Paraná. Foto enviada por Moisés Bueno


Garrincha, com a camisa do Treze da Paraíba, é o primeiro agachado da esquerda para à direita. Foto: Marcus Vinícius Ribeiro, historiador do Treze.

Garrincha, com a camisa do Treze da Paraíba, é o primeiro agachado da esquerda para à direita. Foto: Marcus Vinícius Ribeiro, historiador do Treze.


Com a bola no pé, Garrincha tenta ultrapassar marcador inglês. Zito, fica observando atrás. Foto reprodução Revista Placar/ Edição 1351 - Fevereiro de 2011

Com a bola no pé, Garrincha tenta ultrapassar marcador inglês. Zito, fica observando atrás. Foto reprodução Revista Placar/ Edição 1351 - Fevereiro de 2011



Garrincha e Del Vecchio, em foto da revista Manchete Esportiva em 1959. E o banco de madeira, hein?

Garrincha e Del Vecchio, em foto da revista Manchete Esportiva em 1959. E o banco de madeira, hein?


Treino da Seleção Brasileira em 1958, contra os aspirantes do Palmeiras. Garrincha, à esquerda, passando pelo goleiro Ernani. Atrás, acompanhando o lance, estão Orfeu e Ismael. Foto enviada por Orfeu Cozzolino

Treino da Seleção Brasileira em 1958, contra os aspirantes do Palmeiras. Garrincha, à esquerda, passando pelo goleiro Ernani. Atrás, acompanhando o lance, estão Orfeu e Ismael. Foto enviada por Orfeu Cozzolino


Em pé: diretor Dr. Antonio Megale, Buzuca, Luis Pedro, Neto, Hildo, Luiz Carlos Beleza e Tonho. Agachados: massagista Rosa, Serginho, Garrincha (com o uniforme do Milionários), Lelo, Carlos Roberto, Ailton Lira e Ganzepe. Foto enviada por Armando Favoretto Júnior

Em pé: diretor Dr. Antonio Megale, Buzuca, Luis Pedro, Neto, Hildo, Luiz Carlos Beleza e Tonho. Agachados: massagista Rosa, Serginho, Garrincha (com o uniforme do Milionários), Lelo, Carlos Roberto, Ailton Lira e Ganzepe. Foto enviada por Armando Favoretto Júnior


Em pé: Lugano, Gérson, Nílton Santos, Orlando Maia, Danilo e Ruarinho. Agachados: Garrincha, Quarentinha, Vinicius, Dino, Rodrigues e Paulo Amaral.

Em pé: Lugano, Gérson, Nílton Santos, Orlando Maia, Danilo e Ruarinho. Agachados: Garrincha, Quarentinha, Vinicius, Dino, Rodrigues e Paulo Amaral.


Em pé, da esquerda para a direita: Lugano, Gerson, Nilton Santos, Orlando Maia, Bob e Danilo Alvim. Agachados: Garrincha, Quarentinha, Vinícios, Dino e Rodrigues;

Em pé, da esquerda para a direita: Lugano, Gerson, Nilton Santos, Orlando Maia, Bob e Danilo Alvim. Agachados: Garrincha, Quarentinha, Vinícios, Dino e Rodrigues;


Radialista Ney Costa, Elza Soares e Garrinha. Foto enviada por Ney Costa

Radialista Ney Costa, Elza Soares e Garrinha. Foto enviada por Ney Costa


Em pé, da esquerda para a direita: Jorge, Manga, Cacá, Zé Maria, Pampolini e Chicão. Agachados: Garrincha, Didi, Genivaldo, Quarentinha e Zagallo. Os cariocas venceram a Machadense por 7 a 1

Em pé, da esquerda para a direita: Jorge, Manga, Cacá, Zé Maria, Pampolini e Chicão. Agachados: Garrincha, Didi, Genivaldo, Quarentinha e Zagallo. Os cariocas venceram a Machadense por 7 a 1


Diango, Garrincha e Puskas. Em 6 de novembro de 1960, o Fogão fez 7 a 1 na Esportiva de Machado-MG

Diango, Garrincha e Puskas. Em 6 de novembro de 1960, o Fogão fez 7 a 1 na Esportiva de Machado-MG


Em pé, da esquerda para a direita: Garrincha, Zé Milton, Didi e Pedroso. Agachados: Zagallo, menino Aldo Garcia e Puskas. A foto foi tirada em 6 de novembro de 1960, quando o Botafogo levou seus craques campeões mundiais para jogar no sul de Minas.

Em pé, da esquerda para a direita: Garrincha, Zé Milton, Didi e Pedroso. Agachados: Zagallo, menino Aldo Garcia e Puskas. A foto foi tirada em 6 de novembro de 1960, quando o Botafogo levou seus craques campeões mundiais para jogar no sul de Minas.


Mais uma foto de Garrincha em Machado-MG na década de 70.

Mais uma foto de Garrincha em Machado-MG na década de 70.


Veja Garrincha em Machado-MG, nos anos 70

Veja Garrincha em Machado-MG, nos anos 70


Da esquerda para a direita: Zagallo, Armando Nogueira, Garrincha, o fotógrafo João Piedade (de Três Pontas-MG,  pai de Fábio Zambeli, fiel internauta de Milton Neves) e Didi. Em 1958, os cariocas foram ao sul de Minas, jogaram contra a Machadense e venceram a partida por 7 a 1. Emocionaram o barranco lotado do pequeno estádio de Machado-MG, as pernas finas e as meias enroladas de Zagallo, a camisa desbotada e as pernas tortas de Mané, o gramado pífio, o esparadrapo no joelho de Didi e os dois famosos jornalistas, tão jovens com suas máquinas fotográficas a tiracolo

Da esquerda para a direita: Zagallo, Armando Nogueira, Garrincha, o fotógrafo João Piedade (de Três Pontas-MG, pai de Fábio Zambeli, fiel internauta de Milton Neves) e Didi. Em 1958, os cariocas foram ao sul de Minas, jogaram contra a Machadense e venceram a partida por 7 a 1. Emocionaram o barranco lotado do pequeno estádio de Machado-MG, as pernas finas e as meias enroladas de Zagallo, a camisa desbotada e as pernas tortas de Mané, o gramado pífio, o esparadrapo no joelho de Didi e os dois famosos jornalistas, tão jovens com suas máquinas fotográficas a tiracolo


Veja Garrincha, quando jogava pelo Olaria, em 1972, recebendo de Zagallo a faixa de campeão do mundo de 70, em reconhecimento às suas notáveis participações nas Copas de 1958 e 1962. A foto é do livro

Veja Garrincha, quando jogava pelo Olaria, em 1972, recebendo de Zagallo a faixa de campeão do mundo de 70, em reconhecimento às suas notáveis participações nas Copas de 1958 e 1962. A foto é do livro "Vai dar Zebra", de José Rezende Raymundo Quadros


No treino, pensativo e bastante concentrado. Foto: A Gazeta Esportiva Ilustrada

No treino, pensativo e bastante concentrado. Foto: A Gazeta Esportiva Ilustrada


Jogador diferenciado que deu glórias ao futebol brasileiro. Foto: A Gazeta Esportiva Ilustrada

Jogador diferenciado que deu glórias ao futebol brasileiro. Foto: A Gazeta Esportiva Ilustrada


Garrincha retratado em uma publicação especial que presta homenagem aos campeões da Copa do Mundo. Foto: Reprodução/Revista Show de Bola

Garrincha retratado em uma publicação especial que presta homenagem aos campeões da Copa do Mundo. Foto: Reprodução/Revista Show de Bola


Veja o Brasil entrando em campo contra a França, em 1958. O jogo foi 5 a 2 para nossa seleção. O primeiro da fila é Bellini, seguido por Gylmar, Orlando Peçanha, Didi, Garrincha, Zagallo, Nilton Santos, Zito e Vavá. A foto é da revista Mundo Ilustrado.

Veja o Brasil entrando em campo contra a França, em 1958. O jogo foi 5 a 2 para nossa seleção. O primeiro da fila é Bellini, seguido por Gylmar, Orlando Peçanha, Didi, Garrincha, Zagallo, Nilton Santos, Zito e Vavá. A foto é da revista Mundo Ilustrado.



Garrincha foi expulso no jogo contra o Chile, na Copa de 1962. Na imagem ele coloca a mão na cabeça, após ser atingido por uma pedra. O placar foi 4 a 2 para o Brasil, com dois gols de Garrincha e dois de Vavá para o time canarinho. Landa e Leonel Sanchez descontaram para a seleção anfitriã. Foto: Vargas (fotógrafo chileno), enviada por Luiz Carlos Sperandio

Garrincha foi expulso no jogo contra o Chile, na Copa de 1962. Na imagem ele coloca a mão na cabeça, após ser atingido por uma pedra. O placar foi 4 a 2 para o Brasil, com dois gols de Garrincha e dois de Vavá para o time canarinho. Landa e Leonel Sanchez descontaram para a seleção anfitriã. Foto: Vargas (fotógrafo chileno), enviada por Luiz Carlos Sperandio


O cantor sertanejo Tinoco, devidamente uniformizado, foi ao Parque São Jorge para um encontro com Garrincha. Foto enviada por José Carlos Perillo Perez

O cantor sertanejo Tinoco, devidamente uniformizado, foi ao Parque São Jorge para um encontro com Garrincha. Foto enviada por José Carlos Perillo Perez


Mané Garrincha e o Rei do Futebol. Juntos, eles fizeram a alegria da torcida brasileira durante muitos anos. Foto da Revista Manchete de Julho de 1971.

Mané Garrincha e o Rei do Futebol. Juntos, eles fizeram a alegria da torcida brasileira durante muitos anos. Foto da Revista Manchete de Julho de 1971.



E quem não queria ter uma foto e um autógrafo do Mané?

E quem não queria ter uma foto e um autógrafo do Mané?


A camisa, com a inscrição FMF significava

A camisa, com a inscrição FMF significava "Federação Metropolitana de Futebol", antigo nome da Federação Carioca de Futebol. Em pé: Paulinho de Almeida, Castilho, Nilton Santos, Dequinha, Zózimo, Édson Machado. Agachados: Joel Martins, Vavá (uma foto rara do Peito de Aço com bigode), Didi, Índio e Pinga


O Botafogo, campeão carioca em 1957. Em pé, da esquerda para a direita: Adalberto, Thomé, Servílio, Nilton Santos, Pampolini e Beto. Agachados: Garrincha, Paulinho Valentim, Didi, Edson Praça Mauá e Quarentinha. Foto do arquivo de Roberto Porto

O Botafogo, campeão carioca em 1957. Em pé, da esquerda para a direita: Adalberto, Thomé, Servílio, Nilton Santos, Pampolini e Beto. Agachados: Garrincha, Paulinho Valentim, Didi, Edson Praça Mauá e Quarentinha. Foto do arquivo de Roberto Porto


Garrincha, então com 42 anos, entrou despercebido na redação de A Gazeta Esportiva para dar entrevista a Barrero e divulgar jogos caça-níqueis de que participava para ganhar a vida.

Garrincha, então com 42 anos, entrou despercebido na redação de A Gazeta Esportiva para dar entrevista a Barrero e divulgar jogos caça-níqueis de que participava para ganhar a vida.


A Seleção Brasileira jogou um amistoso em Portugal. A partida foi no Estádio das Antas, em 24 de junho de 1965 e o placar foi 0 a 0. Em pé: Djalma Santos, Bellini, Manga, Orlando, Dudu e Rildo.Agachados: Garrincha, Ademir da Guia, Bianchini, Pelé e Rinaldo. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na Revista Placar

A Seleção Brasileira jogou um amistoso em Portugal. A partida foi no Estádio das Antas, em 24 de junho de 1965 e o placar foi 0 a 0. Em pé: Djalma Santos, Bellini, Manga, Orlando, Dudu e Rildo.Agachados: Garrincha, Ademir da Guia, Bianchini, Pelé e Rinaldo. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na Revista Placar


Neste Botafogo de 1953, os jogadores aparecem identificados. A curiosidade fica por conta de Garrincha, (primeiro agachado, da esquerda para a direita), que aparece como

Neste Botafogo de 1953, os jogadores aparecem identificados. A curiosidade fica por conta de Garrincha, (primeiro agachado, da esquerda para a direita), que aparece como "Gualicho", que era o nome do cavalo vencedor do Grande Prêmio Brasil de 1953, no Hipódromo da Gávea. Em pé: Gerson, Gilson, Santos (Nilton Santos), Araty, Bob e Juvenal. Agachados: Gualicho (Garrincha), Geninho, Dino da Costa, Carlyle, Vinícius, Zezinho e Praguinha. Na colagem, abaixo, aparecem: o técnico Gentil Cardoso, Floriano, um jogador não identificado, Ariosto e Jayme. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na Revista Placar


Mané vibrando como um menino, que sempre foi. Abatido, Décio Crespo observa. Sentado, no canto direito, o goleiro Fernando. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello

Mané vibrando como um menino, que sempre foi. Abatido, Décio Crespo observa. Sentado, no canto direito, o goleiro Fernando. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello


Garrincha se estica todo para empurrar a bola para o fundo do gol do Flamengo. Em vão, o goleiro Fernando tenta evitar a festa botafoguense em tarde de Maracanã lotado. Repare que a bola já está no limite de atravessar a linha derradeira. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello

Garrincha se estica todo para empurrar a bola para o fundo do gol do Flamengo. Em vão, o goleiro Fernando tenta evitar a festa botafoguense em tarde de Maracanã lotado. Repare que a bola já está no limite de atravessar a linha derradeira. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello


Mané, a Alegria do Povo, comemora mais um gol pelo Botafogo. O camisa nove do time da estrela solitária é Quarentinha e à direita de Garrincha na foto está o camisa 5 do Flamengo Jordan, desolado, apontando a falha da defesa rubro-negra. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello

Mané, a Alegria do Povo, comemora mais um gol pelo Botafogo. O camisa nove do time da estrela solitária é Quarentinha e à direita de Garrincha na foto está o camisa 5 do Flamengo Jordan, desolado, apontando a falha da defesa rubro-negra. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello


Gérson levantava a cabeça e via Garrincha 40 metros à frente. A bola viajava certeira até o mais hábil ponta-direita que o mundo já viu. Aí, sorte da torcida, que presenciava a magia de Mané. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello

Gérson levantava a cabeça e via Garrincha 40 metros à frente. A bola viajava certeira até o mais hábil ponta-direita que o mundo já viu. Aí, sorte da torcida, que presenciava a magia de Mané. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello


Da esquerda para a direita: Paulistinha, Amarildo e Garrincha

Da esquerda para a direita: Paulistinha, Amarildo e Garrincha


Veja Garrincha e Dida, o segundo e o terceiro agachados, respectivamente, no CSA de Alagoas, cuja alcunha é:

Veja Garrincha e Dida, o segundo e o terceiro agachados, respectivamente, no CSA de Alagoas, cuja alcunha é: "O Azulão do Mutange". Esse é um dos apelidos mais lindos do futebol brasileiro. O "Papão da Curuzu", do Paysandu, também é belíssimo.


Na final do Campeonato Carioca de 1962 o Flamengo não impediu o colossal Botafogo de conquistar o título com uma impetuosa vitória por 3 a 0. Na foto, da esquerda para a direita, vemos: Edson, Garrincha, Zagallo, Amarildo e Quarentinha. Ao fundo, com a camisa do rubro-negro, aparece Gérson, o Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello">

Na final do Campeonato Carioca de 1962 o Flamengo não impediu o colossal Botafogo de conquistar o título com uma impetuosa vitória por 3 a 0. Na foto, da esquerda para a direita, vemos: Edson, Garrincha, Zagallo, Amarildo e Quarentinha. Ao fundo, com a camisa do rubro-negro, aparece Gérson, o "Canhotinha de Ouro". O último é o ex-flamenguista Jadir. Foto enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello


Enquanto a Seleção Brasileira suava a camisa para ganhar a Copa de 58, o grande presidente Juscelino Kubitschek ouvia os jogos pelo rádio e torcia por Pelé, Garrincha e companhia. Aliás, só dava para acompanhar as partidas pelo rádio. Não existia TV no Brasil. A foto é da revista Manchete.

Enquanto a Seleção Brasileira suava a camisa para ganhar a Copa de 58, o grande presidente Juscelino Kubitschek ouvia os jogos pelo rádio e torcia por Pelé, Garrincha e companhia. Aliás, só dava para acompanhar as partidas pelo rádio. Não existia TV no Brasil. A foto é da revista Manchete.


Em pé: Tomé, Nilton Santos, Orlando, Juvenal, Bob e Lugano (mais tarde defenderia o Juventus da Rua Javari). Agachados: um massagista, Garrincha, Gato, Paulinho Ladrão, Casnock e João Carlos (em 1960, seria campeão carioca pelo América)

Em pé: Tomé, Nilton Santos, Orlando, Juvenal, Bob e Lugano (mais tarde defenderia o Juventus da Rua Javari). Agachados: um massagista, Garrincha, Gato, Paulinho Ladrão, Casnock e João Carlos (em 1960, seria campeão carioca pelo América)


Nilton Santos e Garrincha, na época do

Nilton Santos e Garrincha, na época do "guaraná com rolha".



Veja o time do Milionários FC em 1977. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Dias, Djalma Dias, Aguinaldo, Orlando e Oreco. Agachados: Garrincha, Paulo Borges, Toninho Guerreiro, Brecha e Pepe

Veja o time do Milionários FC em 1977. Em pé, da esquerda para a direita: Djalma Santos, Dias, Djalma Dias, Aguinaldo, Orlando e Oreco. Agachados: Garrincha, Paulo Borges, Toninho Guerreiro, Brecha e Pepe


Garrincha com a camisa do Olaria, contra o Flamengo. A partida terminou 1 a 1 e foi realizada no dia 23 de janeiro de 1972, no Maracanã. Ao todo, Garrincha fez 18 jogos com a camisa do Olaria. A foto foi enviada pelo querido Arthur Neto, torcedor fanático do Olaria AC. Obrigado, Arthur!

Garrincha com a camisa do Olaria, contra o Flamengo. A partida terminou 1 a 1 e foi realizada no dia 23 de janeiro de 1972, no Maracanã. Ao todo, Garrincha fez 18 jogos com a camisa do Olaria. A foto foi enviada pelo querido Arthur Neto, torcedor fanático do Olaria AC. Obrigado, Arthur!


Revista

Revista "Manchete" de 7 de maio de 1966. A foto foi tirada por Jader Neves, em Caxambu-MG, durante a preparação da Seleção para a Copa de 1966 na Inglaterra. Em pé: Carlos Alberto, Zito, Manga, Brito, Orlando e Rildo. Agachados: o massagista Mário Américo, Garrincha, Gérson, Servílio, Pelé, Paraná e o massagista Santana.


Preparação para a Copa do Mundo de 1966 na cidade de Caxambu-MG. A imagem dos atletas, refletida na água, foi publicada pela revista Manchete (edição 13), no mesmo ano. Da esquerda para a direita: Edu, Garrincha, Pelé e Ivair.

Preparação para a Copa do Mundo de 1966 na cidade de Caxambu-MG. A imagem dos atletas, refletida na água, foi publicada pela revista Manchete (edição 13), no mesmo ano. Da esquerda para a direita: Edu, Garrincha, Pelé e Ivair.


Pelé estava longe de ser um Toquinho ou Almir Sater, aliás, muito longe. Mas tentava se arriscar no violão. Em pé estavam Lima e Denilson. Agachados, ladeando Pelé, Garrincha e Ivair. A foto, enviada por Walter Roberto Peres, foi publicada na Revista Manchete no dia 7 de março de 1966

Pelé estava longe de ser um Toquinho ou Almir Sater, aliás, muito longe. Mas tentava se arriscar no violão. Em pé estavam Lima e Denilson. Agachados, ladeando Pelé, Garrincha e Ivair. A foto, enviada por Walter Roberto Peres, foi publicada na Revista Manchete no dia 7 de março de 1966


Jogo-treino entre Seleção Brasileira, com uniforme grená, contra o Atlético Mineiro, em Caxambú (MG). A foto, enviada por Walter Roberto Peres, é de Jader Neves, da Revista Manchete, do dia 7 de março de 1966

Jogo-treino entre Seleção Brasileira, com uniforme grená, contra o Atlético Mineiro, em Caxambú (MG). A foto, enviada por Walter Roberto Peres, é de Jader Neves, da Revista Manchete, do dia 7 de março de 1966


Nesse

Nesse "meio" time do Botafogo, Edgar é o goleiro, seguido por Gérson dos Santos. A Enciclopédia Nilton Santos é o último em pé. O saudoso e inesquecível Garrincha é o primeiro agachado.


Garrincha, o ex-ponta Joacy Casagrande e um repórter nos anos 60

Garrincha, o ex-ponta Joacy Casagrande e um repórter nos anos 60


Veja acima a Seleção Brasileira com a camisa azul. Da esquerda para à direita- Em Pé: Paulo Planet Buarque, De Sordi, Oreco, Zózimo, Dino Sani, Castilho, Mauro e o técnico Vicente Feola. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Moacir, Vavá, Dida e Zagallo.Crédito foto: Arquivo Nacional.
Crédito foto: Arquivo

Veja acima a Seleção Brasileira com a camisa azul. Da esquerda para à direita- Em Pé: Paulo Planet Buarque, De Sordi, Oreco, Zózimo, Dino Sani, Castilho, Mauro e o técnico Vicente Feola. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Moacir, Vavá, Dida e Zagallo.Crédito foto: Arquivo Nacional. Crédito foto: Arquivo


Em meados da década de 1950, Garrincha estava começando no Botafogo (vejam o grande ponta na foto acima, primeiro agachado da esquerda para a direita). Havia acabado de deixar o distrito de Pau Grande, no Rio de Janeiro, para vestir as cores do Botafogo. A frase de Armando Nogueira para definir sua chegada ao clube da estrela solitária é antológica.

Em meados da década de 1950, Garrincha estava começando no Botafogo (vejam o grande ponta na foto acima, primeiro agachado da esquerda para a direita). Havia acabado de deixar o distrito de Pau Grande, no Rio de Janeiro, para vestir as cores do Botafogo. A frase de Armando Nogueira para definir sua chegada ao clube da estrela solitária é antológica. "Lá (em Pau Grande) era ídolo de um povoado. No Botafogo, tornou-se ídolo de um povo".


Da esquerda para a direita, em 1960, em Criciúma (SC): Didi, Joacy Casagrande e Garrincha.

Da esquerda para a direita, em 1960, em Criciúma (SC): Didi, Joacy Casagrande e Garrincha.


Garrincha rodeado por crianças em amistoso do Flamengo.
Foto enviada por Marcelo de Paula Dieguez

Garrincha rodeado por crianças em amistoso do Flamengo. Foto enviada por Marcelo de Paula Dieguez


Imagem real ou montagem de computador? Oito jogadores marcando Garrincha?
Foto enviada por Marcelo de Paula Dieguez

Imagem real ou montagem de computador? Oito jogadores marcando Garrincha? Foto enviada por Marcelo de Paula Dieguez


Garrincha entrando com o Flamengo no Maracanã lotado. Atrás do craque está o zagueiro Onça. E do lado esquerdo (da esquerda para a direita) estão: Silva (embaixo da fumaça), Liminha e Luís Carlos Tatu. À frente, com a mão direita na bandeira, o lateral Paulo Henrique. E atrás da cabeça de Paulo Henrique você vê parte do rosto do saudoso zagueiro Moisés. Esse jogo foi o da estréia do Mané: Fla 0 x Vasco 2, dia 30 de abril de 1968, no Maracanã, em partida válida pelo Torneio Rio-São Paulo. O Mengão formou com Dominguez, depois Marco Aurélio, Marcos (irmão do Paulo Henrique), Onça, Moisés e Paulo Henrique; Liminha e Rodrigues Neto; Garrincha, depois Zélio (que é irmão do Cafuringa e do Chiquinho Pastor), Dionísio, Silva e Luís Carlos.

Garrincha entrando com o Flamengo no Maracanã lotado. Atrás do craque está o zagueiro Onça. E do lado esquerdo (da esquerda para a direita) estão: Silva (embaixo da fumaça), Liminha e Luís Carlos Tatu. À frente, com a mão direita na bandeira, o lateral Paulo Henrique. E atrás da cabeça de Paulo Henrique você vê parte do rosto do saudoso zagueiro Moisés. Esse jogo foi o da estréia do Mané: Fla 0 x Vasco 2, dia 30 de abril de 1968, no Maracanã, em partida válida pelo Torneio Rio-São Paulo. O Mengão formou com Dominguez, depois Marco Aurélio, Marcos (irmão do Paulo Henrique), Onça, Moisés e Paulo Henrique; Liminha e Rodrigues Neto; Garrincha, depois Zélio (que é irmão do Cafuringa e do Chiquinho Pastor), Dionísio, Silva e Luís Carlos.


Espanhol Garcia, durante a Copa de 62:

Espanhol Garcia, durante a Copa de 62: "Cadê o Garrincha que estava aqui?". A foto é da revista "O Cruzeiro", edição especial em comemoração ao bicampeonato no Chile.


Zagallo e Garrincha correm para abraçar Amarildo, autor do primeiro gol do Brasil contra a Tchecoslováquia, na final da Copa de 62. O jogo terminou 3 a 1 para a seleção canarinho. Para comemorar o bicampeonato, a revista

Zagallo e Garrincha correm para abraçar Amarildo, autor do primeiro gol do Brasil contra a Tchecoslováquia, na final da Copa de 62. O jogo terminou 3 a 1 para a seleção canarinho. Para comemorar o bicampeonato, a revista "O Cruzeiro" fez uma belíssima edição em homenagem aos atletas que levantaram a Taça Jules Rimet pela segunda vez.


1962. Edição comemorativa da revista

1962. Edição comemorativa da revista "O Cruzeiro" em homenagem ao bicampeonato da seleção no Chile. Na foto, vemos o brilhante orador Carlos Lacerda, então governador da Guanabara, presentear Garrincha com o pássaro "Mainá".


Que timaço de veteranos. Imagine quanto trabalho daria se tivesse realmente atuado junto algum dia profissionalmente. Vemos em pé Djalma Santos, Renato, Minuca, Djalma Dias, Bellini e Oreco e agachados Garrincha, Lima, Paulo Borges, Negreiros e Paraná

Que timaço de veteranos. Imagine quanto trabalho daria se tivesse realmente atuado junto algum dia profissionalmente. Vemos em pé Djalma Santos, Renato, Minuca, Djalma Dias, Bellini e Oreco e agachados Garrincha, Lima, Paulo Borges, Negreiros e Paraná


Vejam a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1966 com autógrafos dos craques que fizeram água em campos da Inglaterra. Vemos Gylmar, Djalma Santos, Fidélis, Bellini, Brito, Altair, Orlando, Paulo Henrique, Rildo, Pelé, Gérson, Manga, Denílson, Lima, Zito, Garrincha, Jairzinho, Alcindo, Silva, Tostão, Paraná e Edu

Vejam a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1966 com autógrafos dos craques que fizeram água em campos da Inglaterra. Vemos Gylmar, Djalma Santos, Fidélis, Bellini, Brito, Altair, Orlando, Paulo Henrique, Rildo, Pelé, Gérson, Manga, Denílson, Lima, Zito, Garrincha, Jairzinho, Alcindo, Silva, Tostão, Paraná e Edu


A torcida de Campos do Jordão desenhou um colar de diamantes em homenagem à Seleção Brasileira que, meses depois, seria bicampeã do mundo, em 1962. A foto não é linda? E era só treino das seleções A e B, de Aimoré Moreira. Da esquerda para a direita, estão: De Sordi, Jair da Costa, Prado, Didi, Calvet, Altair, Zito, Pelé, Zagallo, Airton Pavilhão, Gylmar, Bellini, Laércio, Jair Marinho, Amarildo, Aldemar, Rildo, Zequinha, Pepe, Garrincha, Vavá e Mengálvio. A foto-relíquia é do livro

A torcida de Campos do Jordão desenhou um colar de diamantes em homenagem à Seleção Brasileira que, meses depois, seria bicampeã do mundo, em 1962. A foto não é linda? E era só treino das seleções A e B, de Aimoré Moreira. Da esquerda para a direita, estão: De Sordi, Jair da Costa, Prado, Didi, Calvet, Altair, Zito, Pelé, Zagallo, Airton Pavilhão, Gylmar, Bellini, Laércio, Jair Marinho, Amarildo, Aldemar, Rildo, Zequinha, Pepe, Garrincha, Vavá e Mengálvio. A foto-relíquia é do livro "O Eterno Futebol", autobiografia do saudoso Mário Trigo, dentista da seleção nas vitoriosas campanhas da Suécia, Chile e México.


O álbum-relíquia é do livro

O álbum-relíquia é do livro "O Eterno Futebol", autobiografia do saudoso Mário Trigo, dentista da seleção nas vitoriosas campanhas da Suécia, Chile e México.


Da esquerda para a direita, na equipe do Milionários: Garrincha, Ivair

Da esquerda para a direita, na equipe do Milionários: Garrincha, Ivair "O Príncipe" (ex-Lusa e Corinthians), Toninho Guerreiro, Brecha e Pepe.


No final dos anos 50, Vasco e Santos eram a base da seleção brasileira com o

No final dos anos 50, Vasco e Santos eram a base da seleção brasileira com o "reforço" do Botafogo. Em pé: Djalma Santos, Castilho, Bellini, Formiga, Orlando e Coronel. Agachados: Garrincha, Didi, Almir, Pelé, Chinesinho e Mário Américo.


Uma das formações da Seleção Brasileira na fase de preparação para a Copa do Mundo de 1962: Djalma Santos, Bellini, Zito, Calvet, Castilho e Nílton Santos; agachados: massagista Santana, Garrincha, Didi, Coutinho, Pelé, Pepe e o massagista Mário Américo.  Crédito foto: Arquivo CBF

Uma das formações da Seleção Brasileira na fase de preparação para a Copa do Mundo de 1962: Djalma Santos, Bellini, Zito, Calvet, Castilho e Nílton Santos; agachados: massagista Santana, Garrincha, Didi, Coutinho, Pelé, Pepe e o massagista Mário Américo. Crédito foto: Arquivo CBF


A foto enviada pelo historiador Walter Roberto Peres é de 1968 e mostra Garrincha, no Maracanã, com a camisa do Flamengo. Combinava?

A foto enviada pelo historiador Walter Roberto Peres é de 1968 e mostra Garrincha, no Maracanã, com a camisa do Flamengo. Combinava?


Veja Garrincha concentrado para enfrentar a URSS, no terceiro jogo da Copa de 1958, onde o Brasil conquistou o primeiro caneco.

Veja Garrincha concentrado para enfrentar a URSS, no terceiro jogo da Copa de 1958, onde o Brasil conquistou o primeiro caneco.


Ao terminar a partida contra a Suécia, o ainda garoto Pelé caiu no gramado aos prantos. Garrincha tenta amparar o Rei

Ao terminar a partida contra a Suécia, o ainda garoto Pelé caiu no gramado aos prantos. Garrincha tenta amparar o Rei


Vejam Garrincha em 1972 na cidade de Jequié, na Bahia, ao lado do massagista Foca. No dia em que esta foto foi tirada, ele jogou no estádio municipal Waldomiro Borges de Souza, o primeiro tempo pela seleção de Ipiaú e o segundo pela de Jequié. O resultado da partida foi 2 a 2. Foto enviada pelo internauta Waldemir Vidal

Vejam Garrincha em 1972 na cidade de Jequié, na Bahia, ao lado do massagista Foca. No dia em que esta foto foi tirada, ele jogou no estádio municipal Waldomiro Borges de Souza, o primeiro tempo pela seleção de Ipiaú e o segundo pela de Jequié. O resultado da partida foi 2 a 2. Foto enviada pelo internauta Waldemir Vidal



Jogo festivo, com Mané sempre Botafoguense no Rio, dando uma colher de chá aos cruzmaltinos

Jogo festivo, com Mané sempre Botafoguense no Rio, dando uma colher de chá aos cruzmaltinos


Pampolini, Lance, Garrincha, Djalma Santos, Nilton Santos e Bellini: eles ainda defenderam o romântico Milionários FC por puro amor ao futebol. A foto é do dia 26 de agosto de 1976.

Pampolini, Lance, Garrincha, Djalma Santos, Nilton Santos e Bellini: eles ainda defenderam o romântico Milionários FC por puro amor ao futebol. A foto é do dia 26 de agosto de 1976.



O preparador físico Paulo Amaral não dava descanso para os jogadores do Botafogo nem no convés do navio, em que a equipe da Estrela Solitária viajava para jogar alguns amistosos no continente europeu.
Crédito foto: Blog do Jornalista Roberto Porto

O preparador físico Paulo Amaral não dava descanso para os jogadores do Botafogo nem no convés do navio, em que a equipe da Estrela Solitária viajava para jogar alguns amistosos no continente europeu. Crédito foto: Blog do Jornalista Roberto Porto


Embarque do Corinthians à Espanha para a disputa do Troféu Carranza, em 66. Estão em pé, Sérgio Barbalho, o diretor Chico Mendes, Flávio, Dino Sani, Édson, Marcos, o preparador físico José de Souza Teixeira, Clóvis, o massagista Souza, Nair, Ditão, o médico Haroldo Campos, o dirigente Jamil Helou, sra. Wadih Helu, o presidente Wadih Helu, o técnico Filpo Nuñez; agachados: Maciel, Marcial, Tales, Roberto Bataglia, Heitor, Galhardo, Gilson Porto, Roberto Rivellino, Mané Garrincha e Jair Marinho.

Embarque do Corinthians à Espanha para a disputa do Troféu Carranza, em 66. Estão em pé, Sérgio Barbalho, o diretor Chico Mendes, Flávio, Dino Sani, Édson, Marcos, o preparador físico José de Souza Teixeira, Clóvis, o massagista Souza, Nair, Ditão, o médico Haroldo Campos, o dirigente Jamil Helou, sra. Wadih Helu, o presidente Wadih Helu, o técnico Filpo Nuñez; agachados: Maciel, Marcial, Tales, Roberto Bataglia, Heitor, Galhardo, Gilson Porto, Roberto Rivellino, Mané Garrincha e Jair Marinho.


Garrincha como fonte de inspiração para Vinicius de Morais.

Garrincha como fonte de inspiração para Vinicius de Morais.


Imortal, Garrincha ganhou este busto na entrada da sede do Glorioso

Imortal, Garrincha ganhou este busto na entrada da sede do Glorioso


Este é o selo da Copa do Mundo de 1962 assinado pelos heróis brasileiros que a conquistaram em gramados chilenos. Uma verdadeira relíquia

Este é o selo da Copa do Mundo de 1962 assinado pelos heróis brasileiros que a conquistaram em gramados chilenos. Uma verdadeira relíquia


Mané x Décio Teixeira, em 1966: deu empate. Garrincha não fez de Décio um novo

Mané x Décio Teixeira, em 1966: deu empate. Garrincha não fez de Décio um novo "João".


Em 1966, Garrincha chegou ao Timão como grande esperança. Mas em suas apenas 13 partidas com a camisa do Corinthians, nem de longe lembrou o Mané dos tempos de Fogão.

Em 1966, Garrincha chegou ao Timão como grande esperança. Mas em suas apenas 13 partidas com a camisa do Corinthians, nem de longe lembrou o Mané dos tempos de Fogão.


O ano de 1962 foi mágico para o Botafogo. O clube recebeu do COI (Comitê Olímpico Internacional) o título de Campeão de terra, mar e ar por ter conquistado títulos em todas as modalidades esportivas, 120 no total. Além disso, cedeu cinco titulares para a Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo do Chile, Didi, Amarildo, Zagallo, Nilton Santos e Garrincha. A foto mostra o esquadrão alvinegro campeão do Torneio Rio-São Paulo daquela temporada com Joel, Manga, Zé Maria, Pampolini, Paulistinha e Rildo em pé; agachados vemos Garrincha, Didi, Quarentinha, Amarildo e Zagallo

O ano de 1962 foi mágico para o Botafogo. O clube recebeu do COI (Comitê Olímpico Internacional) o título de Campeão de terra, mar e ar por ter conquistado títulos em todas as modalidades esportivas, 120 no total. Além disso, cedeu cinco titulares para a Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo do Chile, Didi, Amarildo, Zagallo, Nilton Santos e Garrincha. A foto mostra o esquadrão alvinegro campeão do Torneio Rio-São Paulo daquela temporada com Joel, Manga, Zé Maria, Pampolini, Paulistinha e Rildo em pé; agachados vemos Garrincha, Didi, Quarentinha, Amarildo e Zagallo


Em final de carreira, Garrincha teve meteórica passagem pelo Corinthians. No Parque São Jorge, o magistral ponta fez amigos. Entre eles: Maciel, Nei e Édson Cegonha (fotografados ao lado de Mané, da esquerda para a direita).

Em final de carreira, Garrincha teve meteórica passagem pelo Corinthians. No Parque São Jorge, o magistral ponta fez amigos. Entre eles: Maciel, Nei e Édson Cegonha (fotografados ao lado de Mané, da esquerda para a direita).


Silvano e Garrincha pelo Guarapuava, Adilson e Barbosinha vestindo a camisa do Ponta Grossa. Esta foto é de 1969 quando Silvano participou de jogo festivo ao lado do maior ponta-direita de todos os tempos

Silvano e Garrincha pelo Guarapuava, Adilson e Barbosinha vestindo a camisa do Ponta Grossa. Esta foto é de 1969 quando Silvano participou de jogo festivo ao lado do maior ponta-direita de todos os tempos


Da esquerda para a direita: Zito, Gylmar, Jair Marinho, Mauro, Calvet, Nilton Santos, Pepe, Coutinho, Didi, Gérson e Garrincha.

Da esquerda para a direita: Zito, Gylmar, Jair Marinho, Mauro, Calvet, Nilton Santos, Pepe, Coutinho, Didi, Gérson e Garrincha.


Em pé: Paulinho de Almeida, Zito, Castilho, Orlando, Coronel e Mauro Ramos de Oliveira. Agachados: o massagista Mário Américo, Garrincha, Didi, Paulo Valentim, Pelé e Zagallo.

Em pé: Paulinho de Almeida, Zito, Castilho, Orlando, Coronel e Mauro Ramos de Oliveira. Agachados: o massagista Mário Américo, Garrincha, Didi, Paulo Valentim, Pelé e Zagallo.


O Brasil de camisa azul na decisão da Copa do Mundo de 1958 contra a Suécia. Com atuação de gala de Pelé, vitória brasileira por 5 a 2 e o primeiro título mundial de nosso país. Em pé estão Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar; agachados vemos Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Mário Américo

O Brasil de camisa azul na decisão da Copa do Mundo de 1958 contra a Suécia. Com atuação de gala de Pelé, vitória brasileira por 5 a 2 e o primeiro título mundial de nosso país. Em pé estão Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar; agachados vemos Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Mário Américo


Pelé e Garrincha: sem dúvida, os dois maiores jogadores da história do futebol brasileiro. Um, eternizou a camisa 10 do Santos. O outro, imortalizou a 7 do Botafogo. E juntos, com a amarelinha, nunca foram derrotados

Pelé e Garrincha: sem dúvida, os dois maiores jogadores da história do futebol brasileiro. Um, eternizou a camisa 10 do Santos. O outro, imortalizou a 7 do Botafogo. E juntos, com a amarelinha, nunca foram derrotados


Pelas lentes mágicas de Domício Pinheiro, Pelé e Garrincha escrevem a história da Copa do Mundo de 1958

Pelas lentes mágicas de Domício Pinheiro, Pelé e Garrincha escrevem a história da Copa do Mundo de 1958


Reprodução de página de editorial da revista

Reprodução de página de editorial da revista "Manchete" de 09 de junho de 1962 mostra Pelé e Garrincha sendo abençoados antes da Copa do Mundo do Chile começar. O editorial também faz referência ao fato de o filme "O Pagador de Promessas", estrelado por Glória Menezes e Leonardo Vilar, ter sido premiado com a Palma de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Cannes


Botafogo de Ribeirão Preto e Botafogo, o legítimo, posam antes de amistoso em 1958, na ex-capital do café. Em pé: Bauer (o terceiro), o goleiro Amauri (o quinto), Nilton Santos (o sexto), Beto (o oitavo), Didi (o décimo) seguido por Pampolini e Tomé; todos do Botafogo

Botafogo de Ribeirão Preto e Botafogo, o legítimo, posam antes de amistoso em 1958, na ex-capital do café. Em pé: Bauer (o terceiro), o goleiro Amauri (o quinto), Nilton Santos (o sexto), Beto (o oitavo), Didi (o décimo) seguido por Pampolini e Tomé; todos do Botafogo "pai". O primeiro agachado é Paulo Valentim. Garrincha e Zezé são os dois últimos


No final da carreira, Garrincha jogou várias partidas exibição em troca de alguns trocados que o ajudassem a se sustentar. Em um desses jogos, defendeu a camisa do Alecrim, de Natal, clube fundado pelo ex-presidente Café Filho. Na foto, é o segundo agachado da esquerda para a direita. Nesta dia, o time potiguar enfrentou amistosamente o Sport, no estádio Juvenal Lamartine, e mesmo com Mané em campo, perdeu por 1 a 0

No final da carreira, Garrincha jogou várias partidas exibição em troca de alguns trocados que o ajudassem a se sustentar. Em um desses jogos, defendeu a camisa do Alecrim, de Natal, clube fundado pelo ex-presidente Café Filho. Na foto, é o segundo agachado da esquerda para a direita. Nesta dia, o time potiguar enfrentou amistosamente o Sport, no estádio Juvenal Lamartine, e mesmo com Mané em campo, perdeu por 1 a 0


Em pé: De Sordi, Jadir, Nilton Santos, Gylmar, Mauro e Roberto Belangero. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Moacir, Mazzola, Pelé e Canhoteiro

Em pé: De Sordi, Jadir, Nilton Santos, Gylmar, Mauro e Roberto Belangero. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Moacir, Mazzola, Pelé e Canhoteiro


Vejam a Seleção Brasileira em amistoso no Maracanã em 1965. Reprodução de foto publicada no saudoso jornal

Vejam a Seleção Brasileira em amistoso no Maracanã em 1965. Reprodução de foto publicada no saudoso jornal "A Gazeta Esportiva". Em pé estão Djalma Santos, Bellini, Manga, Orlando, Rildo e Dudu; agachados estão Garrincha, Ademir da Guia, Flávio, Pelé e Rinaldo


Apresentação dos jogadores convocados pela Seleção Brasileira para excursão à Europa. Observem como a reunião de parte da delegação brasileira, mesmo com dois títulos mundiais (1958 e 1962) era improvisada, em sala apertada no dia 25 de maio de 1965. Da esquerda para a direita: Fefeu, Sebastião Leônidas, Garrincha, Jairzinho, Murilo, um diretor da CBD, Orlando Peçanha (atrás), Gérson, Altair, Bianchini, Doutor Hilton Gosling (médico da Seleção), senhor Ernesto Santos (dirigente) e João Havelange, então presidente da CBD.

Apresentação dos jogadores convocados pela Seleção Brasileira para excursão à Europa. Observem como a reunião de parte da delegação brasileira, mesmo com dois títulos mundiais (1958 e 1962) era improvisada, em sala apertada no dia 25 de maio de 1965. Da esquerda para a direita: Fefeu, Sebastião Leônidas, Garrincha, Jairzinho, Murilo, um diretor da CBD, Orlando Peçanha (atrás), Gérson, Altair, Bianchini, Doutor Hilton Gosling (médico da Seleção), senhor Ernesto Santos (dirigente) e João Havelange, então presidente da CBD.


Em pé: Jair Marinho, Dino Sani, Galhardo, Ditão, Édson e Heitor. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.

Em pé: Jair Marinho, Dino Sani, Galhardo, Ditão, Édson e Heitor. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.


Em pé: Maciel, Marcial, Édson, Dino Sani, Galhardo e Ditão. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.

Em pé: Maciel, Marcial, Édson, Dino Sani, Galhardo e Ditão. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.


No dia 2 de março de 1966, uma quarta-feira à noite, no Pacaembu, Mané Garrincha estreou como jogador do Corinthians. Mas o Vasco acabou com a festa e com dois gols de Célio e um de Maranhão bateu o Timão por 3 a 0. Em pé: Jair Marinho, Édson, Galhardo, Ditão, Dino Sani e Heitor. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.

No dia 2 de março de 1966, uma quarta-feira à noite, no Pacaembu, Mané Garrincha estreou como jogador do Corinthians. Mas o Vasco acabou com a festa e com dois gols de Célio e um de Maranhão bateu o Timão por 3 a 0. Em pé: Jair Marinho, Édson, Galhardo, Ditão, Dino Sani e Heitor. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.


No dia 2 de março de 1966, uma quarta-feira à noite, no Pacaembu, Mané Garrincha estreou como jogador do Corinthians. Mas o Vasco acabou com a festa e com dois gols de Célio e um de Maranhão bateu o Timão por 3 a 0. Em pé: Jair Marinho, Édson, Galhardo, Ditão, Dino Sani e Heitor. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.

No dia 2 de março de 1966, uma quarta-feira à noite, no Pacaembu, Mané Garrincha estreou como jogador do Corinthians. Mas o Vasco acabou com a festa e com dois gols de Célio e um de Maranhão bateu o Timão por 3 a 0. Em pé: Jair Marinho, Édson, Galhardo, Ditão, Dino Sani e Heitor. Agachados: Garrincha, Nair, Flávio, Tales e Gílson Porto. A imagem foi colhida pelo saudoso fotógrafo Sarkis.


 Em pé temos o técnico Aymoré Moreira, Djalma Santos, Zito, Gilmar, Zózimo, Nilton Santos e Mauro; agachados estão Garrincha, Didi, Vavá, Amarildo e Zagallo

Em pé temos o técnico Aymoré Moreira, Djalma Santos, Zito, Gilmar, Zózimo, Nilton Santos e Mauro; agachados estão Garrincha, Didi, Vavá, Amarildo e Zagallo


Na concentração da seleção brasileira, em 1964, Mané Garrincha está pensativo durante um joguinho (seria de damas ou ludo?) com companheiros. Bianchini observa o maior de todos os pontas.

Na concentração da seleção brasileira, em 1964, Mané Garrincha está pensativo durante um joguinho (seria de damas ou ludo?) com companheiros. Bianchini observa o maior de todos os pontas.


Reprodução de capa da revista

Reprodução de capa da revista "Fatos e Fotos" de 1966, cujo conteúdo se direcionou integralmente aos jogadores brasileiros que dias depois disputariam, e perderiam, a Copa do Mundo da Inglaterra. Na foto, vemos Garrincha em ação em partida amistosa contra a Alemanha disputada no Maracanã no dia 06 de junho de 1965. Naquele dia, o Brasil venceu por 2 a 0 com gols Flávio e Pelé


Esta foto maravilhosa mostra os jogadores perfilados quando da primeira convocação para a Seleção Brasileira que iria disputar, dias depois, a Copa do Mundo do Chile de 1962. Na primeira fila de cima para baixo, o primeiro é Aimoré Moreira, o segundo é o dentista Mario Trigo, o terceiro é o médico Hilton Gosling, o quinto é o preparador físico Paulo Amaral e o sétimo é o supervisor Carlos Nascimento; na segunda fila vemos Gilmar, Calvet, Quarentinha, Mauro, Airton Pavilhão, Bellini e o massagista Santana; na terceira fila vemos Didi, Djalma Santos, Pepe, Jurandir, Mengálvio, Nilton Santos, Vavá, Castilho, Julinho e Altair; entre Didi e Djalma Santos, vemos o roupeiro Chicão; na primeira fila de baixo para cima vemos Mário Américo, Coutinho, Jair da Costa, Germano, Rildo, Amarildo, Jair Marinho, Zito, Zagallo, Pelé, Garrincha e Zequinha; atrás de Mário Américo, o grande goleiro Valdir Joaquim de Moraes

Esta foto maravilhosa mostra os jogadores perfilados quando da primeira convocação para a Seleção Brasileira que iria disputar, dias depois, a Copa do Mundo do Chile de 1962. Na primeira fila de cima para baixo, o primeiro é Aimoré Moreira, o segundo é o dentista Mario Trigo, o terceiro é o médico Hilton Gosling, o quinto é o preparador físico Paulo Amaral e o sétimo é o supervisor Carlos Nascimento; na segunda fila vemos Gilmar, Calvet, Quarentinha, Mauro, Airton Pavilhão, Bellini e o massagista Santana; na terceira fila vemos Didi, Djalma Santos, Pepe, Jurandir, Mengálvio, Nilton Santos, Vavá, Castilho, Julinho e Altair; entre Didi e Djalma Santos, vemos o roupeiro Chicão; na primeira fila de baixo para cima vemos Mário Américo, Coutinho, Jair da Costa, Germano, Rildo, Amarildo, Jair Marinho, Zito, Zagallo, Pelé, Garrincha e Zequinha; atrás de Mário Américo, o grande goleiro Valdir Joaquim de Moraes


Acima, em montagem especial, confira todos os campeões mundiais pelo Brasil na Copa de 58, na Suécia.

Acima, em montagem especial, confira todos os campeões mundiais pelo Brasil na Copa de 58, na Suécia.


Garrincha, Pelé, Paulo Valentim, Didi e Zagallo: ninguém tira mais esse tipo de foto. Que pena! E, deles, só Pelé não era do Botafogo.

Garrincha, Pelé, Paulo Valentim, Didi e Zagallo: ninguém tira mais esse tipo de foto. Que pena! E, deles, só Pelé não era do Botafogo.


Esta foto foi tirada antes de um jogo realizado na cidade de Alegre, no Espírito Santo, no dia em que o Clube Alegrense Futebol Clube trouxe para um amistoso festivo o eterno e querido Mané. Aqui, ele está ao lado do também saudoso Dr. Warlen Campos, figura conhecida na região

Esta foto foi tirada antes de um jogo realizado na cidade de Alegre, no Espírito Santo, no dia em que o Clube Alegrense Futebol Clube trouxe para um amistoso festivo o eterno e querido Mané. Aqui, ele está ao lado do também saudoso Dr. Warlen Campos, figura conhecida na região


Em pé: Djalma Santos, Bellini, Paulo Borges, goleiro não identificado, Humberto Monteiro, um outro jogador não identificado, Barbosinha, Minuca, Fio Maravilha e mais um desconhecido. Agachados estão o massagista Bigode (o primeiro), Garrincha (o segundo) e César Maluco (o terceiro)

Em pé: Djalma Santos, Bellini, Paulo Borges, goleiro não identificado, Humberto Monteiro, um outro jogador não identificado, Barbosinha, Minuca, Fio Maravilha e mais um desconhecido. Agachados estão o massagista Bigode (o primeiro), Garrincha (o segundo) e César Maluco (o terceiro)


Garrincha, Paulo Borges, Lance, Tupãzinho... alguns dos craques que atuaram no time de veteranos Milionários. E reparem como as pernas de Tupãzinho (o quarto) eram tortas como as de Mané Garrincha

Garrincha, Paulo Borges, Lance, Tupãzinho... alguns dos craques que atuaram no time de veteranos Milionários. E reparem como as pernas de Tupãzinho (o quarto) eram tortas como as de Mané Garrincha


Brasil 1958. Em pé: De Sordi, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Gylmar. Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Mário Américo.

Brasil 1958. Em pé: De Sordi, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Gylmar. Agachados: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Mário Américo.


Paulo Borges no time do Milionários FC, equipe de veteranos, nos anos 70. Em pé: Djalma Santos, Minuca, Bellini, Benê, Nilton Santos e um goleiro não identificado. Agachados: Bigode, Garrincha, Paulo Borges, Tupã e Dorval

Paulo Borges no time do Milionários FC, equipe de veteranos, nos anos 70. Em pé: Djalma Santos, Minuca, Bellini, Benê, Nilton Santos e um goleiro não identificado. Agachados: Bigode, Garrincha, Paulo Borges, Tupã e Dorval


Em pé: Lamin, Cacá, Domício, Nilton Santos, Pampolini e Ronald. Agachados: Mané Garrincha, Tião Macalé, Paulo Valentim, Quarentinha e Amarildo

Em pé: Lamin, Cacá, Domício, Nilton Santos, Pampolini e Ronald. Agachados: Mané Garrincha, Tião Macalé, Paulo Valentim, Quarentinha e Amarildo


E aqui está uma foto mais nítida de Garrincha posando com a camisa do Vasco: os então cruzmaltinos Paulo Dias e Almir só viram o Deus Mané naquele 2 de março de 1967

E aqui está uma foto mais nítida de Garrincha posando com a camisa do Vasco: os então cruzmaltinos Paulo Dias e Almir só viram o Deus Mané naquele 2 de março de 1967




Em fevereiro de 1959, a Seleção Carioca goleou a Seleção Paulista por 5 a 1, no Maracanã. Castilho está sendo atendido pelo médico e massagista carioca. Garrincha bebe água, Bellini observa, Écio conversa com o árbitro Alberto da Gama Malcher e o camisa 10 é um tal de Pelé.

Em fevereiro de 1959, a Seleção Carioca goleou a Seleção Paulista por 5 a 1, no Maracanã. Castilho está sendo atendido pelo médico e massagista carioca. Garrincha bebe água, Bellini observa, Écio conversa com o árbitro Alberto da Gama Malcher e o camisa 10 é um tal de Pelé.








Seleção Brasileira em 1964: Arnaldo Tirone, Ronaldo Lembo, Rinaldo, Garrincha, Eli Coimbra, Juarez Soares e um jornalista não identificado

Seleção Brasileira em 1964: Arnaldo Tirone, Ronaldo Lembo, Rinaldo, Garrincha, Eli Coimbra, Juarez Soares e um jornalista não identificado



1954, Rio de Janeiro: Indio, Zózimo, Joel, Garrincha, Evaristo e Bellini, ligadíssimos no carioca Jornal dos Sports.

1954, Rio de Janeiro: Indio, Zózimo, Joel, Garrincha, Evaristo e Bellini, ligadíssimos no carioca Jornal dos Sports.









Botafogo x Bonsucesso, no Maracanã, em 1962: o volante Silvio (camisa 5) tenta parar Garrincha. Beto, Cassiano e Amarildo (o 10 do Botafogo, entrando na área) estão atrás do Mané. O sete do Bonsucesso é Augusto.

Botafogo x Bonsucesso, no Maracanã, em 1962: o volante Silvio (camisa 5) tenta parar Garrincha. Beto, Cassiano e Amarildo (o 10 do Botafogo, entrando na área) estão atrás do Mané. O sete do Bonsucesso é Augusto.


Espanhol Garcia, durante a Copa de 62:

Espanhol Garcia, durante a Copa de 62: "Cadê o Garrincha que estava aqui?". A foto é da revista "O Cruzeiro", edição especial em comemoração ao bicampeonato no Chile. Nada a comentar, afinal, como um dia definiu o jornalista Mauro Beting, "uma foto vale por mil palavras"


Na década de 1960, em praia do Rio de Janeiro, Garrincha controla a bola observado pela cantora Elza Soares, então sua esposa. Foto: Reprodução

Na década de 1960, em praia do Rio de Janeiro, Garrincha controla a bola observado pela cantora Elza Soares, então sua esposa. Foto: Reprodução


Possivelmente na concentração do Botafogo, Garrincha montado no cavalo enquanto Nilton Santos e Didi estão acomodados na charrete. Que foto maravilhosa, não é mesmo?

Possivelmente na concentração do Botafogo, Garrincha montado no cavalo enquanto Nilton Santos e Didi estão acomodados na charrete. Que foto maravilhosa, não é mesmo?


Placa sinalizando para terra onde Garrincha nasceu, no Rio de Janeiro

Placa sinalizando para terra onde Garrincha nasceu, no Rio de Janeiro


Estátua em homenagem a Garrincha, colocada em frente à sede do Botafogo, em General Severiano, no dia 13 de julho de 2023. Foto: Reprodução

Estátua em homenagem a Garrincha, colocada em frente à sede do Botafogo, em General Severiano, no dia 13 de julho de 2023. Foto: Reprodução


Garrincha, a

Garrincha, a "Alegria do Povo" e, principalmente, das crianças


Na bela Teresópolis (RJ), Garrincha, Pelé e Brito em momento de folga na concentração brasileira. Foto: Divulgação

Na bela Teresópolis (RJ), Garrincha, Pelé e Brito em momento de folga na concentração brasileira. Foto: Divulgação


No começo da década de 1980, Geraldo Rodrigues (pai de Alexandre Pato) e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Alexandre Pato

No começo da década de 1980, Geraldo Rodrigues (pai de Alexandre Pato) e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Alexandre Pato


Em 1966, durante a pré-temporada para a Copa da Inglaterra, Garrincha e Pelé em Caxambu, Sul de Minas Gerais, no campo do CRAC (Clube Atlético Caxambuense). Foto: Reprodução

Em 1966, durante a pré-temporada para a Copa da Inglaterra, Garrincha e Pelé em Caxambu, Sul de Minas Gerais, no campo do CRAC (Clube Atlético Caxambuense). Foto: Reprodução


Dois momentos de Garrincha

Dois momentos de Garrincha


Em Criciúma (SC) em 1959. Didi, Joacy e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Joacy Casagrande

Em Criciúma (SC) em 1959. Didi, Joacy e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Joacy Casagrande


Nos anos 60., sorridente como quase sempre. Foto: Divulgação

Nos anos 60., sorridente como quase sempre. Foto: Divulgação


Já veterano, após deixar o futebol profissional, sempre era convidado para um jogo. Detalhe para as pernas tortas e o joelho direito, praticamente sem rótula

Já veterano, após deixar o futebol profissional, sempre era convidado para um jogo. Detalhe para as pernas tortas e o joelho direito, praticamente sem rótula


Dois momentos de Garrincha

Dois momentos de Garrincha


No começo da década de 1980

No começo da década de 1980


Equipe do Botafogo no Maracanã em 1956.  Em pé, da esquerda para a direita: Orlando Maia, Amauri, Tomé, Nilton Santos, Bob e Bauer. Agachados: integrante da comissão técnica, Garrincha, João Carlos, Wilson Moreira (filho de Zezé Moreira), Didi e Rodrigues. Foto: Revista Placar/Edição especial - 50 times do Botafogo

Equipe do Botafogo no Maracanã em 1956. Em pé, da esquerda para a direita: Orlando Maia, Amauri, Tomé, Nilton Santos, Bob e Bauer. Agachados: integrante da comissão técnica, Garrincha, João Carlos, Wilson Moreira (filho de Zezé Moreira), Didi e Rodrigues. Foto: Revista Placar/Edição especial - 50 times do Botafogo


Em 1966, Marcelo Parada (que tornou-se jornalista) ao lado de Garrincha, no Pacaembu, dia em que o saudoso ponta-direita defendeu o Corinthians. Foto: Gonçalo Parada, pai de Marcelo Parada

Em 1966, Marcelo Parada (que tornou-se jornalista) ao lado de Garrincha, no Pacaembu, dia em que o saudoso ponta-direita defendeu o Corinthians. Foto: Gonçalo Parada, pai de Marcelo Parada


O Botafogo em 1962 no Maracanã. Em pé, da esquerda para a direita: Paulistinha, Manga, Jadir, Nilton Santos, Airton e Rildo. Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo

O Botafogo em 1962 no Maracanã. Em pé, da esquerda para a direita: Paulistinha, Manga, Jadir, Nilton Santos, Airton e Rildo. Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo


No começo dos anos 80, em Jarinu, onde disputou um jogo amistoso. Foto enviada por Osvaldo em dezembro de 2019, então presidente do Jarinu Futebol Clube

No começo dos anos 80, em Jarinu, onde disputou um jogo amistoso. Foto enviada por Osvaldo em dezembro de 2019, então presidente do Jarinu Futebol Clube


É bem provável que neste embate entre Roberto Carlos e Garrincha na sinuca a definição da partida tenha acontecido na bola 7... Foto: Reprodução

É bem provável que neste embate entre Roberto Carlos e Garrincha na sinuca a definição da partida tenha acontecido na bola 7... Foto: Reprodução


Maravilhoso registro de Corinthians 0 x 0 Santos, pelo Torneio Rio-São Paulo, no dia 27 de março de 1966, no Pacaembu. O santista Zito desarma o corintiano Garrincha, enquanto Rivellino observa ao fundo

Maravilhoso registro de Corinthians 0 x 0 Santos, pelo Torneio Rio-São Paulo, no dia 27 de março de 1966, no Pacaembu. O santista Zito desarma o corintiano Garrincha, enquanto Rivellino observa ao fundo


Dançando com as filhas (em 1962 ou 1963), em casa, em Pau Grande, no subdistrito de Magé-RJ. Foto: Reprodução

Dançando com as filhas (em 1962 ou 1963), em casa, em Pau Grande, no subdistrito de Magé-RJ. Foto: Reprodução


Então casados, Elza Soares e Garrincha, com a faixa do título mundial de 1958 e réplica da Jules Rimet

Então casados, Elza Soares e Garrincha, com a faixa do título mundial de 1958 e réplica da Jules Rimet


Garrincha, jogando pelo Milionários, em amistoso nos anos 70 no estádio Mansueto Pierotti, em São Vicente. Ao seu lado o vicentino Nilton Novaes

Garrincha, jogando pelo Milionários, em amistoso nos anos 70 no estádio Mansueto Pierotti, em São Vicente. Ao seu lado o vicentino Nilton Novaes


Garrincha está marcando seu primeiro gol com a camisa do Corinthians, em 13 de março de 1966, na vitória de 2 a 1 sobre o Cruzeiro

Garrincha está marcando seu primeiro gol com a camisa do Corinthians, em 13 de março de 1966, na vitória de 2 a 1 sobre o Cruzeiro


Em pé: Gerson, Arlindo, Jairzinho. Aguachados: Garrincha e Zagalo.

Em pé: Gerson, Arlindo, Jairzinho. Aguachados: Garrincha e Zagalo.


No final dos anos 70, Lemyr Martins entrevistando Pelé e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Lemyr Martins

No final dos anos 70, Lemyr Martins entrevistando Pelé e Garrincha. Foto: arquivo pessoal de Lemyr Martins


Garrincha e a bola, em foto da Revista Manchete Esportiva, 39, de 1956

Garrincha e a bola, em foto da Revista Manchete Esportiva, 39, de 1956


Garrincha em foto da Revista Esporte Ilustrado, 936, de 1956

Garrincha em foto da Revista Esporte Ilustrado, 936, de 1956


Sabará, do Vasco, e Garrincha, do Botafogo, na capa da Revista Esporte Ilustrado, 817, de 1953

Sabará, do Vasco, e Garrincha, do Botafogo, na capa da Revista Esporte Ilustrado, 817, de 1953


Botafogo no dia 15 de maio de 1955 no empate de 2 a 2 contra o Real, em Madrid. Em pé: Lugano, Gerson, Nilton Santos, Orlando Maia, Danilo e Ruarinho. Agachados: Garrincha, Quarentinha, Vinicius, Dino e Hélio

Botafogo no dia 15 de maio de 1955 no empate de 2 a 2 contra o Real, em Madrid. Em pé: Lugano, Gerson, Nilton Santos, Orlando Maia, Danilo e Ruarinho. Agachados: Garrincha, Quarentinha, Vinicius, Dino e Hélio


Seleção carioca que venceu Minas Gerais por 4 a 0, no Brasileiro de Seleções de 1955. Em pé: Olavo (massagista), Mirim, Osni, Pinheiro, Nilton Santos, Dequinha e Osvaldinho. Agachados: Garrincha, Didi, Leônidas da Selva, Ademir e Nivio.

Seleção carioca que venceu Minas Gerais por 4 a 0, no Brasileiro de Seleções de 1955. Em pé: Olavo (massagista), Mirim, Osni, Pinheiro, Nilton Santos, Dequinha e Osvaldinho. Agachados: Garrincha, Didi, Leônidas da Selva, Ademir e Nivio.


Pelé e Garrincha em 1966. Foto: Divulgação

Pelé e Garrincha em 1966. Foto: Divulgação


Garrincha na capa da Revista Manchete Esportiva, 179, de 1959, comandando a vitória do Botafogo sobre o São Paulo, por 3 a 1.

Garrincha na capa da Revista Manchete Esportiva, 179, de 1959, comandando a vitória do Botafogo sobre o São Paulo, por 3 a 1.


Embarque dos jogadores brasileiros em 66 viajando para a Copa da Inglaterra. Pelé ao lado de um dirigente, depois Denilson (do Flu), jogador não identificado e o massagista Mário Américo. À frente, Garrincha, fumando, ao lado de bolsas da Varig. Foto: Arquivo Nacional

Embarque dos jogadores brasileiros em 66 viajando para a Copa da Inglaterra. Pelé ao lado de um dirigente, depois Denilson (do Flu), jogador não identificado e o massagista Mário Américo. À frente, Garrincha, fumando, ao lado de bolsas da Varig. Foto: Arquivo Nacional


Garrincha na capa da Revista Manchete Esportiva, 19, de 1956

Garrincha na capa da Revista Manchete Esportiva, 19, de 1956


Registro histórico do último gol de Garrincha pela seleção brasileira, em cobrança de falta diante da Bulgária, na Copa de 1966. Na imagem, o goleiro Naidenov tenta alcançar a bola e Pelé, eterno camisa 10 do Brasil, apenas observa. Inclusive, esta foi a última vez em que o Rei e Mané jogaram juntos pela seleção

Registro histórico do último gol de Garrincha pela seleção brasileira, em cobrança de falta diante da Bulgária, na Copa de 1966. Na imagem, o goleiro Naidenov tenta alcançar a bola e Pelé, eterno camisa 10 do Brasil, apenas observa. Inclusive, esta foi a última vez em que o Rei e Mané jogaram juntos pela seleção


Registro histórico do último gol de Garrincha pela seleção brasileira, em cobrança de falta diante da Bulgária, na Copa de 1966. Na imagem, o goleiro Naidenov tenta alcançar a bola e Alcindo, o camisa 18 do Brasil, apenas observa

Registro histórico do último gol de Garrincha pela seleção brasileira, em cobrança de falta diante da Bulgária, na Copa de 1966. Na imagem, o goleiro Naidenov tenta alcançar a bola e Alcindo, o camisa 18 do Brasil, apenas observa


Garrincha e o jornalista Ary Silva, na Suécia, durante a Copa de 1958. Foto: arquivo do jornal `A Gazeta da Zona Norte´, de São Paulo

Garrincha e o jornalista Ary Silva, na Suécia, durante a Copa de 1958. Foto: arquivo do jornal `A Gazeta da Zona Norte´, de São Paulo


Treinando durante a Copa de 1958, na Suécia. Foto publicada na revista do Sesc

Treinando durante a Copa de 1958, na Suécia. Foto publicada na revista do Sesc


Viagem do Botafogo nos anos 60, com Zagallo, Garrincha e Nílton Santos

Viagem do Botafogo nos anos 60, com Zagallo, Garrincha e Nílton Santos


Pelé e Garrincha na capa da revista Mundo Ilustrado, no final dos anos 50. (Foto: Reprodução)

Pelé e Garrincha na capa da revista Mundo Ilustrado, no final dos anos 50. (Foto: Reprodução)


Garrincha aparece agachado, o primeiro da esquerda, nesta ilustração sueca do fim dos anos 50

Garrincha aparece agachado, o primeiro da esquerda, nesta ilustração sueca do fim dos anos 50


Em 1957, Joel Martins, Garrincha, Evaristo de Macedo, Índio e Didi defendem a seleção brasileira. (Foto: Reprodução Instagram)

Em 1957, Joel Martins, Garrincha, Evaristo de Macedo, Índio e Didi defendem a seleção brasileira. (Foto: Reprodução Instagram)


Preparativos para a Copa da Inglaterra, em 1966. Em pé e batucando com as mãos estão Edu, Lima e Denilson. Sentados na grama vemos Garrincha, com o olhar perdido ao lado do cantor e violinista Pelé. O último, de sorriso largo é Ivair. Foto: Reprodução

Preparativos para a Copa da Inglaterra, em 1966. Em pé e batucando com as mãos estão Edu, Lima e Denilson. Sentados na grama vemos Garrincha, com o olhar perdido ao lado do cantor e violinista Pelé. O último, de sorriso largo é Ivair. Foto: Reprodução


Bela dupla posando nos anos 70, ambos no auge: Pelé e o cantor Wilson Simonal

Bela dupla posando nos anos 70, ambos no auge: Pelé e o cantor Wilson Simonal


Concentração do Botafogo em 1960. Da esquerda para direita: Garrincha, Paulo Amaral, Nilton Santos e Ronald. Sentado: Cetale. Foto: arquivo pessoal de Ronald

Concentração do Botafogo em 1960. Da esquerda para direita: Garrincha, Paulo Amaral, Nilton Santos e Ronald. Sentado: Cetale. Foto: arquivo pessoal de Ronald


O Botafogo, as meias cinza, alguns gênios e o Maracanã que era muito mais bonito. Amauri, Nilton Santos, Jorge, Pampolini, Ronald Marreta e Cacá. Agachados: Garrincha, Paulo Valentim, Didi, Quarentinha e Neivaldo

O Botafogo, as meias cinza, alguns gênios e o Maracanã que era muito mais bonito. Amauri, Nilton Santos, Jorge, Pampolini, Ronald Marreta e Cacá. Agachados: Garrincha, Paulo Valentim, Didi, Quarentinha e Neivaldo


O Botafogo em 1959. Em pé, da esquerda para a direita: Cacá, Manga, Nilton Santos, Pampolini, Ronald e Chicão. Agachados: Garrincha, Macalé, Paulo Valentim, Amarildo e Zagallo.

O Botafogo em 1959. Em pé, da esquerda para a direita: Cacá, Manga, Nilton Santos, Pampolini, Ronald e Chicão. Agachados: Garrincha, Macalé, Paulo Valentim, Amarildo e Zagallo.


Alguns dos destaques do futebol carioca no começo dos anos 70. Andrada, Marco Antônio, Jairzinho, Paulo Cézar Caju, Jorge Mendonça e Edu Coimbra. Reprodução

Alguns dos destaques do futebol carioca no começo dos anos 70. Andrada, Marco Antônio, Jairzinho, Paulo Cézar Caju, Jorge Mendonça e Edu Coimbra. Reprodução


O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann

O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann


O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann

O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann


O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann

O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann


O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann

O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann


O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann

O abandonado túmulo de Garrincha no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé-RJ. Foto enviada por Adriano Rattmann


Defendendo o Botafogo, em 1958, Garrincha, Didi e Zagallo. Foto: Reprodução

Defendendo o Botafogo, em 1958, Garrincha, Didi e Zagallo. Foto: Reprodução


Paulo Dias, Garrincha e Almir em 20 de julho de 1967, única vez que Garrincha jogou pelo cruzmaltino. Ele marcou um dos gols da vitória vascaína sobre a Seleção de Cordeiro por 6 a 1. Foto: NetVasco

Paulo Dias, Garrincha e Almir em 20 de julho de 1967, única vez que Garrincha jogou pelo cruzmaltino. Ele marcou um dos gols da vitória vascaína sobre a Seleção de Cordeiro por 6 a 1. Foto: NetVasco


Em pé: Édson, Djalma, Ivan, Álvaro, Almir e Paulo Dias. Agachados: Garrincha, Zezinho, Bianchini, Ézio e Okada. Foto: NetVasco

Em pé: Édson, Djalma, Ivan, Álvaro, Almir e Paulo Dias. Agachados: Garrincha, Zezinho, Bianchini, Ézio e Okada. Foto: NetVasco


Da esquerda para a direita: Guarrincha, Ademir da Guia, Flávio, Pelé e Rinaldo, com a camisa da Seleção Brasileira. Foto: reprodução

Da esquerda para a direita: Guarrincha, Ademir da Guia, Flávio, Pelé e Rinaldo, com a camisa da Seleção Brasileira. Foto: reprodução


Garrincha foi entrevistado pelo jornalista Ary Silva na Copa de 1958, na Suécia. Foto: arquivo de `A Gazeta da Zona Norte´

Garrincha foi entrevistado pelo jornalista Ary Silva na Copa de 1958, na Suécia. Foto: arquivo de `A Gazeta da Zona Norte´


Medalha alusiva ao `Jogo da Gratidão´, despedida de Garrincha, em 19 de dezembro de 1973. A medalha pertence ao ex-zagueiro Alex, que atuou no Améria-RJ. Foto: arquivo pessoal de Alex

Medalha alusiva ao `Jogo da Gratidão´, despedida de Garrincha, em 19 de dezembro de 1973. A medalha pertence ao ex-zagueiro Alex, que atuou no Améria-RJ. Foto: arquivo pessoal de Alex


Garrincha jogou pouco pelo Flamengo, apenas 20 partidas entre 1968 e 1969, tempo suficiente para o pequeno fã querer posar ao lado do craque

Garrincha jogou pouco pelo Flamengo, apenas 20 partidas entre 1968 e 1969, tempo suficiente para o pequeno fã querer posar ao lado do craque


Luiz Alves Lopes, volante do Sport Clube Governador Valadares e Garrincha, com a camisa do Cruzeiro. Foto: reprodução

Luiz Alves Lopes, volante do Sport Clube Governador Valadares e Garrincha, com a camisa do Cruzeiro. Foto: reprodução


Garrincha, feliz da vida, vestindo o uniforme da Seleção Brasileira. Foto: reprodução

Garrincha, feliz da vida, vestindo o uniforme da Seleção Brasileira. Foto: reprodução


Garrincha vai para cima de Dalmo, em duelo no Pacaembu, em 1962. Foto enviada por Moises Bueno

Garrincha vai para cima de Dalmo, em duelo no Pacaembu, em 1962. Foto enviada por Moises Bueno


Preparativos para a Copa da Inglaterra, em 1966. Atrás, batucando com as mãos, Lima e Denilson. Garrincha, com o olhar perdido, está ao lado do cantor e violinista Pelé. O último é Ivair. Foto enviada por Simão Paulo

Preparativos para a Copa da Inglaterra, em 1966. Atrás, batucando com as mãos, Lima e Denilson. Garrincha, com o olhar perdido, está ao lado do cantor e violinista Pelé. O último é Ivair. Foto enviada por Simão Paulo


Mistério: como essas pernas eram tão geniais se uma delas contrariava qualquer lógica ortopédica??

Mistério: como essas pernas eram tão geniais se uma delas contrariava qualquer lógica ortopédica??


Brasil 1 x 0 País de Gales, quarto jogo da Copa do Mundo de 1958. Da esquerda para a direita, em pé: De Sordi, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando Peçanha e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Garrincha, Didi, Mazzola, Pelé e Mário Américo. Foto enviada por José Eustáquio

Brasil 1 x 0 País de Gales, quarto jogo da Copa do Mundo de 1958. Da esquerda para a direita, em pé: De Sordi, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando Peçanha e Gylmar dos Santos Neves. Agachados: Garrincha, Didi, Mazzola, Pelé e Mário Américo. Foto enviada por José Eustáquio


Botafogo com as faixas de Campeão Carioca de 1961. Da esquerda para a direita, em pé: Rildo, Manga, Zé Maria, Nilton Santos, Airton, Chicão, Paulistinha, Didi e Pampolini. Agachados: Garrincha, China, Amarildo, Edson, Zagallo, Amoroso e o massagista. Foto enviada por José Eustáquio

Botafogo com as faixas de Campeão Carioca de 1961. Da esquerda para a direita, em pé: Rildo, Manga, Zé Maria, Nilton Santos, Airton, Chicão, Paulistinha, Didi e Pampolini. Agachados: Garrincha, China, Amarildo, Edson, Zagallo, Amoroso e o massagista. Foto enviada por José Eustáquio


Seleção Brasileira na preparação para a Copa de 1962, em Nova Friburgo. Da esquerda para a direita, em pé: Garrincha, Nilton Santos, De Sordi, Jurandir, Aldemar, Zagallo, Benê e Paulo Amaral. Agachados: Valdir, Jair Marinho, Zequinha, Rildo, Amarildo, Germano e Gylmar dos Santos Neves. Foto enviada por José Eustáquio

Seleção Brasileira na preparação para a Copa de 1962, em Nova Friburgo. Da esquerda para a direita, em pé: Garrincha, Nilton Santos, De Sordi, Jurandir, Aldemar, Zagallo, Benê e Paulo Amaral. Agachados: Valdir, Jair Marinho, Zequinha, Rildo, Amarildo, Germano e Gylmar dos Santos Neves. Foto enviada por José Eustáquio


No Show-Bol, pela Seleção Brasileira. Jairzinho, um adversário e Garrincha

No Show-Bol, pela Seleção Brasileira. Jairzinho, um adversário e Garrincha


A maravilhosa dupla Pelé e Garrincha

A maravilhosa dupla Pelé e Garrincha


Em 1966. Garrinha pelo Corinthians enfrenta Modesto, do Santos. Foto enviada por Moisés Bueno

Em 1966. Garrinha pelo Corinthians enfrenta Modesto, do Santos. Foto enviada por Moisés Bueno


Gilmar dos Santos Neves e Garrincha, duas lendas, acompanhados pelo técnico Lula (de terno mais claro).

Gilmar dos Santos Neves e Garrincha, duas lendas, acompanhados pelo técnico Lula (de terno mais claro).


Pelé, Garrincha, Zagallo, Dorval, Paulo Valentim e Didi. Em jogo entre Santos e Botafogo

Pelé, Garrincha, Zagallo, Dorval, Paulo Valentim e Didi. Em jogo entre Santos e Botafogo


Pelé e Garrincha

Pelé e Garrincha


Na década de 80, Garrincha e Pelé estamparam a capa da Revista Placar. Que dupla!

Na década de 80, Garrincha e Pelé estamparam a capa da Revista Placar. Que dupla!


Garrincha e Pelé vestindo as emblemáticas camisas de Botafogo e Santos.

Garrincha e Pelé vestindo as emblemáticas camisas de Botafogo e Santos.


Botafogo, em 1954. Da esquerda para a direita, em pé: Gérson, Gilson, Nilton Santos, Danilo Alvim, Ruarinho e Orlando Maia. Agachados: Garrincha, Dino da Costa, Carlyle, Paulinho Ladrão e Vinicius. Foto enviada por José Eustáquio

Botafogo, em 1954. Da esquerda para a direita, em pé: Gérson, Gilson, Nilton Santos, Danilo Alvim, Ruarinho e Orlando Maia. Agachados: Garrincha, Dino da Costa, Carlyle, Paulinho Ladrão e Vinicius. Foto enviada por José Eustáquio


Botafogo, em 1955. Da esquerda para a direita, Garrincha, Gato, Gasnock, Paulinho Ladrão e João Carlos (depois seria Campeão Carioca de 1960 pelo América). Foto enviada por José Eustáquio

Botafogo, em 1955. Da esquerda para a direita, Garrincha, Gato, Gasnock, Paulinho Ladrão e João Carlos (depois seria Campeão Carioca de 1960 pelo América). Foto enviada por José Eustáquio


Seleção Brasileira, no estádio do Maracanã em 1965. Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Bellini, Manga, Orlando, Rildo e Dudu. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Ademir da Guia, Flávio Minuano, Pelé, Rinaldo e Pai Santana

Seleção Brasileira, no estádio do Maracanã em 1965. Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Bellini, Manga, Orlando, Rildo e Dudu. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Ademir da Guia, Flávio Minuano, Pelé, Rinaldo e Pai Santana


Ótima charge do grande Garricha

Ótima charge do grande Garricha


Garrincha é o primeiro em pé da esquerda. Zagalo é o terceiro em pé da esquerda e Gylmar está com a bola. Entre outros jogadores.

Garrincha é o primeiro em pé da esquerda. Zagalo é o terceiro em pé da esquerda e Gylmar está com a bola. Entre outros jogadores.


Garrincha na Copa.

Garrincha na Copa.


Amistoso entre Botafogo e Atlético de Madrid. Da esquerda para a direita, Garrincha, Vavá e Didi. Foto enviada por José Eustáquio

Amistoso entre Botafogo e Atlético de Madrid. Da esquerda para a direita, Garrincha, Vavá e Didi. Foto enviada por José Eustáquio


Seleção Carioca de Futebol. Da esquerda para a direita, em pé: Mirim, Osni do Amparo, Pinheiro, Nilton Santos, Dequinha e Osvaldinho (ex-América do Rio vendido ao Sporting de Lisboa). Agachados: Garrincha, Didi, Leônidas da Selva, Ademir e Nívio. Foto enviada por José Eustáquio

Seleção Carioca de Futebol. Da esquerda para a direita, em pé: Mirim, Osni do Amparo, Pinheiro, Nilton Santos, Dequinha e Osvaldinho (ex-América do Rio vendido ao Sporting de Lisboa). Agachados: Garrincha, Didi, Leônidas da Selva, Ademir e Nívio. Foto enviada por José Eustáquio


Meião incomum em treino da seleção brasileira nos anos 60. Atrás de Pelé, meio desfocado, Garrincha e suas pernas tortas. Foto: ASSOPHIS (Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos F.C)

Meião incomum em treino da seleção brasileira nos anos 60. Atrás de Pelé, meio desfocado, Garrincha e suas pernas tortas. Foto: ASSOPHIS (Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos F.C)


Equipe de uma fábrica de tecidos da cidade de Pau Grande-RJ, onde Garrincha iniciou sua carreira. Da esquerda para a direita, Garrincha é o primeiro agachado. Foto enviada por José Eustáquio

Equipe de uma fábrica de tecidos da cidade de Pau Grande-RJ, onde Garrincha iniciou sua carreira. Da esquerda para a direita, Garrincha é o primeiro agachado. Foto enviada por José Eustáquio


Araty e Garrincha, no Botafago. Foto enviada por José Eustáquio

Araty e Garrincha, no Botafago. Foto enviada por José Eustáquio


Botafogo, em 1955. Da esquerda para a direita, em pé: Tomé, Nilton Santos, Orlando Maia, Juvenal, Bob e Lugano. Agachados: Garrincha, Gato, Paulinho Ladrão, Casnock e João Carlos. Foto enviada por José Eustáquio

Botafogo, em 1955. Da esquerda para a direita, em pé: Tomé, Nilton Santos, Orlando Maia, Juvenal, Bob e Lugano. Agachados: Garrincha, Gato, Paulinho Ladrão, Casnock e João Carlos. Foto enviada por José Eustáquio


Criatura e criador: Garrincha e Araty. - Legenda retirada do blog Tardes de Pacaembu

Criatura e criador: Garrincha e Araty. - Legenda retirada do blog Tardes de Pacaembu


Um trio de ouro, jogando pela equipe de master dos Milionários, no início dos anos 80. Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Dudu e Garrinha. Foto enviada por Tico Cassolla

Um trio de ouro, jogando pela equipe de master dos Milionários, no início dos anos 80. Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Dudu e Garrinha. Foto enviada por Tico Cassolla


Master do Milionários, início dos anos 80. Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Tarciso, Djalma Dias, Dudu, Oreco e Aguinaldo. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Paulo Borges, Ademar Pantera e dois jogadores não identificados. Foto enviada por Tico Cassola

Master do Milionários, início dos anos 80. Da esquerda para a direita, em pé: Djalma Santos, Tarciso, Djalma Dias, Dudu, Oreco e Aguinaldo. Agachados: Mário Américo, Garrincha, Paulo Borges, Ademar Pantera e dois jogadores não identificados. Foto enviada por Tico Cassola


Equipe do Milionários. Da esquerda para a direita, o segundo é Lance. Depois estão Tupãzinho, pessoa não identificada, Djalma Santos, Garrincha, Tarciso e o goleiro Milio. Foto: arquivo pessoal de Lance

Equipe do Milionários. Da esquerda para a direita, o segundo é Lance. Depois estão Tupãzinho, pessoa não identificada, Djalma Santos, Garrincha, Tarciso e o goleiro Milio. Foto: arquivo pessoal de Lance


Garrincha em ação na final da Copa do Mundo de 1958, entre Brasil e Suécia

Garrincha em ação na final da Copa do Mundo de 1958, entre Brasil e Suécia


No Botafogo em 1954: Dino da Costa, Carlyle e Didi

No Botafogo em 1954: Dino da Costa, Carlyle e Didi


Da esquerda para a direita: Nívio, Ademir de Menezes, Maxwell. Didi e Friaça

Da esquerda para a direita: Nívio, Ademir de Menezes, Maxwell. Didi e Friaça


Em 30 de março de 1973, Garrincha atuou pelo Cruzeiro em um amistoso

Em 30 de março de 1973, Garrincha atuou pelo Cruzeiro em um amistoso


Seleção posou para a foto antes da vitória por 5 a 2 contra a Suécia, na final da Copa de 1958. De pé, da esquerda para direita: Djalma Santos; Zito; Bellini; Nilton Santos; Orlando e Gylmar. Agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Mário Américo. Foto: UOL

Seleção posou para a foto antes da vitória por 5 a 2 contra a Suécia, na final da Copa de 1958. De pé, da esquerda para direita: Djalma Santos; Zito; Bellini; Nilton Santos; Orlando e Gylmar. Agachados, da esquerda para a direita: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá, Zagallo e Mário Américo. Foto: UOL


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Pelo Corinthians:

Foram 13 partidas com a camisa do Timão (5 vitórias, 2 empates, 6 derrotas) e apenas dois gols marcados (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).

Pelo Flamengo:

Em sua curta passagem pelo Flamengo, foram 20 jogos (12 vitórias, 4 empates, 4 derrotas) e quatro gols marcados (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf).

Pela Seleção Brasileira:

Já com a camisa da seleção brasileira, foram 60 jogos (52 vitórias, 7 empates, 1 derrota) e 16 gols marcados (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).

Pelo Botafogo:

Com a camisa alvinegra do Fogão foram 614 partidas com 245 Gols marcados. Sua estreia com o glorioso foi em 19 de julho de 1953 em uma goleada sobre o Bonsucesso por 6 a 3 onde o craque das pernas tortas marcou seu primeiro gol. Seu último jogo foi em uma vitória sobre a Portuguesa do Rio em 16 de setembro de 1965

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