por Marcelo Rozenberg
Ser lembrado para a Seleção Brasileira é o sonho de todo jogador. Por isso, quando ouviu seu nome na lista divulgada por Telê Santana para um amistoso em 1982, o ex-lateral-direito Orlando Donizete Fernandes, o Orlando, chegou a sonhar em disputar a Copa do Mundo da Espanha.
Só não contava com a fatalidade, traduzida sob a forma de uma contusão no dorso do pé. Cortado pelo médico Neilor Lasmar, viu o Brasil ser eliminado pela Itália na segunda fase do mundial pela TV. Esta é a principal recordação esportiva desse paulista de Santo André, nascido em 09 de agosto de 1956, que começou a jogar no 7 de Setembro local e teve seu grande momento entre 1980 e 1983 no Atlético Mineiro.
Passou também pelas categorias de base do Santos, Caldense, Inter de Limeira, Fluminense, Ferroviária, Colorado, Sport, Santa Cruz e Sport Clube Freamunde, de Portugal, onde parou em 1994. Hoje, mora em Poços de Caldas-MG, com a esposa do segundo casamento. Trabalha como vigilante na estatal INB - Indústrias Nucleares do Brasil. Tem dois filhos e três enteados.
Orlando gosta de falar sobre sua passagem pelo Galo no início da década de 80. Time fantástico, que tinha feras do porte de Luisinho, Cerezo, Reinaldo, Eder, Paulo Isidoro, Palhinha e Chicão. E que só não comemorou títulos nacionais e internacionais porque encontrou o Flamengo tanto na decisão do Brasileiro de 1980 quanto na Libertadores da América no ano seguinte. "Um grupo inesquecível, que jogava leve, sem correria". Estilo que pretende impor caso surja a chance de dirigir uma equipe de futebol, projeto que carrega desde o dia em que pendurou as chuteiras.
Ainda sobre o ex-jogador Orlando Donizete Fernandes, o Portal Terceiro Tempo recebeu no dia 16 de setembro de 2012 do Marcos Assunção Cagnani - Marcão o e-mail abaixo:
"Olá "Mirtão"!
Só pra registrar, apesar de ter acessado o "Que Fim Levou?", o ex-lateral direito do Galo na década de 80, Orlando Donizete Fernandes, trabalha conosco, como vigilante, na estatal INB - Indústrias Nucleares do Brasil em Caldas-MG, vizinha de Poços.
Eu, como bom atleticano, não perdi a chance de bater um bom papo com este ex-jogador, o primeiro He-Man do futebol brasileiro. Ele está bem, nos seus 55 anos e extremamente profissional na função que desempenha conosco, na INB.
Um agrande abraço !
Marcos Assunção Cagnani
Poços de Caldas - MG
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