Juca Show

Ex-meia do Náutico e América Mineiro

Famoso meio-campista do Náutico Capibaribe e do América Mineiro, no final dos anos 60 e começo dos anos 70, Juca Show morreu em 31 de dezembro de 2011, em Belo Horizonte, no Hospital Mario Penna, devido a um câncer generalizado.

Os últimos anos de vida ele trabalhou como treinador em categorias de base do América-MG.

Juca Show, que era bom armador e também sabia marcar, iniciou sua carreira no Uberaba Sport Clube, onde jogava de centroavante, e lá disputou o Campeonato Mineiro de 1967.

Chegou ao América Mineiro logo depois de a equipe ter conquistado o Campeonato Mineiro de 1971. Ele teve como companheiros no Coelho o meia Jair Bala, Cândido, Pedro Omar, entre outros. Juca Show também passou pelo Paysandu, já em final de carreira.

Abaixo, a nota publicada pela Gazeta do Triângulo, sobre a morte de Juca Show
Tricolor araguarino perde um de seus maiores ídolos
Depois de perder seu ex-presidente Amélio Gabriel Cardoso Júnior, morto em um acidente na BR-050, o Fluminense Futebol Clube de Araguari recebeu mais uma triste notícia no final de 2011. Morreu no dia 31, de câncer generalizado, um dos maiores jogadores da história do Tricolor: o ex-meia Juca Show (67 anos). Ele morava em Belo Horizonte e há pouco tempo teve seus pés imortalizados na calçada da fama. O enterro ocorreu no Cemitério da Consolação.
Nascido José Aparecido Conceição, em 10 de novembro de 1944, Juca Show ganhou projeção no Fluminense de Araguari entre o final da década de 60 e o início da década de 70. Passou por Uberaba, América, Náutico e Paysandu.
Juca era realmente um show com as bolas nos pés. Tinha um domínio fenomenal e uma excelente visão de jogo. Era perfeito nos desarmes. Também marcavam seus gols, muitos deles com maestria. Hoje, sem dúvida, seria convocado para a Seleção Brasileira, tamanho o seu talento.
Jogador de uma simplicidade ímpar, Juca Show veio de Uberaba trazido pelo inesquecível Mauro Cunha, quando o Fluminense conseguiu formar um esquadrão matador que aniquilava adversários, inclusive jogava de igual para igual com os grandes da capital. Em 1970, o Fluminense só não ganhou do Atlético, no Estádio Sebastião César, graças à ajuda do árbitro, que anulou um gol legítimo do Tricolor, quando a bola penetrou no canto do gol e saiu, graças a um grande buraco na malha apodrecida.
O Fluminense Futebol Clube, através de seu presidente José Antônio César da Silva, lamentou a morte de Juca Show e decretou luto oficial de três dias no Tricolor araguarino.
FIQUE POR DENTRO
No dia 5 de abril de 1972, Juca Show apareceu como uma flecha para garantir a vitória de 1 a 0 do Fluminense diante da Caldense, no Estádio Sebastião César. O árbitro Hélio Cosso se preparava para apitar o final da partida, quando o craque levou a massa ao delírio.
No dia 26, contra o América, seu futuro clube, Juca também foi para as redes, apesar da derrota de 3 a 2, em casa. Nesse jogo, encheu os olhos da diretoria do Coelho. Na capital, Juca havia se destacado, no revés de 1 a 0. O Tricolor entrou em campo com Vandeir; Correia, Lino, Tim e Arlindo; Bene e Mauro; Luis Carlos (Jair), Juca Show, Reinaldo e Noé (Toninho).
Em 1971, o grande goleiro Raul, do Cruzeiro, teve que se virar para evitar um gol de Juca, na apertada vitória de 2 a 1. O arqueiro dividiu a bola com o meia do Flu e perdeu dois dentes.

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