Gallo

Ex-volante, atualmente diretor de futebol
por Rogério Micheletti
 
Como jogador, Alexandre Tadeu Gallo, ou simplesmente Gallo, que era um raçudo marcador e bom cobrador de faltas, se destacou no Santos em 1995, quando o Peixe chegou à final do Brasileirão. Além de um líder dentro de campo, Gallo sempre foi considerado um excelente caráter dentro do futebol.
 
De dezembro de 2017 a 30 de outubro de 2018, ocupou o cargo de diretor de futebol do Atlético-MG. 

O começo de carreira foi no Botafogo de Ribeirão Preto. Lá, no Pantera, formou um ótimo meio de campo já nos times juvenis. Ele tinha como companheiros de setor os meias Marco Antônio Boiadeiro e Raí. Ficou no time ribeirão-pretano até 1990. "O presidente do Botafogo (José Antônio Montefeltro) não facilitava na hora de negociar os jogadores. Ele já tinha recebido propostas do Palmeiras, mas não aceitou. Só depois fui para o Santos", conta o ex-volante.

Gallo foi líder no time santista, que por pouco não conquistou o Campeonato Brasileiro de 1995 (o Botafogo ficou com o título). Depois do Santos, Gallo teve passagem pelo Guarani e se transferiu para a Portuguesa, em 1996. No time do Canindé, Gallo foi mais uma vez vice-campeão brasileiro, em 1996. "Fui vice brasileiro também no Atlético Mineiro, em 1999", lamenta.

Mas a carreira do atleta Gallo não foi feita só com vices. Entre outros títulos, o volante foi campeão paulista pelo São Paulo em 1998 (segundo o "Almanaque do São Paulo", de Alexandre da Costa, defendeu o time tricolor em 11 jogos) e pelo Corinthians em 2001. Aliás, pelo alvinegro, segundo mostra o "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte, Gallo fez também 11 partidas).

Após encerrar sua carreira como jogador, Gallo estreou como treinador de futebol pelo Vila Nova. Depois passou por diversos clubes, como Portuguesa, Santos, Tokyo (Japão), Sport (Recife), Internacional, Figueirense, Atlético Mineiro, Bahia e Santo André.

Em 19 de fevereiro de 2010 foi anunciado como novo treinador do Náutico, para substituir Guilherme Macuglia, onde permaneceu até 29 de setembro do mesmo ano, sendo dispensado após a derrota do Náutico para o São Caetano no Estádio dos Aflitos por 2 a 1, deixando a equipe, na ocasião, na 11ª posição da Série B.

No dia 8 de junho de 2011, Gallo assumiu o comando do Avaí, para comandar a equipe catarinense, que sentiu a eliminação nas semifinais da Copa do Brasil diante do Vasco, quando era comandado por Silas.

A permanência de Gallo à frente do Avaí, entretanto, durou pouco. Ele foi demitido após derrota diante do Vasco da Gama por 2 a 0, no Engenhão, em 17 de agosto de 2011.

E em 19 de abril de 2012, o Náutico anunciou Alexandre Gallo como o novo técnico do time profissional, para substituir Waldemar Lemos, demitido no início do mês. Gallo retornou ao Timbú após dois anos.
 
Em janeiro de 2013, foi confirmado pela CBF como novo técnico da Seleção Brasileira sub-20. Após a Copa de 2014, ele continuou como treinador das categorias de base da Seleção Brasileira e em 22 e julho de 2014 oficializado como treinador da seleção olímpica de futebol do Brasil para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
 
Em 22 de fevereiro de 2016, foi anunciado como novo técnico da Ponte Preta, mas foi demitido pouco tempo depois e assinou contrato com o Náutico, no dia 27 de abril do mesmo ano, mas foi demitido em setembro do mesmo ano, após seguidos tropeços.
 
Em 03 de junho de 2017 foi anunciado como novo treinador do Vitória-BA, mas foi demitido em 21 de julho do mesmo ano,  após comandar a equipe em apenas 11 jogos. Foram três vitórias, dois empates e seis derrotas: aproveitamento de apenas 33%.
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Pelo São Paulo:

Atuou em 40 jogos, sendo 20 vitórias, 10 empates e 10 derrotas. Marcou um gol.
Fonte: Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa.

 

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