Francisco Sarno

Ex-técnico do Corinthians
por Rogério Micheletti
 
Ex-jogador do Palmeiras, Santos e Vasco e ex-técnico do Corinthians, Noroeste, Ponte Preta e outros tantos times, Francisco José Sarno Matarazzo, nasceu em 5 de novembro de 1924 em Niterói-RJ e morreu em São Paulo, vítima do Mal de Alzheimer, em 17 de janeiro de 2010. Ele morava na Rua Guaraiúva, no bairro do Brooklin, zona sul da capital paulista. Nos últimos anos de vida, ele sofreu com dificuldades para andar e perdeu a memória. Era pai da jornalista Maria José Sarno, que trabalha na Rede Globo de Televisão.

Ele dirigiu o Corinthians em 28 jogos (dez vitórias, dez empates e oito derrotas), segundo números do "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte, nos anos de 1971 e 1972 e ficou marcado por ser o treinador corintiano na histórica vitória sobre o Palmeiras por 4 a 3, de virada, no dia 25 de abril de 1971. Na ocasião, o Corinthians chegou a estar perdendo por 2 a 0 e 3 a 2 para o arquirrival, mas conseguiu a surpreendente vitória graças a uma grande atuação do jovem meia Adãozinho.

Sarno começou sua carreira de jogador no Botafogo do Rio de Janeiro, à época do folclórico e superticioso Carlito Rocha, nos anos 40. Depois jogou no Palmeiras, Vasco, Santos e Jabaquara.

Foi treinador de vários clubes. Além do Timão, passou por Jabaquara de Santos, Guarani e Ponte Preta de Campinas, Noroeste de Bauru e Ferroviária de Araraquara.

Na década de 1960 escreveu um livro muito polêmico na época chamado: "Futebol A Dança do Diabo", em que contou várias histórias do mundo e do submundo da bola. Veja a capa ao lado, que segundo o jornalista Mauro Beting, é o livro mais polêmico da história do futebol brasileiro.
 
Ainda sobre Sarno recebemos o e-mail abaixo, no dia 19 de novembro de 2006, do internauta Mário Lopomo.
 
"Vi Francisco Sarno jogar. Simplesmente Sarno, ele era beque (lateral) esquerdo do Palmeiras, campeão do ano santo de 1950. O jogo que eu vi, foi no velho parque antártica, que não era esse jardim suspenso de hoje. No lugar da ferradura era uma arquibancada de madeira por toda extensão da linha de fundo coberta por telhas de zinco.

Foi um jogo que o Palmeiras fez pelo campeonato paulista contra o Nacional da capital. Resultado 4 x 1 para o Palmeiras. Não me lembro quem marcou os gols do Palmeiras. Mas o gol do Nacional me lembro. Foi Turcão contra. Bateram um escanteio pela ponta direita e Turcão estava rente ao poste esquerdo. Quando a bola veio em sua direção, ele se atrapalhou, e a bola bateu no bico da sua chanca (chuteira) e foi para as redes, sem que Oberdã, que estava atrás dele pudesse fazer nada.

Naquele dia o Palmeiras, salvo algum engano meu, jogou com: Oberdã, Turcão e Palante. Waldemar Fiume, Luiz Villa e Sarno. Nestor, Canhotinho, Aquiles, Jair e Rodrigues. O técnico era Jim Lopez, substituído, nas ultimas seis partidas por Ventura Cambon, técnico dos aspirantes. Eterno quebra galho dos que eram despedidos.

Obs: 1950, foi declarado ano santo, no Brasil pelo fato de a igreja católica ter realizado o Congresso Eucarístico Mundial, no Rio de Janeiro, que era o distrito federal. (capital do Brasil)
Mario Lopomo"
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Ele dirigiu o Corinthians em 28 jogos (dez vitórias, dez empates e oito derrotas), segundo números do "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte, nos anos de 1971 e 1972 e ficou marcado por ser o treinador corintiano na histórica vitória sobre o Palmeiras por 4 a 3, de virada, no dia 25 de abril de 1971

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