Essa é uma questão muito relativa e que muda muito com o passar do tempo.

Sim, pois teve um período no futebol brasileiro que, acreditem se quiser, nada valia mais do que vencer os hoje escanteados Estaduais.

Prova disso é que, em 1976, quando o Corinthians chegou à final do Campeonato Brasileiro, pelos bares da cidade de São Paulo só se ouvia um papo de que "não adianta ganhar esse troféu aí para sair da fila (que já durava 22 anos)! Tem que ganhar o Paulista!".

Mas os campeonatos locais passaram a perder relevância nos anos 90 e hoje ninguém mais quer saber deles.

A Libertadores também já foi tratada com muito desdém.

Só passou a ser "obsessão" por aí após as duas monumentais conquistas do São Paulo nos anos 1990.

Depois desses títulos, todo mundo queria ir ao Japão vencer uma equipe europeia.

Mas, antes disso...

E hoje vejo que tem muita gente que segue valorizando o torneio continental.

Até exageradamente.

Ouço muitos torcedores justificando as pífias campanhas no Brasileiro de seus times por aí com o argumento de que "o importante é conseguir uma vaguinha na Libertadores".

Ou então falando "o importante é conseguir avançar no torneio continental! No Brasileiro pode colocar até o time sub-17".

Gente, acho isso inaceitável!

Sim, pois não considero o torneio da Conmebol o mais importante para nossas equipes.

O que dá mais trabalho, mais viagens, mais jogos e exige mais regularidade é o Brasileirão.

Ele não é perfeito, é verdade.

Seria impecável se contasse com turno único e segunda fase disputada por mata-mata.

Mas ainda assim é o que tem que ser mais valorizado do que a Libertadores.

Até porque a competição continental é uma bagunça, convenhamos.

E cobro que os endinheirados Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG tenham também essa visão.

Porque, do jeito que andam encarando o Nacional, vão acabar entregando a mais nobre taça de nosso futebol para uma zebra.

Concorda?

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Dia das Mães: veja as mães de grandes craques da bola!

Neste Dia das Mães, a equipe do Portal Terceiro Tempo mostra fotos de grandes craques do futebol mundial ao lado de suas queridas mães. 

Veja nomes como Pelé, Maradona, Zico, Rogério Ceni e Raí ao lado das mulheres que foram fundamentais para que eles conquistassem tudo que conseguiram em suas vidas pessoais e profissionais.

Na foto acima, veja Celeste Arantes do Nascimento, costurando ao lado de Dondinho.

 

Zico – O grande ídolo flamenguista aparece beijando sua mãe, Dona Matilde

 

"El Pibe" - Diego Armando Maradona com sua mãe, Dalma Salvadora Franco

 

Terceiro Tempo – Na Record, a única vez que Ceni chorou ao vivo: cópia da saudosa mãe

 

Dona Guiomar - Raí abraça sua mãe, que deu à luz a dois grandes ídolos do nosso futebol

 

Saudades - Carmen Fernandes Neves com os filhos Homero (esq.) e Milton Neves (dir.)

 

Acima, veja Pelé com seus irmãos, Maria Lúcia e Zoca, e com Celeste, sua mãe. Foto: Acervo UH/Folhapress

 

Grande goleiro – Dona Manoela, Zetti e Seo Toninho, na lanchonete da família.

 

Ídolo brasileiro - Carinho de Ayrton Senna com os cães, ao lado de Dona Neide.

 

Goleador – Fred brinca em seu velocípede ao lado de Gizelda, sua mãe.

 

1972 - Observado por Genor e por Ivone, Tite faz a sua primeira comunhão.

 

Muzambinho, 1947 – Carmen e Milton, pais de Milton Neves, no dia em que se casaram.

 

Na foto acima, pinçada por Celso Unzelte, veja Ademir da Guia  no colo de Domingos, seu pai, e ao lado de Erotildes, sua mãe

 

Dona Guiomar - Sócrates posa com sua mãe no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto-SP

 

 

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Olhos no retrovisor: Gilles Villeneuve, o acidente fatal há 40 anos

Há 40 anos morria Gilles Villeneuve.

A Ferrari não se esquece. O também já falecido comendador Enzo Ferrari era seu fã, talvez o maior.

A morte do piloto só não foi mais dolorida para o idealizador do carro mais famoso do mundo do que a de seu filho Dino, que morreu aos 26 anos de distrofia muscular progressiva.

Por conta disso, o comendador adotou os inseparáveis óculos escuros e tornou-se, segundo as pessoas mais próximas, uma pessoa amarga e infeliz.

Gilles Villeneuve talvez tenha sido um sopro de alegria e vontade de viver pela qual o comendador se apegara durante os anos em que o canadense defendeu a equipe escarlate.

Mas o destino de Enzo Ferrari, apesar da fortuna e do nome mais famoso entre os carros do mundo, o levou para uma outra sinistra emboscada, quando Gilles decolou sua Ferrari após chocar-se contra a March do alemão Jochen Mass, no treino para o Grande Prêmio da Bélgica de 1982, em Zolder, em 8 de maio de 1982.

Enzo Ferrari tinha uma filosofia relativamente presunçosa, considerando que um piloto mediano venceria com a Ferrari, por isso descartava pilotos muito acima da média, algo que acabou não cumprindo à risca, com Niki Lauda e o próprio Gilles, mas foi avesso à contratação de Senna. temendo que se o brasileiro tirasse a equipe do jejum de títulos o carro ficasse em segundo plano.
 
Enzo Ferrari morreu em 1988 e talvez não tivesse concordado com a contratação de Schumacher...
 
Voltando a Gilles, sua maneira de guiar foi determinante para que os tiffosi se apaixonassem e o amassem até hoje. 
 
Gilles era como o jogador de futebol que coloca o coração na ponta da chuteira, coloca a cabeça no pé do adversário se preciso for.
 
Foi um daqueles "potenciais campeões" entre os mais merecedores de terem vencido ao menos um título, assim como o sueco Ronnie Peterson, morto quatro anos antes.
 
Jacques Villeneuve, filho de Gilles, foi campeão na Indy, vencedor das 500 Milhas de Indianápolis e campeão da Fórmula 1, mesmo sem ter sido tão arrojado e espetacular quanto o pai. Talvez esse tenha sido o segredo de seu sucesso.
 
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Bar Mortadela Brasil é ótima dica para o Dia das Mães
 

Hoje, 8 de maio, Dia das Mães, a cada R$ 150,00 gastos por mesa, haverá de presente a recém-lançada sobremesa “MB Sedução”, um incrível sorvete (ganache de chocolate, castanha de caju, calda de frutas vermelhas, sorvete de creme e cobertura de chantilily). Quem preferir, ao invés do sorvete pode pedir o pastel de Banana Caramelizada com Chocolate.

O bar Mortadela Brasil, conhecido por seus lanches que reúnem quantidade e qualidade, é uma das melhores opções de gastronomia e turismo para quem deseja festejar o Dia das Mães, 8 de maio, em um local icônico de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano (Mercadão SP). A casa, com localização privilegiada no box 4 do mezanino (à rua da Cantareira, 306, telefone e WhatsApp 11-3311-0024) e linda vista para os vitrais, se tornou referência na cidade. Destaque para os sanduíches, pastéis, bolinho de bacalhau, as ótimas caipirinhas e o chope Brahma (claro, por R$ 13,00; e Black por R$ 14,00). Hoje, 8 de maio, Dia das Mães, a cada R$ 150,00 gastos por mesa, haverá de presente a recém-lançada sobremesa “MB Sedução”, um incrível sorvete (ganache de chocolate, castanha de caju, calda de frutas vermelhas, sorvete de creme e cobertura de chantilily).  Quem preferir, ao invés do sorvete pode pedir o pastel de Banana Caramelizada com Chocolate. A casa abre de segunda a sábado, das 8h às 18h, e aos domingos e feriados das 8h às 16h.       

No Mortadela Brasil, para todos os sanduíches há duas opções de pães de 80 gramas - baguete com parmesão e pão francês. O lanche mais conhecido da casa é o sanduíche Brazuca (baguete com parmesão de 80g, com generosas fatias de mortadela bologna tipo italiana, bacon crocante, queijo cheddar e alface americana – R$ 45,50), há 16 anos o mais pedido pelos clientes. Lançado em 2006, logo foi premiado no festival gastronômico Brasil Sabor do mesmo ano. Outras atrações são o suculento e recheadíssimo pastel de Camarão com Catupiry (21 cm com 18 a 20 de camarões inteiros, catupiry, alho poró e temperos especiais – R$ 44,00) e o Mortadela Brasil (baguete com parmesão de 80g, mortadela bologna tipo italiana, provolone, orégano, tomate fresco, alface americana e rúcula – R$ 45,50). É uma das poucas casas do Mercadão a trabalhar com a Mortadela Marba.

Há outras delícias, como bolinhos de bacalhau (duas unidades com 100 gramas cada, por R$ 34,00; ou uma unidade por R$ 17,00) e outras versões de pastéis. A casa passou ao final de 2018 por uma ampla reforma. Ganhou ares mais modernos, além de um toque retrô. Destaque ainda para a chopeira, feita exclusivamente para o Mortadela Brasil, uma das casas que mais vendem chope no Centro de São Paulo, mesmo sem abrir no período da noite. "Demos uma modernizada geral, sem perder a identidade", diz José Carlos Freitas, sócio da casa do lado do irmão, José Maurício de Freitas.

Até antes da pandemia, o Mortadela Brasil atendia em média a 600 pessoas por dia, entre apaixonados pelas delícias do bar e turistas do Exterior e do Brasil - de pessoas que visitam São Paulo para as famosas compras na rua 25 de março a empresários que chegam à cidade para negócios.  Turistas que fazem da casa um pit stop obrigatório de um roteiro inesquecível, que é a visita ao Mercadão de São Paulo. Aos poucos, o movimento volta à normalidade.  

A casa apareceu inúmeras várias vezes na mídia devido a sua permanente preocupação com a qualidade. Exemplos, o Mortadela Brasil ofereceu aulas de inglês para seus funcionários, preparou cardápios em português, inglês e espanhol; participou ativamente da campanha doeumlivro, nascida no twitter, e que arrecadou cerca de 180 mil livros; e participou de eventos da Cidade e do Estado de São Paulo, como Salão do Automóvel, Equipotel, Lollapalooza, Salão Duas Rodas, Feicon Batimat, Camarote Brahma e F-Indy. 

Veja alguns itens do cardápio

Brazuca - Baguete com parmesão de 80g, com generosas fatias de mortadela bologna italiana, bacon crocante, queijo cheddar e alface americana – serve até duas pessoas - R$ 45,50. Brazuquinha - versão com menos recheio – R$ 41,00.      

Senhora Calabresa - pão francês, calabresa especial de metro, com maravilhoso vinagrete à moda Mortadela Brasil e queijo derretido – serve até duas pessoas – R$ 39,00.

Mortadela Brasil - baguete com parmesão de 80g, mortadela bologna italiana, provolone, orégano, tomate fresco, alface americana e rúcula – serve até duas pessoas – R$ 45,50. Mortadelinha Brasil – versão com menos recheio – R$ 41,00.

Pernil Artesanal Especial – Suculento e muito saboroso, apropriado para quem aprecia uma carne com textura macia no pão francês e pernil assado com temperos especiais e molho especial (veja a receita ao final do release). – R$ 419,50 (na casa). Com provolone: R$ 45,00.

Carne Seca Especial – Carne seca desfiada com temperos especiais, mussarela e tomate seco, no pão francês de 80g – R$ 46,50. – Carne Seca Simples – desfiada com temperos especiais – R$ 39,50. 

Mortadela Bologna (tradicional, defumada e italiana) com Queijo – Mortadela quente com queijo, no pão francês de 80g - R$ 43,00 (Especial com mussarela e tomate seco – R$ 45,00). 

Bolinho de Bacalhau (receita caseira, com 100g, elaborado com o legitimo bacalhau do Porto, com toque especial de azeitonas pretas portuguesas- serve uma pessoa. R$ 17,00.

Pastel de Frango com Catupiry – delicioso, com a massa sequinha e crocante, muito bem recheado com frango temperado e porção generosa de catupiry  - R$ 29,00.

Pastel de Camarão com Catupiry – pastel de 21cm, com 18 a 20 de camarões inteiros, catupiry, alho poró e temperos especiais – serve até duas pessoas. – R$ 44,00.

Pastel de Bacalhau - Macio e com muito recheio do legítimo bacalhau do Porto. (Serve até 2 pessoas) – R$ 39,00.

Pastel de Palmito – Macio e crocante, com recheio de palmito selecionado que o deixa extremamente cremoso - R$ 28,00.

Pastel de Carne – delicioso, recheado com carne bovina de qualidade, moída e com tempero especial da casa – (Serve até 2 pessoas) - R$ 26,00.  Pastel deCarne com queijo: R$ 27,00.

Pastel de Queijo – macio e com muito recheio. Exageradamente delicioso (serve até 2 pessoas) - R$ 23,00.

Pastel de Carne Seca com Catupiry - R$ 37,00.

Pastel de Banana Caramelizada com Chocolate – R$ 29,00. 

Pastel de Pizza – R$ 23,00

Chope (a casa é premiada pela Real Academia do Chope): 

Brahma Claro: R$ 13,00 - Brahma Back: R$ 14,00. 

Cervejas

Colorado (600ml) – R$ 26,00; Budweiser, Stella Artois e Heineken (long neck, 330ml) - R$ 13,00;

Original (long neck, 300ml) - R$ 13,00; Malzbier: R$ 13,00. Sem álcool: Heineken: R$ 13,00;

Caipirinhas (de cachaça – de R$ 20,00 a R$ 29,00; vodka Smirnoff e de saquê – R$ 28,00; e de vodka Absolut – R$ 34,00); 

Cachaças (Espírito de Minas – R$ 14,00; e Seleta – R$ 10,00) 

Molho de Pimenta Mortadela Brasil– molho de pimenta com sabor equilibrado - R$ 21,00.

Mortadela Brasil - rua da Cantareira, 306, mezanino, Box 4, no Mercado Municipal Paulistano. Tel e WhatsApp: 11-3311-0024. Site:  http://www.mortadelabrasil.com.brHorário: de segunda a sábado, das 8h às 18h, e aos domingos e feriados, das 8h às 16h. Cartões: Visa, Amex, Credicard e Diners. Vale Alimentação: Visa Vale, VR, VR Smart e Sodexo; Estacionamento: sim (Zona Azul dentro do Mercado Municipal SP e vários estacionamentos particulares na região do Mercado). Não aceita cheques.  Inaugurado em novembro de 2004.

 

 

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F1: Verstappen predomina sobre Leclerc e vence o GP de Miami 

O holandês Mas Verstappen, da Red Bull, venceu o GP de Miami neste domingo (8), quinta etapa do Mundial de Fórmula 1, exatamente na estreia deste circuito montado no complexo do Hard Rock Stadium, casa do Miami Dolphins, equipe da principal liga de futebol americano, a NFL. Foi sua 23ª vitória na categoria.

Partindo do terceiro lugar no grid, Verstappen superou Sainz logo na primeira curva e tomou a ponta de Leclerc, o pole, na volta 9, para não mais perder a liderança até receber a bandeira quadriculada na volta 57.

Leclec, que ainda segue na liderança do campeonato (104 a 85 sobre Verstappen), não consguiu ameaçar a supremacia clara da Red Bull de Verstappen durante a maior parte da prova, tentando algo apenas nas voltas finais, após uma bandeira amarela que reaproximou os carros, mas acabou terminando em segundo, enquanto Carlos Sainz, com a outra Ferrari, completou o pódio, em terceiro.

Sergio Pérez, com a Red Bull, foi o quarto, e os dois carros da Mercedes vieram na sequência, com Russell em quinto e Hamilton em sexto. 

 A PROVA

A prova começou com Leclerc, o pole, mantendo-se na dianteira, mas Sainz, o segundo do grid, nao conseguiu se sustentar nesta posição e foi superado por Verstappen. Hamilton, sexto na largada, perdeu posições para Gasly e Alonso, caindo para oitavo. Alonso chegou a tocar sua roda dianteira direita na traseira esquerda da Mercedes do heptacampeão.

Os dois carros da Aston Martin partiram do pit-lane, após a equipe ter detectado um problema no fluxo de combustível.

Na largada, tracionando bem, Leclerc manteve-se em primeiro, mas Verstappen emparelhou com Sainz e na primeira curva superou o espanhol. Foto: Oracle Red Bull Racing 

Ainda sem a liberação para uso da asa móvel, na volta 3, Hamilton ultrapassou Alonso e subiu para sétimo, enquanto seu companheiro de equipe, George Russell, em 15º, sofria para se manter à frente da Williams de Albon. 

Na sexta volta, com o uso da asa móvel, Hamilton recuperou sua posição de largada, tomando o sexto lugar de Gasly.

Abandono de Zhou na volta 7, com problemas em sua Alfa-Romeo, enquanto o outro pilto do time, Valtteri Bottas, ocupava o quinto lugar. 

NOVO LÍDER

Na volta 9, após ter iniciado uma franca aproximação em relação a Leclerc, Verstappen tomou a liderança do monegasco, que na sequência até tentou dar o troco, mas a Red Bull tinha muito mais velocidade de reta, e o holandês conseguiu manter-se com uma folga em relação ao piloto da Ferrari. 

Leclerc cometeu um erro em uma curva e Verstappen ficou mais tranquilo na liderança, enquanto Pérez se aproximava de Sainz na busca pelo terceiro lugar, mas o mexicano começou a se queixar pelo rádio com seu engenheiro sobre um problema de perda de potência.

Enquanto isso, Max fazia uma sequência de boas voltas e ampliava sua vantagem para Leclerc, na casa de 4s2 para Leclerc na volta 22.

Pérez, após orientações de seu engenheiro, mudou alguns ajustes a partir do volante de seu carro e voltou a performar bem.

Leclerc fez sua troca de pneus na volta 25, retornando de pneus duros, na quarta posição.

Verstappen parou no giro seguinte, e retorno em segundo, com a liderança passando para Sainz, mas o espanhol também parou, na volta posterior, fazendo com que Verstappen retomasse a primeira colocação.

Nos boxes, problema com a roda dianteira direita de Sainz, mas ainda assim ele conseguiu voltar em terceiro, com Pérez em quarto.

Na volta 30, ainda mais soberano na frente, Verstappen tinha 7s2 de vantagem para Leclerc. 

ACIDENTE NA VOLTA 41

Entrada do safety car na volta 41 por conta de um acidente entre Norris e Gasly, que estava lento e Norris bateu forte na roda traseira esqueda do francês e em seguida se chocou contra o muro. Uma roda se desprendeu, mas todos saíram ilesos. 

A pista foi liberada apenas na volta 47, restando dez para o final. 

Os dez primeiros eram Verstappen, Leclerc, Sainz, Pérez, Bottas, Hamilton, Russell, Alonso, Mick Schumacher e Ocon.

Pérez se insinuou para cima de Sainz, mas o espanhol conseguiu se sustentar em terceiro, enquanto Verstappen controlava bem a liderança, com boa margem para Leclerc.

Na volta 50, Russell ultrapassou Hamilton e Bottas errou, caindo para sétimo.

Leclerc partiu para tentar a vitória e começou a reduzir a diferença em relação a Verstappen. 

Choque entre Vettel e Mick Schumacher na volta 55, com os dois saindo no prejuízo. Mick foi aos boxes para trocar o bico mas deixou a zona de pontos e Vettel abandonou.

Verstappen conseguiu se sustentar em primeiro para vencer pela 23ª vez na Fórmula 1, seguido pelos dois carros da Ferrari, com Leclerc em segundo e Sainz em terceiro. 

 

PRÓXIMA ETAPA

Em duas semanas, no dia 22 de maio, acontece a sexta etapa do Mundial, o GP da Espanha, em Barcelona, no circuito de Montmeló, na Catalunha. No ano passado a pole foi de Lewis Hamilton, com 1min16s741. Ele mesmo venceu a prova, seguido por Verstappen e Bottas. 

CALENDÁRIO COMPLETO DO MUNDIAL DE FÓRMULA 1 EM 2022

20/03/2022 – GP do Bahrein – Sakhir – Pole de Charles Leclerc (1min30s558) - Vitória de Charles Leclerc 
27/03/2022 – GP da Arábia Saudita – Jedá – Pole de Sergio Pérez (1min28s200) - Vitória de Max Verstappen
10/04/2022 – GP da Austrália – Melbourne – Pole de Charles Leclerc (1min17s868) - Vitória de Charles Leclerc
24/04/2022 – GP da Emília-Romanha – Ímola – Pole de Max Verstappen (vencedor da Sprint) - Vitória de Max Verstappen
08/05/2022 – GP de Miami – Miami (EUA) – Pole de Charles Leclerc  (1min28s796) - Vitória de Max Verstappen
22/05/2022 – GP da Espanha – Barcelona – 
29/05/2022 – GP de Mônaco – Monte Carlo – 
12/06/2022 – GP do Azerbaijão – Baku – 
19/06/2022 – GP do Canadá – Montreal – 
03/07/2022 – GP da Inglaterra – Silverstone – 
10/07/2022 – GP da Áustria – Red Bull Ring / Spielberg – 
24/07/2022 – GP da França – Paul Ricard – Horários
31/07/2022 – GP da Hungria – Hungaroring / Budapeste – 
28/08/2022 – GP da Bélgica – Spa-Francorchamps – 
04/09/2022 – GP da Holanda – Zandvoort – 
11/09/2022 – GP da Itália – Monza – 
02/10/2022 – GP de Singapura – Marina Bay – 
09/10/2022 – GP do Japão – Suzuka – Horários
23/10/2022 – GP dos EUA – COTA / Austin – 
30/10/2022 – GP do México – Cidade do México – 
13/11/2022 – GP de São Paulo – Interlagos / Brasil – 
20/11/2022 – GP de Abu Dhabi – Yas Marina –  

  

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Histórico lateral do Inter, Cláudio Duarte comemora 72 anos

Gaúcho de São Gerônimo, Cláudio Roberto Pires Duarte, um dos maiores laterais da história do Sport Club Internacional, comemora nesta segunda-feira (9) 72 anos de idade. Ele, que depois de parar com a bola seguiu vivendo em Porto Alegre, se tornou competente comentarista esportivo de rádio. 

Como jogador, Cláudio fez parte do time do Colorado bicampeão brasileiro em 1975 e 1976. Tinha como companheiros de equipe, além do amigo Carpegiani, de quem foi auxiliar técnico no Corinthians em 2007, jogadores fantásticos como Falcão, Lula, Figueroa e Manga. Encerrou a carreira precocemente, por causa de uma contusão, aos 26 anos. 

Tornou-se treinador ainda jovem, em 1978 pelo Internacional, um ano após encerrar sua carreira pelo mesmo Inter.

Dirigiu várias equipes do exterior e do sul do País, principalmente o Internacional e o Grêmio. A última equipe que treinou foi o Brasil de Pelotas, em 2009.

Também trabalhou como dirigente de futebol.


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Marcos Falopa faz sessão de autógrafos nesta noite em São Paulo  

Marcos Falopa, coordenador técnico, profissional que acumula um currículo invejável como treinador de diversos clubes e seleções, incluindo trabalhos de instrutor pela Fifa, estará na noite desta segunda-feira (9), a partir das 19h, na Dona Firmina Pizzaria, em Moema, zona sul da capital paulista, para uma sessão de autógrafos do lançamento de seu livro "O Jeito Brasileiro de Jogar Futebol", prefaciado por Carlos Alberto Parreira e que também conta com mensagens do Rei Pelé, Zagallo e Dino Sani entre outros técnicos, além de representantes da mídia. 

"É um livro técnico, que apresenta de forma simples as ferramentas necessárias para o desenvolvimento físico, técnico e tático, motivando os técnicos e instrutores de futebol com exemplos práticos, apresentando as características física, técnica, tática e psicológica de cada posição de jogador, para facilitar a seleção dos mesmos", destaca Falopa.

PARA ADQUIRIR
 
Para quem não puder comparecer à sessão de autógrafos nesta noite em Moema, o livro de Marcos Falopa pode ser comprado diretamente com o autor, por meio de PIX (011 981467013) ou email: marcosfalopa@yahoo.com
 
Na ativa, Marcos Falopa vem semanalmente trazendo convidados especiais para lives em seu Instagram (clique aqui para acessar), sempre às terças-feiras, às 16h.

 

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Capitão, ex-ponta do Guarani, é o convidado da live de Marcos Falopa nesta terça-feira 

O ex-ponta-direita Capitão, campeão brasileiro pelo Guarani em 1978 é o convidado desta terça-feira1026), a partir das 16h, da live comandada por Marcos Falopa, coordenador técnico, profissional que acumula um currículo invejável como treinador de diversos clubes e seleções, incluindo trabalhos de instrutor pela Fifa.

Rodolfo Carlos de Lima, o Capitão, atualmente com 68 amos, natural de Regente Feijó (SP), chegou ao Guarani vindo do Vasco da Gama, após começar pelo Corinthians de Presidente Prudente e ainda Santos.

Capitão permaneceu no clube campineiro do Brinco de Ouro até 1982 e depois defendeu diversos clubes, entre outros o Coritiba, Atlético-PR, Palmeiras, Pinheiros, Marília e  São José.

A live estará no Instagram de Marcos Falopa a partir das 16h (clique aqui para acessar), e a preparação física de base será o tema cental do encontro.

 

 

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Achados & Perdidos: O Juventus em uma de suas muitas travessuras contra o Timão 

O Juventus, simpático clube da capital paulista do bairro da Mooca, formou boas equipes de futebol ao longo de sua bela história.

E, por muitas vezes, dificultou a vida dos grandes clubes, principalmente o Corinthians. 

Exemplo disso aconteceu há exatos 43 anos, em 10 de maio de 1979, ocasião em que o time grená, então dirigido por Brida, venceu o Corinthians de José Teixeira por 3 a 2, de virada, no Pacaembu, partida válida pelo Campeonato Paulista.

Sócrates, de cabeça, abriu o placar para o Alvinegro no primeiro tempo. Jogando com a camisa 9, o craque golpeou no canto esquerdo da meta de Armando Colonezzi.

O segundo gol, ainda na primeira etapa, foi de Basilio. Vaguinho, que estava em noite inspirada, tocou de cabeça e o defensor juventino salvou na linha, mas Basilio, também de cabeça, aproveitou o rebote para fazer 2 a 0.

Logo no começo do segundo tempo, Ataliba, que de tantas que aprontou para cima do Timão ao longo de vários anos acabou mais tarde contratado pelo time de Parque São Jorge, aproveitou um vacilo da defesa corintiana e marcou o primeiro gol do time grená.

Não demorou para o atacante Luciano empatar e em seguida marcar o tento da virada, fazendo Juventus 3 x 2 Corinthians. Biro-Biro chegou a fazer mais um gol para o Corinthians, mas o árbitro Almir Laguna alegou impedimento do pernambucano, em lance controverso.

Aliás, falando em lance controverso, ainda na primeira etapa o atacante Ataliba sofreu pênalti claro do saudoso quarto-zagueiro Zé Eduardo, mas a infração não foi marcada.

ABAIXO, COM NARRAÇÃO DE JOSÉ CARLOS CICARELLI E COMENTÁRIOS DE GERSON DE ARAÚJO PELA TV CULTURA (SP), CORINTHIANS 2 X 3 JUVENTUS, EM 10 DE MAIO DE 1979, NO PACAEMBU.

 

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Morre Aparecido "Peixinho", ex-goleiro do Palmeiras e Portuguesa Santista

Aparecido "Peixinho", ex-goleiro do Palmeiras, Portuguesa Santista e Botafogo de Riberião Preto, entre outros, morreu nesta terça-feira (10), aos 88 anos. Por enquanto, não há informação da causa da morte e acerca das cerimônias fúnebres.

Paulista de Miguelópolis, onde nasceu no dia 21 de março de 1934, Aparecido Eleotério da Silva, o "Peixinho", deixa esposa, Dona Valdete, quatro filhos e sete netos.

Ele iniciou sua carreira pelo Botafogo de Ribeirão Preto, e depois mudou-se para o Rio de Janeiro, onde defendeu a meta do Bangu. De volta a São Paulo, desceu a Serra do Mar e começou a jogar pela Portuguesa Santista, onde, destacando-se, acabou chamando atenção da cúpula palmeirense, clube que defendeu em quatro jogos na temporada de 1958.

Na sequência, foi contratato pela Ferroviária de Araraquara, clube em que encerrou sua carreira, passando em seguida a exercer a função de treinador, tendo trabalhado, entre outros, no Guarani e Londrina.

Graduou-se em Educação Física e passou a lecionar, tendo se aposentado em 2006.

 

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Se Róger Guedes jogasse o que pensa que joga, colocaria no bolso até Mbappé. Por @TufanoSilva

É possível dizer que o Corinthians esteja vivendo o seu melhor momento desde a chegada de Vítor Pereira, em fevereiro deste ano. A equipe do Parque São Jorge é líder isolada do Brasileirão, conseguiu quatro vitórias em cinco jogos no Nacional e não leva um gol há quatro partidas. 

Mas nem tudo são flores no grupo que começa a empolgar o seu torcedor. Há um Róger Guedes no meio do caminho de Vítor Pereira. Um jogador que tinha tudo para agregar com seu talento acima da média no futebol brasileiro. Mas que, por causa de seu comportamento mesquinho e mimado, mais atrapalha que ajuda o clube que lhe paga um ótimo salário. 

As reclamações públicas feitas pelo jogador, que afirmou por aí que o técnico português “o sacrificava” quando o escalava como centroavante, já tinham sido suficientes para que o Alvinegro lhe desse belo puxão de orelha. Afinal, ele está lá para servir ao clube e, se o treinador preferir colocá-lo como goleiro, ele tem esse direito. 

Mas a gota d`água veio após a excelente vitória corintiana em Bragança, por 1 a 0. O jogador FEZ QUESTÃO de ignorar na frente de todo mundo um abraço do treinador Vítor Pereira, escancarando o péssimo relacionamento entre os dois. A troco de quê, Guedes?

A verdade é que, se Róger Guedes jogasse o que pensa que joga, ele colocaria no bolso Mbappé, Neymar, Vini Júnior e muitos outros craques do futebol mundial. 

Se não baixar a bola, o Corinthians não terá muita escolha: terá que se livrar de RG na primeira oportunidade. 

 

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Olhos no retrovisor: Há três anos, vitória de Cacá Bueno em Mônaco pelo Jaguar I-Pace

Há exatamente três anos, pelo Jaguar I-Pace eTROPHY, campeonato de carros elétricos de turismo que foi descontinuado em 2021, Cacá Bueno venceu a etapa de Mônaco, sétima daquele que foi o certame inaugural da categoria, quebrando uma hegemonia brasileira que pertencia à família Senna, que teve Ayrton Senna como maior vencedor pela Fórmula 1 (seis vitórias, em 1987, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1993) e Bruno Senna também ganhando, então ela GP2, em 2008.

Aliás, festa em dose dupla no Principado em 11 de maio de 2019, com Sérgio Jimenez terminando em segundo lugar. Completando o pódio monegasco, em terceiro, o norte-americano Bryan Sellers.

PALAVRA DE CACÁ BUENO NA OCASIÃO

“Mônaco é especial, porque desde garoto é a corrida que todo mundo assiste. Fiz a pole, virei de ponta a ponta e ganhei em Mônaco, então é uma sensação incrível. Vim de uma grande derrota em Paris, em um erro que me prejudicou no campeonato e agora uma volta por cima incrível. Não tinha lugar melhor para dar essa volta por cima do que Mônaco. Ganhar onde o Senna ganhou tantas corridas, onde tantos brasileiros andaram tão bem, escutar o hino brasileiro no pódio com uma dobradinha brasileira. Foi um dia que começou super difícil, mas que, no final, foi um dia incrível”, ponderou Cacá na ocasião, que em 2021 disputa a temporada da Stock Car pela Crown Racing e também o Império Endurance Brasil, este a bordo de um Mercedes AMG GT3, formando dupla com Ricardo Baptista.

QUEBRANDO A HEGEMONIA DA FAMÍLIA SENNA

A última vez que um piloto brasileiro havia vencido um GP em Mônaco foi em 2008, ocasião em que Bruno Senna, então pela GP2, fez uma brilhante corrida para ganhar a prova, resistindo a uma enorme pressão final de Pastor Maldonado, lembrando que o traçado de ruas mais charmoso do mundo é aquele em que Ayrton Senna mais triunfou, com seis vitórias (1987, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1993). No caso do Jaguar I-Pace e também na Fórmula E, a configuração da pista é diferente.

Assim a família Senna soma sete vitórias no Principado, as seis de Ayrton e uma de Bruno. Em 2000, pela F3000, Bruno Junqueira venceu, o mesmo conseguindo Jaime Mello Jr. em 2003, pela Fórmula Renault.  

PROVA SOB CONTROLE, VITÓRIA DE PONTA A PONTA

Cacá Bueno largou na pole da prova com seu Jaguar #0, tendo ao seu lado na primeira fila o compatriota Sérgio Jimenez com o carro #10, e dominou a prova em Monte Carlos de ponta a ponta. Bryan Sellers terminou em terceiro.

A prova teve uma interrupção logo no começo, quando Bryan Seller atingiu o carro de Stefan Rzadzinski, que acabou abandonando. A única mulher da competição, a inglesa Katherine Legge também herdou consequências da batida, sendo atingida por Rzadzinski, o que a obrigou a deixar a corrida.

Assim que a bandeira verde foi novamente acionada, Cacá Bueno controlou bem o ritmo para vencer sem percalços. Sérgio Jimenez segurou Sellers e garantiu a dobradinha brasileira em Mônaco.

Ao término do campeonato, Sérgio Jimenez conseguiu o título e Cacá Bueno foi o vice-campeão.

Pentacampeão da Stock, onde atualmente compete pela Crown Racing, e no próximo domingo (16) disputa a etapa de Interlagos, segunda do campeonato, Cacá Bueno também está em 2021 no Império Endurance Brasil, a bordo de um Mercedes AMG GT3 que divide com Ricardo Baptista e na Porsche Cup, formando dupla com Marcelo Franco.

Cacá Bueno, vitorioso na etapa de Mônaco do Jaguar I-Pace eTrophy. Foto: José Mário Dias/Jaguar Brazil Racing

CLASSIFICAÇÃO DA ETAPA DE MÔNACO (CINCO PRIMEIROS COLOCADOS)

1 – Cacá Bueno (Jaguar Brazil Racing)

2 – Sérgio Jimenez (Jaguar Brazil Racing)

3 – Bryan Sellers (Rahal Letterman Lanigan Racing)

4 – Simon Evans (Team Asia New Zealand)

5 – Yaqi Zhang (Jaguar China Racing)

   

 

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Veiga é o "novo Marinho" e Tite acerta ao não chamá-lo. Por @TufanoSilva

Existe evidente má vontade com Tite por parte da torcida brasileira. Tanto pela sua identificação com o Corinthians, que é ao lado do Flamengo o time mais odiado do país, quanto por algumas atitudes e declarações que incomodaram os sensíveis apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. 

E essa situação tem evitado que muita gente enxergue que, nos últimos tempos, o treinador da seleção brasileira tem mais acertado que errado. E não digo apenas pela ótima campanha de sua equipe nas Eliminatórias para a Copa de 2022. Mas também por não ceder a pedidos absurdos da opinião pública.

Em 2020, praticamente colocaram uma faca em seu pescoço pedindo a convocação de Marinho, que realmente vinha muito bem no Santos. O treinador não se deixou levar pela pressão e o tempo mostrou que ele estava certo. Em 2021, a situação foi muito semelhante, só que desta vez com Hulk sendo o “injustiçado”.  

E agora, em 2022, vemos o filme se repetir com os histéricos pedidos por Raphael Veiga na Copa do Mundo. Bem, é claro que o meia palmeirense é o melhor jogador em atividade no futebol brasileiro. Mas, se compararmos o futebol que é disputado aqui do que é jogado lá na Europa, é quase possível afirmar que são esportes totalmente diferentes. 

“Ah, mas então por que é justo que Tite chame Danilo?”. A situação de Danilo é bem diferente. Com apenas 21 anos, o volante ainda tem muito a evoluir, principalmente quando fizer a sua inevitável transferência para o futebol do Velho Mundo. Já Veiga tem 26 anos, vive o seu auge e é difícil imaginar que ele possa manter esse nível por um longo período. 

Penso que, neste caso, o tempo mostrará novamente que o técnico da seleção estava certo. 

 

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Santos fecha acordo de patrocínio com a Hebron, empresa do setor farmacêutico

Na tarde desta quarta-feira, o Santos FC anunciou um acordo de patrocínio com a Hebron, indústria brasileira que atua há 32 anos no setor farmacêutico nacional. A estreia da parceria será no jogo contra o Coritiba, válido pela Copa do Brasil e que acontece às 21h30 de quinta-feira, na Vila Belmiro.

A marca da empresa estará estampada no omoplata da camisa da equipe masculina principal. O acordo, intermediado pela agência BP Sports - especializada em patrocínio esportivo, tem validade de um ano.

“É com muito orgulho que anunciamos a Hebron, uma gigante do setor farmacêutico no Brasil. Temos certeza de que essa união será vitoriosa com duas marcas conhecidas mundialmente. Uma parceria para mostrar que futebol e saúde caminham juntos na vida do torcedor”, afirma o presidente do Santos FC, Andres Rueda.

“Nossa missão é tangibilizar o patrocínio em forma de ativação para que o torcedor tenha clareza no business da empresa. Já começamos com uma ação logo no evento de lançamento da parceria, realizado nesta quarta. Fizemos uma experiência premium para players importantes. Foram convidados 11 médicos, que puderam conhecer as estruturas do clube, acompanhados pelo Dr. Guilherme Dilda, que é coordenador do departamento médico do Santos. Tenho certeza que esse acordo trará inúmeros benefícios para ambas as partes", destaca Bernardo Pontes, sócio da BP Sports.

De acordo com Josimar Henrique Júnior, CEO e Presidente da Hebron, o contrato com o Peixe representa um momento sem precedentes, além de ser estratégico para a empresa.

“O Santos é querido por todos, com uma torcida vibrante e presente, e que tem valores e missões muito parecidos com as da Hebron. Uma equipe que possui bela história de títulos, como o tricampeonato da Libertadores da América e o Bicampeonato Mundial. Que forma e revela, no cenário Nacional e Internacional, jogadores de alto desempenho. Conhecemos a importância do futebol santista para o mundo. Afinal, o time já parou até uma guerra”, declara.

“Por outro lado, somos uma empresa já bastante difundida entre nossos parceiros comerciais, profissionais de saúde, da classe médica e farmacêutica, mas queremos ampliar essa visibilidade para o público consumidor em geral. Por isso, estamos felizes em unir a marca Hebron, que tem qualidade e inovação reconhecida em todos os produtos, ao time paulista, que produz e revela grandes talentos, através dos Meninos da Vila. Temos valores em comum, acreditamos no potencial do brasileiro, sendo essa parceria histórica motivo de orgulho para nós”, finaliza Josimar Júnior.

 

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Olhos no retrovisor: Senna, de Mercedes-Benz, derrotava pilotos consagrados e vencia prova sob chuva em 1984

Antes do GP de Mônaco de 1984, quando Ayrton Senna, terminou a prova em segundo lugar sob intensa chuva, a bordo da Toleman-Hart #19, a habilidade do brasileiro, então com 24 anos, ficou bem evidente em uma disputa promovida pela Mercedes-Benz no circuito alemão de Nurburgring, há exatos 38 anos.

A montadora alemã reuniu 20 pilotos em 12 de maio de 1984, muitos deles campeões mundiais de Fórmula 1, para uma prova em que cada um dispunha do modelo 190E 2.3 de 16 válvulas e 4 cilindros, preparado pela inglesa Cosworth. Senna não participaria da prova. Ele acabou entrando no lugar de Emerson Fittipaldi, que não pôde comparecer.

Assim, como aconteceria menos de um mês depois nas ruas de Monte Carlo, o asfalto molhado foi o ingrediente que apimentou a disputa, incluindo um começo conturbado entre Senna e Prost, que viria a ser seu maior rival na F1. O francês caiu para o fundo do pelotão e terminou a prova em 15º.

Com uma tocada agressiva, Senna venceu a corrida com pouco mais de um segundo de vantagem para o austríaco Niki Lauda, que acabou sagrando-se campeão naquela temporada da F1, pela McLaren-Porsche, chegando ao seu terceiro título na categoria. O pódio da corrida disputada com os Mercedes foi completado pelo argentino Carlos Reutemann, que já estava aposentado desde 1982.

Veteranos como Dennis Hulme, John Surtees, Phil Hill e Stirling Moss também marcaram presença na corrida festiva ao lado de pilotos que estavam na ativa, como Keke Rosberg, Jacques Laffite e Elio de Angelis, e outros que haviam deixado a F1 mais recentemente, casos de James Hunt, John Watson e Jody Scheckter, este, aliás, que fez melhor volta da prova, em 2min12s50.

ABAIXO, VÍDEO COM TREINOS, REPORTAGENS E A CORRIDA COMPLETA EM 1984

   

 

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"Para mim é um prazer voltar a trabalhar com carros de Fórmula", diz Thiago Meneghel

A estreia da Fórmula 4 Brasil neste final de semana no Velocitta, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo, está empolgando um dos mais vitoriosos chefes de equipe do automobilismo nacional, Thiago Meneghel, comandante da TMG Racing, que lembrou ter iniciado com carros de Fórmula no esporte a motor. 

“Para mim é um prazer voltar a trabalhar com carros de Fórmula. Foi assim que comecei minha carreira de engenheiro nos anos 90, trabalhando com a equipe Cesário na Fórmula 3. Lá ganhamos diversos títulos de piloto e equipe. Também pela Cesário fui campeão da Fórmula Renault de 2004 antes de iniciar carreira em outras categorias e ter minha própria equipe. Agora espero que minha experiência possa colaborar para o crescimento desses jovens pilotos que, juntos, alcancemos grandes conquistas”, pontuou Meneghel, que além da Fórmula 4 Brasil disputa os certames da Stock Car e Império Endurance Brasil.

A Fórmula 4 Brasil inicia sua temporada inaugural com 16 carros, divididos em quatro equipes com quatro pilotos em cada uma delas, e a TMG Racing contará com a única garota do certame, Aurelia Nobels, pilota de 15 anos que possui nacionalidade dupla, norte-americana e belga.  

“Estou entrando neste campeonato para aprender sobre o carro e ganhar experiência com a F4, já que é meu primeiro ano com o carro. E os desafios serão grandes, pois o Velocitta é uma pista muito técnica, não tem retas longas como as postas da Europa que eu já andei, mas é uma pista muito boa pra aprender sobre o carro. Então estou com uma ótima expectativa para esta estreia”, ponderou Aurelia, que dividirá os boxes da TMG Racing com Lucas Staico (17 anos), Nicholas Monteiro (16 anos) e Lucca Zucchini, também de 16 anos.

Com uma trajetória robusta no kartismo, Lucas Staico conta que utilizou simulador de Fórmula 3 para se familiarizar com os circuitos do campeonato. 

“Estou bastante ansioso para esta estreia. Me preparei com muitos treinos no simulador e com um carro de F3 para conhecer as pistas do campeonato. Agora, diferentemente de outros pilotos, nunca tive contato com um carro de F4 e a adaptação com certeza será o primeiro desafio a ser superado. Espero aproveitar todos os treinos e tempo de pista ao máximo para adquirir quilometragem com carro e ganhar o experiência”, disse Staico.

Lucas Zucchini, que também soma diversas conquistas no kart, prevê uma primeira etapa da Fórmula 4 Brasil com um maior grau de dificuldade por conta da menor experiência dos pilotos com monopostos, como é o seu caso.

“Acredito que a primeira etapa será um pouco mais difícil para quem ainda não tem experiência com carros de F4, como também é o meu caso. Por isso que focar bastante na adaptação a este novo equipamento. Acredito que a partir da segunda etapa as coisas estarão mais equilibradas”, avaliou Zucchini.

Por fim, a TMG Racing terá Nicholas Monteiro, atual campeão Sul-Brasileiro de Kart na classe Novatos. Ele e os outros 15 pilotos da categoria iniciam os trabalhos na pista do Velocitta a partir desta quinta-feira (12), quando acontecem dois treinos extras. O circuito de Mogi Guaçu também será palco da rodada dupla da quarta etapa da Stock Car, com as duas corridas marcadas para o domingo (15).

A Fórmula 4 Brasil utiliza o chassi da fabricante italiana Tatuus, com motor 1.4 produzido pela Abarth-Autotecnica (que disponibiliza 176 cavalos de potência), e será disputada em rodada tripla, com duas corridas no sábado (14) e a derradeira no domingo (15).

O carro, aliás, em todas as suas especificações mecânicas, é o modelo mais atualizado, exatamente igual àquele das disputas dos certames internacionais. 

Estão previstas seis etapas no certame da categoria neste ano, e apenas a terceira, previamente marcada para o dia 4 de setembro, ainda não tem o seu local definido.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA ETAPA INAUGURAL DA FÓRMULA 4 BRASIL - VELOCITTA (MOGI GUAÇU-SP)

Quinta-feira (12)

12h30 às 13h30 – 1º Treino Extra
15h30 às 16h30 – 2º Treino Extra

Sexta-feira (13)

8h45 às 9h25 – 1º Treino Livre
11h50 às 12h30 – 2º Treino Livre
17h00 às 17h20 – Classificatório

Sábado (14)

9h40 – Largada 1ª Prova (25 minutos + uma volta)
14h40 – Largada 2ª Prova (18 minutos + uma volta)

Domingo (15)

12h10 – Largada 3ª Prova (25 minutos + uma volta)

CALENDÃRIO DA FÓRMULA 4 BRASIL EM 2022

Etapa 1 – 15/05 – Velocitta (Mogi Guaçu, SP)
Etapa 2 – 31/07 – Interlagos (São Paulo, SP)
Etapa 3 – 04/09 - Local a definir
Etapa 4 – 25/09 – Velocitta (Mogi Guaçu, SP)
Etapa 5 – 23/10 – Goiânia (Goiânia, GO)
Etapa 6 – 20/11 – Brasília – Super Final BRB (DF)


      

  

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Achados & Perdidos: As vaias que se transformaram em aplausos para Julinho Botelho no Maracanã

Hoje, 13 de maio de 2022, completam-se 63 anos de um jogo que entrou para a história do Maracanã e do futebol brasileiro, quando o Brasil recebeu a Inglaterra para um amistoso

O estádio, então o maior do mundo, vaiou e depois aplaudiu efusivamente um dos maiores jogadores de todos os tempos: Julinho Botelho (1929-2003). Clique aqui e veja sua página na seção "Que Fim Levou?"

Naquele 13 de maio de 1959, a torcida não perdoou o técnico Vicente Feola, que escalou Julinho na ponta-direita, ao invés do ídolo botafoguense Garrincha. Mas as maiores vaias foram direcionadas mesmo a Julinho.

O boato, ventilado à época, foi que o treinador deixou Garrincha no banco de reservas pois o mesmo se atrasou para se apresentar à comissão técnica.

Julinho, que de forma nobre havia aberto mão de disputar a Copa de 1958 pois estava na Fiorentina (Itália) e achava que não deveria tirar o lugar daqueles que estavam no Brasil, inicialmente se abalou com as vaias, mas em poucos minutos reverteu a situação.

Primeiro, com um belo gol e, depois, com uma atuação espetacular, causando espanto inclusive na imprensa estrangeira, que passou a dizer que o Brasil tinha não apenas um Garrincha, mas dois...

No final, a primeira vitória do Brasil contra a Inglaterra, 2 a 0 (o outro gol foi de Henrique Frade).

O Brasil atuou com Gylmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando (Formiga) e Nilton Santos; Dino Sani e Didi; Julinho Botelho, Henrique Frade, Pelé e Canhoteiro.

ABAIXO, EMOCIONANTE VÍDEO GRAVADO COM MILTON NEVES SOBRE JULINHO BOTELHO (GRAVAÇÃO DE 2015)

ABAIXO, MATÉRIA SOBRE JULINHO BOTELHO, INCLUINDO SEU GOL CONTRA A INGLATERRA EM 13 DE MAIO DE 1959, NO MARACANÃ. IMAGENS DA TV CULTURA (SP)

 

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Olhos no retrovisor: Há 72 anos, em Silverstone, o primeiro GP de Fórmula 1

Há exatos 72 anos, em Silverstone, acontecia a primeira prova válida para um Mundial de Fórmula 1, o GP da Grâ-Bretanha, que foi vencido pelo italiano Giuseppe Farina, da Alfa Romeo, Farina guiou o modelo Alfetta 158 projetado por Gioacchino Colombo.

Naquele 13 de maio de 1950, as duas primeiras filas tinham os quatro carros da Alfa Romeo.

Giuseppe Farina largou na pole. Seu compatriota Luigi Fagioli partiu em segundo, o argentino Juan Manuel Fangio foi o terceiro do grid e o britânico Reg Parnell largou em quarto.

Dos quatro primeiros pilotos do grid apenas Fangio não recebeu a bandeira quadriculada, em razão de um vazamento de óleo.

Farina subiu ao pódio em primeiro, Fagioli foi o segundo e Parnell o terceiro.

Naquele primeiro campeonato da F1 apenas os cinco primeiros colocados das corridas pontuavam. Assim, além do trio da Alfa Romeo, dois pilotos da Talbot-Lago também marcaram pontos para o certame, ambos franceses: Yves Giraud-Cabantous e Louis Rosier, quarto e quinto colocados, respectivamente.

Giuseppe Farina, com Alfa Romeo, venceu o GP da Grã-Bretanha de 1950, primeiro do Mundial de F1. Italiano também foi o campeão da temporada inaugural da cateoria. Foto: Divulação

TEMPORADA DOMINADA PELA ALFA ROMEO

A Alfa Romeo, aliás, foi a equipe de grande destaque no ano inaugural da F1, composta por sete provas, vencendo todas aquelas disputadas no continente europeu, com três triunfos de Giuseppe Farina e três do argentino Juan Manuel Fangio.

Nas 500 Milhas de Indianápolis, apenas pilotos norte-americanos participaram, e a vitória foi de Johnnie Parsons, da equipe Kurtis Kraft-Offenhauser.

GIUSEPPE FARINA, O PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL DE F1

Ao término da temporada, Farina sagrou-se campeão com 30 pontos, seguido por Fangio (27) e Fagioli (24).

É interessante ressaltar que apenas os quatro melhores resultados eram computados para o campeonato, e um mesmo carro poderia ser compartilhado por dois ou três pilotos.

Giuseppe Farina durante o GP da Grã-Bretanha de 1950. Foto: Divulgação

OS VENCEDORES NA TEMPORADA DE 1950 DA F1:

1- GP da Grã-Bretanha (Silverstone) - Giuseppe Farina (Alfa Romeo)
2- GP de Mônaco (Monte Carlo) - Juan Manuel Fangio (Alfa Romeo)
3- GP dos Estados Unidos (Indianápolis) - Johnnie Parsons (Kurtis Kraft-Offenhauser.)
4- GP da Suíça (Bremgarten) - Giuseppe Farina (Alfa Romeo)
5- GP da Bélgica (Spa-Francorchamps) - Juan Manuel Fangio (Alfa Romeo)
6- GP da França (Reims-Gueux) - Juan Manuel Fangio (Alfa Romeo)
7- GP da Itália (Monza) - Giuseppe Farina (Alfa Romeo)

   

 

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Oséas, 51 anos! Artilheiro do Verdão sempre é lembrado por inusitado gol contra

Oséas Reis dos Santos completa 51 anos neste sábado (14). O atacante baiano, nascido em Salvador, revelado pela equipe do Galícia e que se destacou no bom time do Atlético-PR em 1995, chegou ao Palmeiras em 1997, clube que defendeu até 1999, e pelo qual marcou 65 gols.

Porém, apesar do bom número de gols a favor, um contra acabou para sempre tornando-se referência sempre que um jogador marca contra sua própria meta.

Foi em 15 de março de 1998, em jogo válido pelo Campeonato Paulista, que Oséas fez o gol que acabou marcando para sempre sua carreira, em confronto entre Palmeiras e Corinthians, no Morumbi.

Aos 9 minutos do primeiro tempo, Marcelinho cobrou escanteio da direita, com efeito. A bola passou pela pequena área e Célio Silva, zagueiro corintiano, estava no lance. Porém, antes dele, apareceu Oséas e cabeceou contra o gol de Velloso, como se estivesse golpeando contra as balizas adversárias, forte, indenfensável.

Ainda que o Palmeiras tenha empatado a partida (gol de Cris, aos 37 minutos da etapa final, placar final do jogo), o inusitado lance de Oséas foi a marca daquilo que aconteceu ao longo dos 90 minutos.

TRÊS TÍTULOS PELO PALMEIRAS E GOLS IMPORTANTES

Ainda em 1998, Oséas ajudou o Alviverde na conquista de dois títulos: a Copa do Brasil (marcou um dos gols na final contra o Cruzeiro) e a Copa Mercosul (marcou um dos três gols na vitória por 3 a 1 no primeiro jogo, também contra o Cruzeiro).

Em 1999, sua principal conquista, a Libertadores da América, marcou o segundo gol na final diante do Deportivo Cali, do Chile, partida que terminou em 2 a 1 para o Palmeiras (o outro gol foi de Evair, enquanto Zapata fez para os chilenos), resultado que levou a decisão para os pênaltis, disputa vencida por 4 a 3 pelo time brasileiro de Palestra Itália.

CLIQUE AQUI E VEJA A PÁGINA DE OSÉAS NA SEÇÃO "QUE FIM LEVOU?".

ABAIXO, COM NARRAÇÃO DE JOSÉ SILVÉRIO, O LANCE INUSITADO DE OSÉAS, MARCANDO CONTRA O PRÓPRIO GOL DO PALMEIRAS (DO GOLEIRO VELLOSO), FAZENDO 1 A 0 PARA CORINTHIANS. A PARTIDA TERMINOU EMPATADA EM 1 A 1, GOL DE CRIS PARA O TIME ALVIVERDE, EM 15 DE MARÇO DE 1998

 

ABAIXO, FAZENDO JUSTIÇA AO GOLEADOR OSÉAS, OS MELHORES MOMENTOS DE PALMEIRAS 2 X 1 DEPORTIVO CALI (CHILE), PELA FINAL DA LIBERTADORES DE 1999. OSÉAS MARCOU UM DOS GOLS DO PALMEIRAS, QUE VENCEU NOS PÊNALTIS POR 4 A 3.

 

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Livro: Nós Somos Do Clube Atlético Mineiro - A História Do Galo 

“NÓS SOMOS DO CLUBE ATLÉTICO MINEIRO” é um livro que, ao contar a rica trajetória do Atlético, ajuda a conhecer a essência do clube e o sentimento de ser atleticano. Era essa a intenção de Daniel Van R. Lima e de Philipe Van R. Lima ao reunirem um grupo de cinco autores com a missão de relatar os momentos mais marcantes do Galo, tendo como ponto de partida a Belo Horizonte de 1908. 

O livro conta sobre a conquista do primeiro troféu, o surgimento dos primeiros ídolos, a formação da nossa identidade. Sobre a campanha dos Campeões dos Campeões e a excursão à Europa em 1950. Personagens e fatos de todas as décadas dão o tom, essencialmente preto e branco, até chegar à Libertadores, à primeira Copa do Brasil e ao mágico ano de 2021.

A obra traz mais de cem fotografias históricas e textos de Caio Ducca, Cássio Arreguy, Clara Arreguy, Daniel Van R. Lima e Philipe Van R. Lima, além das participações especiais de Eduardo de Ávila, José Reinaldo de Lima, Leide Botelho e Rodolfo Gropen.

Nas páginas de “Nós Somos do Clube Atlético Mineiro”, encontra-se o mais completo trabalho sobre a gloriosa história do Galo.

 

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