Antônio Guites, conhecido no meio do futebol como Zangão, nasceu em Porto Alegre em 28 de janeiro de 1936. Foi um grande centro-médio e lateral do Internacional de Porto Alegre nas décadas de 1950 e 1960. Zangão morreu no dia 13 de novembro de 2021, aos 85 anos, vítima de infarto, em Porto Alegre, onde residia no bairro Jardim Botânico.
Zangão trabalhou por muitos anos no Departamento de Portos e Canais do Rio Grande do Sul. Ele passava a maior parte do tempo jogando bocha, uma de suas maiores paixões.
Começou a defender o Inter em 1955, entrando em lugar de Salvador após este ser negociado com o Peñarol. Tempos depois de estrear na meia, foi deslocado pelo técnico Teté para a lateral-direita. Brilhou em um tempo em que a maioria dos títulos ficou com o Grêmio.
Em 1965 foi laureado pelo Colorado como exemplo de atleta e dedicação por 10 anos ininterruptos de serviços prestados.
Em 1959 viveu uma situação curiosa. Recusou a convocação para a Seleção Brasileira que disputou os Jogos Panamericanos de Chicago por estar apaixonado e em vias de se casar com dona Lela. Por isso, pediu dispensa ao técnico Osvaldo Rola. Não se arrepende já que até hoje permanece unido com a mesma mulher.
Como capitão do Inter foi campeão gaúcho de 1961, conquista que guarda com carinho especial. O time base do Inter foi formado por Silveira, Zangão, Ari Ercílio, Kim e Ezequiel; Sérgio Lopes (Claúdio) e Osvaldinho; Sapiranga, Alfeu, Flávio (Larry ou Paulo Vecchio) e Gilberto Andrade. O artilheiro do campeonato foi Sapiranga com 16 gols.
A origem de seu apelido se deu por ser filho de apicultores, que tinham oito filhas e queriam muito um filho homem. Quando Antonio Guites nasceu, foi chamado imediatamente de zangão por um tio.
Por Marcelo Rozenberg, com colaboração do internauta César Henrique Almeida
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