Santo

Ex-zagueiro-central do Palmeiras e América de Rio Preto-SP

por Diogo Miloni

Zagueiro de classe e vigor físico. Santo Zanin, ou apenas Santo, foi revelado nas categorias de base do Palmeiras na época da Academia de Futebol. Em 2012, ainda casado, com dois filhos e uma neta, mantinha residência no bairro de Santana,  zona norte de São Paulo, e seguia como sócio da Santone Acessórios para Cortinas LTDA, na cidade de Caieiras-SP.

Nascido em 15 de junho de 1943 na capital paulista, o beque começou no Infantil do Verdão, em 1959, treinado por Rubens Minelli. Quatro temporadas mais tarde, foi para o América de Rio Preto junto com seu comandante, onde disputaria a Segunda Divisão do Paulistão e conquistaria o acesso.

Em 1964, a estreia do América foi diante do Santos de Pelé, e o zagueiro foi designado para a árdua tarefa de marcar o Rei. Naquele dia, o Peixe tinha em sua linha ofensiva nomes como Peixinho, Lima, Pepe, Pelé e Almir Pernambuquinho. Mesmo com tanto poder ofensivo, o clube do interior paulista levou a melhor e venceu por dois a zero, em uma exibição magistral do beque Santo.

Em seguida, o defensor ainda defenderia o time principal do Palmeiras, a Prudentina, a Portuguesa Santista e a Catanduvense. Aliás, foi na cidade do feitiço que uma grave lesão no ligamento cruzado do joelho abreviou a carreira de Santo Zanin.

Pela equipe alviverde Santo atuou em 25 partidas, somando 18 vitórias, quatro empates e três derrotas, e não marcou nenhum gol, como mostra o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Dario Unzelte e Mário Sergio Venditti.

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Pela equipe alviverde Santo atuou em 25 partidas, somando 18 vitórias, quatro empates e três derrotas, e não marcou nenhum gol, como mostra o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Dario Unzelte e Mário Sergio Venditti.

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