Sabará

Ex-ponta-direita do Vasco
por José Eustáquio (colaborador do site) e Rogério Micheletti
 
Sabará foi revelado pela Ponte Preta em 1948, jogando ao lado do zageuiro Stalingrado. Depois foi para o Vasco onde jogou de 1952 até 1964, época em que o futebol brasileiro era rico em pontas-direitas.

No Time da Colina, o camisa 7 era ele, Sabará. Outros grandes pontas daqueles tempos: Joel (Flamengo), Garrincha (Botafogo), Telê (Fluminense), Canário (América), Calazans (Bangu), Dorval (Santos), Cláudio (Corinthians), Julinho Botelho (Portuguesa e Palmeiras), Jair da Costa (Portuguesa), Maurinho (São Paulo), entre outros.

Mesmo assim, Sabará foi convocado algumas vezes para jogar pela seleção brasileira. Ao todo, ele defendeu o selecionado em 10 jogos (7 vitórias, 1 empate e 2 derrotas) e marcou um gol, segundo informações do livro "Seleção Brasileira 90 anos", de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf.

"Era um ponta que atacava e chutava como poucos. E ainda defendia com a mesma eficiência. Era mesmo um daqueles jogadores que davam a alma pelo time", conta o historiador de futebol, o mineiro José Eustáquio.

Antes de jogar no time de São Januário, Sabará atuou pela Ponte Preta. No final dos anos 40, ele era destaque da Macaca de Campinas ao lado do zagueiro Stalingrado.
Durante o período em que jogou pelo Vasco, Sabará foi um dos jogadores mais queridos da torcida cruz-maltina. É o segundo atleta que mais jogos disputou com a camisa vascaína, perdendo somente para Roberto Dinamite.

Foi campeão carioca em 1956 e Supercampeão em 1958. Antes de ir para o Vasco, onde atuou ao lado de Livinho, Vavá, Valter Marciano, Pinga, Rubens e companhia, Sabará atuou pela Ponte Preta. E depois do Vasco, após reformulação no elenco de São Januário, Sabará atuou pela Portuguesa Carioca.

Sabará era compadre e muito amigo do antigo quarto-zagueiro Clóvis, que atuou no Fluminense, e do volante Laerte, ex-Vasco. O ponta-direita morreu no dia 6 de agosto de 1991, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, onde era proprietário de um bar. Ele encerrou a carreira de jogador na Portuguesa Carioca.
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Pela Seleção Brasileira:

Atuou em 10 jogos, sendo sete vitórias, um empate e duas derrotas. Marcou um gol, na sua partida de estreia, na vitória brasileira diante do Paraguai, em 13 de novembro de 1955.

Fonte: Seleção - 90 Anos - 1914 - 2004, de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf.

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