Renatinho

Volante do Santos, Sevilla e Botafogo
por Túlio Nassif

Renato Dirnei Florêncio Santos, ou simplesmente Renatinho, nasceu no dia 15 de maio de 1979, em Santa Mercedes, interior de São Paulo. Encerrou sua carreira pelo Santos em 2018, após passagem pelo Botafogo. No mesmo ano assumiu a coordenação técnica do Santos Futebol Clube, permanecendo no cargo até 1º de março de 2021, quando foi demitido pelo clube da Vila.
 
Na ocasião, o presidente santista, Andres Rueda, alegou a difícil situação financeira do clube para dispensar o então funcionário, seu ex-atleta.

Renatinho foi revelado pelo Guarani, onde defendeu a equipe de Campinas de 1996 a 2000. Suas boas atuações acabaram chamando a atenção do Santos, onde conquistou dois Campeonatos Brasileiros, em 2002 e 2004 e nesse meio tempo, em 2003, ganhou a Bola de Prata da Revista Placar.

Isto tudo serviu para ele como projeção mundial, chegando à Seleção Brasileira. Pelo Brasil, sagrou-se campeão da Copa América em 2004 e da Copa das Confederações em 2005.

Considerado por muitos um volante de extrema classe e categoria, foi um dos destaques do Santos em 2002, terminando o campeonato sem receber se quer, um cartão amarelo. Após cinco anos, deixou o Peixe em 2004 em grande estilo como ídolo da torcida, para tentar o sucesso no Sevilla, da Espanha.

Lá, conquistou títulos importantes, como Copa da UEFA 2006/07, Copa do Rei 2006/07 e em 2009/10, Supercopa Europeia em 2006 e a Supercopa da Espanha em 2007.

Também foi ídolo da torcida "sevillista?. Renatinho atingiu, no dia 1 de março de 2011, a marca de 279 partidas disputadas com a camisa do Sevilla, ultrapassando o paraguaio Ignacio Achúcarro, que jogou pelo clube entre 1958 a 1968. A marca foi atingida pelo volante ao substituir o chileno Gary Medel no segundo tempo da partida contra o Sporting Gijón. O Sevilla venceu a partida por 3 a 0.

Mas o sucesso em solo espanhol diminuiu com o passar do tempo e, já não sendo mais uma unanimidade no time, Renatinho optou por voltar ao Brasil.

No dia 26 maio de 2011, assinou com o Botafogo e rapidamente assumiu a titularidade na equipe, onde foi campeão da Taça Rio de 2012. Foi classificado como um dos melhores volantes do Brasil, tendo como ponto forte, o domínio de bola e a visão de jogo. Tais requisitos foram fundamentais para na época, sob o comando do então técnico Oswaldo de Oliveira, ser campeão da Taça Guanabara e da Taça Rio, ambas em 2013, sagrando-se assim, campeão carioca sem a necessidade de uma final.
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