Toninho Guerreiro

Ex-centroavante de Santos e São Paulo
Toninho Guerreiro, o Antônio Ferreira, grande centroavante do Santos, de 1963 a 1969, e do São Paulo, de 1970 a 1973, morreu no dia 26 de janeiro de 1990. O peso, a boemia e o cigarro foram minando o corpo de um dos mais competentes centroavantes que o Brasil teve em todos os tempos.

Uma das maiores desilusões do ex-artilheiro foi ter sido cortado as vésperas da Copa de 70. Segundo Guerreiro, ele foi preterido pelo presidente Médici, pois o militar nutria uma grande simpatia por Dadá Maravilha.

Ele nasceu em Bauru, no interior de São Paulo, no dia 10 de agosto de 1942 e começou a carreira no Noroeste, equipe na qual jogou de 1960 e 1962 (ver Toninho Guerreiro em "Memória" do dia 26 de janeiro de 2001).

Incrivelmente Toninho Guerreiro tem um recorde que nem Pelé tem: ele é pentacampeão paulista de futebol. Seu feito fantástico verificou-se em 67, 68 e 69 pelo Santos e em 70 e 71 pelo São Paulo. Só ele ganhou 5 campeonatos paulistas direto.

Em sua ótima passagem pelo São Paulo FC, Toninho atuou em 170 jogos (80 vitórias, 51 empates, 39 derrotas) e marcou 85 gols, segundo o Almanaque do São Paulo de Alexandre da Costa. Pela Seleção Brasileira jogou duas vezes, segundo o livro Seleção Brasileira - 90 anos, de Antônio Carlos Napoleão e Roberto Assaf, com duas vitórias e quatro gols marcados. 
 
Abaixo, ouça a entrevista completa de Agnes Roberta, que por muitos anos foi casada com Toninho Guerreiro, a Milton Neves. O bate-papo aconteceu durante o programa Plantão de Domingo, da Jovem Pan, em 1991. O áudio foi garimpado pelo internauta Maurício Pedroso, de São Roque-SP:

Acompanhe abaixo momentos da campanha do Santos FC no título do Robertão de 1968, num trabalho feito por Wesley Miranda, da ASSOPHIS (Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos FC).

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Pelo São Paulo:

Pelo São Paulo FC, Toninho atuou em 170 jogos (80 vitórias, 51 empates, 39 derrotas) e marcou 85 gols, segundo o Almanaque do São Paulo de Alexandre da Costa.

Pela Seleção Brasileira:

Pela Seleção Brasileira jogou duas vezes, segundo o livro Seleção Brasileira - 90 anos, de Antônio Carlos Napoleão e Roberto Assaf, com duas vitórias e quatro gols marcados.

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