Octávio Muniz, o Tatá Muniz

Jornalista esportivo

por Sérgio Quintella

Se engana quem acha que Tatá Muniz se chama Octávio Muniz Filho ou Júnior (Octávio com "c" e Muniz com "z").

Seu pai, o grande e saudoso Otávio Munis (sem "c" e com "s" no final), foi batizado como Leandro.

No registro de nascimento, datado de 7 de abril de 1964, Tatá é Leandro também.

Foi narrador e locutor esportivo da Rede Record nas Olimpíadas de Londres-2012 e Rio-2016 e no Pan de Toronto-2015. Antes, na RedeTV!, ficou dois anos, de abril de 2010 até março de 2012.

Na BAND foram 10 anos como primeiro repórter da equipe de Luciano do Valle e do inesquecível Show do Esporte. Ainda trabalha em alguns domingos (rsrsrs) quando Milton Neves o "escala" no GGMF.

Ele começou a carreira em 1977, aos 13 anos, quando teve a chance de empunhar pela primeira vez o microfone da querida Rádio Piratininga de São João da Boa Vista-SP.

De lá para cá, dividiu-se entre o rádio, a televisão, a internet e veículos impressos. Trabalhou nas TVs Band, PSN, Rede Vida, Uni-TV (Canal 48 UHF), National Sports Channel (NSC), TV Pernambuco, DirecTV USA e Race TV. No rádio, atuou na América, Difusora, Nova FM, Trianon, Atual, Gazeta, Tupi, Bandeirantes, Capital (2x) e Kiss FM em São Paulo (lá foi comentarista do programa 90 MINUTOS com Nazi do IRA!), além da Rádio K, Sucesso FM e Jornal de Goiânia e a Clube de Pernambuco. Em 31 de março de 2016 Tatá Muniz migrou, junto com a Equipe Líder, para Tropical FM, prefixo 107,9. Na internet foi fundador e coordenador de rádio digital do projeto KSportsJá.

Foi colunista dos jornais "Empresas e Negócios" e "Metrô News".

Se jogasse bola profissionalmente, Tatá Muniz seria o típico atleta que bate com os dois pés. E que faz muito gol de cabeça.

Um craque!
 
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Clique aqui e conheça a vida do saudoso Otávio Munis, pai de Tatá Muniz, na seção "Que Fim Levou?"

 

Clique aqui e veja a página de Bruno Filho, irmão de Tatá Muniz, na seção "Que Fim Levou?"

 

Abaixo, a entrevista completa de Octávio Muniz a Marcos Júnior no Bella Macchina, canal de automobilismo do Portal Terceiro Tempo, em 26 de fevereiro de 2014. Edição de Lucas Micheletti

ABAIXO UM VÍDEO GRAVADO PELA 2G COM TATÁ MUNIZ, UMA SURPRESA DA ESPOSA E FILHOS DE TATÁ SOBRE SUA HISTÓRIA OLÍMPICA

De Pai para filho, uma história olímpica! Octávio Muniz entrevista...Tatá Muniz. 

Em 02 de agosto de 2016 recebemos e-mail da Bruno&Wense Comunicação e Marketing sobre a trajetória de Octávio Muniz em Jogos Olímpicos e sua expectativa para a Rio-2016, que segue abaixo, na íntegra:

OCTÁVIO MUNIZ, RUMO A OLIMPÍADA RIO-2016, NA RECORD!

Como ocorreu na Olimpíada de Londres em 2012 e no Pan-americano de Toronto em 2015, Tatá Muniz irá compor mais uma vez a equipe de narradores da Rede Record nos Jogos Olímpicos Rio-2016. Os trabalhos se iniciam a partir do dia 03 até 21 de agosto.

Em 1984, Los Angeles, Estados Unidos, já na Rádio Difusora do Brasil (atualmente Rádio Tupi-SP) se viu diante de um novo desafio. A cobertura extensa, boletins e resultados instantâneos, aproximaram ainda mais da sua paixão pelos esportes olímpicos, deu start na sua vida acadêmica, levando-o a se encantar e estudar todas as modalidades esportivas. Desde esta época, Tatá nunca mais parou de se aperfeiçoar.

A TRAJETÓRIA OLÍMPICA

1988 - Seul, Coreia do Sul. Já contratado pela Rádio Bandeirantes de São Paulo, na equipe de Darcy Reis e Fiori Giglioti e valendo-se de uma participação de destaque no Pan de Indianápolis de 1987, foi escalado para ir a Seoul, Coréia do Sul, nos XXIV Jogos Olímpicos da Era Moderna. Na cobertura, dois momentos devem ser citados – o grande ”furo” dado pela equipe da Rádio, sobre o doping do corredor canadense Ben Johnson, cujo tema rendeu 8 horas de programação ininterruptas direto de Seoul, onde, entre outras falas, destacou-se a resposta do brasileiro Joaquim Cruz ao microfone de Tatá, após ser questionado; - “Joaquim e o seu doping, qual é?” e Cruz respondeu para ficar registrado na história; -“Arroz e feijão!” (está no CEDOC da RB). O segundo momento foi a medalha de ouro, a primeira do judô brasileiro quando, in loco, acompanhou a semifinal e a final das disputas do brasileiro Aurélio Miguel, presenciando, ao lado de mais 3 outros brasileiros, a conquista da medalha inédita. Na ocasião teve a oportunidade de cantar o hino nacional entre os poucos representantes do país, momento que foi marcado por grande emoção.

1992 - Barcelona, Espanha, já integrante da TV Bandeirantes, na equipe do Show do Esporte de Luciano do Valle, inovou ao transmitir um trecho de um jogo de handebol da Seleção Brasileira. Lembra o narrador, que na ocasião era repórter e o handebol não era modalidade televisiva. O show de narração gerou vários telefonemas na redação cumprimentando-o pelo sucesso, inclusive de diversos atores e personalidades apaixonados pelo esporte.

1996 - Atlanta, Estados Unidos, última olimpíada na Rede Bandeirantes. O repórter é escalado para chefiar a equipe que acompanharia a Seleção Brasileira no torneio de futebol. E Tatá presenciou o nascimento da geração que seis anos mais tarde, conquistaria o mundo, comandada por Ronaldo Fenômeno e Rivaldo. Desta cobertura destaca-se o jogo de estreia em que produziu quatro reportagens com dois conteúdos distintos com Rivaldo e Juninho Paulista. Aos dois fez as mesmas questões sobre jogar ou não jogar na estreia contra o Japão, enviou as duas entrevistas para o Brasil e na abertura do Show do Esporte daquele domingo foi ao ar a reportagem já com o “escalado se escalando”, surpreendendo a concorrência.


2000 - Sydney, Austrália, foi o coordenador e o âncora de esportes da equipe da rádio Nova Brasil FM, time dirigido pelo radialista Jorge Kajuru e que foi transmitida com exclusividade pela referida emissora para o dial paulistano.

2004 - Atenas, Grécia, já CEO do NSC - National Sports Channel, Tatá compreendeu o significado exato da expressão “trabalhar nos bastidores”. Trabalhou duro com boletins para o canal. Com enorme esforço e acreditando que os “Jogos após os jogos”, a chamada Paraolimpíada, tinha mercado no Brasil, ele propôs uma ação inédita ao Governo Brasileiro e deste recebeu apoio para então cobrir como se faz hoje, a Paraolimpíada de Atenas, inclusive com equipe no local comandada pelo repórter Alexandre Silvestre, hoje na TV Gazeta.

2008 - Pequim, China, trabalhando para a Rádio Clube de Pernambuco, transmitiu boletins dos jogos com resultados e entrevistas e pós-produziu matérias do Luciano do Valle que era o chefe de esportes da equipe da Clube de PE.

2012 - Londres, Reino Unido, após uma passagem gloriosa na REDETV (1/2009 à 3/2012) foi contratado pela Rede Record de Televisão para narrar nos cinemas da Rede Cinépolis a Olimpíada de Londres em 3D – destaca-se que foi a primeira vez no país que houve este tipo de exibição. A ideia criada pelo Diretor Artístico Jonny Martins foi à frente e com sucesso, mas o Tatá as vésperas dos jogos foi escalado pela emissora para ir a Londres. Durante os jogos, em função de sua versatilidade e conhecimento de qualquer modalidade esportiva, ganhou destaque na emissora ao narrar várias medalhas para o Brasil, como por exemplo, a prata de Esquiva Falcão, no boxe e a última transmissão da Record em Londres, o bronze de Yane Marques, no pentatlo.

2016 - Rio de Janeiro, Brasil, Muniz espera repetir o sucesso de Toronto, em 2015, na Rede Record, que, segundo ele foi muito especial pelo fato de ser o primeiro Pan-americano que cobriu narrando, pois, antes, atuava como repórter. Diz ainda, que seu momento particular foi sem dúvida a transmissão do ciclismo que atingiu altos índices de audiência que lhe renderam elogios da grande mídia. Comenta orgulhoso e bem humorado; “Isso sem esquecer que fiz narrações de outras 14 modalidades diferentes ao longo da competição; futebol, basquete, vôlei, handebol, atletismo, canoagem, tiro, levantamento de peso, judô, boxe, taewkondô, patins e luta olímpica. Foi demais!” Completa; “fazer uma olimpíada em casa deve ser diferente de tudo que fiz até agora, torço para narrar muitas medalhas”.
Além da trajetória de sucesso nas Olimpíadas Octávio Muniz possui oito Copas do Mundo em seu currículo e conta com mais de 350 viagens nacionais e internacionais cobrindo outros esportes.

Atualmente, Octávio Muniz possui um Blog no R7 e é âncora do Papo Final na Rádio Tropical FM.

ABAIXO,  DEPOIMENTO DE TATÁ MUNIZ SOBRE MÁRIO SÉRGIO NO "DOMINGO ESPORTIVO DA RÁDIO BANDEIRANTES" EM 04/12/2016

No dia 29 de janeiro de 2018, o portal UOL publicou uma matéria sobre o futebol na Band no início dos anos 90. Tatá Muniz era repórter da equipe:

Futebol na segunda-feira foi aposta da Band nos anos 1990; veja como era

UOL Esporte

Jogo de futebol passando na TV aberta nas noites de segunda-feira? Sim, já aconteceu no Brasil. Consagrado na Inglaterra e nos Estados Unidos (neste caso, com o futebol americano), o “Monday Night Football” foi uma aposta da Band no começo dos anos 1990. E marcou época por vários motivos:

Todo dia uma atração

Em 1991, a Band estreou a Faixa Nobre do Esporte, que ia ao ar de segunda a sábado, às 20 horas, sempre com uma transmissão esportiva. Tinha Campeonato Espanhol, NBA, futebol americano, vôlei, basquete, sinuca… E o Campeonato Carioca nas noites de segunda-feira.

Outros tempos do Carioca

A decisão do Campeonato Carioca de 1991 aconteceu no fim do ano, junto com o encerramento do calendário do futebol brasileiro. Entre novembro e dezembro, a Taça Rio estava nos momentos decisivos. E toda segunda-feira à noite tinha jogo, geralmente entre um time grande e outro pequeno. Estas eram as partidas transmitidas pela Band nos primórdios do “Monday Night Football”.

Jogo raiz

No dia 2 de dezembro de 1991, cerca de 3 mil torcedores saíram de casa na segunda-feira à noite para ir ao estádio Caio Martins, em Niterói, assistir ao jogo entre Flamengo e Campo Grande. O público pode ter sido pequeno, mas foi suficiente para encher as arquibancadas e animar a transmissão da Band, que teve narração de Jota Júnior, comentários de Gérson e reportagem de Octavio Muniz (foto). Apesar do estádio acanhado, a qualidade do gramado foi bastante elogiada pelos comentaristas. O Flamengo venceu por 1 a 0, com gol de Zinho.

Participações ilustres

Mesmo sem internet, a Band tinha uma transmissão interativa, com menções às cartas dos telespectadores e até participações ao vivo de torcedores famosos por telefone. Na partida entre Flamengo e Campo Grande, o sambista rubro-negro João Nogueira foi o convidado especial e deu uma palavrinha com o narrador Jota Júnior durante o primeiro tempo do jogo: “Mesmo sem muitas estrelas, o Carlinhos conseguiu montar um time competitivo com a garotada, e está jogando um futebol bonito”.

Narrações clássicas

Além de Jota Júnior, o time de narradores da Band também tinha nomes como Marco Antônio e Januário de Oliveira (foto). Este último era uma atração à parte nos jogos de segunda à noite. Seus bordões são lembrados até hoje por quem teve a oportunidade de assistir àquelas partidas: “Super Ézio”, “tá lá um corpo estendido no chão”, “tá aí o que você queria”.

Comentários descontraídos

Gérson, o Canhotinha de Ouro, trabalha até hoje como comentarista de rádio e ficou famoso pelo seu jeito simples e descontraído de analisar as jogadas com seu olhar de boleiro. Nas transmissões de segunda-feira na Band, ele era o titular. Ao comentar a forma física de um arbitro mais gordinho que apitou o jogo do Flamengo, ele disparou uma das suas: “É por tonelada a peça. Se ele vier acompanhando a jogada e a bola voltar, ele não vai conseguir chegar. Está muito, muito avantajado”.

A bandinha de fundo

Aqueles jogos de segunda-feira tinham uma atmosfera diferente, até porque geralmente aconteciam em estádios menores, de bairro. Era o futebol pé no chão, da geral, do torcedor no radinho. E não há som que defina melhor tudo isso do que aquelas bandinhas da torcida que tocavam marchinhas o jogo inteiro. Em estádios pequenos, dava para ouvir muito mais, até na transmissão. Confira a seguir no jogo completo entre Flamengo e Campo Grande que passou no saudoso “Monday Night Football” da Band.

ABAIXO, VÍDEO COM ELI COIMBRA E TATÁ MUNIZ EM 06 DE JUNHO DE 1993, DIA DA PRIMEIRA PARTIDA DA DECISÃO DO CAMPEONATO PAULISTA ENTRE CORINTHIANS E PALMEIRAS, NO MORUMBI

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