por Túlio Nassif
Marco Osio, ou apenas Osio, meia-atacante do Palmeiras na era Parmalat, nasceu no dia 13 de janeiro de 1966, em Ancona, na Itália. Em 2016, seguia residindo na sua cidade natal, onde trabalhava como técnico.
Iniciou sua carreira no Torino-ITA, em 1983. Deixou o clube de Turim e acertou com Empoli-ITA, em 1986. Após um ano, em 1987, se transferiu para o Parma-TA, onde lá entraria para a história do clube. É que Osio foi o principal responsável por levar a equipe à elite do futebol italiano na temporada 1989-90. Além disso, conquistou a Copa da Itália de 1991-92 e a Recopa Europeia de 1992-93.
Após 10 anos retornou ao clube que o revelou, tendo permanecido por lá até 1995. Foi quando chegou ao Palmeiras via Parmalat, já que a multinacional também comandava o Parma e era detentora dos direitos do atleta.
Isso gerou um desconforto e tumultuou o ambiente no Verdão. Na época, em meio a apresentação de Osio no dia 12 de setembro de 1995, o diretor de esportes da Parmalat, José Carlos Brunoro, mostrou irritação com os comentários do então técnico Carlos Alberto Silva sobre o jogador. O treinador declarou que não pedira a contratação do atleta e criticou a vinda de Osio. “Ele não é atacante como estão dizendo. É um ponta-de-lança, um jogador que vem de trás”, afirmara Silva. “Vai ter que disputar a posição com o Edílson. Qualquer coisa, ele fica quatro meses no Brasil e volta para a Itália”.
A passagem pelo Alviverde foi breve e durou somente 23 jogos, com 17 vitórias, quatro empates, duas derrotas e um gol (anotado na goleada por 4 a 1 sobre o Juventus, no Palestra Itália). Mas no elenco comandado por Vanderlei Luxemburgo, em 1996, ele tinha presença garantida nas partidas, sempre entrando no decorrer dos duelos. Foi campeão paulista neste ano e fez parte do ataque palmeirense dos 102 gols.
Sem espaço no Palmeiras, voltou para a Itália em 1996 e assinou com o Saronno-ITA. Depois disso, passou por Pistoiese-ITA em 1997, Faenza-ITA em 1998 e Alzano Virescit-ITA em 2000, quando encerrou suas atividades como profissional em 2001.
Após pendurar as chuteiras, deu início à carreira de treinador. Comandou times menores da Itália, como o Valle d´Aosta (de 2003 a 2005), Pergolese (em 2006), Crociati Parma (de 2006 a 2007), Nuorese (em 2007), Fortis Juventus (em 2011), Ancona (de 2011 a 2012), Bellaria Igea Marina (em 2013) e Rimini (de 2013 a 2014).
Em junho de 2016, o ex-atacante lançou sua biografia intitulada “Marco Osio, il sindaco” (Marco Osio, o síndico), devido ao fato de ele pertencer ao time que conseguiu levar o Parma à elite do futebol italiano na temporada 1989-90.
Vai dar treta? D'Ale e Felipe Melo se enfrentaram 6 vezes sem grandes problemas
D´Alessandro e Felipe Melo se enfrentarão pela sétima vez. Foto: Ricardo Rimoli/AGIF e Marcello Zambrana/AGIF/VIa UOLAchados & Perdidos: Última edição do Rio-São Paulo era vencida pelo Corinthians há 24 anos
Olhos no retrovisor: Um show de Senna pilotando Mercedes-Benz há 42 anos
Celso Unzelte apresenta seu novo livro na live de Marcos Falopa nesta terça-feira
Olhos no retrovisor: Há 76 anos, em Silverstone, o primeiro GP de Fórmula 1
Achados & Perdidos: Vídeo raro de Pelé e Milton Neves em uma ação publicitária na praia
Saudade: Didi, o 'Folha Seca' nos deixava há 25 anos
Achados & Perdidos: Há 66 anos, no Maracanã, o dia em que vaias foram substituídas por aplausos a Julinho Botelho
Embalado por vitória no Majestoso, Corinthians joga por vaga nas oitavas da Copa do Brasil
Oséas, 55 anos! Ex-artilheiro do Verdão ainda é lembrado por inusitado gol contra
Sem China e sem Índia, essa Copa não será a maior da história! Por Ricardo Setyon