Finazzi

Ex-jogador de futebol

Alexandre Silveira Finazzi, mais conhecido como Finazzi, é ex-jogador e atual treinador de futebol, além de ser engenheiro. 

Finazzi nasceu em São João da Boa Vista - SP, no dia 20 de agosto de 1973. Começou a jogar futebol em 1991, nas categorias de base do Guarani. Aos 19 anos abandonou o esporte e foi estudar engenharia civil na PUC de Campinas, após se formar, seis anos depois, voltou aos gramados, pelo São Paulo Futebol Clube.

Finazzi detém a artilharia no futebol de campo, dos Jogos Universitários da PUC de Campinas - PUCCÍADAS, defendendo a camisa da Liga das Engenharias da PUC, com 45 gols em sete jogos, pelo torneio de 1987.

Como profissional atuou por dezenas de clubes. Depois do São Paulo, foi para os seguintes times: Botafogo de Ribeirão Preto, Rio Branco-MG, Novo Hamburgo-RS, Goiânia, Gama, Sochaux - França, Vila Nova, Fortaleza, Goiás, Omiya Ardija - Japão, Santa Cruz, América – SP, Paulista de Jundiaí, Atlético Paranaense, Ponte Preta, Corinthians, São Caetano, Mirassol, Mixto, Bragantino, Remo, Anapolina, XV de Jaú, Poços de Caldas, Itumbiara, Rioverdense e Itapirense. Em alguns times o atacante teve mais de uma passagem.

Finazzi fazia parte do time corintiano que foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, em 2007. Apesar de ter feito 12 gols em 27 partidas, o atacante nunca mais atuou em um time grande.

Em 2013, aos 39 anos, marcou 30 gols em 36 jogos. Se aposentou no ano seguinte por causa de uma lesão no dedão do pé, aos 40 anos.

Em julho de 2014 Finazzi negociava com alguns clubes, para começar uma carreira como técnico.

Confira abaixo a matéria publicada sobre Finazzi no UOL Esporte, no dia 28 de fevereiro de 2016, escrita por Luiza Oliveira e Vanderlei Lima.

Ele jogou em 38 times diferentes, mudou de clube nada menos que 52 vezes, fez três gols em seu primeiro teste no São Paulo e ficou conhecido por ser artilheiro. Os números sempre fizeram parte da vida de Finazzi. CDF assumido em matemática, o ex-jogador cursou até o quarto ano de engenharia civil e até hoje usa esta habilidade em sua nova profissão ligada ao pôquer.

Aposentado dos gramados, Finazzi se tornou gerente de uma das mais famosas casas de pôquer de São Paulo. Há sete meses, ele está lá diariamente e pensa até em se tornar sócio em breve.

"Eu sou vidrado, eu sou muito bom em matemática, eu consigo dar aula de matemática particular, por exemplo, até para o 3º ano colegial. Eu tenho muita facilidade com números e até estou trabalhando numa área hoje em dia que tem a ver com números também. Assim como Neymar, Ronaldo Fenômeno e alguns outros atletas, eu migrei para o pôquer. Eu estou trabalhando com organização de pôquer na maior casa de pôquer de São Paulo e do Brasil, a H2 Club, eu estou lá todos os dias", disse.

"Eu ajudo na organização, no gerenciamento para que o clube tenha um bom andamento, para que não aconteça de alguém tentar levar vantagem. A gente organiza para que o jogo corra da melhor maneira possível dentro da regra".

Finazzi se considerava o melhor aluno da turma de engenharia e sempre usou os conhecimentos da área de exatas em sua vida. Nos campos, o tempo em sala de aula ajudou a ativar seu raciocínio para tomar decisões.

"Eu considero que a minha carreira foi de sucesso, pelo menos na minha opinião. Eu nunca fui um cara veloz, mas eu acredito que com o raciocínio dentro de campo, com a inteligência dentro de campo e com o posicionamento, eu me dei muito bem e levei vantagem em cima de muitos jogadores", disse.

No dia 25 de agosto de 2019, Finazzi participou do Domingo Esportivo Bandeirantes e falou sobre a carreira. Ouça a entrevista na íntegra:

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  • BRASILEIRÃO 2019

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  • 3 Pal
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