Doriva

Ex-volante do São Paulo, Atlético Mineiro e Porto

por Marcelo Rozenberg

Dorival Guidoni Júnior, o ex-volante Doriva que ganhou destaque no São Paulo, nasceu em Nhandeara, Estado de São Paulo, em 28 de maio de 1972. Começou a jogar no tricolor paulista em 1991, passando depois por Anapolina, Goiânia, XV de Piracicaba, Atlético Mineiro, Porto, Sampdoria, Celta de Vigo, Middlesbrough, Blackpool, América-SP e Mirassol.

Doriva treinou, de dezembro de 2018 a março de 2019, o time do Criciúma. 

OUTROS DETALHES DA CARREIRA DE DORIVA:

Em 2011, Doriva trabalhava como o braço direito de Juninho Paulista no Ituano, assumindo interinamente o time principal esporadicamente, quando a equipe do interior paulista passava por algum momento de dificuldade.

Em 2014, como treinador, levou o Ituano ao incrível título paulista. Na campanha, o Galo de Itu eliminou o Palmeiras nas semifinais e derrotou o Santos na final.

O destaque no equipe do interior de São Paulo fez com que Doriva ganhasse uma chance no Atlético-PR. No entanto, a aventura durou pouco e o treinador foi demitido no dia 24 de agosto de 2014. Mas o tempo sem clube durou pouco e no dia 14 de dezembro de 2014, foi contratado pelo Vasco da Gama com o intuito de reerguer o Cruzmaltino, que teve uma passagem sem brilho pela Série B.

Em dezembro de 2014, Doriva foi anunciado como novo técnico do Vasco da Gama. E o primeiro título com o Cruzmaltino veio logo em seu primeiro Carioca, o de 2015, quando o Gigante da Colina venceu na final o Botafogo. Foi o bi estadual de Doriva, que havia vencido no ano anterior o Paulista com o Ituano. Apesar do título com o Vasco, Doriva não resistiu ao 10º jogo sem vitória pela equipe no Campeonato Brasileiro e deixou o clube no dia 21 de junho de 2015.

No dia 4 de agosto de 2015, Doriva foi anunciado como técnico da Ponte Preta, substituindo Guto Ferreira. Saiu do clube após apenas 15 jogos, para assumir o comando do São Paulo.

No dia 7 de outubro de 2015, deixou a Ponte Preta para substituir Juan Carlos Osorio como técnico do São Paulo. Foi demitido do São Paulo apenas 32 dias após assumir como técnico da equipe. Em sete jogos à frente da equipe, Doriva acumulou duas vitórias, um empate e quatro derrotas.

Em 16 de dezembro de 2015 foi anunciado como treinador do Bahia, cargo que exerceu até o dia 19 de junho de 2016, quando foi demitido. Um dia antes, o Bahia perdeu para o Londrina por 2 a 1 na Fonte Nova, partida válida pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Doriva esteve à frente do Tricolor Baiano por 36 jogos oficiais, com 23 vitórias, seis empates e sete derrotas.

No dia 12 de agosto de 2016, Doriva foi anunciado como novo técnico do Santa Cruz. No entanto, o time pernambucano não engrenou so o comando do técnico, e Doriva pediu demissão do cargo dois meses mais tarde.

Em 7 de junho de 2017, Doriva foi anunciado como novo técnico do Atlético-GO, assumindo o cargo deixado por Marcelo Cabo. Mas a sua passagem pelo Dragão durou muito pouco. Ele acabou demitido em 21 de julho de 2017, após sete derrotas em 10 jogos.

Em 31 de agosto de 2017 foi anunciado como treinador da equipe paulista do Novorizontino com vistas ao Campeonato Paulista de 2018.

Depois de comandar o Novorizontino no Campeonato Paulista de 2018 foi anunciado em 23 de março de 2018 como treinador da Ponte Preta. 

Carreira como atleta

Ganhou a primeira oportunidade no time profissional são-paulino com o técnico Telê Santana. E foi no Morumbi que conquistou os grandes títulos de sua vida. Fez parte dos grupos que levantaram a Copa Libertadores de 1993, a Recopa Sul-Americana em  1993 e 1994, a Supercopa Libertadores em 1993 e o Mundial de Clubes em 1993. Conquistou a Copa Conmebol de 1997 pelo Atlético Mineiro. Pelo Porto foi campeão nacional em duas ocasiões, na stemporadas 1997-98 e 1998-99.

Doriva também vestiu a camisa da Seleção Brasileira. Segundo o livro Seleção Brasileira - 90 Anos, de Roberto Assaf Antônio Carlos Napoleão, foram 14 jogos com 11 vitórias, dois empates e uma derrota. Segundo o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa, foram 90 atuações pelo clube com 42 vitórias, 28 empates, 20 derrotas e um gol marcado. 

Em 16 de janeiro de 2008, anunciou o encerramento da carreira após ser reprovado em exames cardiológicos que realizou. O jogador, por sinal, estava escalado para a estréia do time no Paulistão de 2008 diante do Barueri.

O próprio jogador decidiu parar com a bola tão logo teve acesso aos diagnósticos. Também pesou o histórico familiar, já que seu pai e avô faleceram vitimados por problemas de coração.

 

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