Djalma Sena Marques

Ex-zagueiro do Juventus
por Gustavo Grohmann

Djalma Sena Marques, o Djalma, zagueiro do Juventus da Mooca (SP) nos anos 70, mora hoje em São Paulo, no bairro do Tatuapé, e é Gerente Regional do Sindesporte, em Santo André (SP).

Seus familiares ainda residem no bairro da Mooca, próximo à sede do Clube Atlético Juventus, e sua mãe, Dona Dulce de Araújo Marques Sena, falecida em 2006, morou próximo ao clube que marcou boa parte de sua vida até seus últimos dias.

Atualmente, reside no bairro do Tatuapé, com sua esposa Ilva. Tem duas filhas: Daniela e Michele, e cinco netos: Cleber, Felipe, Helena, Raphael e Youssef, os quais ainda deseja ver um dia atuando com a camisa grená.

Djalma ainda conserva os antigos e bons amigos juventinos.

Nascido em Tapiraíbe (BA), no dia 19 de janeiro de 1953, mudou-se para São Paulo com seus cinco irmãos em 1954. Chegando à capital, seu pai, Agenor Souza Sena, começou a trabalhar como porteiro do Estádio Conde Rodolfo Crespi, mais conhecido como Rua Javari, do Juventus da Mooca, e a família Sena passou a residir dentro do estádio, em um porão abaixo do placar.

Quando crianças, tanto Djalma quanto seus irmãos trabalharam no estádio e na sede do famoso clube paulistano. Por essa proximidade com o mundo do futebol, em 1970, Djalma iniciou sua carreira como jogador, nas categorias de base do Clube Atlético Juventus.
 
Em 1974, o bom zagueiro já estava na categoria Júnior e foi chamado para integrar a Seleção Brasileira de Novos que disputaria um torneio em Toulon, na França. Nesse mesmo ano, Djalma tornou-se profissional e excursionou pela Europa atuando com a camisa grená do Juventus.

Djalma Sena Marques teve passagens por alguns clubes do interior de São Paulo, sempre negociado por empréstimo pelo Moleque Travesso. Atuou na Internacional de Bebedouro (SP - 1976), Juventus de Rio do Sul-SC (1977), Jaboticabal (1978) e São José (1979).

Voltou para o Juventus, em 1979, mas após lesão no menisco resolveu pendurar as chuteiras. Em sua curta carreira, Djalma Sena Marques atuou ao lado de jogadores como: Ataliba, Brida, Adnan, Arnaldo, Ziza, Deodoro, Miguel (já morreu), Luis Antonio (conhecido como L.A. - também já morreu), Chiquinho, Bizi, Antonio Carlos (ex-Santos), Wanderley, entre outros.
 
Mesmo após largar o futebol profissional, o zagueiro não se afastou dos campos e continuou batendo sua bolinha na várzea paulistana. Isso até 1991, quando sofreu mais uma contusão no joelho e parou, definitivamente, com as atividades com bola.

Em 12 de janeiro de 2010, recebemos o seguinte e-mail, de Daniela Sena, uma das filhas de Djalma

Djalma Sena Marques, (conhecido como Djalma), jogou nos anos 70 como zagueiro do Juventus, hoje é Gerente Regional do Sindesporte em Santo André (SP), e reside atualmente no bairro do Tatuapé.
 
Nasceu em Tapiraípe/BA, no dia 19 de janeiro de 1953, o quarto de 5 irmãos, mudou-se para São Paulo com seus pais e irmãos em 1954, com 1 ano e 6 meses de idade, quando seu pai Agenor Souza Sena, começou a trabalhar como porteiro do Estádio Conde Rodolfo Crespi, conhecido como "Javari do Juventus", na Mooca, onde residiam dentro do Estádio em um porão embaixo do placar.

Desde crianças, Djalma e seus irmãos trabalharam no estádio, e na sede do Clube Atlético Juventus, e, apaixonado por futebol, desde quando seu pai assistia com ele aos jogos de cima do placar, iniciou sua carreira nas categorias de base do Juventus.

Em 1974, o bom zagueiro já estava na categoria Júnior e foi chamado a integrar a Seleção Brasileira de Novos que disputaria um torneio em Toulon na França, cuja camisa que vestiu com muito orgulho e o agasalho da antiga C.B.D., guarda até hoje.

Neste mesmo ano, Djalma tornou-se profissional e excursionou pela Europa defendendo a camisa grená do Juventus. Ele ainda teve passagens por alguns clubes do interior de São Paulo, sempre negociado por empréstimo pelo Moleque Travesso. Atuou na Internacional de Bebedouro-SP (1976), Juventus de Rio do Sul-SC (1977), Jaboticabal (1978) e São José (1979).

Voltou para o Juventus em 1979, mas o orgulho do Sr. Agenor (que morou embaixo do placar até falecer em 1990), após lesão no menisco e cirurgias mal-sucedidas, teve de pendurar as chuteiras.

Em sua curta carreira, Djalma Sena atuou ao lado de jogadores como: Ataliba, Brida, Adnan, Arnaldo, Ziza, Deodoro, Miguel (já falecido), Luiz Antonio (o L.A., já falecido), Chiquinho, Bizi, Antonio Carlos (ex-Santos), Wanderley, entre outros.

Mesmo após largar a carreira profissional, o zagueiro não se afastou dos campos e continuou batendo sua bolinha na várzea paulistana, bem como, atuou como técnico de categorias de base, do Juventus e Clube Parque da Moóca, até 1991, quando passou novamente por uma artroscopia e teve que deixar sua paixão de lado.

Porém, de vez em quando, encontra-se com os antigos colegas de Clube, como Arnaldo e Ataliba (seus grandes amigos até os dias de hoje), e bate uma bolinha só de brincadeira, com os Veteranos do Juventus.

Seus familiares ainda residem no bairro da Mooca, próximo à sede do Clube Atlético Juventus, e sua mãe, D. Dulce de Araújo Marques Sena, falecida em 2006, morou próximo ao clube que marcou boa parte de sua vida até seus últimos dias.

Atualmente, Djalma que se casou em abril de 1978 com Ilva (a namorada que assistia aos jogos escondida embaixo do placar), teve duas filhas Daniela e Michele, e dois netos Cleber e Felipe, os quais ainda deseja ver um dia atuando com a camisa grená, reside no bairro do Tatuapé, mas conserva os antigos e bons amigos juventinos.

Daniela Sena
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