Dida

Ex-lateral do Coritiba, Corinthians e Palmeiras
por Rogério Micheletti
 
Ele fez parte do time do Coxa que conquistou o maior título da sua história: o Brasileirão de 1985. O lateral-esquerdo Dida foi a revelação do time paranaense naquele ano.
 
Bom no apoio, Marco Aurélio Morais dos Santos, o Dida, foi uma das armas da equipe comandada por Ênio Andrade, que contava ainda com Rafael Cammarota, Lela, Índio, Édson (ex-Cruzeiro) e companhia.
 
Vestiu também camisas importantes como as de Corinthians, Palmeiras, Flamengo e Grêmio. Atualmente, ele trabalha como comentarista esportivo da Sportv, em Curitiba.
 
Coxa, seleção, Corinthians, Palmeiras...
Um ano depois de se destacar com a camisa do Coritiba, Dida teve a oportunidade de ser convocado pela primeira vez para a seleção brasileira.
 
Ainda em 86 (final do ano), ele (juntamente com o centroavante Índio) deixou o Coritiba para defender o Corinthians. Ainda como jogador do Coxa, Dida defendeu em três jogos a seleção principal (uma vitória e duas derrotas - números do livro "Seleção Brasileira - 90 anos", de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).
 
Apesar da missão de Dida não ser das mais fáceis _fazer a Fiel se esquecer do lendário Wladimir_, o lateral mostrou personalidade com a camisa corintiana e se não foi nenhum craque, também não decepcionou. Dida fez parte da equipe corintiana vice-campeã paulista de 1987 e campeã paulista de 1988 (título conquistado sobre o Guarani, no Brinco de Ouro, em Campinas).
 
No ano seguinte, Dida continuou vivendo um bom momento, mas depois do Campeonato Paulista de 89 acabou sendo envolvido em uma troca com o Palmeiras. Na ocasião, ele e Ribamar (meia-direita) seguiram para o Verdão e Denys (lateral-esquerdo) e Neto (meia-esquerda) foram para o Timão. A troca até hoje é lembrada por corintianos e palmeirenses, já que o talento de Neto explodiu no Parque São Jorge. O meia revelado pelo Guarani foi o principal jogador na conquista do título brasileiro de 1990. Dida disputou com a camisa alvinegra 129 partidas (53 vitórias, 46 empates e 30 derrotas) e marcou cinco gols.
 
No Palmeiras, Dida não rendeu tanto e depois de um ano foi defender o Flamengo. Pelo Palmeiras foram 125 jogos (59 vitórias, 32 empates e 34 derrotas) e nenhum gol marcado, como consta no "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti. Pelo Fla, clube no qual defendeu por empréstimo (em 1991), o lateral jogou apenas 15 jogos (seis vitórias, quatro empates e cinco derrotas). Antes de perambular por algumas equipes brasileiras, ele chegou a vestir a camisa do Grêmio.
 
Características
Ótimo apoiador, Dida, que nasceu no dia 26 de outubro de 1965, em Ponta Grossa (PR), era um lateral-esquerdo que não era canhoto. Por isso, também tinha facilidade para atuar como lateral-direito (foi algumas vezes utilizado nessa posição jogando pelo Coritiba e pelo Corinthians).
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Pelo Corinthians:

Dida disputou com a camisa corintiana 129 partidas (53 vitórias, 46 empates e 30 derrotas) e marcou cinco gols.

Pelo Palmeiras:


Pelo Palmeiras foram 125 jogos (59 vitórias, 32 empates e 34 derrotas) e nenhum gol marcado, como consta no "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti. Pelo Fla, clube no qual defendeu por empréstimo (em 1991), o lateral jogou apenas 15 jogos (seis vitórias, quatro empates e cinco derrotas).

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