por Túlio Nassif
Antonio Di Natale, carinhosamente apelidado de "Totò" pela torcida da Udinese, é um atacante rápido e habilidoso. Nasceu no dia 13 de outubro de 1977, em Nápoles, cidade do sul da Itália. Mas foi em um time de outra região, que ele deu início as atividades de atleta.
Iniciou sua carreira nas categorias de base do Empoli, onde jogou de 1996 a 2004. E assim como muitos outros jogadores, encontrou dificuldades para subir à equipe principal e, quando conseguiu, chegou a ser emprestado três vezes para ganhar experiência. Mal sabia ele que os empréstimos e que o tempo no Iperzola (1997-98), Varese (1998) e no Viareggio (1998-99), fariam tão bem para sua vida.
Um pouco mais experiente, conseguiu com o Empoli o acesso a Série A italiana em 2002. Além disso, dos 60 gols do clube nesta competição, Di Natale anotou 16 e terminou como artilheiro da equipe no campeonato. Permaneceu mais uma temporada, livrou o time do rebaixamento e apresentou seu cartão de visitas aos grandes da Itália.
Foi aí que surgiu o interesse da Udinese em contar com seu futebol, em 2004. E com uma bela campanha, ajudou o time de Údine a conquistar uma vaga para a Liga dos Campeões, tendo ficado com a quarta colocação do nacional de 2004-05.
A confiança só aumentava e em pouco tempo, Di Natale conquistava cada vez mais torcedores. Para tanto, em 2007, foi nomeado como capitão e teve seu contrato estendido até o dia de 30 de junho de 2012. Todavia, algo de muito melhor estava por vir. A ótima temporada de 2009-10 lhe rendeu o prêmio de "Futebolista Italiano do Ano", pois na ocasião, fez 29 gols e contribuiu com 54% dos gols da Udinese na Série A. Em alta, quase venceu a disputa da "Chuteira de Ouro da UEFA", quando terminou em segundo lugar contabilizando os mesmos 29 gols de Didier Drogba, do Chelsea. Lionel Messi do Barcelona marcou 34 vezes e levou o troféu.
O faro dos gols parecia não ter fim e na temporada seguinte, a de 2010-11, terminou com uma média de 0,78 gols por partida, com 28 gols em 36 jogos. E nada parou Di Natale, que conseguiu se tornar o sexto maior artilheiro da Série A, ao ultrapassar anos mais tarde Roberto Baggio, em 29 de abril de 2015.
Na seleção, entretanto, chegou a disputar a Eurocopa de 2008, e esteve em sete dos dez jogos da Itália durante as eliminatórias para a Copa de 2010, com dois gols marcados. Di Natale poderia ter números ainda melhores com a Azzurra se não fossem as suas seguidas lesões que os afastou de marcas tão esperadas pela torcida.
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