Chico Pinheiro

Jornalista

Por Roberto Gozzi

O jornalista Francisco de Assis Pinheiro, mais conhecido como Chico Pinheiro, nasceu em Santa Maria (RS), em 17 de junho de 1953. De família mineira, nasceu no Rio Grande do Sul e ainda bebê sua família voltou para Minas Gerais. Seu pai, Antônio Pinheiro, foi vereador em Belo Horizonte por cinco mandatos consecutivos. Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e começou sua carreira no Diário de Minas. Depois passou pelo Jornal do Brasil e pela Globo Minas. No final de 1989, transferiu-se para São Paulo, contratado pela TV Bandeirantes.

Na Bandeirantes, trabalhou entre (1992-1995). No mesmo ano foi contratado pela rede Record e no ano seguinte foi trabalhar na rádio CBN, onde permaneceu até 1997, mas no ano anterior havia firmado acordo e retornado à Globo, para ocupar os postos de apresentador do Bom Dia São Paulo e editor do Bom Dia Brasil, que estreava novo formato. Desde então, passou a apresentar também, eventualmente, o Jornal Nacional (até hoje) e o Jornal da Globo.

No dia 12 de outubro de 1995, um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus chutou uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida durante um programa religioso na madrugada do canal. O episódio levou Chico Pinheiro a entrar em desacordo com a direção da rede, o que resultou na sua demissão - a Record alegou que Chico cometeu "infração da ética profissional" ao colocar no principal telejornal da emissora uma reportagem sobre o famoso caso Chute na Santa.

Chico é conselheiro e torcedor declarado do Clube Atlético Mineiro.

Chico também é conselheiro do Instituto Ayrton Senna.

Vejam o atleticano Chico Pinheiro como repórter-volante no Mineirão em 1969:

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