Bentivegna

Ex-meia do Palmeiras, Fluminense e Bragantino
por Rogério Micheletti
 
Bentivegna, o Francisco de Paulo Bentivegna, ex-meia do Palmeiras, Fluminense e Bragantino nos anos 50 e 60, hoje mora no bairro de Vila Carrão, na zona leste da capital paulista.
 
Casado, pai de três filhos (Fábio, Vanessa e Renato) e avô de quatro netos (Giovanna, Renan, Isabelli e Pietro), Bentivegna trabalha com produtos químicos na "Manchester Chemical" (tel. 6905-1522). A inexistência da "Lei do Passe? prejudicou muito a carreira do meio-campista, que preferiu pendurar as chuteiras.
 
"O Palmeiras não liberava o jogador de jeito nenhum. A concorrência por uma vaga no time era grande. O Palmeiras contava com jogadores extraordinários como o Chinesinho, o Ademir da Guia, o Ênio Andrade, o Romero, o Vavá, entre outros?, conta Bentivegna, que foi lançado nos juvenis pelo técnico Rubens Minelli, o mesmo que o comandou na seleção paulista, da mesma categoria, juntamente com o zagueiro Santo, o meia Ivair e o atacante Nei (pai do ex-atacante corintiano Dinei).
 
O ex-meio-campista, que é natural de São Paulo (15 de fevereiro de 1943) foi emprestado duas vezes. A primeira ao Fluminense, em 1963. "Era um bom time. Ainda tinha o Castilho, o Telê Santana, o Joaquinzinho, que jogou no Corinthians. O Fluminense tentou comprar o meu passe, mas o Palmeiras pediu muito e não teve negócio?, lamenta Bentivegna, que depois atuou pelo Bragantino.
 
Lá em Bragança Paulista, o meia atuou ao lado de outros ex-jogadores palmeirenses, entre eles Hélio Burini, Nivaldo e Roberto. "Fiquei oito meses no Bragantino e voltei. Tinha esperança de ganhar o passe. Fui então para a equipe de veteranos, levado pelo Oberdan (Cattani). Queria que o meu contrato ?caducasse?. Esperei dois anos por isso, mas nem assim o clube me liberou?, revela Bentivegna, que é primo da cantora Vilma Bentivegna.
 
O pai Minelli

Bentivegna tem um carinho especial pelo técnico Rubens Francisco Minelli. "O chamo de pai até hoje. O Minelli é uma pessoa extraordinária que me ajudou muito. Outro que treinador que eu considero muito é o Mário Travaglini, mais um exemplo", elogia Bentivegna, que fez vários amigos no futebol. "O Santo, o Cardoso e o Fescina (hoje técnico) foram alguns deles", diz.
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