Antônio Carlos Zago

Ex-zagueiro e hoje treinador
O ex-zagueiro Antônio Carlos Zago encerrou a carreira no Santos no dia 2 de dezembro de 2007, na derrota por 4 a 2 para o Fluminense, na Vila Belmiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

Tem duas residências, uma na capital paulista, e outra em Presidente Prudente-SP, cidade onde nasceu em 18 de maio de 1969 e onde é proprietário  de um condomínio fechado chamado Dhamas.
 
No dia 12 de dezembro de 2016, Zago foi anunciado como técnico do Internacional. O treinador assumiu o clube gaúcho com a missão de recolocar o Colorado na Série A do Brasileirão. No entanto, o Colorado foi muito mal no começo da Série B, e Zago acabou demitido pela diretoria do Inter no dia 28 de maio de 2017.
 
Entre agosto e outubro de 2017 foi treinador do Fortaleza, clube que disputou a Série B do Campeonato Brasileiro e retornou à elite nacional. Em 27 de outubro de 2017 foi anunciado como treinador do Juventude-RS.
 
Em 2018 assumiu o comando do Red Bull Brasil, time da região de Campinas. Antônio Carlos vai comandar o time no Campeonato Paulista de 2019.
 
O JOGADOR

Um dos beques mais técnicos que o futebol brasileiro produziu, Antônio Carlos teve o privilégio de ser campeão como jogador nos quatro grandes clubes paulistas. Começou nas categorias de base do Parque São Jorge, mas por um desentendimento com um treinador partiu para o São Paulo (1990 a 1992). Lá, foi lançado nas mãos do técnico Telê Santana. Garoto na ocasião, fez parceria defensiva com Ricardo Rocha. Saiu do Morumbi para o espanhol Albacete e tão logo voltou ao Brasil para defender o Palmeiras (1993 a 1995) na poderosa época da Parmalat. Do Verdão, seguiu para o em ascensão futebol japonês. Deixou o Kashima Reysol em 1997 para vestir a camisa corintiana por uma temporada. Depois, transferiu-se para a Roma (ITA) e outros times japoneses até retornar de vez ao país de origem para atuar no Juventude, em 2006, e por fim no Peixe, em 2007.

Líder, raçudo, técnico e de boa marcação em campo, Antônio Carlos tinha personalidade forte e arrumou algumas desavenças fora das quatro linhas. No Palmeiras, por exemplo, teve problemas com Edmundo e Roberto Carlos. Já no time de Caxias do Sul envolveu-se até em polêmica de racismo com o então volante gremista Jeovânio.

Pela seleção, foi esquecido tanto pelo técnico Zagallo, de 94 a 98, quanto posteriormente por Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari. Os três o chamaram poucas vezes para vestir a camisa amarelinha. Foram 37 jogos (22 vitórias, 11 empates e quatro derrotas) e três gols marcados, segundo números do livro "Seleção Brasileira 90 anos", de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf. A última partida de Antônio Carlos com a camisa amarelinha foi no dia 1º de julho de 2001. A seleção brasileira foi derrotada pelo Uruguai por 1 a 0, em Montevidéu.
 
APÓS DEIXAR OS GRAMADOS

Assim que encerrou sua carreira, assumiu a função de diretor de futebol do Corinthians.
 
Por causa de uma "dividida" com o técnico Mano Menezes, no começo de 2009, o ex-beque deixou o Parque São Jorge. Em maio, assumiu como treinador o São Caetano, onde permaneceu até 18 de fevereiro de 2010.

Dirigindo o Azulão, conquistou uma histórica goleada sobre o Palmeiras, em pleno Palestra Itália por 4 a 1. No dia seguinte, Muricy Ramalho, então técnico do Verdão, foi demitido e Antonio Carlos foi contratado para substituí-lo.

Permaneceu no Palmeiras por três meses, sendo demitido no dia 18 de maio de 2010, após um desentendimento com o atacante Robert.
 
Em 30 de abril de 2014, o UOL publicou matéria sobre Antonio Carlos, então técnico do Juventude. Nela, o treinador revelou arrependimento por sua passaem pelo Palmeiras.
 
"Se fosse hoje, não teria aceitado aquele convite. Eu fazia um grande trabalho no São Caetano. Acabei aceitando o convite porque tenho palmeirenses na família, ia voltar para minha velha casa, um lugar que conheço, mas nada disso aconteceu", afirmou Zago, em entrevista à Rádio Globo. "Não era o momento ideal, mas era um sonho, e às vezes aparece o convite, então você acaba aceitando. Mas hoje não teria aceitado, com a pouca experiência que tinha como treinador do futebol", disse Antonio Carlos Zago.

Em 2011, foi chamado pelo dirigente-jogador, Rivaldo, para assumir o controle do Mogi Mirim no Campeonato Paulista daquele ano. Posteriormente assumiu o cargo de treinador do Audax-SP, onde levou a equipe ao vice-campeonato da Copa Paulista de 2012.

Em 17 de dezembro de 2012, aceitou o convite para ser auxiliar técnico da Roma, equipe que atuou entre os anos de 1998 e 2002.
 
Em 15 de outubro de 2013, anunciou que fechou contrato com o FC Shakhtar Donetsk por uma temporada, como assistente, permanecendo no clube ucraniano até 2015, quando retornou ao Brasil para treinar o Juventude, de Caxias do Sul-RS, onde ficou até dezembro de 2016.

Números pelo São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Seleção

Com a camisa do Tricolor paulista, conforme consta no Almanaque do São Paulo de Alexandre da Costa, Antônio Carlos disputou 138 jogos (70V, 44E,24D) e anotou dez gols.

Já pelo Verdão, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Venditti, fez 188 jogos (114V, 38E, 36D) e marcou oito gols. Formou com Cléber uma vitoriosa dupla de defesa.

No Timão, foram poucas partidas, devido a uma suspensão de 60 dias, por agressão ao médico do Atlético-PR em um jogo pelo Brasileiro (1x2, 19/08/1997). De acordo com Almanaque do Corinthians de Celso Unzelte, o zagueiro envergou o manto corintiano apenas 30 vezes (13V, 10E, 7D) e balançou as redes adversárias em duas oportunidades.

A serviço da seleção brasileira, não disputou nenhuma Copa do Mundo, mas tem no currículo 37 jogos (22V, 11E, 4D) e três gols. Sua última partida pelo escrete canarinho foi um Brasil 0 x 1 Uruguai, no dia 1° de julho de 2001. As informações são do livro Seleção Brasileira-90 anos, de Roberto Assaf e Antonio Napoleão.

Coleção de títulos

Antônio Carlos conquistou grandes títulos nos quatro principais clubes paulistas. Pelo São Paulo, sagrou-se campeão da Libertadores (92), Mundial Interclubes (92), Brasileiro (91) e Paulista (91-92). No Palmeiras, foram mais dois estaduais (93-94), dois Brasileiros (93-94) e um Rio-São Paulo (93). Pelo Corinthians, ganhou o Paulista de 97 e repetiu a façanha estadual com o Santos em 2007. Com a seleção, faturou uma Taça da Amizade (92) e a Copa América (99).
 
Em 29 de maio de 2014, os jornalistas do portal Uol , José Ricardo Leite e Vanderlei Lima
 
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Números pelo São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Seleção

Com a camisa do Tricolor paulista, conforme consta no Almanaque do São Paulo de Alexandre da Costa, Antônio Carlos disputou 138 jogos (70V, 44E,24D) e anotou dez gols.

Já pelo Verdão, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Venditti, fez 188 jogos (114V, 38E, 36D) e marcou oito gols. Formou com Cléber uma vitoriosa dupla de defesa.

No Timão, foram poucas partidas, devido a uma suspensão de 60 dias, por agressão ao médico do Atlético-PR em um jogo pelo Brasileiro (1x2, 19/08/1997). De acordo com Almanaque do Corinthians de Celso Unzelte, o zagueiro envergou o manto corintiano apenas 30 vezes (13V, 10E, 7D) e balançou as redes adversárias em duas oportunidades.

A serviço da seleção brasileira, não disputou nenhuma Copa do Mundo, mas tem no currículo 37 jogos (22V, 11E, 4D) e três gols. Sua última partida pelo escrete canarinho foi um Brasil 0 x 1 Uruguai, no dia 1° de julho de 2001. As informações são do livro Seleção Brasileira-90 anos, de Roberto Assaf e Antonio Napoleão.

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  • BRASILEIRÃO 2019

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