por Diogo Miloni
Nas primeira década de 2000, dificilmente quem assistia uma partida do Barcelona ou da Seleção Espanhola via Xavier Hernández Creus errar um passe. Longo ou curto. Xavi, um dos maiores jogadores dos anos 2000, sempre foi referência, em precisão e títulos. Em maio de 2019, Xavi anunciou o fim de sua vitoriosa carreira futebolística.
Atualmente é o treinador da Seleção da Holanda, anunciado pela federação local para o cargo em 12 de agosto de 2026.
É casado com a jornalista espanhola Núria Cunillera desde 13 de julho de 2013. O casal tem dois filhos: Asia (nascida em 2016) e Dan (nascido em 2018).
Catalão de nascimento, o meio-campista veio ao mundo em 25 de janeiro de 1980 e começou sua carreira na famigerada La Masía, como é conhecida a categoria de base do clube azul e grená.
Promovido em 1998 ao time principal do Barça, Xavi teria a árdua missão de substituir um ídolo: o volante Pep Guardiola, que ainda brilhava com a camisa catalã, preparava o jovem atleta para assumir a regência do meio-campo.
Debutando em sua primeira temporada, o armador alcançou sucesso imediato e participou da conquista da Liga Espanhola de 1998/99. O primeiro de muitos troféus erguidos pelo eterno camisa seis: hexacampeão nacional, tricampeão da Liga dos Campeões, pentacampeão da Supercopa da Espanha, bicampeão da Copa do Rei e bicampeão do Mundial de Clubes.
Xavi ainda atua por duas seleções nacionais: na Catalunha, que faz partidas amistosas no Camp Nou, e pela Seleção Espanhola, com a qual venceu a Eurocopa de 2008 e 2012, e a Copa do Mundo de 2010.
No dia 28 de março de 2015, depois de quase 20 anos na equipe principal do Barcelona, Xavi foi anunciado como reforço do Al Sadd, do Qatar, permanecendo como atleta do clube até 2019, ano em que deixou os gramados.
Seu primeiro trabalho como treinador de futebol foi pela equipe do Al-Sadd, do Catar, onde ficou entre 2019 e 2021. Depois, comandou o Barcelona, entre 2021 e 2024, com duas conquistas: Supercopa da Espanha e La Liga, ambas na temporada 2022-2023.
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