Vidotti

Ex-atacante do Corinthians
por Marcelo Rozenberg
 
O ex-atacante Gesué Sebastião Vidotti, o Vidotti, não chegou a marcar época no Corinthians, onde chegou em 1980 para atuar pelo time de juniores.

No entanto, estreou no time profissional justamente no dia 9 de fevereiro de 1983, quando Sócrates e companhia aplicaram a maior goleada da história do Campeonato Brasileiro: 10 a 1 sobre o Tiradentes do Piauí.

Vidotti substituiu Ataliba e marcou o décimo gol. Depois, vestiu a camisa alvinegra mais 18 vezes, tendo marcado outros dois gols (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte). 
 
Atualmente, este paulista de Cruzália, nascido em 21 de junho de 1960, reside em Assis. É casado e tem três filhos, sendo que Paulo Vitor, o do meio, foi goleiro do Flamengo emtre junho de 2012 até o final de 2015 e depois transferiu-se para o Grêmio-RS.
 
Vidotti vive da plantação de soja em Rondonópolis, no Mato Grosso. Eventualmente, também trabalha como supervisor do Assisense, time profissional de sua cidade.

A vida de Vidotti mudou radicalmente no dia 1º de novembro de 1979, quando marcou dois gols defendendo a seleção de Cruzália em um amistoso em Marília. Cartolas do Corinthians, que goleou o MAC por 3 a 0 na partida de fundo, observaram sua atuação e o convidaram para testes no Parque São Jorge. Aprovado, disputou a Taça São Paulo de Juniores de 1980. Subiu para o time de cima no ano seguinte.

Trombador, Vidotti passou por diversos clubes do futebol brasileiro até 1998, quando pendurou as chuteiras no Garça. Defendeu União Bandeirante, Araçatuba, Comercial-MS, Paulista de Jundiaí (SP), Ponte Preta, Sertãozinho (SP), Francana (SP), Botafogo de Ribeirão Preto (SP), Portuguesa de Desportos e Apucarana (PR). Suas maiores recordações, no entanto, são mesmo dos tempos de Corinthians.

"Vivi a época da Democracia Corintiana intensamente. Período mágico para um garoto que havia acabado de sair do interior. Aprendi muito com os jogadores experientes e, em especial, com o Biro-Biro, que foi meu companheiro de quarto".

A trajetória por campos menos famosos também reservou momentos marcantes. Um deles ocorreu em uma partida contra o Aquidauana, em Aquidauana, quando defendia o Comercial-MS. "Entre o vestiário e o gramado havia um riozinho. Só conseguimos atravessá-lo com auxílio de tábuas de madeira".

Foi também com a camisa da equipe de Campo Grande que acredita ter marcado o gol mais importante da carreira, na decisão do campeonato sul-mato-grossense de 1985 contra o Operário. Naquele ano, por sinal, foi artilheiro da competição com 12 gols.
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