Sangirardi

Saudoso apresentador esportivo de rádio
Estevam Victor Leão Bourroul Sangirardi, o Estevam Sangirardi, o inesquecível são-paulino Estevan Sangirardi, o primeiro rei do rádio esportivo-humorístico, morreu no dia 27 de setembro de 1994, no Hospital Oswaldo Cruz, bairro do Paraíso, zona sul de São Paulo.

Ele tinha 71 anos (nasceu no dia 3 de janeiro de 1923). Foi casado com Olga Sangirardi, falecida em 10 de março de 2010, aos 86 anos. O casal teve um único filho,  Carlos Alberto Pastore (o famoso Doutor Pilico, hoje um dos maiores médicos do Brasil) e duas netas.

Sangirardi fez há 50 anos parte do que fazem hoje os brilhantes "Cassetas", da Rede Globo. Se eles hoje brincam com "Gavião Bueno", "Chicória Maria" ou "Pedro Miau", o velho Sanja já fazia isso na Jovem Pan-AM chamando de Osmar Guarujá (Osmar Santos), José Mistério (José Silvério), Fausto Silver (Fausto Silva), Milton Breves (Milton Neves), Wanderley Fogueira (Wanderley Nogueira), dentre outros.

Sangirardi, que trabalhou nas rádios Jovem Pan, Record, Bandeirantes e Tupi, e nas TVs Gazeta, Record e Tupi, além de a "Gazeta Esportiva", a "Gazeta Esportiva Ilustrada", deixou personagens inesquecíveis como Didu Morumbi, Pai Jaú, Comendador Fumagalli, Zé das Docas, além da impagável "Rádio Camanducaia".

Também foi colunista do "Diário da Noite", de 1975 a 1977, e trabalhou como diretor de relações públicas da famosa gravadora Odeon em meados dos anos 60.

Estevam Sangirardi revelou, dentre tanta gente, João Kléber, Beto Hora, Serginho Leite, Carlos Roberto Escova, Ciro "Biro" Jatene, Nélson "Tatá" Alexandre e Cassiano Ricardo.
 
ABAIXO, VÍDEO DA ENTREGA DO TROFÉU ROQUETTE PINTO A SANGIRARDI, EM 07 DE DEZEMBRO DE 1981, NA TV RECORD. BLOTA JÚNIOR. FOI O APRESENTADOR DO EVENTO

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