Ramiro, o Ramiro José Rezini, zagueiro que defendeu 14 clubes nos anos 70 e 80, entre eles a Ponte Preta, o Botafogo, o Operário de Campo Grande (MS) e o Santo André (SP), hoje mora no bairro da Chácara Inglesa, em São Bernardo do Campo (SP), onde é empresário no ramo de sinalização viária e prestação de serviços.
Casado, pai de cinco filhos e avô de uma neta, Ramiro, que nasceu no dia 10 de setembro de 1959 em Botuvera (SC), começou a carreira de jogador no Clube Atlético Carlos Renaux, o atual Brusque Esporte Clube, no começo dos anos 70.
Defendeu o time profissional catarinense de 1975 a 1977, ano em que se transferiu para a Ponte Preta. As chances na Macaca, que tinha Oscar e Polozzi na zaga, não foram muitas. Ainda em 77 ele foi para o Mineiros (GO).
Em 1978 e 1979, o zagueiro defendeu o Bonsucesso (RJ). Ainda em 79, jogou pelo Botafogo. No ano seguinte se transferiu para o Operário de Campo Grande e lá foi comandado pelo saudoso técnico Castilho (ex-goleiro do Fluminense).
Em 1983, retornou ao futebol paulista para jogar pelo Santo André. Fez parte do time do Ramalhão que tinha outros jogadores experientes, entre eles o goleiro Tonho (jogou no São Paulo), o ponta-esquerda Esquerdinha (atuou no Palmeiras e depois na Lusa) e o meia Rotta (ex-Atlético Paranaense).
Após dois anos no Santo André, Ramiro foi para o Mixto de Cuiabá (1985). Ele também atuou no Platinense do Paraná (1985), Uberlândia de Minas Gerais (1986), Avaí (1987), Araçatuba (1988) e encerrou a carreira no Palestra de São Bernardo do Campo (1989).
Campeonatos e torneios
Durante sua carreira, Ramiro disputou três campeonatos catarinenses, quatro paulistas, três sul-matogrossense (foi pentacampeão), três cariocas, um mineiro, um paranaense, sete brasileiros consecutivos e uma Taça de Prata.
Em 1982, o Operário representou o Brasil em torneio disputado em Seul, na Coréia. Na ocasião, PSV (Holanda), 1840 Munique (Alemanha), Halleluiah (Coréia), e seleções da Tailândia, Malásia, Indonésia e Coréia do Sul disputaram a competição. O Operário foi o campeão. Ramiro era o capitão da equipe dirigida por Castilho.
por Rogério Micheletti
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