por Túlio Nassif
Matheus Biteco, o Matheus Bitencourt da Silva, que semelhante aos seus irmãos Guilherme e Gabriel, foi mais um bom volante revelado pelo Grêmio nos anos 2000. Ele nasceu no dia 28 de junho de 1995, em Porto Alegre e morreu aos 21 anos, no dia 29 de novembro de 2016, no maior acidente aéreo envolvendo uma delegação esportiva, quando o avião da Chapecoense caiu na cidade de La Unión, próximo a Medellín, na Colômbia. Era casado com Daielli, com teve um filho, Miguel.
Foi descoberto por um olheiro do Grêmio enquanto jogava futebol de salão em uma quadra junto com seu irmão mais velho, Guilherme Biteco. Na época com apenas cinco anos, foi convidado para fazer testes no clube e passou. Frequentou todas as categorias de base até 2013, inclusive sendo convocado para seleções de base Sub-20 e Sub-21, onde conquistou o Torneio Internacional de Toulon, em 2013 e o Torneio Internacional de COTIF, em 2014.
Subiu para o time B em 2013 e no ano seguinte, já integrava o elenco profissional do Tricolor Gaúcho.
Foi comprado pelo fundo de investimentos Rogon e registrado como jogador do Barra Futebol Clube, time de Santa Catarina. Porém, continuou no Grêmio, mas por empréstimo até dezembro de 2015. E antes do ano terminar, esteve na Alemanha para um período de testes físicos e exames médicos, já que tinha uma lesão no púbis e necessitava de tratamento.
No início de 2016, se apresentou ao Hoffenheim, da Alemanha, mas não chegou a entrar em campo pelo clube. Em junho, foi emprestado à Chapecoense.
Pela Chape, conquistou a Copa Sul-Americana post-mortem, em 2016. Realizou 14 partidas e não marcou gols. Números que foram interrompidos quando ele foi declarado como uma das 71 vítimas fatais no acidente do avião que transportava o time catarinense para o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana.
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