Mário Prata

Escritor, dramaturgo e jornalista
Mário Alberto Campos de Morais Prata, o Mário Prata, um dos mais importantes escritores brasileiros, mora em Florianópolis onde continua produzindo textos e romances com o mesmo talento que o consagrou.

Também com brilhantes trabalhos na dramaturgia e no jornalismo, Prata começou muito cedo a escrever seus textos, e aos 14 anos já era colunista social do jornal "A Gazeta de Lins".

Criado em Lins, cidade distante 455 quilômetros de São Paulo, Mário Prata nasceu em Uberaba, Minas Gerais, em 11 de fevereiro de 1946.

Apaixonado por esportes, principalmente futebol, praticou tênis na infância, defendendo as cores do Clube Atlético Linense, sagrando-se campeão noroestino na década de 60.

Na capital paulista foi gerente de uma agência do Banco do Brasil, e concomitante ao trabalho cursou economia na USP (Universidade de São Paulo).

Seu primeiro livro, "O morto que morreu de rir" foi publicado pelo Centro Acadêmico da faculdade.
Em seguida emplacou o primeiro sucesso, como dramaturgo, ao escrever a peça "Cordão Umbilical".

"Se não tivesse dado certo, eu estaria hoje, provavelmente aposentado no Banco do Brasil ou teria seria Ministro da Fazenda do Fernando Henrique", brinca Mário Prata.
Também integrou importantes redações de jornais e revistas, com destaque para os 11 anos em que escreveu para o renomado Caderno 2 do Estadão (entre 1993 e 2004) e crônicas semanais para as revistas "Isto É" , "Época", "Playboy", "Ícaro", "Placar" e Caros Amigos, entre outras..

Escreveu e escreve para cinema, teatro e televisão. Foi repórter, cronista, colaborador, resenhista de literatura, contista e articulista, acumulando vários prêmios, entre eles dois Kikitos no Festival de Gramado. Um com o filme "Bésame Mucho?, em parceria com Francisco Ramalho Junior (1987) e outro com "O Testamento do Sr. Napumoceno?, filme luso-francês.

Mário Prata morou dois anos em Portugal, produzindo vários trabalhos para a RTP (Rádio e Televisão de Portugal), experiência que lhe proporcionou escrever o livro "Schifaizfavoire, dicionário de português" (Editora Globo).
Durante 11 anos (de 93 a 2004) foi cronista no Caderno2 do Estadão. Neste mesmo período escreveu crônicas para as semanais Isto É e Época.

A partir do começo da década de 90 lançou uma série de romances:

"James Lins, o playboy que não deu certo" (Placar Editorial;
"Filho é bom, mas dura muito" (Maltese Editora);
"Mas será o Benedito?" (Editora Globo);
"O diário de um magro" (Editora Globo)
"100 crônicas" (Editora do Estadão);
"Minhas vidas passadas (a limpo)" (Editora Globo);
"Minhas mulheres e meus homens" (editora Objetiva);
"Minhas tudo" (Editora Objetiva);
"Palmeiras, um caso de amor" (Editora Objetiva); 
"Buscando o seu Mindinho? (Editora Objetiva); 
"Diário de Magro II? (Editora Objetiva); 
"Paris, 98!? (Editora Objetiva);
"Purgatório? (Editora Planeta) e
"Cem Melhores Crônicas  (Editora Objetiva)

Em 2000 realizou uma incrível experiência unindo literatura com internet, ao escrever o romance policial "Os anjos de Badaró" (Editora Objetiva), obra integralmente feita on line, com uma audiência média diária de 4000 pessoas acompanhando o seu trabalho.
Na televisão, Mário Prata escreveu "Estúpido Cúpido" (1976/77) um dos maiores sucessos da história das telenovelas brasileiras, dirigida por Régis Cardoso, na Rede Globo.

Fez parte da equipe de criação de "Avenida Paulista" (1983), minissérie em 20 capítulos, ao lado de Lauro Cesar Muniz, Leilah Assunpção e Daniel Más, com supervisão de Walter Avancini, também pela Rede Globo.

O mais recente trabalho de Mário Prata para a televisão foi a novela "Bang Bang", em 2005, em parceria com Carlos Lombardi e direção geral de José Luiz Villamarim, que teve como diretores Paulo Silvestrini, Cláudio Boeckel, Ary Coslov e Carlo Milani.
Foi assessor do também escritor Fernando Morais na Secretaria da Cultura no governo paulista de Orestes Quércia, período em que orgulha-se pelos feitos nas áreas de teatro, música e cinema.

Antonio Prata, filho de Mário Prata, segue os passos do pai e atualmente é colunista da Folha de São Paulo.
Em 16 de janeiro de 2010, Mário Prata foi entrevistado ao vivo por Milton Neves para o programa "Domingo Esportivo", da Rádio Bandeirantes.

Prata estava voltando com o filho da cidade de Lins, onde assistiu a partida entre Linense 1 x 4 Santos, no retorno do time do interior à elite do futebol paulista.
Clique acima, no botão Áudio, para ouvir a entrevista.

Abaixo, ouça a participação de Mário Prata no "Domingo Esportivo" do dia 27 de agosto de 2017:
 

No dia 29 de setembro de 2021, o escritório Mário Prata (dramaturgo, cronista e jornalista brasileiro) participou do Domingo Esportivo da Rádio Bandeirantes.

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