por Rogério Micheletti
Marcos Adriano, o Marcos Adriano Gonçalves de Barros, lateral-esquerdo que defendeu o São Paulo, Flamengo, Santos, Bahia, Atlético Paranaense, entre outras equipes, hoje mora na cidade de Palmeira dos Índios (AL), onde nasceu no dia 30 de julho de 1970. No dia 2 de dezembro de 2025, o Globoesporte.com divulgou a informação de que Marcos Adriano, após problemas com o álcool, estava internado em uma clínica de de reabilitação de Alagoas.
Lançado no time profissional do Tricolor paulista pelo técnico Telê Santana, no começo dos anos 90, Marcos Adriano chegou a ser comparado até com Marinho Chagas. "Essa comparação surgiu porque o Marcos Adriano também subia muito ao ataque", diz Milton Neves.
Com o surgimento de André Luiz, Marcos Adriano perdeu espaço no elenco são-paulino. Após ter realizado 46 partidas (22 vitórias, 10 empates e 14 derrotas), deixou o clube para defender o Flamengo, em 1993. Permaneceu no rubro-negro até 1995, ano em que o time da Gávea comandado por Luxemburgo perdeu o Carioca para o Fluminense, do ponta-direita Renato Gaúcho.
No mesmo ano, ele se transferiu para o Santos e mais uma vez o título bateu na trave. O Peixe reclama até hoje do árbitro Márcio Rezende de Freitas. Ele apitou a final entre Santos e Botafogo, no Pacaembu, e validou um gol de Túlio (impedido) e anulou o gol de Camanducaia (seria o gol da vitória), que estava em posição legal.
Depois do Santos, Marcos Adriano foi jogar no Atlético Paranaense e no Bahia, mas ficou marcado pelo bom futebol apresentado no São Paulo, Flamengo e principalmente no Santos Futebol Clube, onde teve como companheiros de equipe o meia Giovanni, os ex-sãopaulinos Jamelli e Macedo, o meia Robert, os volantes Gallo e Carlinhos, o lateral Marquinhos Capixaba, os zagueiros Narciso e Ronaldo Marconatto e o goleiro Edinho (filho de Pelé).
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O saudoso Joelmir Beting teve a ideia da placa. Foto: Santos/ReproduçãoJogos pelo Fla
Com a camisa do Flamengo, Marcos Adriano disputou 94 partidas. Foram 45 vitórias, 31 empates e 18 derrotas. O lateral-esquerdo, que também chegou a ser improvisado na lateral-direita e no meio de campo, marcou quatro gols com a camisa rubro-negra
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