Gainete

Ex-goleiro do Inter-RS e Atlético-PR
Gainete, o Carlos Gainete Filho, grande goleiro do Internacional (RS), Atlético Paranaense e outras equipes, hoje é técnico de futebol, esteve militando no futebol da Arábia Saudita, em 2005 e no ano seguinte foi contratado pelo Paranavaí (PR) para o lugar de Célio Silva.

Em 2006 dirigiu por alguns meses a equipe do Guarani de Campinas (SP) na Série B do Campeonato Brasileiro.

Com esplêndido currículo como goleiro e treinador, Gainete é um nome que jamais será esquecido pelo que fez principalmente na meta do Internacional de Porto Alegre, antes do advento da "Seleção de Rubens Minelli", quando, em 1975 e 1976, o Colorado era o melhor time do mundo.

Ainda sobre Gainete, o internauta Carlos Lÿff nos enviou o e-mail abaixo, no dia 27 de setembro de 2005. Muito obrigado, Carlos!
 
"Na foto do Atlético Paranaense, de 1973 (veja nossa galeria) Gainete está com uma camiseta que ganhou do goleiro da França, após um amistoso entre o Inter e a seleção daquele país (Inter 1 x 3 França, Beira-Rio, início de 1971).
No Furacão, a tal camiseta parece não ter causado problemas, diferente do que ocorreu no Inter. Acontece que ela, além de obviamente não ter o distintivo do clube, apresentava a cor azul em sua gola (uma das cores nacionais da França e também rival Grêmio).

Assim mesmo, naquela que foi sua última temporada no Beira-Rio, ele a utilizou algumas vezes.Ela era amarela e apresentava o tradicional escudo francês (em forma de galo) na cor dourada.
 
Carlos Gainete Filho nasceu em Florianópolis, a 15 de Novembro de 1940.
 
Projetou-se no extinto Paula Ramos, também da capital.No início dos anos 60, transferiu-se para o Guarani de Bagé e em 62 foi para o Inter, onde ficou até 64. Jogou no Vasco em 1965, quando conquistou o Taça Guanabara, e retornou ao Colorado no ano seguinte.

Neste seu segundo ciclo vermelho, conquistou o tri-campeonato gaúcho, de 69 a 71, e como capitão da equipe. Em 70, chegou a ser recordista de invencibilidade, tendo ficado 1202 minutos sem sofrer gol.
 
As suas brigas e as do zagueiro Scala com o centro-avante gremista Alcindo entraram para a história e o folclore dos Gre-Nais. Falando no Scala: se ainda está vivo, não se encontra com boa saúde. Que lástima!
 
Voltando a Gainete: depois de sair do Inter, no início de 72, ele jogou no Atlético-PR e retornou para o Rio Grande do Sul em agosto de 74. Disputou o Gauchão daquele ano por outro Atlético, o de Carazinho. Após, encerrou a carreira como jogador e logo iniciou a de treinador.
 
Ainda quando jogava, já era formado em Economia e Educação Física. Como técnico, seus momentos mais marcantes foram no campeonato baiano de 85 (dirigindo o Vitória) e o goiano de 89 (dirigindo o Goiás), além do vice no Nacional de 86, pelo Guarani. Nesta sua outra atividade no futebol, trabalhou no Inter em 77 (finalíssima do Gauchão e Nacional), início de 78 (alguns amistosos e o título de um torneio de verão no Chile) e 88 (parte do campeonato gaúcho).
 
Até breve
Carlos Lÿff
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