DO PORTAL NOTICIASDATV.UOL.COM.BR
POR IVES FERRO E LI LACERTDA
A Justiça de São Paulo condenou um ex-funcionário de confiança de Milton Neves a devolver R$ 3,2 milhões ao jornalista após reconhecer um esquema de desvio de dinheiro que teria durado quase oito anos. A sentença proferida pela 32ª Vara Cível da capital paulista aponta que o réu se aproveitou do acesso irrestrito às contas pessoais e empresariais do apresentador para realizar saques, transferências e pagamentos sem autorização.
De acordo com a decisão obtida pelo Notícias da TV, o ex-gerente administrativo tinha total autonomia sobre a movimentação financeira de Milton Neves e das empresas ligadas a ele. O juiz entendeu que essa relação de confiança foi determinante para que os desvios ocorressem de maneira contínua e silenciosa, sem que o jornalista percebesse imediatamente o rombo causado em seu patrimônio.
A sentença detalhou que o esquema envolvia saques fracionados, transferências bancárias recorrentes e a emissão de notas fiscais sem comprovação de prestação de serviço.
O magistrado também destacou que o padrão das movimentações financeiras não condizia com a renda declarada pelo ex-funcionário, o que reforçou a conclusão de enriquecimento ilícito às custas do empregador.
Durante o processo, a defesa do réu alegou que os valores retirados das contas de Milton Neves estariam ligados a acordos verbais e a serviços prestados ao longo dos anos. O argumento, no entanto, foi rejeitado pela Justiça, que considerou as justificativas inconsistentes e sem qualquer respaldo documental. Para o juiz, não houve comprovação mínima de contratos ou autorizações que legitimassem as transações.
A condenação é de natureza cível e determina a restituição integral do prejuízo apurado, atualizado monetariamente. A decisão ainda ressalta que a responsabilização civil independe do desfecho de eventual ação penal, que pode seguir tramitando paralelamente. Ou seja, mesmo que ainda haja uma discussão criminal sobre o caso, o ex-funcionário já está obrigado a reparar financeiramente os danos causados ao apresentador.
O processo transcorreu de maneira detalhada, com análise de extratos bancários, documentos fiscais e perícias contábeis que mapearam o caminho do dinheiro ao longo dos anos.
Procurado em ocasiões anteriores sobre o caso, Milton Neves já havia relatado ter se sentido traído ao descobrir o desvio milionário, sobretudo pela longa relação profissional e pessoal que mantinha com o ex-funcionário.
________________________________________________________________________________________
Acima, a publicação exclusiva do líder UOL, na sexta-feira.
Tiveram a opção de não citar o nome de meu mega-ladrão.
Mas aí está ele: Evandro César Cesarino Ribeiro, natural de Muzambinho-MG.

Evandro César Cesarino Ribeiro, ex-funcionário de Milton Neves
Atendendo ao apelo de sua mãe Lourdes, o contratei para meu escritório “Terceiro Tempo”, da Avenida Paulista, e tive a burrice de colocá-lo como responsável pelo departamento financeiro de minha agência.
Ou seja, botei um vampiro para cuidar de meu banco de sangue!
Ele, Evandro Cesar Cesarino Ribeiro, roubou tanto que foi demitido por justa causa, posteriormente processado e agora está condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, cabendo ainda recurso, improvável.
A matéria fala em 3 milhões e 200 mil reais roubados, mas, atualizado, o valor chega aos 5 milhões afanados.

Milton Neves ao lado dos competentes advogados Sergei Cobra Arbex e Zulaiê Cobra Arbex
Parabéns e obrigado aos meus advogados Sergei Cobra Arbex e Zulaiê Cobra Arbex, que agora processam também um invejoso maior de minha vida, que se aproximou também de meu ladrão, escreveu maldades contra minha saudosa esposa e está sendo igualmente julgado em São Paulo pelos mesmos advogados, Sergei e Zulaiê Cobra Arbex.
E este cidadão, invejoso e multi-processado, pode ter o mesmo fim de seu amigo Evandro.
E é o mesmo sujeito que assediou sexualmente nossa brilhante jogadora de vôlei, a Ana Paula Henkel, no auge dela em São Paulo.

Colegas na Revista Oeste: Milton Neves e a comentarista Ana Paula Henkel