Fedola

Ex-lateral do Juventus, Cotia, Paranavaí e Noroeste
Por Marcelo Rozenberg
Fernando de Luiz Brito Vianna, o ex-lateral-esquerdo, quarto-zagueiro e volante pela esquerda Fedola, nasceu em São Paulo em 20 de maio de 1971. No Noroeste de Bauru, passou a ser chamado de Fernando porque um treinador achou o apelido Fedola feio.
Defendeu Juventus de São Paulo (profissionalmente de julho de 1990 a janeiro de 1992), Central Brasileira, de Cotia (de abril a dezembro de 1992), Paranavaí, do Paraná (de abril a junho de 1993) e Noroeste, de Bauru (de fevereiro a maio de 1994). "Sou canhoto ?puro?, e sempre fui muito mais de marcar, passar e lançar do que de atacar, driblar e finalizar?, diz.
É casado etem dois filhos (Caio e Nuno), é irmão do ótimo jornalista Rodrigo Viana. Residiu em Buenos Aires e Assunção do Paraguai e atualmente mora em Brasília
Deixou o futebol cedo para retomar os estudos de Ciências Sociais. Logo emendou um mestrado em Antropologia e começou a trabalhar com projetos junto a povos indígenas. Pela profissão da esposa, teve que se mudar para a Argentina e, então, resolveu dar um tempo como antropólogo. No país vizinho, trabalha na revisão de sua dissertação, que deverá virar livro logo e abordará a relação dos índios xavantes com o futebol. Fez também algumas traduções nessa mesma área da Antropologia Social sobre índios.
Nas décadas de 1980 e 1990, no Juventus, Fedola atuou desde a categoria dente de leite até a profissional. Assinou seu primeiro contrato em 01/07/1990. Desde 1987, ainda juvenil, era chamado para eventuais treinos e jogos com o time de cima. Mas, por volta de maio de 1990, o elenco reduzido e a necessidade de inscrever um número mínimo de jogadores profissionais na Federação Paulista fizeram com que dirigentes convidassem quatro jogadores dos juniores a firmar contrato profissional. Um deles, ele próprio. "Na época, não era comum profissionalizar um atleta antes de estourar a idade de júnior?.
Fedola largou a carreira cedo, por medo de que os anos se passassem e ele chegasse aos trinta e poucos anos tendo o futebol como única aposta, quem sabe errada. "Parecia muito difícil que deixasse de ser jogador de time pequeno. Tomei a decisão de parar de vez em dezembro de 1994, quando estava em Portugal, depois de um período em que uns empresários tentaram, sem sucesso, me colocar em algum clube daquele país. Minha última aposta na carreira aconteceu mesmo no Noroeste de Bauru, em 1994".
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Defendeu Juventus de São Paulo (profissionalmente de julho de 1990 a janeiro de 1992), Central Brasileira, de Cotia (de abril a dezembro de 1992), Paranavaí, do Paraná (de abril a junho de 1993) e Noroeste, de Bauru (de fevereiro a maio de 1994)

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