Alcir Portella

Ex-volante do Vasco
por Marcelo Rozenberg
 
Alcir Pinto Portella Prates, o ex-volante Alcir, cuja história se confunde com a do Vasco da Gama, nasceu no Rio de Janeiro em 09 de maio de 1944 e faleceu no dia 29 de agosto de 2008. Estava com câncer na próstata, doença que combatia desde o ano 2000. Deixou esposa e dois filhos.

Terceiro jogador a mais vezes vestir a camisa do clube, com 508 atuações, atrás de Roberto Dinamite e Sabará, atuou em São Januário entre 1963 e 1975, tendo sido capitão do time que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1974.

Ao encerrar a carreira, permaneceu no Vasco por mais de 20 anos atuando como treinador, auxiliar técnico e supervisor. A grande mágoa de sua vida foi ter sido demitido por Eurico Miranda do clube que tanto amou após 43 anos de serviços prestados. Sua principal ocupação a partir de então passou a ser freqüentar a quadra da Imperatriz Leopoldinense, onde fazia parte da direção de harmonia.
A saída de São Januário foi tão traumática que sua filha, Nathália, tomou o mesmo rumo. Na época, aos 16 anos, era campeã brasileira juvenil de ginástica olímpica e ressaltou que não tinha mais ambiente para treinar ali.

Em 29 de agosto de 2008, o site do Vasco publicou um breve histórico de Alcir Portela.

"Em campo, Alcir também se sagrou campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1966 e do Campeonato Carioca de 70, além de ser o autor do lançamento para Jorginho Carvoeiro fazer gol do título do Brasileiro de 74. Alcir é o único profissional do futebol que participou diretamente de todos os quatros títulos brasileiros conquistados pelo Vasco: em 1974 como jogador, e em 89, 97 e 2000 como auxiliar-técnico.
Em abril de 2006, ele assumiu o cargo de supervisor das categorias juvenil e juniores, sua última função no clube.
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