O grande goleiro do Corinthians em 1976 (contra o Fluminense no Rio) e em 1977 (contra a Ponte Preta), José Benedito Tobias, morreu aos 75 anos, na manhã de 13 de julho de 2024. A causa da morte não foi revelada.
Nascido no dia 13 de maio de 1949, em Agudos (SP), deixou quatro filhos (Fábio, Marcelo, Paulo Felipe e Yasmin). Ele morava em São Paulo, na rua Avanhandava.
Trabalhou como técnico de garotos em Arujá (SP) e até pouco tempo atuava no time de masters do Corinthians.
Tobias está nos corações dos torcedores do Timão.
Ele e Basílio, o Pé de Anjo, sempre foram muito solicitados por empresas para homenagear algum corintiano.
A carreira
Tobias começou a carreira no Noroeste e, além do Corinthians, equipe na qual defendeu de 1974 a 1980, jogou no Guarani, de 1968 a 1974, no Sport, no Fluminense, em 1981, e no Bangu, de 1981 a 1986, quando encerrou a carreira.
Sua grande fase foi mesmo no Parque São Jorge, onde defendeu a meta corintiana por 125 jogos (68 vitórias, 28 empates e 29 derrotas), sofrendo 95 gols, números que constam no "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte.
Herói no dia da Invasão
O jogo entre Fluminense e Corinthians, válido pela semifinal do Brasileirão de 1976, consagrou Tobias. Ele parou o Tricolor das Laranjeiras, a Máquina Tricolor, nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. A partida ficou marcada pela Invasão da Fiel ao Maracanã.
"Foram 70 mil torcedores no estádio do Maracanã. Até tomei um susto quando entrei no campo . Pensei que era o Morumbi", fala o goleiro Tobias, grande herói corintiano naquele dia.
Depois do empate por 1 a 1 no tempo normal, Corinthians e Fluminense decidieram nos pênaltis quem iria para a final do Brasileirão daquele ano. "Foi um presente de Deus. Ele falou naquele dia que eu era o cara", brinca Tobias.
Guerra no Sul
O Corinthians passou pelo Fluminense, mas perdeu na final do Brasileirão para o fortíssimo time do Internacional, que tinha Falcão, Manga, Figueroa, Batista, Dadá Maravilha, Lula, Valdomiro e companhia. Mas o título do Inter é até hoje questionado por muitos corintianos, que dias antes protagonizaram a "Invasão da Fiel ao Maracanã". Jogadores daquele time de 1976 reclamam sobre a "recepção gaúcha" naquele 11 de dezembro, dia anterior da grande final. "Já sentimos que não seria fácil quando chegamos no Aeroporto Salgado Filho. O Vicente Matheus (presidente corintiano) ficou desconfiado com a água do hotel, em que estávamos hospedados. Por isso, ele pediu para comprar água em outros lugares", conta o goleiro Tobias, que também ficou incomodado com a atitude dos torcedores do Inter.
"Na madrugada daquele dia 12, os torcedores do Inter fizeram plantão em frente ao hotel e soltaram morteiros às 2h, 3h e 4h da manhã. Só depois de muito tempo é que os funcionários do hotel resolveram chamar a polícia.
Ninguém do Corinthians conseguiu dormir direito. E olha que nós estávamos no sétimo ou oitavo andar", reclama Tobias.
O ex-atleta diz ainda que o vestiário do time visitante não tinha a mínima condição de uso. Alegam que um cheiro muito forte, impossibilitou a permanência da equipe no local. "O segurança Caldeirão, o massagista Rocco e o roupeiro Toninho foram os primeiros a entrar no vestiário e a sentirem um cheiro forte, de produto químico. Em seguida entraram o Vicente Matheus, o Duque (técnico) e nós jogadores. O Matheus, além do cheiro, percebeu que havia um frango preto e velas acesas no local. Ele mandou que nós saíssemos de lá imediatamente e falou que não haveria jogo", conta Tobias.
O folclórico cartola corintiano só mudou de idéia após conversa com dirigentes do clube gaúcho. "O Matheus bateu o pé. Por isso, o Inter teve de ceder um outro vestiário, que era usado pelo time juvenil deles. O local também não era grande coisa, mas era melhor do que o vestiário do time visitante. E, pelo menos, não tinha tanto cheiro, nem macumba", conta Tobias, que testemunhou o sofrimento dos quase 15 mil corintianos nas arquibancadas do estádio colorado. "Estava um calor intenso, mais de 30 graus. Eu via os bombeiros jogando água nos torcedores do Internacional. Mas quando se aproximavam da torcida do Corinthians, eles desligavam a água", revela.
Também há informações de torcedores que viajaram até a capital gaúcha para ver aquela final de que não havia água nas torneiras dos banheiros no espaço destinado à Fiel Torcida_ e que os vendedores não trafegavam no local. "Foi uma batalha muito difícil. Dentro e fora de campo", finaliza Tobias.
Ruy Rey, atacante da Ponte Preta, provocou Dulcício até ser expulso, logo no início do terceiro e decisivo jogo da final. Um ano depois, o jogador era contratado pelo Corinthians. Estava armada uma grande polêmica em torno da suspensão do atacante. Ciente do acordo que viria mais tarde, teria Rui Rei `colaborado´ para a vitória corintiana?
Fortaleza da defesa corintiana, Tobias saiu invicto da decisão ante a Ponte Preta. Acabou ficando de fora do segundo jogo da série decisiva por ter tomado o terceiro amarelo no primeiro duelo
O Corinthians posado para o jogo da "libertação" contra a Ponte Preta. Desde 1954 que o Timão não se sagrava campeão. A história foi escrita por Zé Maria, Tobias, Moisés, Russo, Ademir e Wladimir; Vaguinho, Basílio, Geraldão, Luciano e Romeu. Todos comandados por Oswaldo Brandão
Na imagem, os jogadores que ganharam a Libertadores de 2012 aparecem em pé, enquanto os atletas que triunfaram no Paulista de 77 estão agachados. Foi a entrega da faixa para os jogadores campeões do torneio continental, em 11 de julho de 2012, no Pacaembu. Em pé, da esquerda para a direita: Alessandro, Paulo André, Paulinho, Cássio, Chicão, Alex, Romarinho, Danilo, Ralf, Elton, Fábio Santos, Tobias, Tite e José Teixeira. Agachados: Zé Maria é o primeiro, o segundo é Basílio, Romeu Cambalhota aparece em terceiro, Geraldão em quarto, Ivan é o sexto, Zé Eduardo o sétimo, o oitavo é Lance e o último é Wladimir. Foto: UOL
Tobias e Ataliba não jogaram na mesma época pelo Corinthians, mas sempre se encontram em eventos relacionados ao clube. Na imagem, eles estavam no lançamento do livro de Andrés Sanchez, em São Paulo, no dia 18 de junho de 2012. Foto: Diogo Miloni/Portal TT
Da esquerda para a direita, em pé: Tobias é o primeiro, Deodoro é o terceiro, Maurão é o quarto, Geraldão é o sétimo, Amaral é o oitavo e Romeu Cambalhota é o nono. Agachados: Sidnei é o terceiro e Ataliba é o oitavo. Foto enviada por Renato Meneses Fernandes
Tobias está em pé, orientando a sua equipe. Foto enviada por Fernando Menezes Fernandes
Tinteiro é o último em pé e foi um cigano no futebol. Depois que saiu do Flamengo, em 1972, o craque cachoeirense atuou pelo Tiradentes (PI), CRB (AL), Confiança (SE), Leônico (BA), Treze (PB), Ferroviária de Araraquara (SP), Ceará e Fortaleza (CE). Em pé: Fisicultor, Bira, Tobias, Renato, Newton, Fernando Silva e Tinteiro. Agachados: Luiz Ferreira, Jacozinho, Chiquinho, Zé Eduardo e Macedo. Foto enviada por Waldevir Bernardo dos Santos
Veja a primeira foto do Guarani no Campeonato Brasileiro, em 1973, diante do Nacional, no estádio Vivaldão, em Manaus. Em pé, da esquerda para a direita: Tobias, Wilson Campos, Amaral, Flamarion, Bezerra e Moacir. Agachados, da esquerda para a direita: Barnabé, Lola, Washington, Alfredo e Mingo. Foto: Arthur Eugênio Mathias
Em 1976 e em julho de 2011
O ex-goleiro Tobias e Carlos Alberto Spina, em julho de 2011
Para um público que tomou conta do Vale do Anhangabaú, em 2010, Neto, o primeiro à esquerda, faz juras de amor ao Timão. O ex-atleta Tobias, o terceiro, da esquerda para a direita, observa o pronunciamento. No centro, está Luiz Carlos Galter, ex-zagueiro do Alvinegro. Foto: Rede Social
Em pé, da esquerda para a direita: preparador físico da equipe, Bira, Tobias, Renato, Newton, Fernando Silva e Tinteiro. Agachados: Luiz Ferreira, Jacozinho, Chiquinho, Zé Eduardo e Macedo. A foto foi enviada pelo internauta Waldevir Bernardo dos Santos
Lance do jogo Santos 5 x 1 Guarani, na Vila Belmiro em 05 de Agosto de 1970. Na foto aparecem o goleiro Tobias, Cido, Manoel Maria e Pelé. As placas de publicidade do Banco Nacional do Norte e da extinta Cerâmica Chiarelli ficaram por muitos anos na Vila Belmiro. Foto enviada por Walter Roberto Peres
Da esquerda para a direita: Djalma Sales, Fernando Santana e o goleiro Tobias. Foto: Site Oficial
Em pé: Wilson Campos, Tobias, Alberto (zagueiro que veio da Portuguesa Carioca e que morreu como indigente no Rio de Janeiro. Também jogou no Sport-PE), Amaral, Flamarion e Bezerra. Agachados: Jáder (falecido), Washington (também falecido), Clayton (hoje renomado advogado em Porto Velho-RR), Alfredo e Mingo. Foto enviada por Artur Eugênio
Dia 9 de agosto, no Pacamebu, Portuguesa 0 X 0 Guarani pelo Campeonato Paulista. Em pé: Tobias, Wilson Campos, Marcos (zagueiro que jogou pouco no Guarani, mas fez sucesso no Paulista e chegou a jogar na Portuguesa), Bezerra, Flamarion e Alberto. Agachados: Toninho (jogou muito pouco no Guarani), China, Clayton, Zé Ito (falecido) e Mingo. Foto enviada por Artur Eugênio
Da esquerda para a direita: Tobias, Cláudio Marques, Solitto, Darci e Vaguinho. Aliás, Vaguinho fazia duas coisas que não se deve fazer: matar passarinhos e fumar. A foto é da Revista Placar de 1976. O fotógrafo é José Pedro
Tobias ao lado de Edson Dino durante o cruzeiro comemorativo do centenário corintiano. Foto tirada por Sandra Chame Magnoni Dino, esposa de Edson.
Dos que estão em pé, Jaimão é o do meio. O primeiro da direita para esquerda é Tobias, que está com as mãos sobre os ombros de Dino Sani
O goleiro Tobias, ao chegar em casa como o herói da Invasão Corintiana ao Maracanã, dá entrevista a Barrero. Ele defendeu dois pênaltis ( 4 x 1 para o alvinegro) e deu a vitória ao Corinthians contra o Fluminense pelas semi-finais do Brasileirão, em 5 de dezembro de 1976, aos olhos de 143 mil torcedores. No tempo regulamentar, 1 x 1
Derby campineiro, com vitória de 2 a 0 do Guarani sobre a Ponte Preta. Em pé, da esquerda para a direita: Tobias, Wilson Campos, Amaral, Alberto, Flamarion, Bezerra e o diretor Garbelini. Agachados: Jader, Washington, Clayton, Alfredo e Mingo
Na concentração do Palmeiras. Da esquerda para a direita, o segundo é Dino Sani, seguido por Serginho Chulapa, Dr. Catta-Preta, Tobias, Jaimão e Basílio. Foto enviada pelo Dr. Catta-Preta
Veja Tobias, o terceiro, da esquerda para a direita, durante encontro de corintianos em Capivari-SP em 2009.
Veja o Guarani de 1973 na Rua Javari, em São Paulo. Em pé: Tobias, Moacir, Jair Picerni, Amaral, Flamarion e Ricardo Coscarão (lateral revelado pelo Bugre e que passou pelo Sport, Ceará e Ferroviário). Agachados: Barnabé (nasceu em Osasco-SP e jogou no Noroeste de Bauru-SP e no Paulista de Jundiaí-SP), Amauri, Washington, Zé Ito (morreu em Botucatu-SP) e Jáder (também já falecido). A foto, da revista Manchete, foi enviada pelo pesquisador Walter Roberto Peres.
Da esquerda para a direita: Ademir da Guia, Biquinha, Paulo Borges, Tobias, Zé Roberto e o pai de Biquinha
Da esquerda para a direita, na equipe do Milionários: um integrante da comissão técnica, dois árbitros, outro integrante da comissão técnica, Tobias, Ivair, Matos, Nenê, Paulo Borges, Lima, Flecha, Lázaro e Adãozinho. Agachados: outro árbitro, Oreco, Luiz Carlos, Biquinha, Zé Roberto, Ademir da Guia, Marco Antonio, Gilberto, Mirandinha e Renato
Corintiano fanático, Tobias é visto constantemente no Pacaembu e no bar Museu Preto e Branco, no Tatuapé, em dias des jogos do Timão
Tobias no conforto do lar. O ex-goleiro até hoje é reverenciado pela Fiel, que não esquece suas defesas de pênalti no jogo contra o Fluminense em 1976, na semifinal do Brasileiro daquele ano
A taça de campeão paulista de 1977, que hoje está no memorial do Corinthians.
O goleiro Tobias participou da festa do "Jubileu de Peróla", uma homenagem especial realizada no dia 13 de outubro de 2007 aos campeões paulistas de 1977
A foto acima foi tirada no histórico dia 13 de outubro de 1977, quando o Corinthians venceu a Ponte Preta e conquistou o título paulista depois de mais de 22 anos de jejum. Os heróis corintianos aqui postados ficaram marcados para sempre, e até hoje são vistos como símbolos de amor e heroísmo. Em pé vemos Zé Maria, Tobias, Moisés, Ruço, Ademir e Wladimir; agachados estão Vaguinho, Basílio, Geraldão, Luciano e Romeu
Confira o Noroeste de Bauru (SP), no Parque Antártica, antes de partida contra o Palmeiras. Em pé: Tobias, Brito, Virgílio, Geraldo, Ilzo Nery, Cláudio e Lourival. Agachados: Varlei de Carvalho, meia não identificado, Zé Carlos Coelho, Romualdo e um ponta não identificado
Tobias, já no final de carreira, defendeu o Rio Negro (AM). Ele é o sétimo em pé, da esquerda para a direita. Na fila do meio, aparece Berg (o sétimo), que depois jogou no Botafogo. Darinta, ex-Palmeiras, é o terceiro em pé. O último sentado é Patrulheiro, ex-Paysandu
EM PÉ: Zé Maria, Tobias, Ruço, Moisés, Ademir e Cláudio Mineiro. AGACHADOS: Vaguinho, Basílio, Palhinha, Geraldão e Edu
Em pé: Tobias, Wilson Campos, Moacir, Alberto, Flamarion e Bezerra. Agachados: Barnabé, Eli Carlos, Washington, Alfredo e Mingo
EM PÉ: Diretor Garbelini, Wilson Campos, Alberto, Amaral, Tobias, Flamarion e Bezerra. AGACHADOS: Jáder, Washington, Clayton, Alfredo e Darcy
Deodoro, Tobias e Rafael: o tempo passou mas a amizade continua.
Equipe do Corinthians que foi a campo no dia 14 de março de 1976 para enfrentar a Ferroviária em Araraquara, pelo Campeonato Paulista. A partida terminou 0 a 0. Em pé, da esquerda para a direita: Tobias, Helinho, Moisés, Ademir Gonçalves, Cláudio Marques e Wladimir. Agachados: Vaguinho, Lance, Adilson Miranda, Romeu e Tião. Foto: arquivo pessoal de Lance
Dois momentos de Tobias
Em 1982, pelo Atlético Rio Negro (AM). Foto: Divulgação
Entrega das faixas do Campeonato Paulista de 1977, antes do jogo Corinthians 2 x 0 Portuguesa (dois gols de Palhinha), válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. O duelo aconteceu no dia 20 de novembro de 1977. Em pé, da esquerda para a direita, veja Zé Maria, Tobias, Moisés, Russo, Zé Eduardo, Wladimir, Lance, Luciano, Jairo, José Teixeira, Benê Ramos (preparador físico), João Avelino, Renê de Toledo (administrador de futebol) e pessoa não identificada. Agachados, também da esquerda para a direita, estão Rocco (Massagista), Palhinha, Vaguinho, Basílio, Geraldão, Romeu, Cláudio Mineiro, Daércio, Adãozinho e Ademir Gonçalves. Foto: Arquivo pessoal da repórter Germana Garilli
Elenco corintiano posando para foto no Parque São Jorge em 1976. Na fileira de trás, da esquerda para a direita: Geraldão, Adilson Miranda, Zé Maria, Tobias, Cláudio Marques, Góis, Solito, Darcy, Brida e Edson Nogueira. Sentados no banco: Givanildo, Basilio, Adãozinho, Russo, Helinho, Tião, Ademir Gonçalves, Duque e Juán Perez. À frente, sentados no chão: Zé Eduardo, Vaguinho, Romeu, Wladimir e Veira. Foto: Revista Placar
Guarani no Brasileiro de 1974. Em pé: Tobias, Amaral, Odair, Ademir Gonçalves, Flamarion e Bezerra. Agachados: Afrânio, Alexandre Bueno, Volnei, Alfredo e Darci. Foto da Revista Placar.
Biro-Biro, Edu, Airton Gontow e Tobias em São Paulo, em março de 2018
Lilian Sallum, do Fuad, Edu, Biro-Biro, Tobias e Denis Nery, em março de 2018
Guarani, nos anos 70. Da esquerda para direita, em pé: Wilson Campos, Tobias, Estevam Soares, Amaral, Ednaldo e Bezerra. Agachados: Amilton Rocha, Sérgio Luíz, Bié, Alexandre Bueno e Darci. Foto enviada por Roberto Diogo
CDC Baquirivu, em São Miguel Paulista, no dia 14 de novembro de 2015. Da esquerda para a direita, Carlos Alberto Spina é o primeiro, Tobias é o segundo e Amaral é o terceiro. Foto enviada por Vinicius Igor
CDC Baquirivu, em São Miguel Paulista, no dia 14 de novembro de 2015. Da esquerda para a direita, Tobias (ex-Guarani e Corinthians) é o segundo e Carlos Alberto Spina (ex-Matsubara) é o terceiro. Foto enviada por Vinicius Igor
Jaimão, Dudu e Tobias. Foto: arquivo pessoal
Em 1976 e em 10 de maio de 2014
Edu Gaspar, à direita, autografa camisa para Tobias em 10 de maio de 2014 na Arena Corinthians. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Tobias em 10 de maio de 2014 na Arena Corinthians. Atrás, à esquerda, Ataliba. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Liédson autografa camisa para Tobias em 10 de maio de 2014 na Arena Corinthians. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Liédson autografa camisa para Tobias em 10 de maio de 2014 na Arena Corinthians. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Sua grande fase foi mesmo no Parque São Jorge, onde defendeu a meta corintiana por 125 jogos (68 vitórias, 28 empates e 29 derrotas), sofrendo 95 gols, números que constam no "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte.