Saulzinho

Ex-centroavante do Vasco
Saul Santos Silva, o Saulzinho, ex-centroavante do Vasco da Gama, mora em Bagé (RS), onde é advogado. Saulzinho começou a carreira no Guarany de Bagé e jogou no Vasco, de 1961 a 1965. Em 1962, ele foi artilheiro do Campeonato Carioca, anotando 18 gols.
Ele tem duas filhas do primeiro casamento, sendo uma delas a primeira secretária na embaixada do Brasil em Tóquio, no Japão. A outra filha é jornalista, mora em Florianópolis (SC) e é casada com o também jornalista Alex Fernandes.
Seu único neto, que mora na capital catarinense, é goleiro de futebol de salão. O garoto chama-se Victor. Seu genro, Alex Fernandes, está escrevendo um livro sobre a carreira do grande matador que o Vasco teve nos anos 60.
Como curiosidade, lembramos que Gainete (Carlos Gainete), ex-goleiro do Internacional e hoje técnico, é casado com a irmã da ex-mulher de Saulzinho. O ex-centroavante vascaíno é viúvo da primeira esposa.
Ele casou-se novamente e sua mulher se chama Lorena. No segundo casamento, Saulzinho não teve filhos e tem 3 enteados.
Ainda sobre Saulzinho, recebemos o seguinte texto, no dia 19 de janeiro de 2006, de Alex Fernandes, jornalista e genro do ex-centroavante:
Saulzinho, o Saul Santos Silva, nasceu em Bagé-RS no dia 31 de outubro de 1937. De família humilde, começou a jogar futebol muito cedo e logo defendeu as cores do Guarany de Bagé. Disputou sua primeira partida profissional em 1954, contra o Nacional, de Porto Alegre-RS, fazendo um gol de bicicleta.
Artilheiro nato, acabou se destacando no campeonato gaúcho. Em 1961, foi para o Rio de Janeiro, para atuar no Vasco da Gama, tendo a difícil missão de substituir o consagrado craque cruzmaltino Vavá. E acabou dando certo. Em 1962, o craque sulista foi artilheiro do campeonato carioca, com 18 gols. Nessa época, formou ataque com Lorico e Da Silva. Diversas contusões acabaram prejudicando sua carreira no futebol carioca, mas Saulzinho, soube conviver com os problemas e sempre dar a volta por cima.
Ele lembra que na década de 60, o Vasco fazia diversas excursões pelo mundo, o que o levou a conhecer quase toda Europa, a África e América. Deixou o Vasco em 1965, voltando para Bagé e encerrando sua carreira no Guarany.
Hoje Saulzinho é advogado em sua cidade natal. Continua gostando bastante de futebol, mas não se envolve diretamente com os clubes de Bagé. Viúvo, tem duas filhas: Cláudia, diplomata e 1ª secretária da Embaixada do Brasil no Japão, e Adriane, jornalista e gestora de marketing do jornal Diário Catarinense. Tem um neto, Victor, que segue os passos do avô, se destacando como goleiro de futsal do Lagoa Iate Clube e da seleção de Florianópolis, na categoria Sub-11.
Segundo Saulzinho, jogar futebol naquela época era muito complicado. "Os zagueiros eram mais violentos, a chuteira e a bola não eram tão boas quanto às de hoje e os campos eram muito esburacados?. Mesmo assim, o ex-artilheiro lembra da galeria de craques de seu time e dos adversários. "Tínhamos que enfrentar o Botafogo de Garrincha, o Flamengo de Jordan, o Fluminense de Castilho e Pinheiro ou o Santos de Pelé. Não tinha moleza nos anos 60?, ressalta.
Alex Fernandes
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