José Guillermo Agnelli, técnico argentino que dirigiu a Ferroviária de Araraquara, XV de Jaú, Comercial e principalmente o Botafogo de Ribeirão Preto, morreu na própria Ribeirão Preto aos 86 anos no cemitério Bom Pastor daquela bela cidade do interior de São Paulo, em 1998.
Agnelli, que veio de Buenos Aires no começo dos anos 50 para jogar no Vasco da Gama, defendeu também a Ponte Preta.
Em seguida tornou-se técnico e foi uma espécie de lenda do interior ao lado de Filpo Nuñez, Alfredinho, Wilson Francisco Alves, o Capão, Urubatão Calvo Nunes, Norberto Lopes e Balbino Simões.
O fim de vida de Agnello foi triste e morreu como indigente. Antes, chegou a morar na Casa do Atleta do Pantera em Vila Tibério, em Ribeirão Preto, e na própria sede do Botafogo. Alí, foi-lhe construído um pequeno apartamento nos fundos do estádio Santa Cruz. Mas, no enterro, no dia 12 de maio de 1998, foi preciso que o torcedor botafoguense Jorge Luiz de Almeida comprasse uma caixa de velas, tamanho o descaso do mundo do futebol de Ribeirão para o ex-técnico, relata o próprio Jorge Luiz. Agnelli jaz na urna mortuária número 19003 do cemitério Bom Pastor.
Seu melhor momento foi em 1956 quando fez o Botafogo subir para a primeira divisão do futebol paulista enfrentando o Paulista de Jundiaí, no Parque Antártica.
Ficaram para a história em Ribeirão Preto jogadores como Machado, Sula, Julião, Wilsinho, Dicão, Gil, Moreno, Amorin, Neco (ex-São Paulo), Guina e o próprio José Agnelli, hoje morando no céu.
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