Índio

Ex-lateral do Palmeiras, Santos e Flamengo
por Rogério Micheletti

Lateral-direito do Santos, no começo dos anos 90, Rubens Barbosa Souza, o Índio, hoje mora em São Paulo e tem uma escolinha de futebol em Pirituba (Zona Oeste), na Estrada Turística do Jaraguá, 316.

O ex-jogador é casado com Rosana e tem três filhos. O último herdeiro nasceu no dia 17 de fevereiro de 2006 e se chama Ryan.

"Tive de encerrar a carreira cedo por causa de bronquite. Não me sentia bem e parei de jogar com 32 anos, quando estava no Atlético Mineiro. Tentei ainda voltar no Nacional (SP), mas não deu certo", fala o ex-lateral, que sente saudades do tempo em que vestiu a camisa do Santos.

"Eu consegui destaque jogando pelo Santos. A imprensa chegou até a comentar, na época, que eu poderia ser convocado para seleção brasileira. Acabei sendo chamado para a seleção paulista, apenas", lembra Índio.

Nascido em Almenara (MG), no dia 5 de julho de 1967, Índio começou a carreira nas categorias de base do Nacional, da Comendador Souza, em 1984. Quatro anos depois ele foi campeão da Taça São Paulo de Futebol Juniores pela humilde equipe paulistana, que tinha como destaque o meia-direita Mil.

Em 90, ele teve o passe negociado com o Santos. "Foi uma ótima ter ido para o Santos, mesmo com a forte pressão. Mas o bom é que todos tinham uma certa consciência de que nós não tínhamos a mesma estrutura de São Paulo, Palmeiras e Corinthians. Mesmo assim, quase chegamos algumas vezes", analisa.

Alguns companheiros de Santos ainda são destacados pelo ex-lateral. "Foi muito bom jogar com o Paulinho McLaren, com o Guga e com o Almir. Eu e o Almir íamos bem pela direita", comenta o ex-jogador.

Indicado por Vanderlei Luxemburgo, Índio foi contratado pelo Palmeiras em 95. "O Luxemburgo pediu a minha contratação, mas logo em seguida ele saiu. Fui dirigido pelo Valdir Espinosa e depois pelo Carlos Alberto Silva. Não fui muito bem no Palmeiras e acabei indo para o Flamengo"
 
No clube da Gávea, Índio ficou apenas três meses e foi jogar no Guarani. Mas no Bugre ele também não se firmou e acabou indo tentar a sorte no Goiás. "O Goiás é um clube muito bem estruturado. Joguei um ano e oito meses lá e conquistei um título goiano", recorda.
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Pelo Palmeiras:

Atuou em 45 jogos, sendo 23 vitórias, 11 empates e 11 derrotas. Marcou um gol.
Fonte: Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.

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