Jardine destacou a dificuldade do torneio de futebol das Olimpíadas. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Jardine destacou a dificuldade do torneio de futebol das Olimpíadas. Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A seleção brasileira já conhece seus adversários na disputa dos jogos Olímpicos de Tóquio e para o técnico André Jardine as coisas não serão fáceis. Após sorteio que definiu os grupos das Olimpíadas, o treinador do time verde e amarelo projetou o caminho de sua equipe, que enfrentará Alemanha, Costa do Marfim e Arábia Saudita, e ressaltou a dificuldade do torneio.

“É uma competição muito difícil, com caráter de Copa do Mundo. É uma competição que requer um respeito muito grande por cada adversário. O exemplo das últimas Olimpíadas é importante. O Brasil foi campeão, mas na primeira fase teve muitas dificuldades e nem sempre contra camisas consideradas pesadas. É uma chave difícil, como as outras também são. É muito difícil conjecturar qual Seleção é mais forte, a competição é que vai acabar dizendo. A possibilidade de levar jogadores acima da idade torna ainda mais difícil da gente decifrar quem serão os principais adversários. O que nos remete a pensar jogo a jogo e ter uma preparação perfeita, com um estudo profundo de cada adversário. Temos que respeitar todo mundo e fazer de todo jogo uma final”, analisou Jardine.

Em sua trajetória na seleção olímpica, Jardine já observou quase 70 atletas. Ainda assim, o treinador destaca que ninguém tem vaga garantida. O treinador destacou a dificuldade de “montar o quebra-cabeças” na montagem do time e deixou a porta aberta para jogador acima da idade olímpica, que em Tóquio será de 24 anos.

“É um quebra-cabeça que a gente há bastante tempo vem tentando montar. Com certeza, até o último dia estaremos exercitando raciocínios, montando de uma maneira ou de outra, até encontrar um elenco de 18 atletas, imaginando muitos cenários durante a competição. Não pode faltar jogador para nenhuma posição. Queremos montar esse quebra-cabeça. Os jogadores acima da idade entram muito em cima dessa avaliação que temos para ter, em algumas posições chave, uma minutagem maior, um nível de experiência maior. E se possível, em alguma posição, um jogador que possa vir e fazer a diferença, agregar com uma coisa a mais para a equipe, que é uma equipe que tem sua identidade, seu jeito de jogar, mas que não pode se fechar ao acréscimo de jogadores de qualidade”, avaliou o treinador.

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