O britânico Andy Murray fez um belo trabalho em 2016 ocupando o topo do ranking que era de Novak Djokovic. Com a queda de produção de tenistas já em idade avançada, qual o cenário do tênis para 2017? Murray vai segurar o rojão?

O britânico Andy Murray fez um belo trabalho em 2016 ocupando o topo do ranking que era de Novak Djokovic. Com a queda de produção de tenistas já em idade avançada, qual o cenário do tênis para 2017? Murray vai segurar o rojão?

O trabalho realizado por Andy Murray em 2016 surpreendeu a muita gente, e isto não desmerece em nada sua capacidade, pelo contrário, demonstra uma mudança de rumo em sua carreira.


Murray, geralmente taxado de inconstante, jogava como nunca, perdia como sempre, ainda que com vitórias expressivas em alguns torneios.


Aos poucos a confiança, quesito fundamental no tênis, foi sendo incorporada ao jogo do britânico, e daí por diante ele deslanchou.


Vi poucos tenistas com a capacidade extrema de receber e devolver como Murray, o que muitas vezes acabava por desestabilizar o adversário.


Murray troca bolas como poucos!


De algum tempo para cá, ele passou a fazer winners e mais winners com bolas de ataque. Seu jogo mudou. Na Olimpíada Rio 2016 deu um show de técnica e controle emocional, principalmente na final contra Del Potro, em seguida venceu o Torneio dos Campeões em Londres batendo Novak Djkovic. Isso sem contar o título em Wimbledon.


E o ano de 2017? Apostar as fichas na manutenção de Murray? Uma possível e esperada retomada de Djokovic? Nadal e Federer ressurgindo das cinzas? Del Potro avassalador? As eternas promessas?


A grande probabilidade é de 2017 ser um ano aberto a muitas possibilidades no tênis, ou seja, uma temporada onde as chances serão amplas para muitos jogadores, visto que a hegemonia de Murray não deve ser tão duradoura, ao passo que outras estrelas andam um pouco decadentes, talvez pela idade.


Será a vez de muitas zebras, ou da molecada chegando?


O calendário marca alguns importantes torneios:


16 a 29 de janeiro – Aberto da Austrália (Melbourne)


3 a 5 de fevereiro – 1ª rodada da Copa Davis


22/2 a 5 de março – Rio Open (Rio de Janeiro)


25/5 a 11 de junho – Roland Garros (Paris)


3 a 16 de julho – Wimbledon (Londres)


28/8 a 10 de setembro – Aberto dos Estados Unidos (Nova York)


12 a 19 de novembro – Finais da ATP (Londres).


Façam suas apostas!
Foto: UOL
Esporte é vida!
Gustavo Santos - nosesportes@gmail.com
No Twitter: @gustavofarmacia

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