Normalmente os Grand Slam culminam com jogos históricos, quase sempre decididos nos mínimos detalhes. Não existe facilidade e os games parecem muitas vezes intermináveis.Seja no masculino ou no feminino, o que se viu nestes 15 dias de embates no Queens, foram partidas de tênis com nuances especiais.

A começar pela inesperada derrota de Roger Federer para o australiano John Millman nas quartas de final, fato que não ocorria para Federer desde 2013. Uma eliminação muito precoce para quem sonhava ver Federer na final. Na sequência do Slam, o australiano seria derrotado por Djokovic.

Na outra ponta Rafael Nadal protagonizou junto com o austríaco Dominic Thiem um dos maiores jogos de US Open de todos os tempos.

Após ter perdido o primeiro set por 6 a 0, recuperou-se, voltou ao jogo e após 4 horas e 48 minutos venceu uma partida praticamente perdida. Mas veio o imponderável, por contusão, abandonou o jogo diante do exuberante tenista argentino Juan Martin Del Potro.

A final brindou o público de Flushing Meadows com um grande jogo entre dois excepcionais jogadores: Del Potro versus Djokovic.

Não deu para o argentino, foram 3 horas de muita luta, mas sem dúvida alguma um dos maiores trunfos do sérvio foi e tem sido sua evolução na recepção e defesa. Djokovic troca mais bolas que em anos anteriores. Além disso, talvez sob forte influência das quadras americanas, passou a assimilar um dos maiores fundamentos de lendários tenistas dos Estados Unidos, sacar e subir na rede.

Na tarde de sábado, na disputa entre as mulheres, tudo parecia convergir para a vitória de Serena Williams diante da talentosa e novata Naomi Osaka. Ledo engano, o jogo foi duro e Serena teve muito trabalho para impor seu jogo. A estratégia da japonesa começou a dar resultado quando seus saques passaram a entrar com perfeição. Passou por um momento de instabilidade, talvez até por não acreditar que estava jogando tão bem, mas manteve sempre o controle do jogo.

O fato negativo da partida ficou por conta das reclamações injustas da norte americana, que foi corretamente punida por isso. Chegou a xingar o árbitro da partida, Carlos Ramos, de ladrão, além de insinuar que foi prejudicada por ele. Errado! Serena errou, foi orientada pelo treinador sim e por pouco não tirou o brilho da vitória de Osaka.

Novak Djokovic seja bem-vindo de volta ao topo dos Slams
Naomi Osaka seja benvinda ao ápice do tênis mundial.

Gustavo Santos
@gustavofarmacia
nosesportes@gmail.com

Fonte: UOL

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