Atacante moderno para época, Antonio Wagner de Moraes, o Wagner, fez boas partidas pela Ponte Preta na metade e final dos anos 80. Versátil, ele costumava atuar como meia-ofensivo, ponta e até centroavante, apesar de não ser alto.
Chegou a ser cobiçado pelo Santos diversas vezes, mas o namoro com o time da Vila Belmiro nunca terminou em casamento. Os ex-ponte-pretanos, companheiros de Wágner, que deixaram Moisés Lucarelli e seguiram para o Peixe foram o goleiro Sérgio e o zagueiro Júnior.
Em 1991, um ano antes do Palmeiras ganhar o combustível financeiro de uma multinacional italiana, Wagner foi apresentado no alviverde. Sua passagem pelo Palestra Itália foi curta. Foram apenas 20 jogos (11 vitórias, 2 empates e 5 derrotas) e três gols, segundo números do "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.
Wagner deixou o time palmeirense e foi jogar no futebol japonês. Na Terra do Sol Nascente, o meia-atacante atuou por Belmare (1992), Otsuka (1993 a 1995) e Kashiwa Reysol (1996). Retornou ao Brasil para atuar no, São José (SP), União Barbarense (SP), Botafogo de Ribeirão Preto (SP), Etti Jundiaí (SP), Paraguaçuense (SP) e encerrou a carreira defendendo o CRB (AL).
Casado, pai de três filhos, Wagner mora atualmente na sua cidade natal, Piracicaba (SP), no bairro da Vila Monteiro. Ele é dono da escolinha de futebol "Gol de Placa". Ele, que nasceu no dia 2 de junho de 1966, ainda tem como objetivo ser treinador de futebol profissional.
por Rogério Micheletti
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Wagner deixou o time palmeirense e foi jogar no futebol japonês. Na Terra do Sol Nascente, o meia-atacante atuou por Belmare (1992), Otsuka (1993 a 1995) e Kashiwa Reysol (1996). Retornou ao Brasil para atuar no, São José (SP), União Barbarense (SP), Botafogo de Ribeirão Preto (SP), Etti Jundiaí (SP), Paraguaçuense (SP) e encerrou a carreira defendendo o CRB (AL).
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