por Kaique Lopreto
Dwight Eversley Yorke, “The King”, nasceu no dia 3 de dezembro de 1971na cidade de Canaan, em Trinidad e Tobago. Após pendurar as chuteiras, ele foi auxiliar-técnico da seleção de seu país natal e depois aceitou o cargo de embaixador da FIFA.
Yorke começou a jogar na categoria de base do Signal Hill, modesto clube de seu país. Porém, ele nem chegou a atuar pelo time profissional. Em 1989, foi contratado pelo Aston Villa, da Inglaterra, como uma aposta de Graham Taylor, manager dos Villians na época.
Em nove temporadas, Dwight conseguiu ótimos números na Premier League. Deixou de ser promessa e virou realidade. Chamou tanta atenção que, em 1998, o atacante foi comprado pelo Manchester United.
Foram os anos mais vitoriosos da carreira do jogador. Logo em sua temporada de estreia, ele foi o artilheiro do Campeonato Inglês com 18 gols. Ao lado de Andy Cole, formou uma das duplas de ataque mais temida da época.
Em quatro anos atuando pelos Red Devils, Yorke conquistou três vezes a Premier League (1998-99, 1999-00 e 2000-01), uma vez a FA Cup (1998-99), uma vez a UEFA Champions League (1998-99) e uma vez o Mundial de Clubes (1999).
Contudo, o atleta era conhecido por frequentar baladas, ganhou até o apelido “All Night Dwight” (“Dwight a noite toda”), e sempre acabava nas capas dos jornais. Assim, ele acabou se transferindo para o Blackburn Rovers em 2002.
A partir de então, acumulou passagens por diversos clubes e, em nenhum, conseguiu encontrar seu bom futebol novamente. Ele atuou pelo Birmingham City (2004), da Inglaterra, Sydney FC (2005), da Austrália, Sunderland (2006), da Inglaterra, e se aposentou em setembro de 2009.
Pela Seleção Trinitária, o atacante conseguiu feitos inéditos. Em 74 partidas, Yorke conseguiu balançar a rede 19 vezes, mas seu grande feito foi ter ajudado Trinidad e Tobago a se classificar para a Copa do Mundo de 2006, a primeira na história do país.
No mesmo ano que pendurou as chuteiras, Dwight lançou sua biografia, “Born To Score”. Após fazer cursos, o ex-jogador iniciou a carreira de auxiliar-técnico na seleção de seu país, mas não ficou muito tempo no cargo. Assim, em 2011, ele começou a trabalhar de comentarista na Sky Sports. Dois anos depois, Yorke virou embaixador da FIFA.
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