Por João Antonio de Carvalho
O maestro do Fluminense campeão brasileiro de 1970 era um meia baixinho, de muita habilidade, que depois fez um grande sucesso no futebol mexicano.
Adir Cid Rodrigues, o Didi, nasceu em Santos, no dia 27 de agosto de 1950 e começou a sua carreira nas categorias de base do time de Vila Belmiro, mas nessa época a concorrência era muito grande e por isso ele acabou indo para Fluminense, com 19 anos.
Já na sua primeira temporada foi campeão carioca, em 1969 e no ano seguinte conquistou um dos títulos mais importantes da história do tricolor, a Taça de Prata, o campeonato brasileiro da época.
Ficou no time carioca até 1973, tendo conquistado também o campeonato carioca de 1971, na polêmica decisão onde Lula fez o gol da vitória contra o Botafogo no último minuto, após uma falta de Marco Antonio no goleiro Ubirajara Motta.
Depois de passagens pelo Vitória, pela Portuguesa Santista e pelo Santos, que vivia uma crise técnica após Pelé abandonar os gramados, Didi foi jogar no futebol mexicano, onde virou ídolo, jogando pelo Toluca e pelo Jalisco.
Ainda voltou ao Brasil e jogou por Ceará e Francana, antes de abandonar o futebol em 1991. Mas o amor pelo México foi tanto que ele voltou para lá, trabalhou na Universidade Autônoma do Estado do México e montou uma escolinha de futebol.
Se casou por lá mesmo, com Ariadne Valdez e teve três filhos, Vanessa, Danielle e Adir Agustin. Didi tem quatro netas, Camila e Constanza, de Vanessa, e Valentina e Natalia, de Danielle.
Pelo Fluminense Didi disputou 144 jogos, com 69 vitórias, 46 empates e 29 derrotas, marcando três gols. As informações são do site www.fluzao.info
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